
Um incidente alarmante ocorreu no último sábado, 28 de julho, em um condomínio na Zona Leste de São Paulo, quando o psicólogo Alejandro Felipe Batista Pereira da Silva, de 32 anos, acompanhado de seu esposo Lucas Tesser, teve um ataque psicótico que gerou pânico entre os moradores.
Segundo o boletim de ocorrência, o casal não apenas desrespeitou as normas do condomínio, mas também convocou terceiros para invadir o local com a intenção de criar um clima de terror e violência. Os moradores, temendo por sua segurança, acionaram a polícia, que rapidamente interveio.
Além das ameaças verbais, os moradores relataram comportamentos perturbadores, como a pintura de um desenho obsceno na porta do apartamento do casal, interpretado como uma afronta direta aos residentes. Uma moradora que preferiu não se identificar expressou seu medo: “Eu nunca imaginei que veria meu condomínio sendo invadido. Isso é surreal.”
Falhas na atuação da Lotic Engenharia
A atuação da Lotic Engenharia, administradora do condomínio, foi amplamente criticada pelos moradores, que se sentiram desamparados durante a crise. Apesar de serem acionados, a empresa não tomou as medidas necessárias para garantir a segurança e o bem-estar dos residentes, evidenciando uma gestão ineficaz e reativa.
Especialistas em gestão de condomínios, como Omar Anauate, diretor da Associação das Administradoras de Bens Imóveis e Condomínios de São Paulo (AABIC), enfatizam que a administração deve ser proativa e manter uma comunicação clara com os moradores. No entanto, a Lotic falhou em fornecer orientações e suporte adequados, deixando os condôminos inseguros e sem respostas durante o tumulto.
Além disso, a falta de um plano de emergência e a ausência de uma gestão transparente e eficiente contribuíram para o agravamento da situação. A má gestão financeira e a falta de acompanhamento das necessidades dos moradores são erros comuns em condomínios, conforme apontado por especialistas, e a Lotic não foi capaz de evitar que esses problemas se manifestassem em um momento crítico.
Consequências e descontentamento
Após a intervenção policial, os suspeitos foram levados ao distrito policial mais próximo. O clima de alívio entre os moradores foi palpável, mas a insatisfação com a Lotic Engenharia permanece. Muitos expressaram a necessidade de uma mudança na administração, citando a falta de ação e a ineficiência da empresa como fatores que exacerbaram a situação.
A situação evidencia a importância de uma gestão condominial responsável e atenta às necessidades dos moradores, especialmente em momentos de crise. A falta de ação adequada da Lotic Engenharia não apenas colocou em risco a segurança dos residentes, mas também gerou um clima de desconfiança e insatisfação que poderá afetar a convivência no condomínio a longo prazo.
Na data de ontem, o casal acabou se mudando. Após pressão do proprietário e dos moradores. A Lotic Engenharia, que não prestou apoio ao longo da ocorrência e continua inerte até o momento, está sendo pressionada para sair da gestão!
O problema, agora, é a administradora Lotic Engenharia


