
Antes a discussão no Consórcio Nordeste era sobre quem “é de direita” e quem “é de esquerda”. Uma persistente homenagem à patetice.
A governadora Raquel Lyra (PSDB) está em Brasília para uma reunião do Consórcio de Governadores do Nordeste. Foi a posse do novo presidente, o gestor do Piauí, Rafael Fonteles (PT). Depois teve agenda com o presidente Lula (PT).
Fonteles, apesar de ser petista, foi o primeiro governador a assumir o consórcio com um discurso que foge um pouco do uso político ideológico que os antecessores sempre utilizaram. Está defendendo o protagonismo da região com a transição energética e como polo de desenvolvimento industrial.
Antes a discussão era sobre quem “é de direita” e quem “é de esquerda”. Uma persistente homenagem à patetice.
Objetivo
Para deixar de ser apenas uma aglomeração de governadores dentro de uma sala, discutindo platitudes, o consórcio precisa ser objetivo.
Objetivo como não foi desde a criação do grupo, principalmente com a condução de Flávio Dino na época em que era governador do Maranhão. Para justificar os custos que os estados têm com o grupo, é bom que ele comece a desenvolver projetos e mobilizar algum retorno prático.
Por: JC


