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Eclipse solar total poderá ser visto do Brasil? Entenda.

No eclipse solar total, a Terra, a Lua e o Sol se alinham em uma posição exata, o que faz com que o Sol seja tapado pela Lua de quem observa da Terra  (foto: Mathew Schwartz/Unsplash)
No eclipse solar total, a Terra, a Lua e o Sol se alinham em uma posição exata, o que faz com que o Sol seja tapado pela Lua de quem observa da Terra (foto: Mathew Schwartz/Unsplash)

Fenômeno astrológico ocorrerá na segunda-feira (08/04)

Um eclipse solar total ocorrerá na próxima segunda-feira (08/04), mas não poderá ser visto de todos os locais do globo terrestre. Dessa vez, os sortudos serão os observadores de México, Canadá e Estados Unidos, que poderão acompanhar o fenômeno de modo total ou parcial.

No Brasil, o eclipse não estará visível, assim como não estará no restante dos países localizados no Hemisfério Sul da Terra. Porém, deve ocorrer um eclipse solar anular em 2 de outubro deste ano, que será visível aos brasileiros.

O eclipse solar ocorre quando a Lua se posiciona entre o Sol e a Terra, de forma que bloqueia a entrada da luz solar que chega à Terra. Quando a Lua bloqueia apenas parte da luz do Sol, o eclipse é chamado parcial ou anular. Quando, por sua vez, ela bloqueia toda a luz do Sol, há um eclipse total.

No eclipse solar total, a Terra, a Lua e o Sol se alinham em uma posição exata, o que faz com que o Sol seja tapado pela Lua de quem observa da Terra. No eclipse parcial, os três astros não estão completamente alinhados.

De acordo com a agência espacial norte-americana (Nasa), o primeiro local na América do Norte continental a ver o eclipse total será a costa do Pacífico do México, perto das 15h07 (horário de Brasília).

Esquema de eclipse total do sol (foto: Time and Date/Reprodução)
Esquema de eclipse total do sol (foto: Time and Date/Reprodução)

Eclipse no Brasil

O próximo eclipse a ser avistado no país será em 2 de outubro de 2024 e poderá ser visto nos estados da Região Sul, Sudeste e Mato Grosso do Sul, além de trechos da Bahia, Goiás e Mato Grosso.

Confira as informações no Correio Braziliense.

Cientista brasileiro pode ter descoberto novo planeta no Sistema Solar.

Planeta pode ter massa entre 1,5 e 3 vezes a da Terra (foto: Patryk Sofia Lykawka/Arquivo Pessoal )
Planeta pode ter massa entre 1,5 e 3 vezes a da Terra (foto: Patryk Sofia Lykawka/Arquivo Pessoal )

Segundo o estudo, o possível planeta estaria localizado em uma região distante chamada de Cinturão de Kuiper.

Um estudo liderado por um pesquisador brasileiro e um japonês levanta a hipótese da existência de um novo planeta no Sistema Solar.

Os cientistas brasileiro Patryk Sofia Lykawka, da Universidade Kindai, do Japão, e Takashi Ito, do Observatório Astronômico Nacional do Japão, informam que o planeta estaria localizado em uma região distante chamada de Cinturão de Kuiper e com massa entre 1,5 e 3 vezes a do planeta Terra.

“Prevemos a existência de um planeta semelhante à Terra e de vários TNOs [objetos transnetunianos] em órbitas peculiares no sistema solar exterior, que podem servir como assinaturas testáveis %u200B%u200B%u200B%u200Bobservacionalmente das supostas perturbações do planeta”, dizem os pesquisadores em artigo publicado na revista científica Astronomical Journal.

Sofia Lykawka é professor da Universidade Kindai, no Japão (foto: Patryk Sofia Lykawka/Arquivo Pessoal)
Sofia Lykawka é professor da Universidade Kindai, no Japão (foto: Patryk Sofia Lykawka/Arquivo Pessoal )

Em entrevista à agência de notícias da Unisinos, Patryk Lykawka informou que simulações mostraram que o Sistema Solar – conhecido hoje por reunir quatro planetas gigantes (Júpiter, Saturno, Urano e Netuno) – não explica as propriedades encontradas no suposto novo planeta. Ele graduou-se em física e matemática pela universidade privada.

“Dessa forma, este estudo prevê a existência de um planeta com massa de aproximadamente 1,5 a 3 Terras no sistema solar externo distante, situado além de 200 unidades astronômicas. Há três órbitas possíveis para o planeta, de aproximadas: 200 a 300 unidades astronômicas, 200 a 500 unidades astronômicas e 200 a 800 unidades astronômicas, mas os melhores resultados favorecem as duas últimas órbitas”, afirmou na entrevista.

O pesquisador destacou ainda o impacto da descoberta na comunidade científica e nos estudos futuros sobre o Sistema Solar. “Primeiro, o Sistema Solar oficialmente teria nove planetas novamente. Além disso, assim como ocorreu em 2006 com a reclassificação de Plutão, precisaríamos aprimorar a definição de ‘planeta’, já que um planeta massivo localizado muito além de Netuno provavelmente pertenceria a uma nova classe. Por fim, nossas teorias do sistema solar e da formação de planetas também precisariam ser revistas.”

De acordo com a Unisinos, o brasileiro reside há mais de 20 anos no Japão e leciona na Universidade Kindai.

Por: Agência Brasil.