A suspeita foi levada para a Delegacia Seccional de Limoeiro, onde o caso foi registrado como tentativa de homicídio, tortura e cárcere privado (Foto: Reprodução/Google Street View)
O crime aconteceu na zona rural de Limoeiro, no Agreste de Pernambuco.
Uma mulher grávida identificada como Maria Natália de Oliveira, de 28 anos, foi esfaqueada no pescoço e agredida com marteladas na cabeça por uma amiga que queria ficar com o bebê dela. O caso aconteceu nesta terça-feira (12) na cidade de Limoeiro, no Agreste de Pernambuco.
A suspeita de ter cometido a agressão tem 24 anos e não teve a identidade revelada, mas de acordo com as investigações da Polícia Civil, ela teria convidado a vítima para a casa dela, onde o crime aconteceu. Ao chegar na residência, Natália foi mantida em cárcere privado e chegou a ser esfaqueada e agredida com marteladas.
O objetivo da agressora era acelerar o parto da amiga para que ela ficasse com o bebê. Na ação criminosa, a suspeita teria pressionado a barriga da grávida para provocar o parto. A vítima foi socorrida por policiais militares após uma denúncia. Ela foi encontrada ensanguentada.
A suspeita foi levada para a Delegacia Seccional de Limoeiro, onde o caso foi registrado como tentativa de homicídio, tortura e cárcere privado. Ela foi encaminhada para a audiência de custódia.
Já a vítima foi conduzida pela equipe da Polícia Militar ao hospital do município e posteriormente encaminhada ao Hospital Agamenon Magalhães, no Recife. Posteriormente, ela foi transferida para o Hospital da Restauração, onde recebeu alta. O bebê está bem e não há necessidade de parto de emergência.
A situação foi denunciada pela mãe da estudante, que postou o vídeo do acontecimento essa semana nas redes sociais (Foto: Reprodução/Instagram)
O caso repercutiu nesta quinta-feira (31), após a mãe da aluna publicar o flagra nas redes sociais.
Uma diretora foi afastada temporariamente da escola onde atuava após ser flagrada tratando mal uma criança com Transtorno do Espectro Autista (TEA). O caso aconteceu na Escola Municipal de Educação Infantil (EMEI) Edite Leite do Amaral, no município de Tabira, e ganhou repercussão nesta quinta-feira (31).
A situação foi denunciada pela mãe da estudante, que postou o vídeo do acontecimento essa semana nas redes sociais. Na gravação, é possível ver quando a diretora segura a menina pelos dois braços e a coloca na carteira escolar.
Posteriormente, a diretora fala de forma ríspida com a aluna, que fica assustada e chora. A cena foi vista pela mãe da criança, que estava do lado de fora da sala observando por uma janela. Após isso, ela entrou na sala e discutiu com a diretora.
Por meio de nota, a Secretaria de Educação de Tabira informou que “a professora Joseane Barbosa Siqueira Ferreira, foi temporariamente afastada de suas funções para garantir a imparcialidade na apuração dos fatos”.
Segundo a pasta, as professoras responsáveis pela classe da estudante que teria sido maltratada foram convocadas para uma reunião. A Secretaria destacou que vai entrar em contato com a mãe da criança envolvida, para que todas as informações sobre o ocorrido possam ser detalhadamente conhecidas.
A criança é atendida no Centro de Atendimento Educacional Especializado (CAEE), de acordo com a pasta, que pretende buscar informações para elucidar o caso.
“A Secretaria de Educação de Tabira reitera sua posição contra qualquer ato de violência dentro das escolas da Rede Municipal de Ensino e reafirma seu compromisso com o atendimento à comunidade escolar, com dedicação, zelo e seriedade. A fim de assegurar o respeito e bem-estar de alunos e professores, torna-se indispensável a apuração cuidadosa dos fatos”, complementa a nota.
As agressões teriam ocorrido após Marivan ter denunciado um suposto caso de nepotismo na Prefeitura de Gravatá (Foto: Reprodução/Instagram)
Agressões ocorreram na última sexta-feira (25) e foram feitas à Marivan Melo, de 52 anos.
A Polícia Civil de Pernambuco (PCPE) investiga uma agressão que teria sido cometidaa pela sogra do prefeito de Gravatá, no Agreste, contra o radialista e blogueiro Marivan Melo, de 52 anos. O caso teria ocorrido por volta das 15h da última sexta-feira (25) e registrado em vídeos pela vítima. No registro, Mauricélia Facundes, sogra do prefeito Padre Joselito (Avante), aparece agredindo o blogueiro.
As agressões teriam ocorrido após Marivan ter denunciado um suposto caso de nepotismo na Prefeitura de Gravatá envolvendo a primeira-dama Viviane Facundes, que é secretária de Obras e Serviços Públicos na cidade.
A sogra do prefeito agrediu Marivan quando ele estava estacionando o carro em frente à própria casa, informação que foi contrariada pela defesa de Mauricélia. De acordo com relato do blogueiro à reportagem, ele foi atingido nas costas e no braço com uma barra de ferro. Assustado, Marivan ficou por trás do próprio carro para se proteger e começou a gravar os atos de violência.
“O que me surpreendeu, e por isso digo que a coisa foi premeditada, foi que ela estava com uma barra de ferro na mão e com uma corrente enrolada no ferro e na mão para que o ferro não se soltasse. E ela dizia: ‘eu vou te matar’”, relata Marivan Melo ao Diario de Pernambuco
Após isso, o blogueiro teria sido atingido pelo carro da irmã da primeira-dama, Michelle Facundes, que chegou no local pouco tempo depois das primeiras agressões. O radialista tentou se proteger dentro de um mercadinho, mas antes foi atingido no rosto. Ele teve os óculos quebrados e sofreu ferimentos.
“Eu desmaiei e acordei com várias pancadas na cabeça. Consegui despertar e segurei no cano de ferro, abri o portão, entrei e elas começaram a bater nas minhas costas”, conta Marivan.
Ao entrar no estabelecimento, Marivan registrou o momento em que foi ameaçado pela irmã da primeira-dama de Gravatá. “Saia para você apanhar de novo”, diz Michelle Facundes no vídeo publicado nas redes sociais do blogueiro.
Após as agressões, a Polícia Militar foi acionada por Marivan, que fez um exame de corpo delito no Instituto de Medicina Legal (IML). Segundo ele, as agressoras ainda não foram localizadas e nem penalizadas pelas autoridades. Ao Diario, o blogueiro destacou que pretende sair da cidade, uma vez que não se sente seguro.
Segundo Marivan, as agressões foram motivadas após uma denúncia feita nas redes sociais dele sobre recomendação dada pelo Ministério Público de Pernambuco (MPPE) à Prefeitura de Gravatá para o afastamento da primeira-dama, Viviane Facundes, do cargo de secretária.
A recomendação foi emitida no dia 22 de outubro, quando o º Promotor de Justiça do município, Adriano Camargo Vieira, deu 10 dias para que a gestão municipal executasse a exoneração de Viviane, “abstendo-se de nomeá-la para outro cargo ou função pública para o(a) qual não possua qualificação técnica e experiência para o exercício do referido cargo e/ou função, sob pena de adoção das medidas judiciais cabíveis pelo Ministério Público de Pernambuco, com a finalidade de cessar ato lesivo à Administração Pública e ao erário”.
Medida protetiva
A Justiça concedeu à primeira-dama de Gravatá uma medida protetiva contra Marivan Melo, que deve ficar a uma distância mínima de 200 metros dela e dos familiares. A solicitação foi movida por Viviane Facundes, que estaria recebendo ameaças do blogueiro.
O que diz a defesa
O Diario de Pernambuco entrou em contato com a defesa de Mauricelia Facundes e Michelle Facundes, que informou que Marivan pratica acusações sem prova e é uma “usina de fake news”.
Segundo a defesa, a agressão ao radialista aconteceu quando Mauricelia estava organizando objetos descartáveis no quintal de casa. Ela soube que Marivan estava em frente à residência dela e saiu com o pedaço de ferro na mão. Posteriormente, a irmã da primeira-dama chegou para ajudar a mãe.
“Ao tomar conhecimento dessas alegações e já exaurida pela perseguição constante, Mauricelia Facundes, mãe da primeira-dama e de Michelle, ao perceber que Marivan estava em frente à sua residência em atitude provocativa e, mais uma vez, desrespeitando a ordem cautelar, reagiu aos ataques contra sua família”, destaca a nota.
“A defesa acredita firmemente que a Justiça saberá dar uma resposta efetiva e exemplar contra as práticas reiteradas de Marivan Melo, protegendo as vítimas de seus ataques e garantindo o cumprimento das normas”, finaliza a defesa.
Vídeo da abordagem da mãe acusada de espancar a filha na sexta-feira (26) – Reprodução/Redes sociais
O fato ocorreu na sexta-feira (26), em Vitória de Santo Antão.
Fabíola Aniely, a policial militar que aparece em um vídeo dando um tapa no rosto de uma mulher acusada de espancar a própria filha de 11 anos, na sexta-feira (26), em Vitória de Santo Antão, na Mata Sul de Pernambuco, se posicionou sobre a ação.
Em um vídeo divulgado através de uma página de conteúdos do município, Fabíola afirma que errou ao fazer tal ato.
“Se for punida, eu vou cumprir. Eu vou cumprir porque estamos sujeitos à falha. Eu falhei, porém, atrás de uma farda, existem seres humanos. Enquanto o serviço de segurança pública for efetuado por pessoas e não for substituído por máquinas, robôs ou algo parecido, vai haver falhas, e, por trás de uma farda, existem pessoas, homem, mulher e mãe”, diz a PM no vídeo.
A policial também destacou na mídia que a sua principal preocupação é a saúde da criança.
“Hoje minha maior preocupação não é o engajamento, não é a quantidade de xingamento que eu estou recebendo, não é se eu vou ser punida ou não. A minha principal preocupação é a saúde da criança, como é que ela está, porque ela sofreu agressões físicas e principalmente psicológicas”, declarou.
Entenda o caso
A mãe da criança agredida, tem 27 anos e foi presa em flagrante por lesão corporal por violência doméstica/familiar.
A acusada foi ao Hospital João Murilo de Oliveira, na sexta-feira (26), com a filha de 11 anos com marcas de espancamento pelo corpo. Uma pessoa não identificada avisou a polícia sobre o estado da criança.
Ao chegar no local e perceber o estado da menina, a policial Fabíola Aniely, mandou a mulher soltar o braço da criança, deu um tapa no rosto dela e a prendeu em flagrante.
Por: JC.
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