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Uma criança de 10 anos morreu com suspeitas de dengue hemorrágica em Tabira

Segundo informações de radialista, criança de 10 anos morre de dengue hemorrágirca em Tabira

Uma triste notícia abalou familiares e amigos do jovem atleta Luiz Davi, de 10 anos. Infelizmente ele não conseguiu vencer a disputa contra a dengue.

Na madrugada do domingo (14) ele foi transferido para o Hospital Eduardo Campos, em Serra Talhada, já com um quadro de dengue hemorrágica.

O seu estado era considerado grave e não apresentou evolução para melhor, apesar da medicação que foi ministrada.

No final da tarde desta segunda-feira (15), a notícia que ninguém queria ouvir: Luiz Davi havia falecido.

Luiz Davi vinha se destacando ultimamente por seguir os passos do pai e, apesar da pouca idade, já era um recordista em maratonas na faixa de idade dele.

Fonte: Júnior Alves Radialista

Morre a irmã da pentatleta Yane Marques.

Faleceu nesta manhã de sábado na cidade Bezerros, a jovem Kátia Celine campos da Fonseca Marques de 45 anos de idade.

Carinhosamente Katia era chamada de (cacá), a mesma sofreu um infarto fulminante e veio a óbito. Cacá sentiu-se mal durante a madrugada e foi levada para um hospital da cidade Bezerros onde não resistiu e veio a falecer.

O nosso Blog deixa aqui as condolências para toda a familia. Perdemos uma conterrânea, uma filha de Afogados da Ingazeira, membro da família Galdino marques, haja visto que os seu pai o radialista Wanderley Galdino é sobrinho do saudoso Natanael Galdino Marques, mas conhencido como “Nael Galdino”.

Aguardamos por mais notícias sobre o sepultamento de Kátia Celine Campos da Fonseca Marques.

Luiza Trajano Donato, fundadora do Magazine Luiza, morre aos 97 anos

Luiza Trajano Donato, fundadora do Magazine Luiza
Luiza Trajano Donato, fundadora do Magazine Luiza – Foto: Divulgação/Magazine Luiza

Tia da empresária Luiza Helena Trajano faleceu em casa. Velório foi marcado para a manhã desta segunda-feira

A fundadora do grupo Magazine Luiza, Luiza Trajano Donato, morreu na madrugada desta segunda-feira, em Franca (SP).

Luiza tinha 97 anos e morreu em casa por causas naturais, segundo as primeiras informações apuradas pela produção da EPTV, afiliada da TV Globo no interior de São Paulo.

Nascida em Cristais Paulista (SP), a tia da empresária Luiza Helena Trajano é conhecida por ter sido uma vendedora muito popular em Franca e por fundar com o marido em 1957 a primeira unidade daquela que se tornaria uma das maiores redes varejistas do país.

Segundo informações do G1, o velório está marcado para as 10h no Velório São Vicente e o enterro está previsto para as 16h no Cemitério da Saudade. Em luto, todas as lojas da empresa em Franca permanecerão fechadas nesta segunda-feira.

Nota de pesar .

O Prefeito de Afogados da Ingazeira, Alessandro Palmeira, em nome de toda a gestão municipal, vem a público externar o profundo pesar pelo falecimento de Marconi Edson, figura tão conhecida quanto querida do povo de Afogados da Ingazeira.

Não há palavras que possam transmitir, nesse momento, a grandeza dessa figura humana cuja trajetória se confunde com a própria história da nossa cidade.

Nossos sentimentos a Dona Rosilda, aos filhos e a toda uma legião de amigos que Marconi Edson fez ao longo de sua vida.

AMUPE e José Patriota lamentam morte de Branquinho

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Faleceu em um acidente Ailton Batista dos Santos, conhecido como Branquinho.

Filho de Afogados da Ingazeira,  ele faleceu em um acidente grave na BR 232 no Curado (sentido interior), nas imediações do Comando Militar do Nordeste.

Branquinho ficou ferido e com uma grande perda de sangue no local. O SAMU realizou o resgate, mas ele faleceu no Hospital.

Sabe-se a princípio que ele estava de moto e se envolveu em um acidente nas imediações do comando geral dos Bombeiros, em Recife. A maior probabilidade é de que tenha se desequilibrado no choque com o retrovisor de um carro. Na queda, o capacete não afivelado soltou-se e ele teve forte pancada na cabeça.https://i1.wp.com/nilljunior.com.br/wp-content/uploads/2024/01/Screenshot_20240129_125330_Instagram2-1.jpg

Nas redes sociais,  a AMUPE lamentou seu falecimento.  “A Associação Municipalista de Pernambuco (Amupe), em nome de sua diretoria, lamenta o falecimento do nosso amigo e colaborador Ailton Batista, o Branquinho. Orgulho danado em ser Sertanejo, sempre alegre, com sorriso no rosto, e pronto para fazer o bem, Branquinho encantou todos a quem conviveu”, diz a nota.

Branquinho foi levado à AMUPE pelo ex-presidente José Patriota, de quem era amigo há décadas.

“Mais que um amigo, foi quase um irmão, caminhando ao meu lado desde a juventude. Juntos, compartilhamos inúmeros momentos que marcaram minha trajetória. Branquinho era mais que um colaborador, era um membro da família, e sua presença sempre trouxe alegria e companheirismo. Atualmente, desempenhava um papel fundamental como motorista da Associação Municipalista de Pernambuco (Amupe)”, disse.

“Neste momento de dor, minhas preces se dirigem à sua família, em especial à companheira Jaqueline e aos filhos. Que Deus, em sua infinita bondade, conforte os corações que agora choram essa perda irreparável. Descanse em paz, meu querido amigo”, disse em suas redes sociais .

Nill Jr.

Faleceu o ex-vereador Antônio Chico

O ex-vereador Antônio Chico faleceu na noite de ontem (06) no Hospital Eduardo Campos, em Serra Talhada, cidade que fica no Sertão de Pernambuco. Seu Antônio estava hospitalizado há cerca de 60 dias, e tinha 77 anos.
A Prefeitura de Carnaíba decretou luto oficial de três dias por tudo que seu o ex-vereador realizou na construção e no desenvolvimento do município carnaibano.
O velório está sendo realizado em sua residência, neste domingo (07) seguindo o cortejo amanhã (08) para a Câmara de Vereadores de Carnaíba, das 08h às 10h. O sepultamento será em Afogados da Ingazeira no Cemitério São Judas Tadeu.
Blog do Ivonaldo Filho

Pernambuco perde Eliezer Menezes, pioneiro de Suape e fiel aliado de Marco Maciel – que o trouxe ao setor público.

Menezes atuou na construção do molhe, em pedras, para proteção da entrada do porto interno, aberta no cordão de arrecifes e fez a transferencia do Parque de Tancagem.

Eliezer Menezes à esquerda, com Fernando Henrique Cardoso, Joel de Holanda e Marco Maciel
Eliezer Menezes à esquerda, com Fernando Henrique Cardoso, Joel de Holanda e Marco Maciel – Arquivo Pessoal

Morreu neste sábado (6), vítima de câncer (melanoma acral), o engenheiro Eliezer Menezes, ex-secretário extraordinário de Suape, na década de 80 e um dos pioneiros na implantação do complexo portuário, onde atuou e foi responsável pelo início das operações no setor de tancagem.

Menezes atuou na construção do molhe, em pedras, para proteção da entrada do porto interno, aberta no cordão de arrecifes e foi personagem de um dos mais dramáticos incidentes no Porto do Recife que culminaram com transferência do Parque de Tancagem do Recife para Suape considerado o embrião do que hoje o complexo se tornou em termos de distribuição regional.

Em 1986, após um incêndio de um navio de combustível no Porto do Recife, terminal que atendia ao Estado desde 1918, o então governador de Pernambuco, Roberto Magalhães, ordenou que as empresas de combustíveis que estavam instaladas naquele local viessem para Suape.

TRANSFERÊNCIA DA TANCAGEM

Suape ainda era um projeto e com o incidente a criação do parque foi acelerada com a instalação dos depósitos de combustíveis líquidos da BR Distribuidora, a Shell, a Texaco e a Esso que começaram a formar em Suape o “Pool de Derivados de Petróleo” Menezes cuidou dessa operações.

Eliezer Menezes era casado com Zélia Meneses e pai de três filhos (Denise , Marcelo e Rodrigo). Ele vinha lutando há quatro anos e preferiu não revelar aos amigos os detalhes de sua doença

Ele surpreendeu a todos com a forma como lutou até o último minuto e sempre com sua leveza e bom humor. Médicos e enfermeiros e todos que o acompanharam de perto ficaram surpresos com sua força de vontade, amor à vida e força física. “O câncer o venceu, mas podemos garantir que nosso pai deu muito trabalho para ele, a batalha foi árdua”, segundo uma nota distribuída por sua família.

Arquivo Pessoal
Eliezer Menezes à esquerda com Marco Maciel, Joel de Holanda e Fernando Henrique Cardoso. – Arquivo Pessoal

Para poupar todos os familiares e amigos de momentos tristes, ele pediu para não informar sua morte até que fosse cremado. Os familiares pediram desculpas por não ter se despedido ou ido a velório, mas essa era a vontade dele.

Ainda segundo a nota, caso alguém queira homenageá-lo de alguma forma, sugerimos que o faça do jeito que ele gostaria: ajudando a terceiros, e principalmente, crianças do seu sertão. Como opção, citamos a instituição que ele apoiava, o Lar Fraterno Vovó Cavendish, que ajuda crianças e famílias na Sertânia.

O Lar é dirigido por seu amigo André Pinheiros (PIX: 36756631000182 CNPJ).

 

Morreu neste sábado (6), vítima de câncer (melanoma acral), o engenheiro Eliezer Menezes, ex-secretário extraordinário de Suape, na década de 80 e um dos pioneiros na implantação do complexo portuário, onde atuou e foi responsável pelo início das operações no setor de tancagem.

Menezes atuou na construção do molhe, em pedras, para proteção da entrada do porto interno, aberta no cordão de arrecifes e foi personagem de um dos mais dramáticos incidentes no Porto do Recife que culminaram com transferência do Parque de Tancagem do Recife para Suape considerado o embrião do que hoje o complexo se tornou em termos de distribuição regional.

Em 1986, após um incêndio de um navio de combustível no Porto do Recife, terminal que atendia ao Estado desde 1918, o então governador de Pernambuco, Roberto Magalhães, ordenou que as empresas de combustíveis que estavam instaladas naquele local viessem para Suape.

TRANSFERÊNCIA DA TANCAGEM

Suape ainda era um projeto e com o incidente a criação do parque foi acelerada com a instalação dos depósitos de combustíveis líquidos da BR Distribuidora, a Shell, a Texaco e a Esso que começaram a formar em Suape o “Pool de Derivados de Petróleo” Menezes cuidou dessa operações.

Eliezer Menezes era casado com Zélia Meneses e pai de três filhos (Denise , Marcelo e Rodrigo). Ele vinha lutando há quatro anos e preferiu não revelar aos amigos os detalhes de sua doença.

Ele surpreendeu a todos com a forma como lutou até o último minuto e sempre com sua leveza e bom humor. Médicos e enfermeiros e todos que o acompanharam de perto ficaram surpresos com sua força de vontade, amor à vida e força física. “O câncer o venceu, mas podemos garantir que nosso pai deu muito trabalho para ele, a batalha foi árdua”, segundo uma nota distribuída por sua família.

Arquivo Pessoal

Eliezer Menezes à esquerda com Marco Maciel, Joel de Holanda e Fernando Henrique Cardoso. – Arquivo PessoalPara poupar todos os familiares e amigos de momentos tristes, ele pediu para não informar sua morte até que fosse cremado. Os familiares pediram desculpas por não ter se despedido ou ido a velório, mas essa era a vontade dele.

Ainda segundo a nota, caso alguém queira homenageá-lo de alguma forma, sugerimos que o faça do jeito que ele gostaria: ajudando a terceiros, e principalmente, crianças do seu sertão. Como opção, citamos a instituição que ele apoiava, o Lar Fraterno Vovó Cavendish, que ajuda crianças e famílias na Sertânia.

O Lar é dirigido por seu amigo André Pinheiros (PIX: 36756631000182 CNPJ).

Eliezer Menezes tinha uma história de dedicação ao setor público. E, ao lado de Joel de Holanda, foi uma das pessoas em que o ex-vice presidente mais confiava. Tanto que ao passar o governo a Roberto Magalhães sugeriu seu nome para o cargo de Secretário Especial de Suape.

MENEZES ‘SEQUESTROU” MAGALHÃES

Ro­ber­to Ma­ga­lhães su­ce­deu a Mar­co Ma­ciel, mas cri­ti­can­do seu prin­ci­pal pro­je­to, o Por­to de Sua­pe, sem nun­ca ter ido lá.

No­mea­do pa­ra o car­go, Elie­zer Menezes aguen­tou um ano a fal­ta de ­apoio e as crí­ti­cas, até pôr em prá­ti­ca um pla­no ou­sa­do: se­ques­trou o go­ver­na­dor, li­te­ral­men­te, com aju­da da se­gu­ran­ça. Elie­zer não se im­pres­sio­nou com o fu­rio­so che­fe:

– O se­nhor po­de me de­mi­tir, mas não vai fa­lar ­mais de Sua­pe sem co­nhe­ci­men­to de cau­sa.

O go­ver­na­dor foi ao ­cais, viu e gos­tou. Nun­ca ­mais fa­lou mal de Sua­pe.

Além de amigo, ex -secretário no governo do Estado e ex-tesoureiro de campanha, o economista Eliezer Menezes contava como agia Marco Maciel em questões financeiras.

Ao Jornal do Commercio ele lembrou a como cuidou do dinheiro da campanha do vice-presidente:

“Eu já estava trabalhando em uma empresa privada quando recebi um telefonema inesperado. Marco Maciel, vice-presidente da República”. Fim de segundo mandato.

“Amigo, preciso de sua ajuda. Vou me candidatar a senador e queria que você fosse o tesoureiro da campanha. Tenho muitos amigos políticos, intelectuais etc., mas você é da área financeira e sem dúvidas fará uma boa administração do processo”.

Respondi que infelizmente não serviria, pois não sabia “pedir” colaborações a empresários etc.
Marco Maciel replicou, dizendo que as doações já estavam todas programadas, todas oficiais, e meu papel seria apenas administrar.

DEVOLVEU SOBRA DE CAMPANHA 

Eliezer foi e homologado seu nome na convenção Maciel ligou novamente: “Amigo, agora sou candidato oficial. Então, toda vez que for de Brasília para Recife avisarei para você comprar as passagens com recursos da campanha”.

Menezes perguntou se ele ia deixar a Vice-presidência, e respondeu: “Não, mas vou agora como candidato, e não é correto que o governo pague as passagens. Outra coisa, alugue um carro e contrate um motorista, pois vou dispensar os do governo aí

Assim foi feito. Cada vez que ele vinha, mandava avisar para providenciar as passagens. Mas faltando menos de trinta dias para o fim da campanha, após fazer o “balanço” foi observado que sobrariam recursos.

Hoje, seria suficiente para comprar uma SUV, já que o carro utilizado era alugado. Ao informar o problema recebeu uma advertência. “Está muito perto da eleição, não fica bem comprar um carro agora”.
Certo, senador, mas o que vou fazer com a sobra? Perguntou o tesoureiro. ”Amigo, pela lei, temos que devolver ao partido“.

E assim foi feito. Na primeira vez sobrou dinheiro em campanha e foi devolvido ao partido.

Por: JC

 

Morre, aos 88 anos, Manoel Vitalino, filho do Mestre Vitalino.

O artista estava internado em um hospital de Caruaru para tratar de uma pneumonia.
 (Foto: Reprodução/Redes sociais)
Foto: Reprodução/Redes sociais
Manoel Vitalino, filho do artesão Mestre Vitalino, morreu nesta sexta-feira (5) aos 88 anos de idade. O artista estava internado no Hospital Manoel Afonso em Caruaru, no Agreste, para tratar de uma pneumonia, mas não resistiu. Com isso, Pernambuco perde um dos símbolos da arte do barro.
A governadora Raquel Lyra publicou uma nota lamentando a morte do artista. “Caruaru e Pernambuco se despedem hoje de Manoel Vitalino, filho do Mestre Vitalino, artesão e grande defensor do legado de seu pai, um dos maiores nomes da arte popular do Nordeste e do Brasil. Recebi com tristeza a notícia de sua partida e expresso a minha profunda solidariedade à família e amigos neste momento de despedida”, diz o comunicado.
O prefeito de Caruaru, Rodrigo Pinheiro, também se pronunciou sobre a partida de Manoel Vitalino. “Foi com imenso pesar que recebi a notícia da partida de Manoel Vitalino, filho do Mestre Vitalino, um dos maiores nomes da arte do barro. Seu Manoel tinha 88 anos e foi um dos responsáveis por eternizar a história do seu pai. Que Deus conforte o coração de todos os familiares e amigos. Deixo aqui, o meu mais sincero pesar”.
s informações sobre o velório e sepultamento não foram divulgadas pela família.
Manoel Vitalino foi um dos responsáveis por deixar viva a memória do pai, Mestre Vitalino, um dos principais artesãos do estado. Manoel nasceu na vila do Alto do Moura no ano de 1935 e começou a atuar com barro desde cedo, aos sete anos de idade, tornando-se um grande companheiro do pai.

Quinho do Salgueiro, ícone do carnaval carioca, morre aos 66 anos.

Desde 2022, o intérprete de sambas-enredo lutava contra um câncer.
Quinho do Salgueiro era intérprete de sambas-enredo do carnaval carioca (foto: Reprodução/Instagram )
Quinho do Salgueiro era intérprete de sambas-enredo do carnaval carioca (foto: Reprodução/Instagram )

O cantor Quinho do Salgueiro, intérprete de sambas-enredo do carnaval carioca, morreu nesta quarta-feira (03), aos 66 anos. Ele morreu no Hospital Municipal Evandro Freire, na zona norte do Rio, de insuficiência respiratória. Desde 2022, Quinho vinha lutando contra um câncer de próstata.

Melquisedeque Marins Marques foi o cantor da escola de samba Acadêmicos do Salgueiro, no carnaval campeão de 1993, com o famoso Peguei um Ita no Norte. Também participou do título salgueirense de 2009, com o enredo Tambor. Em seu perfil no Instagram, a escola de samba lamentou a morte de Quinho.

Hoje o Salgueiro Chora! Com profunda emoção e um nó na garganta, comunicamos o doloroso adeus a Melquisedeque Marins Marques, nosso Quinho do Salgueiro, um gigante cuja ligação com o G.R.E.S. Acadêmicos do Salgueiro transcendeu os limites da música e do carnaval. Quinho não foi apenas um intérprete talentoso; ele foi a voz que ecoou em cada conquista, em cada desfile, e que se entrelaçou intimamente com a alma do Salgueiro.

Quinho começou a carreira no bloco Boi da Ilha, que deu origem à escola de samba União da Ilha. Depois, passou a cantar junto com Aroldo Melodia, na escola da Ilha do Governador, até se tornar, em 1985, o intérprete principal da escola.

“Ele é um grande exemplo, como intérprete, para mim. Foi um grande seguidor do meu pai, Aroldo Melodia, até virar uma estrela da Acadêmicos do Salgueiro. Ele deixa muitas saudades e vai fazer muita falta para todo o povo do samba”, disse Ito Melodia, intérprete da Unidos da Tijuca.

Foi ele quem cantou o famoso samba Festa Profana, que levou a União da Ilha ao terceiro lugar do carnaval. “Melquisedeque Marins Marques era conhecido como Quinho do Salgueiro pelas belas páginas da história do Carnaval que construiu naquela agremiação. Só que o Quinho do Salgueiro também era filho da Ilha. Foi sob o pavilhão insulano que sua voz marcante se fez ouvir pela primeira vez para o mundo do samba”, publicou a escola em suas redes.

Também participou do carnaval paulista, pela escola de samba Rosas de Ouro, em 2000. A agremiação de São Paulo também lamentou a morte de Quinho em suas redes, chamando-o de “um dos grandes puxadores de samba da história do carnaval brasileiro”.

“Eu vi quando ele chegou para o carnaval, fazendo um grande sucesso. Se tornou um irmão e um grande amigo e parceiro. É uma grande perda para o maior espetáculo audiovisual do planeta, que é o nosso carnaval”, disse o cantor Neguinho da Beija-Flor.

Enterro

Seu corpo será velado na tarde desta quinta-feira, na quadra do Salgueiro, e sepultado na sexta-feira (05), às 13h, no cemitério da Cacuia, na Ilha do Governador.

Matéria ampliada às 10h23 para incluir informações sobre a causa da morte, no primeiro parágrafo, e sobre o enterro, no último parágrafo.

Por: Metrópoles.

Jabá, baixista original do Ratos de Porão, morre aos 60 anos.

Jarbas Alves enfrentava problemas nos rins nos últimos meses, mas a causa da morte não foi revelada.
Causa da morte não foi divulgada, mas a informação foi confirmada nas redes sociais (Foto: Divulgação)
Causa da morte não foi divulgada, mas a informação foi confirmada nas redes sociais (Foto: Divulgação)

 

Jarbas Alves, conhecido artisticamente como Jabá, morreu aos 60 anos de idade. Ele foi baixista da formação original da banda Ratos de Porão e enfrentava problemas nos rins nos últimos meses.
A causa da morte não foi divulgada, mas a informação foi confirmada pelo guitarrista Jão, nas redes sociais. “Meu irmão da vida inteira se foi, meu querido Jarbas nos deixou, descanse em paz irmão”, escreveu. O perfil do grupo no Instagram também lamentou a morte: “Descanse em paz, amigo Jarbas”.
Por: Metrópole/ DP