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QUEM LEMBRA DA PRAINHA DO RIO PAJEÚ EM AFOGADOS DA INGAZEIRA?

 

Quem lembra da Prainha que o nosso Rio Pajeú nos presenteou no ano de 1967? Quanta saudade das águas límpidas claras e pronta para o consumo. Assim nós vivemos no passado que se foi e não volta mais. A natureza continua pedindo socorro aos nossos governantes e a nós mesmo, matamos as margens do lindo Rio Pajeú cantado e encantado por grandes artistas como o rei do baião Luiz Gonzaga e tantos outros. As areias do Pajeú deixou saudades pra molecada, para os jovens, para os adultos que gostam do esporte batendo assim belas peladas. Quanto encanto! Quando as moças lá no passado, se arrumavam com roupas novas e batons na boca, só pra ir buscar água nas cacimbas do belo Rio Pajeú e com as latas d’água na cabeça, aproveitavam para paquerar os rapazes que lá nas lindas areias jogavam bola, ou até mesmo os que também iriam buscar água em um galão, muitas vezes distribuindo chame, exibindo um belo peitoral, (nu da cintura pra cima. Ou seja; sem camisa) e as lavadeiras? Que ganhavam o seu sustento, lavando roupas das pessoas ricas da cidade, enquanto elas lavavam roupas, seus filhos se divertiam tomando banho e corre do descalços nas limpas areias do Rio. As lágrimas tomam conta do meu rosto ao escrever esse texto de saudade. Desculpa algumas falhas, depois voltaremos a falar do assunto. Agora só choro pelas lembranças da minha infância e adolescência. Não sei se digo que sou do PAJEÚ DAS FLORES… OU DAS LAMAS QUE COBREM O MEU RIO PAJEÚ DAS FLOES.

 

 

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