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É grande a expectativa pela libertação da primeira leva de reféns israelenses e de prisioneiros palestinos — essa troca faz parte do acordo de cessar-fogo.
A trégua de quatro dias entre Israel e o Hamas começou a valer nesta sexta-feira (24), a partir das 7h do horário local (2h de Brasília). É grande a expectativa pela libertação da primeira leva de reféns israelenses e de prisioneiros palestinos — essa troca faz parte do acordo de cessar-fogo.
Familiares se reuniram pela manhã no local que ficou conhecido como ‘Praça dos Reféns’, em Israel. Eles se reúnem no local, que fica no centro de Tel Aviv, desde o começo do conflito em 7 de outubro.
Eles pedem que o governo dê prioridade para a libertação dos reféns feitos pelo Hamas durante o ataque. A expectativa é pela libertação da primeira leva de reféns, marcada para as 16h do horário local (11h de Brasília).
O cessar-fogo
Durante a trégua, houve alguns incidentes isolados, mas pela primeira vez, em sete semanas de guerra, não foram relatados bombardeios significativos em Gaza ou ataques com foguetes contra Israel.
Israel já tem a lista com os nomes. São 13 mulheres, crianças e adolescentes. Se houver um grupo de reféns da mesma família, será libertado junto neste primeiro grupo. Segundo o Ministério da Saúde de Israel, os reféns vão ser entregues pelo Hamas à Cruz Vermelha.
Depois, vão de Gaza para o Egito, pela passagem de Rafah. De lá, vão ser encaminhados para seis hospitais em Israel, onde serão examinados por médicos e profissionais de saúde mental e, finalmente, reencontrar os parentes.
Em troca, Israel vai libertar 39 palestinos, que estão em prisões israelenses. Segundo autoridades palestinas, são 24 mulheres e 15 adolescentes homens.
A troca segue pelos próximos quatro dias. A cada israelense livre do cativeiro em Gaza, três prisioneiros palestinos serão soltos, progressivamente, até chegar ao total de 50 israelenses e 150 palestinos libertados.
Apesar da pausa nos combates, tanto Israel, quanto o Hamas, dizem que o cessar-fogo é apenas temporário e que a guerra continua depois.
Por Bom Dia Brasil


