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Ministério da Saúde amplia faixa etária de vacinação da dengue; vacinas estão perto de vencer.

Mãos femininas segurando frasco de vacina dengue (Crédito: Pexels)
Mãos femininas segurando frasco de vacina dengue (Crédito: Pexels)

Ampliação da faixa etária depende de municípios. Conforme nota técnica, vacinas contra dengue com vencimento até 30/4 podem ser aplicadas.

A Câmara Técnica de Imunizações do Ministério da Saúde publicou nessa quinta-feira (17/4), uma nota técnica na qual aponta uma estratégia temporária para vacinação contra dengue das doses com validade até 30 de abril de 2024. Dessa forma, a pasta decidiu liberar a ampliação das faixas etárias no Sistema Único de Saúde (SUS).

As vacinas com validade até 30 de abril poderão ser aplicadas em pessoas de 4 a 59 anos. Contudo, a ampliação da faixa etária ficará a critério dos próprios municípios que tiverem doses sobrando.

Uma segundo nota técnica será enviada aos estados com a nova orientação.

Confira a matéria completa no Metrópoles.

 

Prefeitura de Afogados intensifica campanha de vacinação contra a influenza .

Em Afogados da Ingazeira, a campanha de vacinação contra a Influenza está a todo vapor. Durante todo esse mês de abril, a Secretaria Municipal de Saúde vem realizando diversas ações de vacinação nos bairros do município, em parceria com a Diocese de Afogados, Igreja Verbo da Vida e a Igreja Batista.

O “Zé Gotinha” e a equipe da secretaria ja passaram pelos bairros São Cristóvão, Sobreira, São Francisco, Borges, Padre Pedro Pereira, Planalto, Manoela Valadares, São Brás e no Centro.

O Dia D de vacinação conta a gripe, ocorrido no último final de semana, também contribuiu para ampliar a cobertura vacinal, movimentando todas as Unidades Básicas de Saúde de Afogados e mais quatro pontos estratégicos situados no Beco de Zezé Rodrigues, Avenida Diomedes Gomes, Avenida Rio Branco, em frente à Secretaria de Saúde, e na feira livre, em frente ao escritório da Neoenergia.

Ao todo, já foram aplicadas cerca de seis mil doses em Afogados (só no dia D, foram trezentas). A campanha acontece até o final de abril e tem como público-alvo, crianças de 06 meses a 5 anos, idosos acima de 60 anos, pessoas com comorbidades, gestantes, puérperas, pessoas em situação de rua, caminhoneiros, trabalhadores de transportes coletivos e população privada de liberdade.

As pessoas que ainda não se vacinaram podem se dirigir a sua unidade básica de saúde de referência e garantir a sua dose de imunização.

Hospital Dr. José Dantas passa a oferecer novas cirurgias

A Secretaria de Saúde comunica que o Hospital Dr. José Dantas Filho passou a oferecer seis novas cirurgias: Hidrocele, varicocele, suspensão de bexiga, prolapso, cistocele e fístula.

O acesso aos novos procedimentos é o mesmo: basta apresentar o encaminhamento médico na Secretaria de Saúde, emitido pela UBS onde você está registrado, para agendar sua cirurgia.

Parkinson: terapia de estimulação cerebral profunda melhora qualidade de vida de pacientes.

 (Sandy James/DP)
Sandy James/DP
A estimativa é de que mais de 200 mil brasileiros sofram com a doença.

Tremores, rigidez e instabilidade postural, dificuldade de locomoção, dor e comprometimento cognitivo. Esses são alguns dos sintomas do mal de Parkinson, uma doença progressiva do sistema nervoso central que atinge  1% da população mundial. No Brasil, os dados da Organização Mundial da Saúde (OMS) estimam que mais de 200 mil pessoas convivam com o diagnóstico. Visando melhorar a qualidade de vida de pacientes, a Terapia de Estimulação Cerebral Profunda ou TErapia DBS (conhecido como Deep Brain Stimulation = DBS) é o tratamento mais moderno para alguns casos da doença, chegando a apresentar uma taxa de 80% de sucesso na melhora dos sintomas motores.

A terapia é realizada através de um procedimento cirúrgico e consiste na implantação de uma espécie de marcapasso no cérebro do paciente. Similar ao aparelho utilizado em cirurgias cardíacas, o eletrodo é conectado a uma bateria abaixo da clavícula e oferece alívio e controle dos sintomas de forma imediata a partir da estimulação elétrica do cérebro.

“O estímulo acontece em uma região do cérebro responsável pelos movimentos anormais e modifica a frequência de certas redes neurais, deixando-as próximo da normalidade. A Terapia DBS faz algo semelhante a sintonizar um rádio que está com barulho, só que no cérebro do paciente com Parkinson”, explica Dr. Nêuton Magalhães, neurocirurgião do Hospital Jayme da Fonte.

Apesar de ser o que há de mais moderno no tratamento da doença, nem todos os diagnosticados estão aptos para passar pelo procedimento. Apenas pacientes com a condição confirmada há mais de quatro anos e que apresentam dificuldades para controlar os sintomas com as medicações são indicados para a Terapia DBS.

Esses sintomas se manifestam em duas fases: na perda súbita do efeito das medicações e no encurtamento do efeito dos remédios. São os tremores, que não diminuem; e as discinesias, movimentos anormais decorrentes do efeito colateral de um medicamento específico utilizado para tratar os pacientes.

Para o especialista, os benefícios da terapia são inúmeros. “Com a cirurgia, a estimulação é contínua, permitindo a melhora dos sintomas debilitantes e proporcionando uma estabilidade para os pacientes. Com isso, eles poderão controlar os sintomas motores, praticar exercícios físicos, ter mais independência para atividades da vida diária, além de melhorar a qualidade de vida”, conta Dr. Nêuton Magalhães. “É como se o portador do Parkinson pudesse voltar cerca de cinco anos na doença”.

O Hospital Jayme da Fonte é referência no atendimento de urgência e emergência, inclusive na área de neurologia e neurocirurgia. Consagrado no polo de saúde de Pernambuco, a unidade conta com uma equipe médica de excelência e dispõe de um moderno centro de diagnóstico, garantindo um atendimento humanizado, com conforto e segurança, e especialistas para realização de cirurgias neurológicas.

Por: Marina Costa – Estúdio DP.

Cientistas consideram que podem ter descoberto “vacina universal”

Segundo o grupo de cientistas, a nova estratégia eliminará a necessidade de criar vacinas diferentes (foto: Freepik )
Segundo o grupo de cientistas, a nova estratégia eliminará a necessidade de criar vacinas diferentes (foto: Freepik )

O artigo da pesquisa foi publicado na revista científica Proceedings of the National Academy of Sciences.

Um grupo de cientistas da Universidade da Califórnia, nos Estados Unidos, revelou uma nova estratégia para a vacina baseada em RNA que é eficaz contra qualquer estirpe de um vírus, sendo segura até mesmo para bebês e para aqueles com baixa imunidade.

O artigo da pesquisa foi publicado na revista científica Proceedings of the National Academy of Sciences, no qual é apresentada e descrita a vacina, como funciona e uma demonstração da sua eficácia em ratos. “O que quero destacar em relação a esta estratégia de vacina é que ela é ampla e aplicável a qualquer número de vírus, eficaz contra qualquer variante de um vírus e segura para um amplo espectro de pessoas. Esta pode ser a vacina universal que procurávamos”, disse Rong Hai, virologista da UCR e também um dos autores do artigo.

Todos os anos, os pesquisadores tentam prever as quatro estirpes do vírus da gripe com maiores possibilidades de prevalecer na próxima temporada da doença e a vacina atualizada deve ser tomada anualmente. O mesmo aconteceu com as vacinas contra o SARS-CoV-2, coronavírus que causa a covid-19, que foram sendo reformuladas para atingir subvariantes das estirpes dominantes em circulação.

Ao visar uma parte do genoma viral que é comum a todas as estirpes de um vírus, a nova estratégia eliminará a necessidade de criar vacinas diferentes. Segundo os cientistas, tradicionalmente, as vacinas contêm uma versão viva, morta ou modificada de um vírus. O sistema imunológico do corpo reconhece uma proteína no vírus e organiza uma resposta imunológica, produzindo células T que atacam o vírus e impedem a sua propagação e células B de memória que treinam o sistema imunológico para evitar futuros ataques.

A vacina agora revelada usa uma versão viva modificada de um vírus, mas não depende da referida resposta imunitária, por isso pode ser tomada por bebês com um incipiente sistema imunitário ou por imunodeprimidos, mas sim de pequenas moléculas de RNA que silenciam os genes causadores da doença. “Um hospedeiro que pode ser uma pessoa, um rato, quem quer que esteja infectado, produzirá pequenos RNAs interferentes como resposta imunológica à infecção viral. Esses RNAi então abatem o vírus”, explicou Shouwei Ding, professor de microbiologia da UCR e principal autor do artigo.

Os vírus causam doenças porque produzem proteínas que bloqueiam a resposta de RNAi do hospedeiro, a criação de um vírus mutante que não consegue produzir a proteína para suprimir o RNAi, enfraquece o vírus. “Ele pode se replicar até certo ponto, porém depois perde a batalha para a resposta do RNAi do hospedeiro”, disse Ding, acrescentando, que um vírus enfraquecido desta forma pode ser usado como vacina para reforçar o nosso sistema imunitário RNAi.

A nova estratégia foi testada em ratos mutantes, sem células T e B, e se descobriu que com uma injeção de vacina os ratos ficavam protegidos de uma dose letal do vírus não modificado durante pelo menos 90 dias (alguns estudos mostram que nove dias em ratos equivalem aproximadamente a um ano humano). Mesmo os ratos recém-nascidos produzem pequenas moléculas de RNAi, pelo que a vacina também os protegeu.

A UC já obteve uma patente nos Estados Unidos para esta tecnologia de vacina RNAi e o próximo passo dos investigadores é criar uma vacina contra a gripe para proteger as crianças. Os cientistas dizem ser baixa a hipótese de um vírus ter uma mutação para evitar esta estratégia de vacinação. “Os vírus podem sofrer mutações em áreas não visadas pelas vacinas tradicionais. No entanto, neste caso, o alvo dos milhares de pequenos RNAs é todo o seu genoma. Eles não podem escapar”, afirmou Hai.

Com um processo de “corta e cola” da estratégia, os investigadores acreditam igualmente poder fazer uma vacina única para qualquer tipo de vírus. “Existem diversos patógenos humanos bem conhecidos, como a dengue e o SARS. Todos eles têm funções virais semelhantes, pelo que a nova estratégia deve ser adequada a esses vírus”, avançou Ding.

Por: Isabel Alvarez.

Servidores do estado participam de ato em defesa do Sassepe e de salário digno nesta quarta (17)

O ato é promovido pela Central Única dos Trabalhadores (CUT) (Foto: Rômulo Chico/Arquivo DP)
O ato é promovido pela Central Única dos Trabalhadores (CUT) (Foto: Rômulo Chico/Arquivo DP)

Pelo menos oito sindicatos devem marcar presença no ato unificado.

Servidores do estado de Pernambuco irão se reunir para participar de um ato unificado nesta quarta-feira (17), às 9h, na Assembleia Legislativa de Pernambuco, no bairro Boa Vista, no Recife. A manifestação deve reunir integrantes de pelo menos oito sindicatos, que seguirão até o Palácio do Governo Estadual, no bairro de Santo Antônio.
O ato é promovido pela Central Única dos Trabalhadores (CUT), que exige salários mais justos para os servidores do estado e luta em defesa do Sistema de Assistência à Saúde dos Servidores do Estado de Pernambuco (Sassepe).
O Sassepe é voltado para a prestação de serviços de assistência à saúde aos servidores públicos estaduais e aos seus dependentes. O sistema realiza ações de medicina preventiva e curativa, ambulatorial e hospitalar, através de entidades, profissionais e hospitais credenciados e através de sua rede própria (HSE e treze Unidades Regionais).
De acordo com o presidente da CUT, Paulo Rocha, de 62 anos, o Sassepe está em uma situação “delicada”.
 
“A realidade é que a gente tem visto pessoas sendo atendidas com um tratamento prejudicado, doenças se agravando e mortes aumentando. A gente paga o valor do Sassepe religiosamente e no final do ano passado a gente aumentou a nossa contribuição. É verdade que o governo aumentou também, mas o peso que nós tivemos foi maior porque nós tivemos aumento de contribuição sem aumento salarial, ou seja, a gente reduziu a nossa remuneração”, relata.
Em dezembro de 2023, o Governo do Estado destinou R$ 30 milhões para o Sassepe. O valor faz parte de um aporte total de R$ 250 milhões para quitar débitos anteriores. O governo também apresentou à Alepe propostas que previam o reajuste em 39% dos repasses feitos mensalmente, passando de R$ 13,3 milhões para R$ 18,5 milhões.
Outra pauta que será levada para as ruas pelos servidores é o congelamento do salário, que não é reajustado há anos.
“A gente passou um bom tempo de salário congelado nos governos anteriores. Em 2022 nós tivemos um reajuste, já em 2023, o Governo do Estado não deu reajuste e aponta para congelar o salário também em 2024, pelo que apresentou no ano passado nas mesmas negociações”, disse o diretor da CUT.
Para os representantes dos servidores, falta um diálogo construtivo do governo sobre as demandas das categorias. Segundo Paulo Rocha, a gestão atual realiza reuniões, mas nenhum acordo é fechado por conta da insatisfação da categoria com as propostas.

Pico de casos da dengue no Brasil em 2024 já passou, diz Saúde.

Último balanço aponta que Brasil tem 2,96 milhões de casos prováveis de dengue e 1.117 mortes confirmadas  (foto: Fiocruz )
Último balanço aponta que Brasil tem 2,96 milhões de casos prováveis de dengue e 1.117 mortes confirmadas (foto: Fiocruz )

Número de estados em queda e estagnação confirmou o cenário que já era tendência na última semana, segundo ministério.

O Brasil confirma queda no número de casos de dengue ao chegar na 15ª semana epidemiológica da doença. É o que mostra o boletim epidemiológico divulgado nesta terça-feira (09). Com isso, o Ministério da Saúde confirma que o pico da doença neste ano já foi enfrentado, apesar de “ainda termos um caminho para percorrer”.

“Às vezes dá a impressão de que o pior passou, mas vamos ter ainda pessoas adoecendo”, apontou Ethel Maciel, secretaria de Vigilância em Saúde e Ambiente. De acordo com a atualização da pasta nesta terça-feira, o Brasil tem 2,96 milhões de casos prováveis de dengue e 1.117 mortes confirmadas.

O ministério informou ainda que, neste momento, nove unidades federativas apresentam queda no número de casos: Acre, Roraima, Amazonas, Goiás, Distrito Federal, Piauí, Minas Gerais, Espírito Santo e Tocantins — esta última estava em estabilidade na última semana.

Já o Mato Grosso do Sul e o Rio Grande do Norte saíram do aumento da doença para quadro estável. Além desses, estão estáveis Rondônia, Pará, Amapá, Mato Grosso, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, Ceará, Paraíba, Rio de Janeiro e São Paulo.

Por sua vez, apresentam alta, ainda, parte dos estados do Nordeste: Alagoas, Bahia, Maranhão, Pernambuco e Sergipe.

Por: Mayara Souto – Correio Braziliense.

Brasil supera 1 mil mortes por dengue este ano.

Mais de 1,5 mil óbitos estão em investigação (foto: Thierry Roux/AFP)
Mais de 1,5 mil óbitos estão em investigação (foto: Thierry Roux/AFP)

Desde janeiro, foram registrados 1.020 óbitos causados pela doença. Os casos de dengue somam 2,6 milhões.

O Brasil superou mais de 1.000 mortes por dengue de janeiro até esta quarta-feira (3). De acordo com o Painel de Arboviroses do Ministério da Saúde, foram registrados 1.020 óbitos pela doença no país. Ao longo de 2023, o número de mortes por dengue chegou a 1.079.

Conforme o painel, 1.531 morte estão sob investigação e os casos somam 2,6 milhões.

Nessa terça-feira (2), o ministério informou que oito unidades federativas brasileiras estão com tendência de queda no número de casos de dengue. São eles: Acre, Amazonas, Espírito Santo, Goiás, Minas Gerais, Piauí, Roraima e Distrito Federal.

“Os estados que estão com queda foi onde houve o início da epidemia. Para esses, a gente pode dizer que o pior já passou”, disse a secretária de Vigilância em Saúde e Ambiente do Ministério da Saúde, Ethel Maciel, em entrevista coletiva.

Outros sete estados ainda permanecem com tendência de aumento: Alagoas, Bahia, Maranhão, Mato Grosso do Sul, Pernambuco, Rio Grande do Norte e Sergipe. Em 12 estados, os números estão estáveis.

Apesar do cenário, o Ministério da Saúde diz que é preciso continuar a vigilância contra a doença.

Estudo do Butantan identifica proteínas que podem diagnosticar autismo.

 (Foto: Divulgação)
Foto: Divulgação

De acordo com os pesquisadores, os potenciais biomarcadores podem auxiliar no desenvolvimento de métodos complementares de diagnóstico.

Um grupo do Instituto Butantan, centro de pesquisa científica e produção de imunobiológicos, em São Paulo, sob a coordenação da pesquisadora Nádia Isaac da Silva, identificaram uma série de proteínas e aminoácidos que podem facilitar o diagnóstico do autismo em amostras de urina.
“Se antigamente não se falava tanto sobre autismo como hoje, não significa que ele não estava lá. O transtorno sempre existiu, mas com o avanço das tecnologias, ele tem sido detectado cada vez mais cedo. Esses estudos vêm para complementar as formas de diagnóstico e acompanhamento clínico”, explicou Ivo Lebrun, pesquisador do Butantan.
De acordo com os pesquisadores, os potenciais biomarcadores podem auxiliar no desenvolvimento de métodos complementares de diagnóstico e acompanhamento da evolução do quadro de pessoas com transtorno do espetro autista (TEA).  Os resultados da investigação foram publicados na última edição da revista científica Biomarkers Journal, coincidindo com as comemorações do Dia Mundial da Conscientização do Autismo, celebrado na terça-feira.
Segundo o Butantan, o grupo descobriu diferenças nas concentrações de proteínas e de aminoácidos em amostras de urina de pessoas com autismo e de pessoas sem autismo, segundo o centro científico. O estudo detectou alterações na quantidade de algumas proteínas e aminoácidos, como glicina, leucina, ácido aspártico e tirosina, nas amostras das crianças com o transtorno. “Os níveis anormais de proteínas e aminoácidos podem estar relacionados a vários sinais observados em pessoas com TEA. Dada a complexidade do diagnóstico e do tratamento do autismo, foram desenvolvidas várias abordagens sobre o distúrbio, incluindo a criação de bancos de dados de amostras de sangue e de sequências genéticas”, informou o Instituto Butantan em comunicado.
Estes estudos visam, entre outras coisas, identificar novos genes associados ao autismo e biomarcadores para caracterizar o autismo. A descoberta de possíveis biomarcadores na urina, no entanto, pode facilitar o diagnóstico, já que as amostras podem ser coletadas em casa pelos pais ou cuidadores de pessoas com autismo, destacou os pesquisadores do estudo.