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Em carta, pai de PM preso no 8/1 faz apelo a Moraes: “Misericórdia”.

Rafael Pereira Martins, preso junto à cúpula da Polícia Militar do Distrito Federal em agosto de 2023 (Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil)
Rafael Pereira Martins, preso junto à cúpula da Polícia Militar do Distrito Federal em agosto de 2023 (Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil)
Pai de PM preso em investigação de omissão no 8/1 diz a Moraes que filho não fazia parte da cúpula da corporação e pede processo em separado.
O pai de um dos policiais militares presos na investigação que apura omissão no 8 de Janeiro fez uma carta manuscrita endereçada ao ministro Alexandre de Moraes pedindo “misericórdia”. O texto é escrito pelo pai do tenente Rafael Pereira Martins, preso junto à cúpula da Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF) em agosto de 2023.
Na carta, ele diz que o filho era “apenas um 2º tenente, um oficial subalterno que apenas cumpre ordens”, e pede que o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) “veja o processo” em separado. Atualmente, os sete PMs presos na operação do ano passado estão no mesmo inquérito. O STF está julgando se aceita o recebimento da denúncia da Procuradoria-Geral da República (PGR) e os torna réus.
“Venho através deste humilde apelo solicitar, como pai, e sei que vossa excelência preza pela família, visto como defendeu seu filho naquele lamentável episódio em Roma”, escreve o pai do tenente.
Reprodução da carta
Reprodução da carta
Confira a matéria completa no site do Portal Metrópoles.

STF abre inquérito contra Moro por suspeita de fraude em delação premiada.

Suspeita de fraude em delação premiada antes da Operação Lava Jato motivou abertura de inquérito autorizada pelo ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal (STF)
Possível fraude em delação coloca moro, novamente, na mira do STF
 (foto: Agência Senado/Reprodução)
Possível fraude em delação coloca moro, novamente, na mira do STF (foto: Agência Senado/Reprodução)

O ministro Dias Toffoli, do STF (Supremo Tribunal Federal), determinou a abertura de um inquérito contra o senador e ex-juiz Sergio Moro (União Brasil-PR), a partir de pedido da PGR (Procuradoria-Geral da República), por suspeita de fraude em uma delação premiada anterior à Operação Lava Jato.

O caso trata do empresário de Curitiba e ex-deputado estadual Antônio Celso Garcia, conhecido como Tony Garcia, que diz ter sido obrigado a gravar pessoas de forma ilegal a pedido de procuradores e de Moro após firmar acordo de colaboração premiada em 2004.

A abertura da investigação foi revelada pela GloboNews e confirmada pela Folha de S.Paulo.

As supostas ilegalidades, segundo Garcia, foram informadas à juíza federal Gabriela Hardt em 2021. Em novembro de 2022, a magistrada rescindiu o antigo acordo de delação, atendendo a um pedido do MPF (Ministério Público Federal) de 2018. A defesa do empresário ainda recorre da decisão.

A Polícia Federal, que também apontou a necessidade de investigação do caso, também pediu a Toffoli que sejam investigados a esposa de Moro, a deputada federal Rosângela Moro, e procuradores e ex-procuradores da República que atuaram na Lava Jato, como Deltan Dallagnol.

Procurado, Moro ainda não se manifestou.

Confira as informações no Estado de Minas.