Tragédia da Hemodiálise: primeira morte completa 30 anos nesta sexta (20)

A 'Tragédia da Hemodiálise' matou pelo menos 60 pacientes do Instituto de Doenças Renais (IDR) de Caruaru, no Agreste, em 1996/Foto: Acervo DP/Léo Caldas
A ‘Tragédia da Hemodiálise’ matou pelo menos 60 pacientes do Instituto de Doenças Renais (IDR) de Caruaru, no Agreste, em 1996 (Foto: Acervo DP/Léo Caldas)

Caso de intoxicação que matou pelo menos 60 pacientes renais do Instituto de Doenças Renais (IDR) de Caruaru, no Agreste, registrou a primeira morte em 20 de fevereiro de 1996

A primeira morte da Tragédia da Hemodiálise completa 30 anos nesta sexta-feira (20). Foi em 20 de fevereiro de 1996 que faleceu a primeira vítima do caso, que matou pelo menos 60 pacientes do Instituto de Doenças Renais (IDR) de Caruaru, no Agreste.

Em função da marca, o Diario de Pernambuco está produzindo uma série de reportagens sobre o caso, que ficou para a história como uma das maiores catástrofes sanitárias e revolucionou processos de hemodiálise no Brasil. Ainda em 1996, a presidente da Associação Britânica dos Pacientes Renais, Elizabeth Ward, chegou a chamar a situação de “Holocausto Nefrológico”.

No período de 20 dias após o primeiro registro de óbito, nove mortes de pacientes da mesma clínica particular foram contabilizadas.

A frequência de mortes instalou um alerta e uma grande dúvida do que estava acontecendo com as vítimas. A situação, no entanto, não foi descoberta imediatamente, muito em função do ineditismo do caso.

Cerca de 140 pacientes foram contaminados, quando realizavam o procedimento de hemodiálise, por uma toxina denominada microcistina-LR, produzida por cianobactérias (algas verde-azuladas) contidas na água usada nos procedimentos. Foi o primeiro registro no mundo de contaminação nessas circunstâncias.

Em outubro de 96, os sócios do IDR, os médicos nefrologistas Bráulio Coelho e Antônio Bezerra Filho, foram condenados a indenizar as vítimas e famílias. Eles foram absolvidos na vara criminal em 2002.

Apesar da condenação, poucas famílias e sobreviventes conseguiram ser indenizados, e alguns ainda hoje lutam para conseguir a indenização. O impasse na Justiça é conseguir bens dos sócios para realizar a penhora.

Por Nicolle Gomes

Suprema Corte dos EUA considera ilegal aumento de tarifas imposto por Trump

Presidente dos EUA, Donald Trump/MANDEL NGAN / AFP
Presidente dos EUA, Donald Trump (MANDEL NGAN / AFP)

O julgamento impõe um freio à atuação unilateral de Trump na política comercial externa

A Suprema Corte dos Estados Unidos decidiu, nesta sexta-feira (20), que o presidente Donald Trump excedeu sua autoridade ao elevar tarifas sobre produtos importados de diversos países com base em uma legislação destinada a situações de emergência.

O entendimento da Corte foi firmado ao julgar um recurso apresentado pelo Departamento de Justiça contra decisão de instância inferior que já havia apontado excesso de poder na adoção das medidas. Para os magistrados, o uso da lei federal como fundamento para a maior parte das tarifas globais não se sustentou juridicamente.

Na prática, o julgamento impõe um freio à atuação unilateral do presidente na política comercial externa e reforça a necessidade de participação do Congresso dos Estados Unidos em decisões dessa natureza. A definição também pode ter repercussões sobre medidas tarifárias direcionadas ao Brasil e a outros parceiros comerciais.

A disputa judicial se estendia desde meados de 2025 e vinha sendo acompanhada com atenção por setores da indústria e do comércio internacional, diante do potencial impacto sobre fluxos globais de importação e exportação.

A Suprema Corte, de maioria conservadora, decidiu por 6 votos a 3 que a Lei de Poderes Econômicos de Emergência Internacional “não autoriza o presidente a impor tarifas”. Com informações da AFP.

Diario de Perambuco e AFP

Mpox: tudo o que se sabe sobre o vírus já registrado em 5 estados e DF neste ano

Vírus da mpox (verde) infectando células (em magenta).
Vírus da mpox (verde) infectando células (em magenta). – Foto: NIAID

Em 2026, o Brasil registrou 48 casos de mpox, a maior parte em São Paulo, segundo o Ministério da Saúde; não há óbitos

O Brasil contabiliza, até o momento, 48 casos confirmados de mpox em 2026, segundo informações do Ministério da Saúde. A imensa maioria no estado de São Paulo (41 casos, segundo dados do Ministério), seguido pelo Rio de Janeiro (3 casos), Distrito Federal (1 caso), Rondônia (1 caso), Santa Catarina (1 caso) e Rio Grande do Sul (1 caso).

Até o momento, não há registro de óbito e, segundo a pasta, a predominância é de quadros leves ou moderados. Para efeito de comparação, 2025 terminou com s 1.079 casos e 2 óbitos.

Sobre o caso registrado da doença em Porto Alegre, o Ministério afirma que trabalha em conjunto com a vigilância local. Foram adotadas medidas de vigilância, incluindo busca ativa e vacinação de contatos.

Em relação ao estado de São Paulo, dados públicos do painel de monitoramento do Núcleo de Informações Estratégicas em Saúde (Nies) contabilizam 44 casos, três a mais que o dado fornecido pelo Ministério. Ao todo, o balanço estadual reúne 171 notificações neste ano.

Desse total, 62 casos permanecem como suspeitos, 44 foram confirmados, 53 descartados, 11 não apresentam informação na plataforma e um é classificado como provável. Em nota, a Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo informou que monitora continuamente o cenário epidemiológico. Segundo a pasta, todas as unidades de saúde estaduais seguem protocolos técnicos de vigilância, testagem e acompanhamento, com o objetivo de garantir resposta rápida e eficaz diante de novos casos.

Em nota, o Ministério da Saúde também informou que o país segue com vigilância ativa e resposta estruturada para a mpox e reforça que o Sistema Único de Saúde (SUS) está preparado para a identificação precoce, manejo clínico adequado e acompanhamento dos pacientes.

“As equipes de vigilância seguem monitorando e investigando os casos, com rastreamento de contatos pelo período de 14 dias, medida essencial para interromper possíveis cadeias de transmissão”, diz a pasta. “Pessoas com sintomas compatíveis com mpox, como erupções cutâneas, febre e linfonodos inchados, devem procurar uma unidade de saúde para avaliação clínica e informar histórico de contato próximo com casos suspeitos ou confirmados. Recomenda-se, sempre que possível, o isolamento até avaliação médica, além da adoção de medidas de higiene, como a lavagem frequente das mãos, para reduzir o risco de transmissão.”

Leia mais

UPE divulga seleção simplificada para contratação temporária de 14 médicos; salário é de R$ 12.366

Hospital Oswaldo Cruz, no Recife.
Hospital Oswaldo Cruz, no Recife. – Ed Machado/Arquivo Folha de Pernambuco

contratos terão duração de 12 meses, renováveis até o prazo máximo de 6 anos

Foi divulgado no Diário Oficial desta sexta-feira (20) o edital de seleção simplificada para contratação temporária de 14 médicos que vão atuar no Complexo Hospitalar da Universidade de Pernambuco (UPE), no Recife.

A remuneração ofertada é de R$ 12.366,61, para jornada de trabalho de 24 horas semanais no regime plantonista. Os contratos terão duração de 12 meses, renováveis até o prazo máximo de 6 anos.

Inscrições
As inscrições serão abertas na próxima quarta-feira (25) e seguem até o dia 15 de março, exclusivamente pela internet. A taxa custa R$ 80.

Do total de vagas, 13 são para ampla concorrência e uma é destinada às pessoas com deficiência.

Requisitos
As vagas são para médico ginecologista/obstetra, com certificado de conclusão de residência médica em ginecologia e obstetrícia ou com título de Especialista em Ginecologia e Obstetrícia.

Também é necessário ter registro ativo no Conselho Regional de Medicina de Pernambuco (Cremepe). Todos os documento comprobatórios devem ser enviados no ato da inscrição.

Seleção
A seleção será realizada em etapa única, por meio de avaliação curricular, incluindo tempo de experiência de cada candidato correlata à função, de caráter eliminatória e classificatória.

O processo terá validade de 24 meses, podendo ser prorrogado por igual período.

O certame é de responsabilidade da Secretaria de Administração do estado (SAD) e da UPE. O resultado final está previsto para ser divulgado em 6 de abril de 2026, via internet.

Por Concursos e Empregos

Fim do Carnaval é largada para corrida às urnas para Raquel e João

Raquel Lyra, Lula e João Campos

Com a proximidade da disputa eleitoral de outubro, a governadora Raquel Lyra (PSD) e o prefeito do Recife, João Campos (PSB), aproveitaram os festejos do Carnaval para reforçar simbolismos da festa popular como vitrine. Após o encerramento do período momesco, a tendência é que a corrida às urnas se intensifique e os projetos eleitorais comecem a ganhar contornos mais delimitados com filiação de aliados, formação de chapas e consolidação de candidaturas.

Na Quarta-feira de Cinzas, a governadora e o prefeito tiveram o primeiro encontro após o fim da festa do período carnavalesco. Em um encontro formal, eles participaram do lançamento da Campanha da Fraternidade 2026, na Paróquia do Santíssimo Coração de Jesus Eucarístico, no bairro do Espinheiro, Zona Norte do Recife.

Na primeira fila, estavam a governadora, acompanhada do filho, João, e da mãe, Mércia Lyra; a vice-governadora, Priscila Krause, com o esposo; o prefeito João Campos, ao lado da noiva, a deputada federal Tabata Amaral; do seu irmão, o deputado federal Pedro Campos; da mãe, Renata Campos; e do vice-prefeito do Recife, Victor Marques.

Ao contrário do lançamento da campanha do ano passado, não houve discursos das autoridades políticas. Os líderes políticos chegaram a se cumprimentar no momento da saudação de paz, durante a celebração religiosa.

Redes sociais

As manifestações mais simbólicas ficaram para as redes sociais. Em vídeo publicado no seu perfil, a governadora Raquel veste as cores e segura a bandeira de Pernambuco para divulgar os investimentos feitos pela sua gestão no Carnaval. O gesto foi repetido em diversas agendas carnavalescas da gestora que aparece cumprimentando e festejando com a população nas ruas.

Leia mais

Fim da baliza e rampa: Detran-PE atualiza regras da prova prática da CNH; veja o que muda

Detran-PE confirma fim da baliza e da rampa na prova prática da CNH
Detran-PE/Divulgação

Novo modelo retira duas das etapas mais temidas pelos candidatos; mudança segue regras da Senatran

O Departamento Estadual de Trânsito de Pernambuco (Detran-PE) retirou oficialmente as provas de baliza e de rampa do exame prático para obtenção da Carteira Nacional de Habilitação (CNH) na categoria B no estado.

A mudança já está em vigor e segue as novas diretrizes da Secretaria Nacional de Trânsito (Senatran).

A alteração ocorre após a publicação do novo Manual Brasileiro de Exames de Direção Veicular (MBEDV), no início de fevereiro, que deixou de tornar obrigatória a etapa da baliza no processo de avaliação prática.

Em Pernambuco, a nova regra passou a valer a partir de 12 de fevereiro, data em que o Detran realizou a solenidade de entrega das primeiras habilitações no padrão “CNH do Brasil”.

Desde então, todos os candidatos que realizam o exame prático no estado já são avaliados dentro do novo formato, sem a exigência das manobras de estacionamento em baliza e subida em rampa.

O que muda na prática?
Com a retirada das duas etapas que mais eliminavam candidatos, o exame prático para categoria B passa a focar ainda mais na condução em via pública, observando critérios como controle do veículo, respeito à sinalização, tomada de decisões no trânsito e comportamento seguro ao volante.

Apesar da exclusão de duas manobras tradicionalmente vistas como “as mais temidas” pelos futuros motoristas, o Detran-PE informou que, até o momento, não houve redução no valor da taxa cobrada para a realização da prova prática.

Os demais procedimentos relacionados à habilitação, como primeira habilitação, renovação e alteração de dados, continuam seguindo as normas da legislação federal vigente.

Leia mais

Justiça Federal nega direito automático de porte de arma particular à Guarda Municipal em Pernambuco

Formação da Guarda Municipal do Recife/LEANDRO DE SANTANA/ESP. DP
Formação da Guarda Municipal do Recife (LEANDRO DE SANTANA/ESP. DP)

Associação dos Guardas Civis Municipais de Pernambuco (AGCMPE) moveu ação civil coletiva contra a União e o Estado de Pernambuco pedindo o direito automático ao porte de arma de fogo particular, mesmo fora de serviço

A Justiça Federal, acolhendo os argumentos da Advocacia-Geral da União (AGU), negou o reconhecimento de direito automático ao porte de arma de fogo particular para guardas municipais em atividade, mesmo fora de serviço.

O pedido fazia parte da ação civil coletiva proposta pela Associação dos Guardas Civis Municipais de Pernambuco (AGCMPE) contra a União e o Estado de Pernambuco.

A GCMPE pedia a anulação dos atos administrativos federais e estaduais que restringem o porte de arma de fogo particular dos guardas municipais ativos, alegando que este direito seria automático e estaria amparado pelo Estatuto do Desarmamento (Lei n.º 10.826/2003).

Também solicitava que os entes públicos não mais instaurassem procedimentos de responsabilização e apreensão de arma particular do guarda municipal.

A AGU, por meio da Procuradoria Regional da União da 5ª Região (PRU5), com sede no Recife, contestou a ação, defendendo a improcedência do pedido.

“Os precedentes invocados não implicaram modificação quanto às exigências para o porte de armas de fogo, cuja autorização depende do atendimento aos requisitos legais”, explica o advogado da União Hermes Bezerra de Brito Júnior, do Núcleo de Assuntos Estratégicos da PRU5.

“Entre esses requisitos está, inclusive, a necessidade de que cada município tenha interesse político-institucional e celebre acordo de cooperação técnica junto à Polícia Federal, para concessão de porte funcional para a Guarda Civil Municipal”, complementa.

Sem amparo legal

O Estado de Pernambuco também apresentou contestação e o Ministério Público Federal opinou igualmente pela improcedência do pedido. A 21ª Vara Federal de Pernambuco julgou improcedente a ação.

Leia mais

Goleiro Bruno é regularizado no sistema da CBF e pode enfrentar time paulista na Copa do Brasil

Goleiro Bruno, atual goleiro do Vasco-AC/Arquivo pessoal/Franciele Julião
Goleiro Bruno, atual goleiro do Vasco-AC (Arquivo pessoal/Franciele Julião)

O goleiro é condenado por homicídio qualificado, sequestro, cárcere privado e lesão corporal, mas está em liberdade condicional desde 2023

Bruno Fernandes de Souza, goleiro de 41 anos, está apto a entrar em campo pela Copa do Brasil. O jogador foi regularizado no Boletim Informativo Diário (BID) da Confederação Brasileira de Futebol (CBF) pelo Vasco-AC.

O confronto da equipe acriana, válido pela primeira fase do torneio nacional, é contra o Velo Clube de Rio Claro, clube da elite do futebol paulista. A partida acontece nesta quinta-feira, às 21h (de Brasília), na Arena da Floresta, em Rio Branco.

Segundo o portal Ge, O técnico Eric Rodrigues afirmou que, em caso de regularização, Bruno assumiria a posição de titular do Vasco no jogo diante do Velo.

Antes de chegar ao time do Acre, o goleiro atuou em três partidas pelo Capixaba, do Espírito Santo, no Estadual.

O ex-jogador do Flamengo foi condenado, em 2013, por homicídio qualificado, sequestro, cárcere privado e lesão corporal de Eliza Samudio, então companheira do atleta.

Desde 2023, a pena de 22 anos e um mês de reclusão de Bruno progrediu do regime semiaberto para a liberdade condicional.

O término da pena do goleiro está marcado para o dia 8 de janeiro de 2031. Desde que passou a sair da penitenciária, ele jogou por outros sete clubes: Boa Esporte (MG), Poços de Caldas (MG), Rio Branco (AC), Atlético Carioca (RJ), Búzios (RJ), Orion (time de várzea de São Paulo), União do Bom Destino (ES).

Estadão Conteúdo

Virginia Fonseca é pé frio? Grande Rio rompe sequência e fica fora do Desfile das Campeãs

Virginia Fonseca foi rainha de bateria da Acadêmicos do Grande Rio, na Marquês de Sapucaí
Virginia Fonseca foi rainha de bateria da Acadêmicos do Grande Rio, na Marquês de Sapucaí – Foto: Pablo Porciuncula/AFP

Após estreia da influencer no posto de rainha de bateria, agremiação de Duque de Caxias tem má colocação em resultado final da apuração

A estreia de Virginia Fonseca como rainha de bateria da Grande Rio, neste ano, coincidiu com um resultado abaixo do esperado no carnaval de 2026. A escola de Duque de Caxias terminou a apuração na oitava colocação e, pela primeira vez em seis anos, ficou fora do Desfile das Campeãs — que ocorrerá no próximo sábado (21), com as seis primeiras colocadas.

A agremiação somou 268,7 pontos, pontuação insuficiente para garantir vaga entre as seis primeiras colocadas, que tradicionalmente voltam à Marquês de Sapucaí no fim de semana seguinte ao desfile oficial.

A última vez que a Grande Rio não participou do desfile das campeãs havia sido em 2019. Desde o carnaval de 2020, quando Paolla Oliveira assumiu o posto de rainha de bateria, a escola manteve presença constante entre as seis melhores do Grupo Especial.

A atriz desfilou nos últimos carnavais da agremiação e esteve à frente da bateria em 2022, ano em que a Grande Rio conquistou, de forma inédita, o título do carnaval do Rio de Janeiro.

Neste ano, a escola perdeu dois décimos no quesito bateria. Durante o desfile, em seu debute no posto de rainha, Virginia enfrentou problemas com a fantasia — devido a dores causadas pelo peso da costeira, ela retirou uma parte importante do figurino. Pouco depois, o tapa-sexo descolou, e a moça quase ficou com a genitália à mostra.

Ranking do carnaval RJ 2026

As seis escolas mais bem colocadas em 2026 e que retornam à Sapucaí são, nesta ordem: Viradouro, Beija-Flor, Vila Isabel, Salgueiro, Imperatriz Leopoldinense e Mangueira. A seguir, confira a colocação de todas as escolas neste ano.

  • Viradouro – 270 pontos;
  • Beija-Flor – 269,9;
  • Vila Isabel – 269,9;
  • Salgueiro – 269,7;
  • Imperatriz – 269,4;
  • Mangueira – 269,2;
  • Unidos da Tijuca – 268,7;
  • Grande Rio – 268,7;
  • Paraíso do Tuiuti – 268,5;
  • Portela – 267,9;
  • Mocidade – 267,4;
  • Acadêmicos de Niterói – 264,6.

Por Agência O Globo

Viroses pós-Carnaval: cometeu excessos na folia? Veja como se recuperar

Viroses pós-Carnaval requerem atenção
Viroses pós-Carnaval requerem atenção – Freepik

Cansaço, febre e mal-estar acendem alerta após maratona de festas

Carnaval é, acima de tudo, a festa dos povos que saem pelas ruas da cidade celebrando a vida, o amor e a alegria, mas em meio a tanta comemoração, é preciso se atentar aos excessos cometidos durante os blocos, troças e desfiles. Qualquer vacilo pode resultar em grandes prejuízos para a saúde com incidência de viroses e outros sintomas como dores na cabeça, vômito e diarreia.

De acordo com o clínico Charley Vaz, do Hospital Jayme da Fonte e membro da Sociedade Pernambucana de Clínica Médica, essas viroses se propagam mais intensamente no Carnaval por conta das grandes aglomerações de pessoas que, inclusive, favorecem a transmissão de vírus respiratórios.

SRAGs
Pacientes com sintomas gripais como coriza, tosse ou febre devem procurar atendimento médico imediatamente. As síndromes respiratórias agudas graves (SRAGs) podem resultar no comprometimento da função pulmonar. Elas podem resultar em internação. Em casos mais vulneráveis e graves, pode causar a morte.

“Mesmo que assintomáticas, elas acabam transmitindo quadros virais. Por isso que o pós-festa, como um todo, acaba aumentando os sintomas brandos e compatíveis com quadros virais. Os sintomas deixam de ser comuns e simples. Quando vão aumentando progressivamente, se tornam refratários a medicações comuns como analgésicos simples e antieméticos”, explica o especialista.

Piora do quadro clínico
Após a contração de alguma patologia, no pós-Carnaval, é possível que o paciente apresente um quadro mais grave, referente àquele determinado problema. Os sintomas podem variar entre náuseas até falta de ar.

Leia mais