
Os casos aconteceram em Petrolina com clientes mulheres.

Os casos aconteceram em Petrolina com clientes mulheres.

Rina já está afastado de suas atividades como pastor após denúncias de importunação sexual contra uma ex-funcionária.
O fundador e líder da Igreja Bola de Neve, Rinaldo Luiz de Seixas Pereira, conhecido como apóstolo Rina, foi acusado pelo enteado de cometer uma série de abusos contra ele e a mãe, a também pastora Denise Seixas. Rina já está afastado de suas atividades como pastor após denúncias de importunação sexual contra uma ex-funcionária.
Nathan Gouvêa contou, em entrevista ao Portal Uol, que tinha 6 anos quando a mãe se casou com Rina. “Me chamava para jogar videogame. Uma vez, coloquei um CD úmido e o jogo não rodava. Para cada vez que eu tentava fazer o jogo funcionar e não dava certo, ele me dava um chute na cabeça”, declarou ao portal.
“Não enxergava algumas coisas que ele já fazia comigo como ruins, mas, na verdade, como uma coisa que um pai deve fazer. Tinha 7 anos, estávamos eu e um amigo na casa de praia dançando aquela música Olha a onda. Ele viu e ficou extremamente irritado, me bateu e deixou, eu e meu amigo, pelados numa sacada. Dava para todo mundo ver. Ficamos assim por horas”, contou.
“Eu só via os abusos psicológicos. Eu não via o que estava debaixo do meu nariz. Éramos dois serviçais em casa, eu e minha mãe. Ele jamais se levantava do sofá para fazer qualquer coisa, começava a gritar quando queria algo e ficavam os dois apavorados. Agressão verbal e tratamento desmedido eram frequentes. Nunca vi ele agredindo (fisicamente) a minha mãe, mas via uns roxos meio estranhos no braço dela”, relatou.
Em nota enviada ao Correio, a assessoria do pastor nega as acusações. “O apóstolo Rinaldo Seixas nega categoricamente as falsas afirmações apontadas pelo enteado e confiança de que todas as denúncias se mostrarão infundadas após as investigações e apreciação pelo Ministério Público e Poder Judiciário.”
Confira as informações no Correio Braziliense.

Uma denúncia enviada à Polícia Militar continha vídeos dos atos criminosos do idoso.

Investigação apontou que modelos eram submetidas a ensaios fotográficos seminuas, em poses eróticas ou com toques mútuos em partes íntimas.
O dono de uma agência de modelos, sediada no Recife, teve a condenação mantida pelos crimes de reduzir alguém à condição análoga à de escravizado, atentado violento ao pudor e estupro. A decisão, do Tribunal Regional Federal da 5ª Região (TRF5), foi divulgada nesta terça-feira (23).
A Quinta Turma do TRF5 negou provimento ao recurso de apelação do réu, cujo nome não foi divulgado. A defesa alegou não haver prova suficiente da autoria dos crimes. Pediu ainda reforma da dosimetria da pena, argumentando que as circunstâncias judiciais previstas no Código Penal deveriam ser consideradas favoráveis ao acusado, com a fixação da pena-base no mínimo legal.
O caso ocorreu em 2004 e a agência não atua mais no mercado. De acordo com a relatora do processo, desembargadora federal Cibele Benevides, foram inúmeros os testemunhos de abusos sexuais praticados pelo apelante, de forma rotineira, no interior da agência de modelos.
Além disso, haveria evidências de que várias vítimas foram submetidas a “testes”, nos quais eram constrangidas a se despir e realizar atos de cunho sexual.
Segundo os autos, ficou demonstrado que o dono da agência submeteu modelos à realização de ensaios, com determinação de que fossem fotografadas seminuas, em poses eróticas ou com toques mútuos em partes íntimas.
Há, ainda, provas de que, no interior da agência, eram exibidos vídeos com conteúdo pornográfico às jovens, que, muitas vezes, eram acomodadas na mesma cama que o réu.
“Ele se valia desses momentos para igualmente satisfazer sua lascívia, com toques nas partes íntimas das vítimas. Resta evidente, ademais, que o apelante buscava naturalizar tais práticas, ao argumento de consistirem em parte da preparação para a carreira de modelo almejada pelas vítimas”, afirmou Cibele Benevides.
Com relação ao pedido de reforma da pena, a magistrada afirmou que não se verificou justificativa para que a pena-base merecesse ser corrigida. A assessoria do TRF5 informou que o caso corre em segredo de justiça e que não divulgaria a pena aplicada ao réu.
Em 2004, o Ministério Público de Pernambuco (MPPE) tomou conhecimento de indícios de que a agência de modelos estaria sendo utilizada para a prática das condutas criminosas. Policiais encontraram, no endereço, dois adolescentes em situação de risco. Ao tomarem conhecimento da prisão do acusado, novas vítimas procuraram a polícia para relatar outros abusos.
A primeira denúncia do MPPE não foi acolhida pela Justiça estadual. O caso se arrastou por anos, até chegar à Justiça Federal, em 2019. O Ministério Público Federal (MPF) ratificou a denúncia ofertada pelo MPPE.

O homem que foi filmado agarrando e beijando a influenciadora Mycaela Parreira, de 26 anos, enquanto ela gravava um vídeo publicitário, pode responder pelo crime de importunação sexual. O crime é punível com pena de 1 a 5 anos de reclusão.
De acordo com a Polícia Civil de Goiás, o suspeito já tem uma passagem por homicídio.
O caso aconteceu no último sábado (24/2), em Quirinópolis, no sudoeste goiano, enquanto a influencer produzia o conteúdo em uma rua movimentada, em frente a um estabelecimento comercial, quando foi agarrada por um homem desconhecido.
Confira a reportagem completa no Metrópoles.