Prefeitura de Afogados inaugurou rua pavimentada no bairro sobreira

O Prefeito Alessandro Palmeira inaugurou na última sexta (13) mais uma rua pavimentada em sua gestão, a terceira em menos de dez dias. Foi a Rua Antônio José de Souza, no bairro Sobreira, que recebeu 783 metros quadrados de pavimentação em paralelo, num investimento de R$ 90 mil. Além do pavimento, a Prefeitura construiu novas calçadas, com acessibilidade, instalou sinalização de trânsito e iluminação em LED.

Na ocasião, o Prefeito assinou ordem de serviço para início das obras de pavimentação do trecho inicial das ruas Antônio Medeiros Filho e Cirene de Lima Alves, que compreende a interligação da Igreja do São Brás à Rua Damião Alves, está já inaugurada pela atual gestão. Todas no bairro São Brás.

A pavimentação da rua Antônio José de Souza foi solicitada através de requerimento dos vereadores Sargento Argemiro, Erickson Torres e Douglas Eletricista, aprovado pelos demais vereadores.

A inauguração contou com as presenças do vice-prefeito Daniel Valadares, moradores da rua, representantes do conselho de moradores do Sobreira, secretários e gestores municipais e dos vereadores Sargento Argemiro, Raimundo Lima, Cícero Miguel, Douglas eletricista, César Tenório e Gal Mariano.

Novas inaugurações de ruas pavimentadas estão previstas para a próxima semana, dando continuidade à maratona de inaugurações anunciada pelo Prefeito Sandrinho Palmeira.

Em seis pontos, veja o que o ex-ministro Anderson Torres terá que explicar à PF

Anderson Torres, ex-ministro da Justiça de Jair Bolsonaro e ex-secretário de Segurança do Distrito Federal, foi preso ao desembarcar em Brasília neste sábado ao chegar dos Estados Unidos e se entregar à Polícia Federal. A sua prisão preventiva foi decretada na última terça-feira pelo Supremo Tribunal Federal (STF) no âmbito das investigações sobre os ataques às sedes dos três Poderes no domingo por terroristas bolsonaristas.

Em meio às manifestações que culminaram na depredação das sedes dos Três Poderes, Torres estava de férias com a família nos EUA, motivo pelo qual foi exonerado do posto de Secretário de Segurança do DF. Com a prisão, o ex-ministro de Bolsonaro terá que explicar pelo menos seis pontos à PF.

A “minuta do golpe”

Na última quinta-feira, a Polícia Federal divulgou que apreendeu na residência de Anderson Torres uma minuta de decreto presidencial que sugeria ao ex-presidente Jair Bolsonaro uma espécie de intervenção no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o que poderia abrir caminho para uma intervenção no resultado das eleições do ano passado. O documento vem sendo chamado de “minuta do golpe”.

O ex-ministro afirmou, via redes sociais, que o documento encontrado pela Polícia Federal em sua casa estava em uma pilha “para descarte”. Durante o mandado de busca e apreensão na casa de Torres, uma arma de fogo, notebook, mídias e pendrive também foram coletados e estão sob análise dos investigadores.

Omissão e conivência com atos terroristas

Ao decretar a prisão de Anderson Torres, o ministro do Supremo Tribunal Federal Alexandre de Moraes pediu para que a PF investigasse as suspeitas de omissão e conivência com os atos terroristas que ocorreram no último domingo.

‘”As omissões do Secretário de Segurança Pública e do Comandante Geral da Polícia Militar, detalhadamente narradas na representação da autoridade policial, verificadas, notadamente no que diz respeito à falta da devida preparação para os atos criminosos e terroristas anunciados, revelam a necessidade de garantia da ordem pública”, afirmou Moraes. O ministro disse ainda que Torres não planejou a segurança e ordem da capital ou do patrimônio público.

Sobre as acusações, Torres disse em comunicado: “Lamento profundamente que sejam levantadas hipóteses absurdas de qualquer tipo de conivência minha com as barbáries que assistimos. Estou certo de que esse execrável episódio será totalmente esclarecido, e seus responsáveis exemplarmente punidos”.

Mudanças na segurança do DF

Anderson Torres também é acusado de sabotar a segurança da capital federal, o que teria facilitado os atos terroristas. As investigações levam em conta as suspeitas de que Torres teria exonerado uma série de servidores responsáveis pelo comando da Secretaria de Segurança. A denúncia foi feita por Ricardo Capelli, nomeado interventor da segurança pública do DF.

— A secretaria estava acéfala no dia 8. Conversei com o chefe de gabinete do secretário anterior e ele me disse que, para a operação do dia 1º, eles viraram noites e noites dentro dessa sala fazendo planos, checando, indo, voltando. Qual foi o planejamento pro dia 8? O secretário sequer estava aqui e exonerou o comando da secretaria. Houve desmonte do comando da secretaria. O secretário viajou por acaso? Essas ações são coincidência? Não me parece — disse Capelli em entrevista ao GLOBO.

Para além de Torres, a Polícia investiga a mudança na segurança da capital. Na véspera da invasão e ataque ao Planalto, o Gabinete Institucional da Presidência (GSI) dispensou reforço no Batalhão da Guarda Presidencial. A determinação, feita por escrito, ocorreu cerca de 20 horas antes dos atos terroristas na sede da Presidência da República. O comando do Batalhão é feito pelo Ministério da Defesa e GSI.

A viagem para Orlando

Diante das suspeitas que pairam sobre o ex-secretário pesa o fato de Torres não estar a postos. Durante os atos terroristas, o ex-ministro de Bolsonaro alegou que estava de férias com a família em Orlando, nos Estados Unidos, desde sábado, 7.

Um despacho assinado pelo ex-presidente no dia 27 de dezembro colocou em xeque o argumento: as férias de Anderson Torres começariam no dia 9 de janeiro, um dia após as manifestações em Brasília.

Cem ônibus fretados

Enquanto secretário de segurança do Distrito Federal, Torres era responsável pela segurança da Praça dos Três Poderes. O ministro Flávio Dino (Justiça) ressalta que, às vésperas dos atos terroristas, cem ônibus fretados adentraram a capital “sem qualquer sem qualquer acompanhamento policial, mesmo sendo fato notório que praticariam atos violentos e antidemocráticos”.

Falhas enquanto secretário

Na decisão em que Moraes determinou a prisão de Torres, o ministro pontua todas as medidas que poderiam ter sido tomadas pelo então secretário durante os atos. Entre elas está o planejamento do emprego operacional dos órgãos que compõem o Sistema de Segurança Pública do Distrito Federal (PMDF, PCDF, CBMDF) e do Departamento de Trânsito do Distrito Federal, assim como integrar a ação das forças policiais, o que não teria sido devidamente cumprido. Para além de Torres, a conduta dos agentes que estavam a postos no último domingo também é investigada.

Da Agência o Globo

Grave acidente de moto na madrugada deste sábado (14) em Afogados da Ingazeira

Um grave acidente às 4hs da manhã deste sábado em Afogados da Ingazeira, mais precisamente em frente a Valério construções na Antônio José de Lemos.

Segundo relatos, o motoqueiro então embriagado , perdeu o controle e sofreu uma queda de sua moto, a vítima 29 anos, alcoolizado, TCE grave e trauma de face, trazido ao Hospital Regional Emilia Câmara e devido a gravidade foi transferido para Hospital da Restauração n capital pernambucana.

Por Afogadosfm

Vereador italiano quer retirar cidadania honorária de Bolsonaro

Após a repercussão internacional dos atos golpistas no Brasil, o partido de oposição na Câmara Municipal de Anguillara Veneta, cidade região norte da Itália, quer retirar a cidadania honorária concedida a Jair Bolsonaro em 2021 pela prefeita Alessandra Buoso.

Em entrevista ao O Antagonista, o vereador de oposição Antonio Spada, do partido Lista Civica, afirmou que já havia previsto há dois anos, quando a honraria foi concedida a Bolsonaro, que Anguillara acabaria no “centro de futuras polêmicas por essa escolha”.

“Por isso acreditamos que a retirada da cidadania honorária seria um ato de reparação. Reapresentaremos nosso pedido na próxima Câmara Municipal. Em nível regional, os partidos da oposição apoiam a nossa tese”, afirmou Spada.

O vereador italiano disse que a classe política de Anguillare vem acompanhando atentamente os ataques à democracia no Brasil e que parece clara a responsabilidade do ex-presidente brasileiro nos atos golpistas de 8 de janeiro.

“Estamos acompanhando atentamente a evolução da história no Brasil, para entender também como Bolsonaro está envolvido, cuja responsabilidade política para nós é clara, tendo incitado seus apoiadores nos últimos meses ao alimentar suspeitas sobre as eleições e não reconhecer a eleição do presidente Lula”, declarou o político.

Em artigo publicado em um jornal local, a prefeita Alessandra Buoso, filiada à Liga, partido da extrema-direita da Itália, condenou a violência dos ataques golpistas de Brasília, mas minimizou as responsabilidades de Bolsonaro, assim como de alguns representantes da agremiação política. Em dezembro de 2021, Buoso foi condecorada com a Ordem Nacional do Cruzeiro do Sul, que homenageia personalidades estrangeiras, pelo próprio Jair Bolsonaro.

“Infelizmente, quem concedeu a cidadania honorária há dois anos, por questões de imagem e ‘amizade’, não admite ter cometido um grave erro de avaliação. Pelo menos é isso que transparece no comportamento da prefeita. Ela tenta negar que tenha se arrependido aos jornalistas”, disse.

A cidadania honorária foi concedida em 2021 a Bolsonaro pela prefeita de Anguillara Veneta, Alessandra Buoso, com o argumento de que um bisavô do presidente nasceu na cidade italiana de cerca de 4 mil habitantes.

À época, a concessão do título de cidadão honorário gerou protestos promovidos por diversos grupos, incluindo o Partido Democrático, o Partido da Refundação Comunista e ONGs. Os participantes do protesto picharam a fachada da prefeitura da cidade com a frase “Fora Bolsonaro” e jogaram tinta no local.

Por Magno Martins

Anderson Torres está preso no Batalhão do Guará

O ex-ministro da Justiça e ex-secretário de Segurança Pública do Distrito Federal, Anderson Torres, está preso no 4º Batalhão de Polícia Militar, no Guará, região distante aproximadamente 15 quilômetros do centro de Brasília.

Torres chegou ao Brasil pelo Aeroporto Internacional de Brasília, por volta das 7h20 deste sábado (14.jan). O ex-ministro foi então levado para a PF (Polícia Federal) e a prisão foi realizada. O Poder360 apurou que a ida de Torres para o 4º Batalhão da PM no Guará foi um pedido da defesa do ex-ministro.

Inicialmente, a informação foi que Torres havia sido levado para a Papuda, mas segundo Basília Rodrigues, da CNN Brasil, agentes da PF que cumpriram a ordem de prisão relataram que, ao mesmo tempo em que o comboio ia à Papuda, carros da PF levaram o ex-ministro para o Batalhão da PM no Guará. A estratégia foi utilizada para dispersar a imprensa e garantir maior discrição à prisão de Torres, segundo a analista.

A expectativa é que Torres preste depoimento ainda neste sábado (14), mas antes se reúne com sua equipe de advogados.

Por Magno Martins

Afogareta movimenta Afogados da Ingazeira neste fim de semana

Afogados da Ingazeira, no Sertão do Pajeú, já vivencia o clima de Carnaval, que volta a ser realizado em 2023 após dois anos de hiato por conta da pandemia. Neste fim de semana ocorre a prévia da folia com a ‘Afogarêta’, micareta organizada pelo Bloco Arerê.

A festividade acontece nesta sexta, 13, sábado, 14, e domingo, 15, animada por Matheus Fernandes, Psirico e Lincoln Sena. Os três vão arrastar foliões no trio elétrico Fire pelo Centro da cidade. Fernandes se apresenta hoje, Psirico amanhã e Lincoln no domingo.

O evento é aberto a toda a população, mas quem quiser ter acesso às áreas restritas precisa adquirir abadá por R$ 180 (pista) ou R$ 300 (camarote).

Por Afogados FM

Anderson Torres afirma que documento achado pela PF em sua casa ‘foi vazado fora de contexto

O ex-ministro da Justiça Anderson Torres afirmou, hoje, em rede social que um documento encontrado pela Polícia Federal em sua casa “foi vazado fora de contexto”.

Segundo o jornal “Folha de S.Paulo”, a Polícia Federal encontrou na casa de Torres uma minuta de um decreto para instaurar estado de defesa no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e mudar o resultado das eleições de 2022. Torres disse que:

“No cargo de Ministro da Justiça, nos deparamos com audiências, sugestões e propostas dos mais diversos tipos. Cabe a quem ocupa tal posição, o discernimento de entender o que efetivamente contribui para o Brasil.

Havia em minha casa uma pilha de documentos para descarte, onde muito provavelmente o material descrito na reportagem foi encontrado.

Tudo seria levado para ser triturado oportunamente no MJSP. O citado documento foi apanhado quando eu não estava lá e vazado fora de contexto, ajudando a alimentar narrativas falaciosas contra mim”.

A medida pode ser considerada inconstitucional. Segundo especialista, o “propósito” do decreto “seria interferir no Tribunal Superior Eleitoral para Bolsonaro se autodeclarar vencedor das eleições”.

Por Magno Martins

Núcleo mais próximo de Bolsonaro já teme depoimento comprometedor de Anderson Torres

Aliados próximos do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) já não escondem mais o temor com um depoimento comprometedor do ex-ministro da Justiça Anderson Torres e até mesmo com um cenário de delação premiada. As informações são do Blog do Camarotti.

A avaliação é que, depois da ordem de prisão de Torres por omissão em conter os atos golpistas de domingo (8) e a revelação de uma minuta de um golpe, a situação do ex-ministro de Jair Bolsonaro (PL) ficou extremamente delicada.

“A existência da minuta indica que Bolsonaro pensou no assunto. E Anderson Torres terá que responder quem escreveu a minuta. Bolsonaro teve participação? O incômodo no partido é muito forte, porque o PL não quer confusão. O PL é da política”, disse um influente integrante do PL.

Nesse cenário, interlocutores do ex-presidente avaliaram que não há segurança sobre um silêncio prolongado de Anderson Torres. Há o reconhecimento de que a situação de Torres piorou muito depois que a Polícia Federal encontrou na residência do ex-ministro uma minuta de decreto para o então presidente Jair Bolsonaro instaurar estado de defesa na sede do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

O objetivo, segundo o texto, era reverter o resultado da eleição, em que o presidente Lula venceu. Esse decreto seria inconstitucional. Esses mesmos aliados de Bolsonaro consideraram fraca a explicação de Torres de que que o documento foi vazado fora de contexto e que seria triturado.

Por Magno Martins

Governo de Pernambuco anuncia a volta das duplas de policiais a pé pelas ruas.

A presença de policiais militares pelas ruas, tão cobrada pela população pernambucana, voltará a ser observada a partir desta quinta-feira (12). É o que promete a Operação Pernambuco Seguro, que foi anunciada pelos comandantes das forças de segurança do Estado.

A partir de agora, 1,1 mil PMs a mais estão nas ruas, sendo 500 na Região Metropolitana do Recife e 600 nos municípios do interior. Esse aumento será possível porque o efetivo fará mais plantões extras, em dias de folga.

“O foco principal é a polícia mais perto do cidadão. Os policiais serão lançados em duplas a pé nos principais corredores e avenidas da Região Metropolitana do Recife, como também no interior do Estado. Haverá também viaturas em corredores de maior movimento, viaturas paradas em algumas esquinas e também perto de comércios”, afirmou o comandante geral da Polícia Militar de Pernambuco, coronel Tibério César dos Santos.

Nos últimos dias, pessoas que vivem perto do Parque da Jaqueira, na Zona Norte do Recife, denunciaram os constantes assaltos, que estariam sendo praticados por dois homens em uma moto. Nesta quinta-feira (12), a polícia informou que eles foram identificados e presos.

O comandante geral da PM afirmou que parques e praças também receberão o reforço na Operação Pernambuco Seguro, que não tem prazo para acabar.

Por Jailton Ramos

 

Deputados dos EUA pressionam Biden a expulsar Bolsonaro

Cresce a pressão nos Estados Unidos para que o presidente do país, Joe Biden, force Jair Bolsonaro a deixar o território americano, na esteira dos ataques perpetrados por apoiadores extremistas do ex-presidente na Praça dos Três Poderes, em Brasília, em 8 de janeiro.

Um grupo de 46 congressistas do Partido Democrata enviou uma carta a Biden pedindo que ele revogue o visto diplomático ou qualquer permissão que Bolsonaro tenha para permanecer nos EUA.

No documento, os parlamentares também exigem que o governo “investigue qualquer ação tomada em solo americano para ajudar a insurreição” ocorrida em Brasília, seja apoiando, coordenando ou financiando os atos golpistas e violentos.

“Não devemos permitir que Bolsonaro ou qualquer outro ex-funcionário do governo brasileiro se refugie nos Estados Unidos para escapar da justiça por crimes que possam ter cometido durante seu mandato, e devemos cooperar plenamente com qualquer investigação do governo brasileiro sobre suas ações, se solicitado”, escreveram os congressistas na carta.

Visto de autoridade

O ex-presidente de extrema direita está na Flórida desde o fim de dezembro, quando abandonou a Presidência da República dois dias antes da posse de Luiz Inácio Lula da Silva.

Na carta, os democratas observam que Bolsonaro entrou nos EUA ainda como chefe de Estado brasileiro, portando então um visto A-1, concedido a diplomatas ou funcionários de governos.

“Como ele não é mais o presidente do Brasil, nem está servindo atualmente como funcionário do governo brasileiro, solicitamos que se reavalie o status dele no país para determinar se existe uma base legal para sua estada e se revogue qualquer visto diplomático que possa ter”, afirmam.

O governo americano ainda não se manifestou sobre o status legal que Bolsonaro mantém nos Estados Unidos.

Contudo, o porta-voz do Departamento de Estado americano, Ned Price, afirmou na segunda-feira que estrangeiros que entram nos EUA com um visto A-1 têm 30 dias para deixar o país se não fizerem mais parte de um governo.

“Ameaça às instituições democráticas”

Na carta, os congressistas também dizem que Bolsonaro, durante seu governo, ameaçou as instituições democráticas e que suas ações incitaram apoiadores radicais a cometerem atos de violência.

“Sua disseminação de desinformação, sua recusa em pedir a seus apoiadores que aceitassem os resultados das eleições e seus apelos ativos para se mobilizar contra as instituições democráticas incitaram milhares de manifestantes a invadirem prédios do governo e se envolverem em atos violentos”, afirma o texto.

Após os ataques golpistas de 8 de janeiro, Biden conversou por telefone com o presidente Lula e expressou “o apoio inabalável dos Estados Unidos à democracia no Brasil”.

A condenação entre congressistas americanos também foi rápida, bem como o apoio à expulsão de Bolsonaro do país. Ainda no dia 8, o deputado democrata Joaquín Castro, do Texas, pediu a extradição do ex-presidente brasileiro.

“Ele é um homem perigoso. Deveriam mandá-lo de volta para seu país natal, o Brasil”, disse o deputado. “Apoio o presidente Lula e o governo democraticamente eleito no país”, completou o democrata, que também relacionou a invasão em Brasília com o ataque ao Capitólio americano em 2021. “Terroristas domésticos e fascistas não podem usar a cartilha de Trump para minar a democracia.”

A deputada democrata Alexandria Ocasio-Cortez, de Nova York, também relacionou os eventos em Brasília com o Capitólio: “Vemos fascistas tentando fazer o mesmo no Brasil.” Na mesma mensagem, ela manifestou solidariedade a Lula e apoiou o fim do “refúgio” de Bolsonaro nos EUA.

Do DW