
Erasmo Carlos disse que é uma mentira absurda dizer que a Mulher é o sexo frágil. Concordo! Como poderíamos ser tão frágeis assim, se temos verdadeiras coleções de lutas pelos diversos espaços que já conquistamos? Como classificar de frágil, alguém que consegue equilibrar com maestria os afazeres do dia-a-dia?
Não seria um equívoco, classificar de frágil, quem enfrenta as diversas discriminações da sociedade e as barreiras impostas por um mercado de trabalho ainda preconceituoso? “O que muitos consideram fragilidade, é na verdade sensibilidade.
Qualidade de quem é capaz de colaborar nas influências humanas que se tenta propagar na atualidade, pois o mundo passa por transformações rápidas e desastrosas que precisam de mudanças imediatas e a mulher consegue transmitir a importante e dura tarefa de mudar hábitos com a clareza e a delicadeza necessária para despertar o envolvimento de cada indivíduo.
A fragilidade da mulher está no ônus que ela tem que enfrentar pela independência financeira e profissional alcançada”. A força da mulher é mesmo inquestionável, o sexo “frágil” não aguentaria metade das adversidades enfrentadas. Acho importante que o Dia Internacional da Mulher seja vivenciado com todas as honrarias possíveis, mas que seja uma data muito mais do que comemorativa e sirva também para trazer à tona certos temas que ainda precisam ser debatidos e transformados.
Somos signatárias dos 7 Princípios de Empoderamento das Mulheres: *Liderança e participação política das mulheres; *Empoderamento econômico; *Fim da violência contra mulheres e meninas; *Paz e segurança e emergências humanitárias; *Governança e planejamento; *Normas globais e regionais.
Finalizo, citando Madre Tereza de Calcutá: “Por vezes sentimos que aquilo que fazemos não é senão uma gota de água no mar. Mas o mar seria menor se lhe faltasse uma gota”…
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Por Maria Rira Dias


