ministra da Saúde recebe representantes do Fórum Nacional

A ministra da Saúde, Nísia Trindade, recebeu nesta quinta-feira (19) representantes do Fórum Nacional para tratar do pagamento do piso salarial da enfermagem, em Brasília. Durante o evento, na sede do Ministério da Saúde, a titular da pasta reiterou que o pagamento do piso é uma das prioridades dela e do presidente Lula, e que o assunto deverá ser resolvido “o mais rápido possível”.

O representante do Conselho Federal de Enfermagem (Cofen), o conselheiro Daniel Menezes, se mostrou otimista com os resultados da reunião. “Sigamos firmes porque falta pouco para realizar esta demanda tão aguardada por todos”, declarou.

Vale lembrar que o piso salarial da enfermagem fixa os valores de R$ 4.750 para enfermeiros, sendo 60% desse valor (R$ 3.325) para técnicos de enfermagem e 50% (R$ 2.375) para auxiliares de enfermagem e parteiras. 

Por JC PE

Guajajara: “570 crianças yanomami morreram de fome no último governo”

Segundo o Ministério dos Povos Indígenas, 99 crianças do povo Yanomami morreram em razão do avanço do garimpo ilegal na região. Os dados são referentes a 2022, e as vítimas foram crianças entre um e 4 anos. 

Em publicação nas redes sociais, a ministra Sônia Guajajara afirmou que ao menos 570 crianças morreram em decorrência de desnutrição nos últimos quatro anos, durante o governo de Jair Bolsonaro.

“É muito triste saber que indígenas, sobretudo 570 crianças yanomami, morreram de fome durante o último governo”, afirmou.

Guajajara e Lula cumprem neste sábado agenda em Roraima para visitar uma aldeia Yanomami. O povoado fica em uma localidade cercada por garimpo e há denúncias de violência contra os povos indígenas, além de registros de altas taxas de desnutrição.

*As informações são do O Antagonista

O caixa 2 de Jair Bolsonaro no Planalto

Portal Metrópoles

As investigações que correm no Supremo Tribunal Federal sob o comando do ministro Alexandre de Moraes avançam sobre um personagem-chave que, por tudo o que se descobriu até agora e por sua estreita proximidade com Jair Bolsonaro, deixará o ex-presidente ainda mais encrencado.

As descobertas conectam o antigo gabinete de Bolsonaro diretamente à mobilização de atos antidemocráticos e lançam graves suspeitas sobre a existência de uma espécie de caixa 2 dentro do Palácio do Planalto, com dinheiro vivo proveniente, inclusive, de saques feitos a partir de cartões corporativos da Presidência e de quartéis das Forças Armadas.

O personagem em questão é o tenente-coronel do Exército Mauro Cesar Barbosa Cid, o “coronel Cid”, ajudante de ordens de Jair Bolsonaro até os derradeiros dias do governo que acabou em 31 de dezembro.

O militar compartilhava da intimidade do então presidente. Além de acompanhá-lo em tempo quase integral, dentro e fora dos palácios, Cid era o guardião do telefone celular de Bolsonaro. Atendia ligações e respondia mensagens em nome dele. Também cuidava de tarefas comezinhas do dia a dia da família. Pagar as contas era uma delas – e esse é um dos pontos mais sensíveis do caso.

Entre os achados dos policiais escalados para trabalhar com Alexandre de Moraes estão pagamentos, com dinheiro do tal caixa informal gerenciado pelo tenente-coronel, de faturas de um cartão de crédito emitido em nome de uma amiga do peito de Michelle Bolsonaro que era usado para custear despesas da ex-primeira-dama.

QUEBRA DE SIGILO PERMITIU MAPEAR TRANSAÇÕES

Já era sabido, há tempos, que Cid se tornara alvo dos inquéritos tocados por Moraes, em diferentes frentes. Ainda no ano passado, o jornal Folha de S.Paulo noticiou que mensagens de texto, imagens e áudios encontrados no celular do oficial do Exército levaram os investigadores a suspeitar das transações financeiras realizadas por ele.

Pois bem. Depois disso, Moraes autorizou quebras de sigilo que permitiram revirar pelo avesso as operações realizadas pela equipe do tenente-coronel, muitas delas com dinheiro em espécie, na boca do caixa de uma agência bancária localizada dentro do Palácio do Planalto (foto acima).

As primeiras análises do material já apontavam que Cid centralizava recursos que eram sacados de cartões corporativos do governo ao mesmo tempo que tinha a incumbência de cuidar do pagamento, também com dinheiro vivo, de diversas despesas do clã presidencial, incluindo contas pessoais de familiares da então primeira-dama Michelle Bolsonaro.

Durante a investigação, os policiais se depararam com um modus operandi que lembrava em muito aquele adotado pelo clã bem antes da chegada de Bolsonaro ao Palácio do Planalto e que, anos depois, seria esquadrinhado pelo Ministério Público do Rio de Janeiro nas apurações das rachadinhas do hoje senador Flávio Bolsonaro, o filho 01 do ex-presidente. Dinheiro manejado à margem do sistema bancário. Saques em espécie. Pagamentos em espécie. Uso de funcionários de confiança nas operações. As semelhanças levaram a um apelido inevitável para as transações do tenente-coronel do Exército: “rachadinha palaciana”.

A certa altura do trabalho, os investigadores enxergaram indícios fortes de lavagem de dinheiro. Chamou atenção, em especial, a origem de parte dos recursos que o oficial e seus homens da ajudância de ordens manejavam.

Para além do montante sacado a partir de cartões corporativos que eram usados pelo próprio staff da Presidência, apareceram indícios de que valores provenientes de saques feitos por outros militares ligados a Cid e lotados em quartéis – sim, quartéis – de fora de Brasília eram repassados ao tenente-coronel. Os detalhes dessas transações ainda estão sendo mantidos sob absoluto sigilo, trafegando entre o gabinete de Moraes e o restrito núcleo de policiais federais que o auxilia nas apurações.

NA BOCA DO CAIXA, DENTRO DO PLANALTO

As investigações desceram à minúcia das transações. A partir dos primeiros sinais de que várias delas haviam sido feitas em espécie, os policiais esquadrinharam as fitas de caixa e pediram até as imagens do circuito de segurança da agência bancária onde os pagamentos eram feitos – a agência 3606 do Banco do Brasil, que funciona no complexo do Palácio do Planalto.

Da mesma forma que o MP do Rio conseguiu documentar o notório Fabrício Queiroz, operador das rachadinhas, pagando em dinheiro vivo contas de Flávio Bolsonaro, os policiais a serviço de Alexandre de Moraes foram buscar os registros em vídeo de que pessoas da equipe de Cid, o ajudante de ordens do presidente, eram as responsáveis por quitar – também em espécie, assim como Queiroz – os boletos do presidente, da primeira-dama e de seus familiares.

MICHELLE E O CARTÃO DA AMIGA

Entre os pagamentos, destacavam-se faturas de um cartão de crédito adicional emitido por uma funcionária do Senado Federal de nome Rosimary Cardoso Cordeiro. Lotada no gabinete do senador Roberto Rocha, do PTB do Maranhão, Rosimary é amiga íntima de Michelle Bolsonaro desde os tempos em que as duas trabalhavam na Câmara assessorando deputados.

Rosi, como os mais próximos a chamam, é apontada como a pessoa que aproximou Jair Bolsonaro e Michelle quando o ex-presidente ainda era um deputado do baixo clero que nem sonhava um dia chegar ao Palácio do Planalto. Moradora de Riacho Fundo, cidade-satélite de Brasília distante pouco mais de 20 quilômetros do centro do Plano Piloto, até hoje ela mantém laços estreitos com o casal.

A antiga amizade ganhou toques de glamour depois que a senhora Bolsonaro virou primeira-dama do Brasil – passou a contar, por exemplo, com viagens a bordo de jatinhos e até do avião presidencial. Em maio do ano passado, Rosi acompanhou Michelle em um tour por Israel que contou, ainda, com a participação da então ministra Damares Alves. As duas também foram juntas, em voos fretados pagos pelo PL, para eventos da campanha de Jair Bolsonaro à reeleição.

Em uma viagem oficial de Bolsonaro ao Maranhão, Rosi foi convidada a integrar a comitiva presidencial e registrou fotos ao lado dele na cabine principal do Airbus que serve à Presidência. A ascensão de Michelle fez a amiga também ascender no Congresso. No início do governo, era telefonista no gabinete de Rocha, aliado de Bolsonaro. Logo depois, foi promovida e viu seu salário aumentar. No fim do ano passado, ela ocupava um dos cargos comissionados mais altos da equipe, com salário de R$ 17 mil brutos. Como o mandato de Rocha está a dias do fim, Rosi já tem a promessa de ganhar uma função no futuro gabinete de Damares, eleita senadora pelo Distrito Federal. Michelle, claro, deu uma força. 

Por Magno martins

Farmácia Viva: Delegação de Alagoas veio conhecer em Afogados da Ingazeira

Que o chá que vovó fazia com ervas medicinais sempre funcionou, é novidade, o eco sistema brasileiro é rico em plantas que curam, partindo deste principio, o dito popular de que nem tudo que cura vem dos remédios industrializados, se investe cada vez mais em soluções que sejam baratas e de funcionalidade comprovada.

Um dos projetos mais exitosos em Afogados da Ingazeira e quem tem chamado muita atenção é o da Farmácia Viva. Além de reportagens de emissoras nacionais, tem recebido várias visitas para conhecer como funciona na prática.

A ultima visita foi de uma delegação de Alagoas, composta pela senadora Renilde Bulhões e a prefeita da cidade de Maribondo, Leopoldina Amorim. Estiveram conhecendo desde o cultivo até a fase final dos medicamentos a base de plantas que são disponibilizados para a população.

A ideia é reproduzir programa, já que vem tendo excelentes resultados em nossa cidade.

Artigo: Bolsonaro pode ficar inelegível?

Nos corredores de Brasília, muito se discute que resultados políticos uma eventual prisão do ex-presidente poderia trazer para o país e para o próprio Bolsonaro, se ele teria seu futuro político comprometido ou, ainda, se conseguiria alimentar seus seguidores com a narrativa da perseguição.

Interlocutores do presidente Luiz Inácio Lula da Silva avaliam que, seja qual for o desdobramento das investigações, se houver uma punição ao ex-presidente, ela deve vir das mãos da Justiça e não do Executivo.

O analista político Cláudio Couto, da FGV/SP, disse à RFI que os ataques contra as sedes dos três poderes em Brasília deram certo fôlego ao governo do PT, mas que Lula precisa mostrar serviço, para além do discurso contra os adversários.

“Os episódios do dia 8, como deslegitimaram a oposição bolsonarista, acabaram, por tabela, facilitando a vida do governo no sentido de ganhar mais apoio, mais legitimidade. Agora é claro que, se o governo ficar se ocupando demais desse assunto, de tentar ir atrás das figuras que produziram a intentona, acho que o governo começa a perder o rumo”, disse Couto.“A coisa está andando no STF, que tem o maior interesse em fazer isso andar. O procurador-geral, quem diria, Augusto Aras, que nunca se mexeu, acordou da longa hibernação e resolveu agir nesse caso, inclusive indiciando Bolsonaro, colocando-o dentro do inquérito”, aponta.

Para Couto, esse avanço dá a Lula a possibilidade de não perder mais tempo com o assunto, em especial na sua relação com o Congresso. O momento é favorável, avalia o cientista político, para o Executivo levar adiante agendas próprias, como a Reforma Tributária.

Baixar a guarda

Couto salienta que, não à toa, os petistas agora sinalizam que não pretendem levar adiante a CPI dos atentados. O próprio presidente se colocou contra a Comissão de Inquérito, em entrevista à GloboNews nessa quarta-feira (18), quando criticou a politização das Forças Armadas.

“Enquanto estiver servindo às Forças Armadas, à Advocacia-Geral da União, ao Ministério Público, essa gente não pode fazer política. Tem que cumprir com a sua função constitucional, pura e simplesmente”, afirmou Lula.

O presidente também disse que faltou inteligência no monitoramento dos bolsonaristas.

“Nós temos inteligência do GSI, da Abin, do Exército, da Marinha, da Aeronáutica, ou seja, a verdade é que nenhuma dessas inteligências serviu para avisar ao presidente da República que poderia ter acontecido isso. Se eu soubesse na sexta-feira (6) que viriam 8 mil pessoas aqui, eu não teria saído de Brasília. Eu saí porque estava tudo tranquilo”, argumentou.

Espólio bolsonarista
Entre os políticos e partidos bolsonaristas, já se percebe movimentação para ver quem irá herdar o espólio político do ex-presidente. Chamaram a atenção, por exemplo, falas recentes do governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo) tentando jogar a responsabilidade pelos ataques ao governo Lula.

Essas atitudes são mostras da situação delicada de Bolsonaro, que continua no Estados Unidos e ainda analisa se vale a pena retornar ao Brasil. Mesmo que não venha a ser preso, o ex-presidente pode ficar inelegível, explicou à RFI o advogado Antônio Ribeiro, da Academia Brasileira de Direito Eleitoral e Político (Abradep).

“A aplicação da lei tem repercussões variadas, tanto na seara administrativa, cível, criminal, e também eleitoral. Se ficar comprovada a participação intelectual, como incentivador, idealizador, como coautor, o ex-presidente Jair Bolsonaro pode, sim, ficar inelegível, não só pela condenação em um crime, mas também pela prova emprestada que todo esse inquérito virá a produzir e que pode ser utilizada em ação de investigação judicial eleitoral, que está em trâmite na Justiça Eleitoral”, afirmou Ribeiro.

O ministro Alexandre de Moraes decidiu manter presas 354 pessoas envolvidas nos atos antidemocráticos de 8 de janeiro. Outras 220 pessoas conseguiram a liberdade provisória, mas tendo de cumprir medidas cautelares, como recolhimento domiciliar no período noturno e nos finais de semana com uso de tornozeleira eletrônica e proibição de deixar o país, tendo de entregar os passaportes em cinco dias.

Além das pessoas que estiveram na Esplanada dos Ministérios no dia da quebradeira, as investigações avançam sobre idealizadores, incentivadores e financiadores.

“Há, sem dúvida, um cerco cada vez mais fechado, está cada vez mais próximo de um final. E esse cerco envolve o ex-presidente Jair Bolsonaro e Anderson Torres (ex-ministro da Justiça de Bolsonaro e ex-secretário de Segurança Pública do Distrito Federal). O ex-presidente Jair Bolsonaro, se não vier a ser preso, tem chances de sair condenado nos inquéritos que estão em curso neste momento”, destacou o advogado Antônio Ribeiro.

Extrema direita acordada e viva

A possibilidade de que Bolsonaro seja uma carta fora do baralho político nos próximos anos também já foi motivo de conversas internas de seu partido, o PL, de olho num herdeiro político do ex-presidente e nos mais de 58 milhões de votos que ele obteve nas urnas no último pleito. Para o advogado da Abradep, isso evidencia que a extrema direita continua ativa.

“A extrema direita se mantém viva independentemente do bolsonarismo. O bolsonarismo surge com o presidente Jair Messias Bolsonaro, mas vem e ganha força a partir da extrema direita que há no Brasil e que sempre existiu, e que sempre vai existir, assim como temos na Alemanha”, explica Ribeiro. “Depois de Hitler, o nazismo ainda permanece. E aqui no Basil não vai ser diferente. Vão surgir novas pessoas, novos candidatos, novos atores que vão tentar ocupar esse lugar, talvez com uma estratégia diferente, mas a extrema direita não vai deixar de existir. E caberá às instituições permanecerem sempre atentas para os riscos que o extremismo, seja de direita ou de esquerda, podem trazer à democracia”, alertou o especialista.

Antônio Ribeiro Júnior é consultor jurídico, especialista em direito eleitoral, advogado na área de Direito Público, além de professor, autor de artigos jurídicos e sócio do escritório Herculano & Ribeiro Advocacia.

Por Antônio Ribeiro

Prefeitura de Afogados divulga programação do baile municipal.

A Prefeitura de Afogados da Ingazeira vai promover a décima quinta edição do baile municipal, o primeiro depois da pandemia. As atrações serão a talentosa orquestra Show de Frevo, a sambista Dinah Santos e a Banda Feras, que fez um sucesso estrondoso nos anos 90, e animou diversos carnavais em Afogados, inclusive no antigo ACAI.

Uma inovação desse ano é que o concurso de fantasias abrirá a festa, às 20h, antecipando às apresentações musicais. O 16o. Baile Municipal de Afogados da Ingazeira vai acontecer num sábado, 11 de Fevereiro, no espaço Rosa Barros, no Hotel Brotas. As mesas já podem ser adquiridas, no valor de R$ 200,00. A compra pode ser feita através do telefone (87) 9.9925-3999.

 

 

 

Secretário de Saúde leva experiências de Afogados para encontro de municípios Alagoanos

O presidente do Conselho de Secretarias Municipais de Saúde de Pernambuco (Cosems/PE), e Secretário de Saúde de Afogados da Ingazeira, Artur Amorim, vai marcar presença, nesta sexta-feira (20) no painel “Os Instrumentos de Gestão: Compromisso com o planejamento local”, dentro da programação do Congresso dos Municípios Alagoanos 2023. A palestra será apresentada de forma conjunta com o presidente do Cosems-AL, Rodrigo Buarque.

O encontro, promovido pela Associação dos Municípios Alagoanos (AMA), tem como tema central a “Eficiência e Transparência da Gestão Pública” e começou nesta quinta-feira (19), no Centro Cultural e Exposições Ruth Cardoso, em Maceió, reunindo gestores e técnicos municipais de saúde e demais servidores e profissionais de áreas afins.

A abertura do congresso contou com palestra ministrada pelo presidente do Tribunal de Contas da União (TCU), ministro Bruno Dantas. O evento está dividido em vários painéis, abordando as áreas de Saúde, Educação, Licitações Turismo, Meio Ambiente, Cultura, Assistência Social, Comunicação, Administração, Previdência e Lei de Proteção de Dados, entre outros temas. Ao todo, serão 18 horas de debates realizados em mais de 14 salas temáticas.

CBF define quatro nomes de treinadores para a Seleção Brasileira

A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) definiu quatro nomes como prioridade para o comando da Seleção Brasileira no próximo ciclo de Copa do Mundo: Carlo Ancelotti, José Mourinho, Zinedine Zidane e Luis Enrique. Apesar de não fechar portas para a chegada de um brasileiro, há uma preferência por um estrangeiro.

Na última terça-feira, Tite e sua comissão técnica assinaram a rescisão contratual. Coordenador da Seleção Brasileira, Juninho Paulista também deixou a entidade e a CBF busca um novo nome para substituir o dirigente que participou da campanha do pentacampeonato mundial com o Brasil, em 2002.

Em março, a Seleção Brasileira encara seus primeiros adversários desde o fim da Copa do Mundo do Qatar por conta da Data Fifa. A ideia da CBF é a de que um nome seja anunciado ainda em fevereiro, embora Carlo Ancelotti e José Mourinho estejam no meio da temporada no comando do Real Madrid e Roma, respectivamente.

Por outro lado, Zinedine Zidane e Luis Enrique estão livres no mercado e seriam opções mais “viáveis” neste momento. Ainda assim, não há nenhuma previsão de viagem do presidente Ednaldo Rodrigues para o exterior para dar início às negociações, embora seja ele quem irá comandar a contratação do novo treinador.

VEJA A SITUAÇÃO DE CARLO ANCELOTTI

Comandante do Real Madrid, o italiano tem contrato com o clube espanhol até junho de 2024. Contratado na última temporada, o treinador conduziu a equipe merengue ao título da Champions League e do Campeonato Espanhol, além de ter tido um papel chave na evolução do jogo de Vini Jr na Europa.

Apesar do interesse, Ancelotti já reafirmou seu compromisso com o Real Madrid quando foi questionado sobre as especulações com a Seleção Brasileira. No dia 29 de dezembro, o treinador afirmou que ainda não havia sido contactado por nenhum representante da equipe pentacampeã do mundo.

Historicamente, Carlo Ancelotti possui uma boa relação com jogadores brasileiros que vão além de Vini Jr. Antes de assumir o comando do Real Madrid, o italiano comandava o Everton e foi um dos principais responsáveis pela evolução de Richarlison. No Milan, o treinador trabalhou com Kaká no ano em que o brasileiro venceu o prêmio de melhor jogador do mundo.

VEJA A SITUAÇÃO DE JOSÉ MOURINHO​

Assim como Carlo Ancelotti, o Special One tem contrato com a Roma até junho de 2024, mas não se pronunciou sobre o interesse da Seleção Brasileira. O comandante é detentor de um currículo vasto, tendo sido campeão de todos os torneios da Uefa, como Champions League (2), Liga Europa e Conference League.

Além disso, Mourinho possui grande relação com jogadores brasileiros, como Willian, atualmente no Fulham. A dupla trabalhou por anos no Chelsea e o atacante reafirmou em diversas ocasiões que o português foi o melhor treinador com quem já trabalhou na carreira.

VEJA A SITUAÇÃO DE ZINEDINE ZIDANE

Como treinador, Zidane trabalhou apenas no Real Madrid em duas passagens diferentes. Entre 2016 e 2018, o comandante conquistou três títulos de Champions League de forma consecutiva, além de ter vencido duas vezes o Mundial de Clubes. Em março de 2019, o técnico retornou ao clube merengue e conquistou um Campeonato Espanhol e uma Supercopa da Espanha.

Nos últimos meses, Zidane optou por não assumir nenhuma equipe esperando uma chance para dirigir a França. No entanto, os Bleus optaram pela renovação de Didier Deschamps por mais um ciclo de Copa do Mundo após uma campanha convincente no Mundial do Qatar em que a equipe chegou na final, embora tenha sido derrotada para a Argentina nos pênaltis.

VEJA A SITUAÇÃO DE LUIS ENRIQUE

Assim como Zidane, Luis Enrique está sem emprego desde que deixou a Espanha após uma campanha decepcionante na última Copa do Mundo. Em seu trabalho com a Fúria, o comandante não conquistou nenhum título, tendo sido eliminado nas oitavas de final do Mundial e caído na semifinal da última Eurocopa.

Apesar das passagens por Roma e Celta de Vigo, o grande trabalho de destaque de Luis Enrique aconteceu no Barcelona. Entre 2014 e 2017, o treinador conquistou nove títulos, sendo uma Champions League e um Mundial de Clubes e foi eleito o melhor técnico do mundo em 2014/2015.

Do Lance

Bolsonarista preso por tentar explodir caminhão-tanque diz que recebeu bomba no acampamento do QG do Exército, em Brasília

O bolsonarista Alan Diego dos Santos Rodrigues, preso por tentar explodir um caminhão-tanque perto do Aeroporto de Brasília, confessou à Polícia Civil, nesta quinta-feira (19), que recebeu a bomba implantada no veículo no acampamento em frente ao Quartel-General do Exército. O caso ocorreu na véspera do Natal, e o suspeito se entregou aos investigadores na terça (17).

Ele também confessou ter colocado o objeto no caminhão pessoalmente, disse que estava acompanhado por Wellington Macedo de Souza – que está foragido – e que o responsável por dar o explosivo a ele foi George Washington, preso em flagrante no dia 24 de dezembro. O Fantástico mostrou que as investigações apontavam que Alan recebeu a bomba no QG do Exército.

Alan passou por interrogatório na sede do Departamento de Combate à Corrupção e ao Crime Organizado (DECOR). Ele será transferido para o Sistema Penitenciário do Distrito Federal e permanecerá à disposição do Poder Judiciário.

Por afogados FM

Bolsonaro diz que minuta de Torres é “APÓCIFRA”; veja o que significa

O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) declarou na última quinta-feira (19) que a minuta de golpe encontrada na casa de Anderson Torres é “apócrifa”.

Em um documento enviado ao Tribunal Superior Eleitoral, o ex-presidente afirmou que não haviam atos concretos de que ele tenha procedido para que “providências supostamente pretendidas pelo documento fossem materializadas”.

O QUE É “APÓCIFRA”?

Ao dizer que a minuta encontrada na casa de Anderson Torres é “apócrifa”, Bolsonaro quis dizer que o documento pode ser considerado falso, ou que não pertence a quem se atribui a autoria.

BOLSONARO PEDE AO TSE QUE NÃO CONSIDERE A MINUTA EM INVESTIGAÇÃO

Jair Bolsonaro (PL) pediu que o Tribunal Superior Eleitoral não seja utilizada na investigação que está em curso no órgão.

“A esse propósito, oportuno consignar que eventual decretação de Estado de Defesa, nos termos do art. 136 da Constituição Federal, demanda a oitiva prévia do Conselho da República e do Conselho de Defesa Nacional, que jamais foram instigados e tampouco se reuniram num tal desiderato”, diz o documento enviado por Bolsonaro.

O documento de Bolsonaro enviado ao TSE é assinado pelos mesmos advogados que atuaram na campanha eleitoral do ex-presidente.

Os advogados argumentam que a minuta nunca foi publicada, por isso não deve ser considerada.

BRAGA NETTO liderou reuniões para discutir GOLPE, diz jornal

“Além do mais, não há qualquer evidência ou notícia de que dele se tenha dado conhecimento a qualquer autoridade ou cidadão, e, pelo que se sabe a partir de coberturas jornalísticas, em fidedigna tese, pode muito bem ter sido deixado numa pilha de papéis indistintos e impertinentes destinados ao descarte ou à destruição na residência privada do Ex-Ministro de Estado da Justiça Anderson Torres”, diz o documento.

MINUTA DE GOLPE É ENCONTRADA NA CASA DE ANDERSON TORRES

Durante um mandado de busca e apreensão na casa do ex-ministro da Justiça, Anderson Torres, a Polícia Federal encontrou um documento para mudar o resultado da eleição presidencial.

A minuta pretendia decretar Estado de Defesa na sede do Tribunal Superior Eleitoral, em Brasília.

Anderson Torres foi preso assim que desembarcou em Brasília. O Ex-ministro de Bolsonaro passava férias em Orlando quando teve a prisão decretada.

Do Blog do Jamildo