Ver esta publicação no Instagram
Ana Maria
Lula corre em vídeo, incentiva prática de exercícios e reforça meta de viver 120 anos.

No vídeo deste sábado, o presidente usa uma linguagem distinta em relação aos conteúdos produzidos antes da gestão do ministro Sidônio Palmeira.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva publicou em suas redes sociais um vídeo em que, enquanto corre em uma esteira, incentiva a prática de exercícios físicos.
“Falo todo dia que quero viver até os 120 anos. Por isso, aos 79 anos, estou correndo para mostrar que nada é impossível quando queremos fazer as coisas”, afirmou o presidente. Antes, disse que pediu para gravar o vídeo “para tentar passar a ideia para as pessoas que gostam de ficar sentadas de que o ser humano precisa mexer o seu corpo”.
Recuperado de cirurgias na cabeça durante o ano passado, Lula diz que a longevidade depende de cada um. “Cuidar do seu corpo depende só de você. Não depende de ninguém, depende da sua vontade. Por isso levante, ande, corra, faça musculação que você vai viver muito mais”, afirma o presidente, que encerra o vídeo enviando um abraço.
Ver esta publicação no Instagram
Atividades físicas
Não é a primeira vez que Lula faz publicações de suas atividades físicas. Mas, no vídeo deste sábado, o presidente usa uma linguagem diferente dos conteúdos produzidos antes da gestão do ministro da Secretaria de Comunicação Social (Secom), Sidônio Palmeira. Em formato mais dinâmico, Lula fala diretamente aos internautas enquanto se exercita.
Na semana passada, Sidônio apresentou, em reunião com representantes da comunicação de todas as pastas do Executivo, um novo plano de comunicação. Membros do governo querem uma “comunicação mais próxima”, conforme os termos usados recentemente pela ministra de Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann.
Por JC
Quem é Rafa Diniz, cantor pernambucano que morreu afogado no Rio São Francisco

Jhaimerson Juvenal, o Rafa Diniz, era natural de Petrolina, no Sertão de Pernambuco.
O cantor e compositor Rafa Diniz, de 22 anos, que morreu afogado no Rio São Francisco na última sexta-feira (21), era natural de Petrolina, no Sertão pernambucano, e cantava músicas de arrocha. Ele se dedicava à carreira musical há três anos, com sete álbuns lançados.
Jhaimerson Juvenal, o Rafa Diniz, tinha como seus principais sucessos as canções “Um Dia Você Vai Ligar”, “Eu Perdi a Chance” e “Sonho Meu”.
Segundo o agente do artista, Matheus Mattos, o cantor estava na Ilha do Fogo, cartão-postal na divisa entre Petrolina e Juazeiro, na Bahia, avaliando o local de gravação de um conteúdo audiovisual.
“Ele pulou no rio e aconteceu essa fatalidade”, disse o agente. Ele informou que o cantor sabia nadar, mas foi puxado pela correnteza.
Segundo o Corpo de Bombeiros, o corpo do artista foi encontrado por uma equipe de mergulho da corporação após buscas subaquáticas.
Rafa Diniz era casado com Rafaela Carolina, que lamentou o ocorrido nas redes sociais. “Eu te amo eternamente”, ela declarou. O casal tem duas filhas, Maria Vallentyna, de seis anos, e Maria Cecília, de um ano.
O velório do cantor está marcado para às 15h deste sábado em Petrolina. O cortejo e o sepultamento serão realizados no domingo (23) às 9h no Cemitério Campo das Flores.
Por: Diario de Pernambuco
OAB-RJ pede a exclusão de advogado que afirmou em petição que juíza tinha ‘resquícios de senzala’

Francisco Abud será julgado pelo Tribunal de Ética e Disciplina.
A Corregedoria da Seccional Rio de Janeiro da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) decidiu pedir a exclusão do advogado José Francisco Abud dos quadros da OAB-RJ. O advogado, em uma petição, fez ataques racistas contra a juíza Helenice Rangel, titular da 3ª Vara Cível de Campos dos Goytacazes, do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJRJ).
No documento, José Francisco Abud trata a juíza como “Magistrada afrodescendente com resquícios de senzala e recalque ou memória celular dos açoites”.
Ainda na petição, ele faz referência a “infundadas decisões prevaricadoras proferidas por bonecas admoestadas das filhas das Sinhás das casas de engenho”.
Em nota, a OAB-RJ informou que na sindicância aberta por determinação da presidente da Ordem, Ana Tereza Basílio, foi pedida ainda a suspensão preventiva das atividades do advogado. Conforme a OAB-RJ, o julgamento do caso será realizado pelo Tribunal de Ética e Disciplina (TED) da Seccional.
“A exclusão representa a cassação do registro profissional do advogado. De acordo com o parecer da Corregedoria, o profissional citado praticou conduta incompatível com a advocacia, tornou-se moralmente inidôneo para o exercício da advocacia e praticou crime infamante, que gerou comoção na sociedade”, diz a nota.
OAB Nacional
O presidente da Ordem dos Advogados do Brasil, Beto Simonetti. Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil – Marcelo Camargo/Agência Brasil
O Conselho Federal da OAB informa que tomou conhecimento da atuação do advogado em processo judicial no Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro e que “não concorda com a conduta relatada”. Na nota assinada pelo presidente da OAB Nacional, Beto Simonetti, a entidade ressalta, que a urbanidade e o respeito são princípios essenciais ao exercício da advocacia.
“Atitudes que desrespeitam a magistratura, servidores e qualquer pessoa são incompatíveis com os valores que norteiam a profissão e não condizem com a conduta esperada de advogados e advogadas. Portanto, a OAB confia na rigorosa apuração dos fatos e reforça que condutas contrárias à ética e ao decoro profissional devem ser tratadas com a seriedade que o caso exige”.
TJRJ
O Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro repudiou as manifestações racistas feitas à magistrada e acrescentou que as declarações do advogado José Francisco Abud “são incompatíveis com o respeito exigido nas relações institucionais e configuram evidente violação aos princípios éticos e legais que regem a atividade jurídica”.
O presidente do TJRJ, Ricardo Couto de Castro, que assinou a nota, prossegue reforçando que esse comportamento atinge diretamente a honra pessoal e profissional da juíza e “representa uma grave afronta à dignidade humana e ao exercício democrático da função jurisdicional”.
O TJRJ se solidarizou com a magistrada Helenice Rangel e informa que encaminhou o caso ao Ministério Público e à Ordem dos Advogados do Brasil, seccional Rio de Janeiro (OAB/RJ). O Tribunal quer uma “apuração rigorosa das responsabilidades nas esferas criminal e disciplinar”.
“Reitera-se o compromisso permanente contra qualquer forma de discriminação ou preconceito, sobretudo o racismo, prática criminosa que deve ser amplamente repudiada e combatida por toda a sociedade”, conclui o Tribunal.
Por: Agência Brasil
Inclusão e direitos: saiba os desafios de pessoas com Síndrome de Down no Brasil.

Dia Internacional da Síndrome de Down: apesar dos avanços, muitas crianças com Síndrome de Down ainda enfrentam preconceito e barreiras na educação.
No dia 21 de março, é lembrado o Dia Internacional da Síndrome de Down, a data é usada para conscientizar a população sobre a necessidade de inclusão.
No Brasil, foram notificados 1.978 casos de Síndrome de Down, entre 2020 e 2021, de acordo com dados do Sistema de Informações sobre Nascidos Vivos (Sinasc).
A síndrome de Down é uma alteração genética produzida pela presença de um cromossomo a mais, se tratando de uma condição.
Para algumas mães, o preconceito ou a falta de acesso a espaços educacionais ainda são um grande desafio. Para Ana Costa, mãe de Calyne, de 11 anos seu maior desafio é no ambiente escolar.
“Quando a gente chega na escola e perguntar se a vaga existe por telefone, a vaga existe. Quando a gente chega e diz que é uma criança com necessidade especial, essa vaga é ‘a mãe, infelizmente a gente não tem mais’ ou ‘infelizmente a gente não comporta, a gente não é uma escola inclusiva’” explica sobre as experiências que já viveu.
Ana Costa é neuro- psicopedagoga e faz parte de um grupo de mães chamado Fazendo Acontecer, esse é um encontro feito para que mães atípicas possam prestar apoio umas para as outras, compartilhar desafios e conquistas.
Ana fala sobre a importância de lutar pelos direitos da filha “As escolas têm que abrir as portas . Foram dias de muita briga, de muita guerra, para poder de fato incluir a Calyne perante a sociedade, para que ela seja aceita, para que o direito dela se faça valer, né?”
A garantia de direitos
A especialista Carolina Ferraz, advogada especialista em direito antidiscriminatório, que tem sua carreira voltada a defesa dos direitos Humanas, que há um processo de apagamento.
“Há um processo de apagamento da síndrome de Down em curso, em face de uma perspectiva de eugenia. E isso é algo que a gente precisa de fato combater, porque é um direito de existir e uma perspectiva não reducionista humana como sendo necessário que a gente compreenda que o investimento na vida e na pluralidade dessa vida, é muito relevante”.
A advogada e autora do livro ‘Manual dos Direitos da Pessoa com Deficiência’, também explica que é importante tencionar debates para que “o poder público pare de ser omisso e que construa de verdade políticas públicas voltadas ao segmento. Começar por um censo para a gente descobrir quais são suas principais dificuldades.”
Ela explica que esta é uma luta plural, mas para isso é necessário que a sociedade “estar aberta a diferença e a ouvir principalmente as pessoas com deficiência, porque ninguém pode ser colocar na condição de ativista ou de advogado nesta causa, sem ouvir os principais interessados que são as pessoas com deficiência.”
Ela explica também necessário que a sociedade estava engajada em: “Primeiro, conhecer a Convenção sobre os Direitos da Pessoa com Deficiência; segundo, se despedir preconceitos, principalmente capacitistas, machistas, misóginos, classistas, racistas, né? Porque a luta em favor da inclusão irrestrita, ela perpassa pela quebra tanto de preconceitos como de condutas odiosas”.
Por: JC
Resolução permite que farmacêuticos prescrevam medicamentos.

O Conselho Federal de Farmácia (CFF) destaca que a atuação do profissional farmacêutico é limitada à prescrição de medicamentos sem tarjas.
*Com informações da Agência Brasil
O plenário do Conselho Federal de Farmácia (CFF) aprovou, em 20 de fevereiro deste ano, uma resolução que formaliza a autorização para farmacêuticos prescreverem medicamentos tarjados, que, em geral, exigem receita médica.
O texto foi publicado no Diário Oficial da União na última segunda-feira (17) e entrará em vigor dentro de 30 dias. Contudo, em nota divulgada nesta quinta-feira (20), o CFF ressaltou que a prescrição farmacêutica é um direito da categoria há mais de uma década.
“A prescrição farmacêutica é respaldada pela Lei Federal nº 13.021 de 2014, que determina que o farmacêutico tem a obrigação de estabelecer o perfil farmacoterapêutico dos pacientes, além do próprio acompanhamento farmacoterapêutico.”
Segundo o CFF, a nova resolução não altera o direito de prescrição, mas aprimora normas para fiscalização e segurança de pacientes e profissionais. “O que o Conselho Federal de Farmácia fez foi aprimorar os instrumentos normativos para a fiscalização e garantir maior segurança para pacientes e profissionais”, diz a nota.
Segundo a entidade, a norma vincula a prescrição farmacêutica ao Registro de Qualificação de Especialista (RQE), mecanismo aprovado em 2025 e recém-adotado pelo CFF para assegurar que os farmacêuticos atuem de acordo com sua formação e especialização.
“Agora, a sociedade vai poder consultar quais farmacêuticos são prescritores diretamente no site do CFF, melhorando substancialmente a fiscalização e promovendo o melhor cuidado em saúde.”
Na nota, o CFF destaca que o profissional farmacêutico não pode prescrever todo tipo de medicamento e que sua atuação é limitada à prescrição daqueles que são isentos de prescrição médica e tarjados, “mediante protocolos ou diretrizes preestabelecidos”.
Ato médico e Anvisa
No comunicado, o CFF destacou ainda que os vetos à chamada Lei do Ato Médico (Lei nº 12.842/2013) estabelecem que a prescrição terapêutica não figura como atividade privativa dos médicos, “pois restringir a prescrição a estes colocaria em risco políticas públicas essenciais para o Brasil, incluindo o funcionamento do Sistema Único de Saúde (SUS)”.
O conselho cita ainda resolução de 2022 da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) que estabelece novas regras para a rotulagem de medicamentos, determinando que as embalagens de medicamentos contenham a frase VENDA SOB PRESCRIÇÃO no lugar de VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA, “reconhecendo que medicamentos não são apenas de prescrição médica”.
Banalização do cuidado
Ao citar alegações de que a resolução banaliza o cuidado em saúde, o conselho avalia que o documento apenas “organiza” a prescrição farmacêutica, “garantindo que os farmacêuticos atuem dentro de protocolos clínicos bem estabelecidos e embasados na melhor evidência científica disponível”.
O CFF argumenta que a nova norma não interfere na atuação de outras categorias profissionais, uma vez que se limita às atribuições dos farmacêuticos previstas na legislação federal.
Segundo o conselho, as consultas realizadas por esses profissionais têm uma função específica e não substituem outros atendimentos médicos.
Por: JC
Filha trans de Musk critica o pai em revista: ”Homem-criança patético”

Vivian Jenna Wilson é uma mulher trans, que optou por tirar nome do pai, pois não quer ser associada a ele de ”nenhuma maneira ou formato”
Vivian Jenna Wilson, filha de Elon Musk, não poupou críticas ao pai em entrevista à revista TeenVogue. A jovem, de 20 anos, estampa a capa da publicação neste mês e disse que busca ao máximo se distanciar de Musk. Além disso, ela não poupou críticas ao governo do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump — no qual o pai tem cargo —, classificando-o como “caricaturalmente maligno”.
Vivian é uma mulher trans e, durante o processo de transição de gênero, em 2020, escreveu uma petição para mudar legalmente o nome, porque não queria ter relação com o pai biológico de “nenhuma maneira ou formato”.
“Não acho que as pessoas percebam que ser trans não é uma escolha. Obviamente, não são apenas pessoas trans que são afetadas pela administração atual, mas também grupos marginalizados, como imigrantes sem documentos e pessoas negras. Estou realmente tentando atuar mais nessa frente, já que o atual governo tem sido como uma bola de demolição nesse sentido”, destacou Vivian.
Para conferir o texto completo, acesse o Metrópoles.
“Como que eu vou levar uma criança para dentro de um cabaré?”, justifica mãe de garoto brutalmente assassinado em Tabira.

Giovana Ramos, de 20 anos, deu detalhes de como era a vida ao lado do filho em uma entrevista. Ela alega que deixou Arthur Ramos, de 2 anos, sob os cuidados de outra pessoa pois precisava trabalhar.
Mãe do pequeno Arthur abre o coração e conta sua versão sobre o caso.
Ver esta publicação no Instagram
Operação Mute: Secretaria Nacional de Políticas Penais vistoria presídios pernambucanos para apreender celulares.

A operação será realizada em três presídios do estado nesta sexta-feira (21)


