Retomo amanhã por Carnaíba nova maratona de lançamentos no Sertão.

 

Tarcísio pede autorização a Moraes para visitar Bolsonaro em prisão domiciliar.

O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, também participa do ato /MIGUEL SCHINCARIOL / AFP
O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, também participa do ato (MIGUEL SCHINCARIOL / AFP)

Governador de SP cita razões políticas e humanitárias para justificar visita ao ex-presidente.

O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), encaminhou uma petição ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, solicitando uma visita nesta quinta-feira, 7, ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), que cumpre prisão domiciliar em Brasília. No ofício, Tarcísio afirma ser “correligionário e amigo” do capitão reformado e que considera que há razões “político-institucionais” e “humanitárias” que justificariam a autorização de Moraes.

“Diante do exposto, solicito à Vossa Excelência autorização para empreender visita domiciliar ao senhor Jair Messias Bolsonaro, no próximo dia 7 de agosto, assumindo, desde já, o compromisso de observar todas as determinações estabelecidas por esse juízo” diz a petição.

Após o pedido, Moraes determinou que a defesa de Bolsonaro informe se o ex-presidente tem interesse em receber a visita do governador paulista e de outras cinco pessoas que pediram autorização. Entre elas, a vice-governadora do Distrito Federal, Celina Leão (PP), e o deputado federal Luciano Zucco (PL-RS).

Tarcísio mantém contato frequente com Bolsonaro, com quem costuma falar semanalmente por ligações ou mensagens. O ex-presidente, contudo, foi proibido de utilizar o telefone celular na mesma decisão em que Moraes decretou sua prisão domiciliar.

Governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas.
Governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas. (Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil)

A medida foi determinada pelo ministro na última segunda-feira, 4, após Bolsonaro descumprir medidas cautelares. Na manhã desta quarta, Moraes proferiu novo despacho autorizando o ex-presidente a receber visitas dos seus filhos, das cunhadas e dos netos. Além deles, apenas o senador Ciro Nogueira (PP-PI) obteve autorização para visitar o ex-presidente.

Após Moraes decretar a prisão domiciliar, Tarcísio postou um vídeo nas redes sociais, ainda na segunda-feira, para criticar a decisão. Ele classificou a prisão como “absurda” e disse que Bolsonaro “foi julgado e condenado muito antes de tudo isso começar”.

“Uma tentativa de golpe que não aconteceu, um crime que não existiu e acusações que ninguém consegue provar”, disse Tarcísio. “Vale a pena acabar com a democracia sob o pretexto de salvá-la? Será que não está claro que estamos avançando em cima de garantias individuais?”, disse o governador na ocasião.

Uma ala do bolsonarismo avalia que Tarcísio é mais comedido nas críticas do que outros governadores da direita porque precisa se equilibrar entre fazer gestos a Bolsonaro e seus apoiadores sem derrubar pontes com o STF. Ele é um dos principais interlocutores do ex-presidente com o Supremo, especialmente com o ministro Alexandre de Moraes.

A postura do governador, contudo, é criticada pelos aliados mais radicais de Bolsonaro, como pastor Silas Malafaia, que se queixa do governador não citar expressamente o STF e o ministro em suas declarações.

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Estadão Conteúdo

Municipalização: Conselho estadual de trânsito elogia ações em Afogados.

O Conselho Estadual de Trânsito é um órgão colegiado, composto por integrantes do DETRAN, gestões municipais que já municipalizaram o trânsito, observatório nacional de segurança viária, dentre outras instituições. Dentre suas atribuições estão o acompanhamento e a coordenação das atividades dos órgãos de trânsito no Estado, além da orientação e acompanhamento de todo o processo de integração dos municípios ao Sistema Nacional de Trânsito.

Cabe ao conselho, após inspeção técnica, recomendar aos órgãos superiores a aprovação do processo de municipalização e o início da etapa de fiscalização.

Nesta terça, uma comissão do conselho, chefiada pelo seu coordenador técnico, Marcos Pereira, esteve em Afogados para inspecionar as medidas implantadas pela Prefeitura no âmbito do processo de municipalização.

A comitiva foi recepcionada pelo Prefeito Sandrinho Palmeira, vice-prefeito Daniel Valadares e pela secretário municipal de transportes e trânsito, Flaviana Rosa. Eles visitaram a obra de construção do terminal receptivo de passageiro, as rotatórias e semáforos já instalados, puderam ver as vias com sinalização já instaladas e conheceram a estrutura administrativa montada para operar a municipalização.

“Eu vejo hoje, pelas ações em andamento, um grande potencial de que afogados seja um exemplo nessa questão da integração do trânsito. Eu vi no projeto de Afogados uma robustez grande em termos de investimentos, que irão balizar outros gestores a seguir esse caminho. Acredito que ainda esse mês o município vai estar integrado ao sistema nacional de trânsito,” destacou o coordenador técnico do CETRAN, Marcos Pereira.

“Estamos bem perto de alcançar a etapa mais importante da municipalização que é a integração ao sistema nacional de trânsito, que irá nos permitir aplicar as sanções aos infratores, aos que ainda insistem em desrespeitar as normas de trânsito. Essa é mais uma demanda antiga da população de Afogados e que estamos atendendo com muita responsabilidade,” destacou o Prefeito Sandrinho Palmeira.
Para a secretária Flaviana Rosa, a municipalização é um processo gradual, a gestão está tomando as medidas administrativas e técnicas para melhorar a mobilidade urbana e a segurança viária mas entende como fundamental o engajamento de toda a sociedade.

 

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Trump sanciona Ministro Moraes e reacende tensão entre Brasil e EUA.

Tensão aumenta entre Brasil e EUA/Fotos:  Marcelo Camargo/Agência Brasil/Gustavo Moreno/Brendan Smialowski/AFP
Tensão aumenta entre Brasil e EUA (Fotos: Marcelo Camargo/Agência Brasil/Gustavo Moreno/Brendan Smialowski/AFP)

Sanção dos EUA ao ministro do STF ocorre às vésperas do tarifaço contra o Brasil, levanta questionamentos sobre soberania e direitos humanos e intensifica a polarização no cenário político nacional.

Às vésperas da entrada em vigor do tarifaço anunciado pelos Estados Unidos contra o Brasil, o governo norte-americano impôs uma sanção ao ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, sob a justificativa de violações à liberdade de expressão e autoritarismo em decisões relacionadas aos atos golpistas de 8 de janeiro de 2023.

A medida, segundo o cientista político e professor Hely Ferreira, tem forte valor simbólico e insere mais combustível na já acirrada polarização política do país.

“A sanção é contraditória, sobretudo por partir de um país que ainda adota a pena de morte em vários estados. Não se pode tomar os EUA como referência em direitos humanos”, afirma Hely.

Segundo ele, é preciso lembrar que essas medidas diplomáticas não podem significar submissão do Brasil. “Nossa Constituição, no artigo 4º, deixa claro o papel da diplomacia brasileira, que é baseada na autonomia e na cooperação entre os povos — e não na subserviência a interesses estrangeiros”, reitera.

Liberdade em disputa
A decisão do Escritório de Controle de Ativos Estrangeiros (OFAC), vinculado ao Departamento do Tesouro dos EUA, acusa Moraes de promover censura, autorizar prisões arbitrárias e perseguir críticos do governo brasileiro, inclusive cidadãos norte-americanos, por meio de decisões que afetaram redes sociais como a Rumble e o X (antigo Twitter). A sanção se baseia na chamada Lei Magnitsky, usada para punir supostos violadores de direitos humanos ao redor do mundo.

O governo Trump, que reassumiu recentemente, ecoa o discurso de perseguição adotado pelo ex-presidente Jair Bolsonaro, investigado no Brasil por tentativa de golpe de Estado após a derrota nas eleições de 2022. “O mais curioso é que agora, os que se dizem defensores da liberdade e da soberania estão aplaudindo uma intervenção estrangeira que atinge diretamente as instituições brasileiras”, pontua Hely Ferreira.

STF
STF (Foto: Gustavo Moreno/STF)

STF (Foto: Fellipe Sampaio/STF)

Efeitos políticos internos

O professor acredita que a sanção terá repercussões mais simbólicas do que práticas, mas destaca o impacto direto na retórica política. “Oposição e governo vão explorar essa medida em discursos cada vez mais polarizados. De um lado, a oposição dirá que é reflexo da falta de habilidade diplomática do governo Lula. De outro, o governo vai usar o episódio para reforçar a narrativa de que os ‘patriotas’ na verdade estão traindo a pátria ao se alinhar a sanções externas”, analisa.

Para Hely, a situação se insere em um “maniqueísmo tóxico”, onde não há espaço para debate racional ou nuances. “Não existe uma luta entre o bem e o mal, como muitos tentam pintar. O que está em jogo são disputas de narrativa que agravam a crise institucional e fragilizam a posição do Brasil em negociações internacionais”.

Diplomacia e soberania

Apesar da tensão, o professor reafirma que o Brasil historicamente tem se posicionado como um ator diplomático de peso nas relações internacionais, com destaque para a capacidade de negociação independente. “O Brasil sempre buscou o equilíbrio. Não somos aliados incondicionais nem inimigos declarados. É uma postura que precisa ser mantida para garantir o respeito à nossa soberania”, defende Ferreira.

Ele encerra lembrando que a política externa brasileira deve seguir orientações constitucionais, inclusive no enfrentamento de tensões com potências como os EUA. “A diplomacia brasileira tem que continuar sendo firme, mas jamais subserviente. A soberania e a democracia não podem ser relativizadas por conveniências políticas”, conclui.

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Cecilia Belo

Afogados da Ingazeira vai receber espaço do Corpo de Bombeiros Militar, com custo de R$ 5 milhões.

Prazo para finalização das obras de equipamento para bombeiros é de seis meses, a partir da assinatura da ordem de serviço/Foto: Reprodução/SEPE
Prazo para finalização das obras de equipamento para bombeiros é de seis meses, a partir da assinatura da ordem de serviço (Foto: Reprodução/SEPE)

Estão em fase de licitação a construção de novos grupamentos e seções em todas as regiões do Estado.

O município de Afogados da Ingazeira, no Sertão, vai receber uma seção dos Bombeiros. Nesta quarta-feira (30), o governo do estado lançou a licitação para contratar a empresa que ficará responsável pelas obras. O custo para a instalação do espaço é de R$ 5 milhões.

O equipamento terá um centro de atividades técnicas, área para treinamento físico militar, academia, área administrativa, alojamentos e garagem. O equipamento terá 680 m² de área construída e será erguido em um terreno de 2,2 mil m², localizado no centro da cidade.

A obra será executada pela Companhia Estadual de Habitação e Obras (Cehab). O prazo é de seis meses, a partir da assinatura da ordem de serviço.

“As novas instalações do Corpo de Bombeiros representam mais segurança, mais agilidade no atendimento e mais proteção para toda a população do Sertão do Pajeú. Estamos ampliando a presença dos bombeiros para que cada pernambucano possa contar com o cuidado dessa tropa que salva vidas todos os dias”, reforça o secretário de Defesa Social, Alessandro Carvalho.

O projeto foi desenvolvido pela Secretaria de Projetos Estratégicos (Sepe). “Nós temos, até o momento, mais de 20 projetos contemplando equipamentos da Defesa Social já publicados. E somente para o Corpo de Bombeiros, já foram anunciados quatro grupamentos e cinco seções. Isso demonstra o comprometimento da governadora com a segurança pública”, comenta o titular da Sepe, Rodrigo Ribeiro.

Estão em fase de licitação a construção de novos grupamentos em Olinda (Região Metropolitana do Recife), Vitória de Santo Antão (Zona da Mata Sul), Caruaru (Agreste Central) e Araripina (Sertão do Araripe). Além disso, os municípios Bom Conselho (Agreste Meridional), Belo Jardim, Bezerros e Pesqueira (os três no Agreste Central) serão contemplados com novas seções, que são unidades mais compactas.

Prazo para finalização das obras de equipamento para bombeiros é de seis meses, a partir da assinatura da ordem de serviço
Prazo para finalização das obras de equipamento para bombeiros é de seis meses, a partir da assinatura da ordem de serviço (Foto: Reprodução/SEPE)

Prazo para finalização das obras de equipamento para bombeiros é de seis meses, a partir da assinatura da ordem de serviço (Foto: Reprodução/SEPE)

afogados da ingazeira , bombeiros

Por: Diario de Pernambuco