Mneino teve pelo menos 15% do corpo queimado (Foto: Reprodução/Instagram)
Criança teve 15% do corpo atingido e segue internada no HR sem previsão de alta
Um menino de 6 anos ficou ferido após o celular que utilizava explodirna manhã desta terça-feira (21), no bairro da Várzea, Zona Oeste do Recife. A criança sofreu queimaduras em diversas partes do corpo dentro da própria residência.
Segundo informações preliminares, o carregador usado no aparelho já apresentava defeito. A mãe do menino chegou a alertar o filho e tentou impedir o uso do equipamento. No entanto, em um momento de distração, a criança voltou a utilizar o celular na tomada enquanto estava no quarto. Foi nesse instante que ocorreu a explosão, seguida de um princípio de incêndio que atingiu o colchão da cama.
Logo após o acidente, a mãe prestou os primeiros socorros, jogando água fria sobre o menino para aliviar a dor e conter os efeitos das queimaduras. As lesões atingiram mãos, braços, peito e axila. De acordo com as primeiras avaliações médicas, o garoto sofreu queimaduras de segundo e terceiro graus em cerca de 15% do corpo.
A criança foi inicialmente levada para a UPA da Caxangá e atendida na ala vermelha. Devido à gravidade dos ferimentos, foi transferida para o Hospital da Restauração (HR), no bairro do Derby. Até o momento, não há previsão de alta.
Apesar da gravidade do acidente, o menino permaneceu consciente durante todo o atendimento e apenas reclamou das dores.
Riscos durante uso de celulares
O uso de carregadores de celular também envolve riscos que podem resultar em choques, queimaduras e até mortes. Dados da Associação Brasileira de Conscientização para os Perigos da Eletricidade mostram que, apenas no primeiro semestre de 2025, foram registrados 10 acidentes com carregadores de celulares no Brasil, com sete mortes. Em 2024 e 2023 foram cerca de 30 ocorrências, que resultaram em mais de 20 mortes.
Entre os principais fatores de risco estão o uso de carregadores falsificados, o hábito de carregar o celular sobre superfícies inflamáveis, como camas e sofás, e a exposição do aparelho a altas temperaturas. Também é considerado perigoso manusear o celular com as mãos molhadas enquanto ele está conectado à tomada, o que pode facilitar a ocorrência de choques elétricos.
Onda de calor (Divulgação/ Organização Meteorológica Mundial)
Umidade do ar pode chegar a 20% no Sertão e Agreste nesta segunda (29); confira as recomendações e cuidados com a saúde
O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu, nesta segunda-feira (29), o alerta de perigo potencial de baixa umidade para 58 municípios de Pernambuco.
De acordo com o boletim, o alerta inicia a partir das 10h desta segunda com validade até às 21h. A baixa umidade atinge o Sertão e parte do Agreste do estado.
A previsão indica que a umidade relativa do ar deve variar entre 30% e 20%.
Por isso, o órgão instrui que a população consuma bastante água, evite desgaste físicos e exposições prolongadas ao sol.
Falso policial rodoviário em vídeo manipulado por IA vende CNH por R$ 2 mil (REPRODUÇÃO/REDE SOCIAL)
Vídeo manipulado apresenta falso policial rodoviário oferecendo oportunidade para tirar a CNH, sem necessidade de autoescola, exames e testes, por R$ 2 mil
A Polícia Rodoviária Federal de Pernambuco (PRF-PE) faz um alerta de golpe no seu perfil do Instagram. Em um vídeo manipulado por inteligência artificial, um falso policial rodoviário federal promete facilidades para tirar a Carteira Nacional de Habilitação (CNH).
“Não existe dispensa de provas teóricas ou práticas para obtenção da Carteira Nacional de Habilitação. Isso não está previsto na legislação de trânsito brasileira”, ressalta a legenda da postagem da PRF.
No vídeo, o “PRF Miller”, o falso policial rodoviário, diz que é possível tirar a CNH sem precisar fazer autoescola, exames ou testes. Basta acessar o link do whatsapp que eles disponibilizam e falar com “o nosso credenciado no Detran, o Edson”.
O perfil estipula que as facilidades oferecidas custam R$ 2 mil, “para qualquer categoria, podendo até parcelar o valor”.
Está no hora das câmaras de vereadores apresentar um projeto de lei para o uso de focinheira em animais de grande porte e raça perigosa. O que só acontecia em cidade grande já está chegando em nossas portas.
Como ficam nossas crianças, idosos e a população, ficam a mercê de ataques desses animais que atacam sem piedade?
Pensem nisso senhores vereadores, porque a qualquer momento o próximo pode ser alguém de vossas famílias.
Lara é a filha caçula do casal (Reprodução/Redes sociais )
Lara é a filha caçula do cantor com a modelo e designer de joias Monica Benini.
Lara, filha caçula de Junior Lima e Monica Benini, foi diagnosticada com Síndrome Nefrótica, uma condição rara que afeta os rins e que ainda é pouco conhecida. Geralmente discreto sobre os filhos, o casal resolveu se pronunciar sobre o problema “para alertar todas as famílias sobre as síndromes raras e a importância do diagnóstico precoce.”
No pronunciamento, o cantor e a modelo também aproveitaram para alertar os fãs que, enquanto a filha está em tratamento, ambos devem circular de máscara, já que Lara está com a imunidade muito baixa e eles não podem correr o risco de levar vírus ou bactérias para casa.
“Há pouco tempo a gente começou a suspeitar que a Lara estava com uma alergia. O olho dela inchava, a gente levou em médico, em alergologista, pediatra, ela chegou a tomar medicação para alergia”, explicou Monica. “Com o tempo a gente conseguiu o diagnóstico de que na verdade a Lara estava com uma Síndrome Nefrótica, que afeta os rins. É muito sério se não tratado”, completou Junior. Segundo o casal, é comum que a síndrome seja confundida com quadros alérgicos.
“O tratamento é muito intenso, com remédio bem forte. Nem toda criança responde a esse tratamento, mas graças a Deus a Lara respondeu muito bem ao tratamento. Ela tá super bem, está se recuperando, tá em remissão. Então estamos falando de um lugar já um pouco mais tranquilo”, explicou o cantor.
Junior ainda esclareceu que continuará com os shows de sua turnê solo “seguindo todos os protocolos médicos recomendados”. O cantor, irmão de Sandy e filho de Xororó, tem shows solo agendados em Curitiba, Rio de Janeiro e São Paulo nas próximas semana.
Nascida em outubro de 2021, Lara é a filha caçula do casal. Eles também são pais de Otto, de 7 anos, nascido em outubro de 2017.
Cólicas abdominais são comuns nos primeiros meses de vida dos bebês – Goncalo Costa/Freepik
Choro intenso, pernas encolhidas e barriga dura podem indicar cólicas; pediatra orienta formas seguras de aliviar o incômodo
As cólicas são um incômodo frequente nos primeiros meses de vida do bebê. Afetam meninos e meninas, independentemente do tipo de alimentação, e geram insegurança em muitos pais de primeira viagem.
Embora suas causas exatas ainda não sejam totalmente compreendidas, há fatores associados, como a imaturidade do sistema digestivo, presença de gases, sensibilidade a alimentos e até a ingestão de ar durante a amamentação ou uso de mamadeira.
De acordo com a pediatra Claudia Conti, da UTI Neonatal do Hospital e Maternidade São Cristóvão e membro da Sociedade Brasileira de Pediatria, o desconforto tende a diminuir com o tempo. “Os episódios geralmente cessam até o sexto mês de vida. Mas, durante esse período, podem ser bastante intensos e frequentes”, explica.
Sinais comuns de cólicas em recém-nascidos
Os sintomas de cólicas costumam seguir um padrão característico. Segundo a especialista, os pais devem ficar atentos a:
Choro inconsolável, geralmente ao fim da tarde ou à noite, com som agudo e contínuo;
Pernas encolhidas, indicativo de dor abdominal;
Barriga dura ao toque, devido à presença de gases;
Caretas ou expressão de desconforto;
Movimentos constantes, como se o bebê estivesse se contorcendo;
Liberação de gases, muitas vezes associada ao quadro.
É importante lembrar que outros problemas de saúde, como refluxo, alergias ou infecções, podem gerar sintomas semelhantes. Por isso, o acompanhamento com o pediatra é essencial.
Estratégias para aliviar as cólicas do bebê
Algumas medidas simples podem ajudar a amenizar as cólicas. A pediatra recomenda:
Fazer o bebê arrotar após cada mamada, com leves batidas nas costas;
Embalar o bebê suavemente nos braços ou usar cadeiras de balanço;
Colocar o bebê de bruços sobre o colo ou em local seguro;
Massagear a barriga, com movimentos circulares no sentido horário;
Dar banho morno, que ajuda a relaxar os músculos abdominais;
Manter o ambiente tranquilo, com luzes baixas e pouco ruído.
Apoio e acolhimento são fundamentais
O contato pele a pele nas primeiras semanas de vida pode ajudar a reduzir o choro excessivo. Ainda assim, nem sempre haverá uma solução imediata. “A fase das cólicas passa, e é importante que os pais não se sintam culpados ou frustrados”, afirma a médica.
Buscar apoio da família, dividir responsabilidades e conversar com o pediatra são atitudes importantes. Grupos de mães e fóruns online também podem ser fontes de suporte emocional e troca de experiências durante essa fase.
O sistema Defesa Civil Alerta passa a funcionar no Nordeste a partir desta quarta-feira (18) como ferramenta de comunicação emergencial para informar pessoas que vivem em áreas de risco sobre desastres naturais. No sábado (14), foi feito um teste em 36 cidades da região, incluindo quatro em Pernambuco.
Os alertas, que serão enviados diretamente para a tela dos celulares da população, terão seus conteúdos e critérios de envio definidos exclusivamente pelas Defesas Civis estaduais, com base em protocolos técnicos. O objetivo é informar, orientar e proteger a população em situações de risco iminente, como alagamentos, enxurradas, deslizamentos de terra, vendavais e chuvas de granizo.
“Essa ferramenta foi criada para que o aviso chegue antes que o perigo alcance as pessoas. Nosso compromisso é salvar vidas, garantindo que a população receba alertas em tempo hábil para agir com segurança”, afirmou o ministro da Integração e do Desenvolvimento Regional, Waldez Góes.
O sistema envia mensagens de texto que emitem som para os moradores de áreas de risco, mesmo que o celular esteja no modo silencioso, sobrepondo-se ao conteúdo acessado no momento. Não é necessário fazer nenhum cadastro para receber o aviso e ele é emitido em aparelhos conectados às redes 4G e 5G em áreas sob risco de desastres.
De acordo com o governo federal, a ferramenta permite que as autoridades tenham uma resposta mais rápida para atuar em áreas perigosas. Além disso, omplementa os canais já existentes de comunicação de risco, como SMS, TV por assinatura, WhatsApp, Telegram e Google Public Alerts.
A iniciativa segue uma determinação da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), de outubro de 2022, que orientou a modernização do sistema de notificações públicas de desastres no país.
O objetivo é que a ferramenta também seja estendida para as regiões Norte e Centro-Oeste ainda no segundo semestre de 2025.
Na análise por renda, o percentual dos que foram vítimas de golpes financeiros via Pix chega a 15,5% nas classes D e E, bem acima dos 9,6% da classe A, dos 6,4% na B e dos 7,4% na C. (Pavlo Gonchar/SOPA Images/LightRocket via Getty Images)
Caso a tentativa de golpe seja identificada, o TJPE orienta que a pessoa registre um Boletim de Ocorrência na Polícia Civil e comunique o Tribunal.
O Tribunal de Justiça de Pernambuco (TJPE) emitiu um alerta à população sobre um novo golpe que tem como alvo usuários da Justiça estadual. Criminosos estão usando aplicativos de mensagens, principalmente o WhatsApp, para se passar por servidores do Judiciário e obter informações processuais e dados pessoais das vítimas, muitas vezes apresentando dados reais para ganhar confiança e, em seguida, solicitando transferências via Pix. O Tribunal reforça que essa prática é uma fraude e que não realiza qualquer contato por telefone, e-mail ou WhatsApp pedindo valores, enviando boletos ou informando situações processuais.
A modalidade criminosa tem causado preocupação, pois os golpistas usam informações reais das vítimas para enganá-las, o que dificulta a identificação imediata da tentativa de fraude. O TJPE orienta que, diante de qualquer contato suspeito, o cidadão deve evitar fornecer dados ou realizar pagamentos, e buscar confirmação com seu advogado ou diretamente nas unidades judiciais oficiais.
O Tribunal recomenda que o cidadão converse exclusivamente com seu advogado por meios de contato já conhecidos e oficiais. Além disso, há a possibilidade de verificar informações processuais por meio do aplicativo TJPE+, disponível gratuitamente na App Store e Google Play, ou por meio dos canais oficiais da seção “Fale com o TJPE” no site oficial.
Caso a tentativa de golpe seja identificada, o TJPE orienta que a pessoa registre um Boletim de Ocorrência na Polícia Civil e comunique o Tribunal, abrindo um chamado na central de serviços. É fundamental fornecer o número do processo, anexar prints das mensagens recebidas e quaisquer arquivos enviados pelos criminosos. Essas medidas auxiliam o Tribunal a rastrear a origem da fraude e a implementar ações para combater o problema.
Doença grave do sistema nervoso central, a meningite pode ser fatal e exige atenção aos sinais e vacinação para prevenir casos graves e surtos.
A meningite é uma das doenças infecciosas mais graves que afetam o sistema nervoso central, ela causa inflamação das meninges — membranas que envolvem o cérebro e a medula espinhal.
A enfermidade pode ter diferentes causas, sendo as bacterianas e virais as mais frequentes e perigosas. No Brasil, a meningite é considerada endêmica, ou seja, casos são esperados ao longo de todo o ano.
A meningite é mais frequente no primeiro ano de vida. Mas pessoas não vacinadas, de qualquer idade, são vulneráveis à infecção.
Em 2024, o País registrou 14.352 casos suspeitos de meningite, com 7.706 confirmados, representando 53,7% dos casos notificados, segundo dados da Coordenação-Geral de Vigilância das Doenças Imunopreveníveis.
Todo o processo pode ser feito digitalmente (foto: UnSplash)
Segurado pode fazer o processo no aplicativo ou no site Meu INSS
O aposentado ou pensionista do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) afetado por descontos indevidos por associações pode suspender a retirada do dinheiro. Todo o processo pode ser feito digitalmente, por meio do aplicativo Meu INSS ou pelo site de mesmo nome.
Nesta quarta-feira (23), a Polícia Federal (PF) e a Controladoria-Geral da União (CGU) deflagraram a Operação Sem Desconto, que investiga descontos não autorizados em aposentadorias e pensões do INSS por organizações da sociedade civil. Entre 2019 e 2024, essas entidades descontaram R$ 6,3 bilhões de segurados do INSS, mas a parcela desse montante que decorre de descontos ilegais não foi divulgada.
Nesta quarta-feira (23), a Polícia Federal (PF) e a Controladoria-Geral da União (CGU) deflagraram a Operação Sem Desconto, que investiga descontos não autorizados em aposentadorias e pensões do INSS por organizações da sociedade civil. Entre 2019 e 2024, essas entidades descontaram R$ 6,3 bilhões de segurados do INSS, mas a parcela desse montante que decorre de descontos ilegais não foi divulgada.
Por meio de convênios com o INSS, o segurado podia ter descontada uma mensalidade por entidades que representam aposentados e pensionistas em troca de benefícios como auxílios funerários, odontológicos e psicológicos; colônias de férias, academia e consultoria jurídica. No entanto, havia queixas de retiradas não autorizadas. Segundo a PF e a CGU, o esquema começou em 2016, intensificou-se em 2019 e ganhou força em 2022, quando uma instrução normativa simplificou o fechamento de convênios.
Consulta
Antes de pedir a suspensão do desconto, o aposentado ou pensionista deve consultar o extrato do INSS para saber se sofreu alguma retirada não autorizada. O documento lista todas as retiradas, tanto de crédito consignado como de mensalidades associativas. Qualquer movimentação desconhecida, valor diferente do habitual ou novos benefícios deve ser investigado.
Ao entrar no aplicativo ou no site Meu INSS, o segurado deve seguir os seguintes passos:
Acessar o aplicativo ou site Meu INSS
Fazer login com CPF e senha do Gov.br
Na página inicial, clicar em “Extrato de benefício”
Em seguida, clicar sobre o número do benefício
Aparecerá o extrato, onde constará o valor do benefício e os descontos
Verificar todos os descontos de mensalidades associativas
Abertura de reclamação
O INSS recomenda a abertura de uma reclamação na ouvidoria do órgão, pelo telefone 135 ou no próprio site ou aplicativo Meu INSS. O segurado também pode procurar a plataforma Fala.br, da CGU, que unifica a ouvidoria de diversos órgãos federais.
O aposentado ou pensionista também deve registrar uma ocorrência no Portal do Consumidor. Isso porque a entidade que fez os descontos indevidos podem ser suspensas e até ter o contrato com o INSS rescindido, caso o volume de queixas e de sanções seja grande.Exclusão de descontos não autorizados
Ao constatar eventuais descontos associativos não autorizados, o aposentado ou pensionista deve pedir a exclusão da retirada.
O site e o aplicativo do Meu INSS oferecem o “excluir mensalidade associativa”. Para chegar lá, o usuário deve seguir as seguintes etapas:
Entrar no Meu INSS (site gov.br/meuinss ou aplicativo para celular)
Fazer login com CPF e senha do Gov.br
Ir em “Serviços”, em “Mais acessados”
Clicar no botão “Novo pedido”
Digitar no campo de busca “Excluir mensalidade”
Clicar no nome do serviço/benefício não autorizado
Ler o texto que aparece na tela e seguir as instruções
Bloqueio de mensalidade
O usuário também pode suspender os descontos. Diferentemente da exclusão, o bloqueio de mensalidade permite que o aposentado ou pensionista retome a retirada no futuro. Os passos a serem seguidos são os seguintes:
Entrar no Meu INSS (site gov.br/meuinss ou aplicativo para celular)
Fazer login pelo CPF e a senha do Gov.br
No campo de pesquisa da página inicial, digitar “solicitar bloqueio ou desbloqueio de mensalidade”
Clicar no nome do serviço ou do benefício na lista que aparecer
Ler o texto que aparece na tela e seguir as instruções
Ressarcimento
Os procedimentos anteriores bloqueiam novos descontos, mas a devolução do dinheiro retirado sem autorização é mais complicada. Primeiramente, o aposentado ou pensionista deve ligar para o telefone 0800 da entidade (associação, sindicato ou confederação). O número aparece no holerite.
Além de pedir o dinheiro à entidade, o segurado pode enviar um e-mail para acordo.mensalidade@inss.gov.br em que informa a retirada indevida. Nesse caso, o INSS entra em contado com a entidade e verificará se há documentos que autorizaram o desconto em folha. Caso contrário, o órgão determinará a devolução dos valores.
Além desses passos, a abertura de ocorrência na Ouvidoria do INSS para dar início do ressarcimento. Isso porque a queixa na ouvidoria é um passo essencial para a abertura de processo administrativo.
O segurado deve ainda protocolar um pedido de ressarcimento pelo Meu INSS ou ir a uma agência do órgão. Caso vá a um posto de atendimento, deverá agendar horário. Recomenda-se reunir todos os documentos que comprovem a fraude, como extratos bancários, documentos pessoais e, se possível, boletim de ocorrência.
O aposentado ou pensionista pode acompanhar o pedido de ressarcimento pela plataforma digital do INSS ou pelo telefone 135. Caso persistam dúvidas, o segurado deve procurar um advogado especializado em direito previdenciário.
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