Dia do Irmão: por que a data é celebrada em 5 de setembro?

O Dia do Irmão foi lançado pela Igreja Católica para homenagear a Madre Teresa de Calcutá/Foto: Freepik
O Dia do Irmão foi lançado pela Igreja Católica para homenagear a Madre Teresa de Calcutá (Foto: Freepik)

Nesta sexta-feira (5) é comemorado no Brasil o Dia do Irmão

Nesta sexta-feira, 5, é comemorado no Brasil o Dia do Irmão. A celebração foi lançada pela Igreja Católica para homenagear a Madre Teresa de Calcutá, freira que morreu em 5 de setembro de 1997.

A data é celebrada desde o aniversário de dez anos da morte da missionária, em 2007, e começou devido ao uso do termo “irmão” no sentido de “próximo”, no sentido religioso. Com o tempo, passou a ser celebrada a irmandade no sentido familiar e consanguíneo.

Não há um registro que oficialize a data no País – o Dia do Irmão não é uma data inserida em nenhum calendário oficial da esfera pública. Mas foi adotada, principalmente pelos católicos, para homenagear os irmãos.

Em outros países, a celebração acontece em datas diferentes. Nos Estados Unidos, o Dia do Irmão é comemorado em 10 de abril. Na Europa é celebrado em 31 de maio – Portugal é um dos países europeus onde a comemoração se tornou mais comum. Na Índia, é comemorado em agosto, em dia variável.

Estadão Conteúdo

CPMI do INSS já supera CPI da Pandemia em número de requerimentos

CPMI (Comissão Parlamentar Mista de Inquérito) do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social), em poucos dias, superou o número de requerimentos protocolados na comissão parlamentar que investigou a condução do governo federal na pandemia de Covid-19 em 2021.

O colegiado que apura o esquema de fraudes a aposentadoria e pensões registrava 1.578 requerimentos protocolados até a noite dessa quinta-feira (4). Por outro lado, em todo o período em que funcionou (de abril a outubro de 2021), a CPI da Pandemia recebeu 1.577 requerimentos.

Levantamento da CNN constatou que 572 requerimentos são de autoria de parlamentares do PL (Partido Liberal). O PT (Partido dos Trabalhadores) figura na sequência, com 368, e o Novo aparece na sequência, com 151 requerimentos protocolados.

Por meio de requerimentos que são deliberados em colegiado, a CPMI pode convocar testemunhas, requisitar informações a órgãos e requerer a quebra de sigilo bancário de investigados. Até o momento, a CPMI do INSS já apreciou 341 desses documentos. Outros 34 estão prejudicados ou foram retirados e seis invalidados.

A CPMI é composta por 15 deputados e 15 senadores titulares e igual número de suplentes. O colegiado investiga o esquema de descontos ilegais na folha de pagamentos de aposentados e pensionistas revelado em abril após operação da PF (Polícia Federal) e CGU (Controladoria-Geral da União).

No total, as entidades teriam cobrado de aposentados e pensionistas um valor estimado de R$ 6,3 bilhões, entre os anos de 2019 e 2024.

Lula lança novo vale-gás para mais de 15 milhões de famílias

Presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, durante encontro dos Presidentes dos Estados Partes do Tratado de Cooperação Amazônica com a Sociedade Civil e Comunidades Indígenas. Plaza de Armas – Bogotá (Colômbia)
Foto: Ricardo Stuckert / PR/Ricardo Stuckert / PR
Presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, durante encontro dos Presidentes dos Estados Partes do Tratado de Cooperação Amazônica com a Sociedade Civil e Comunidades Indígenas. Plaza de Armas – Bogotá (Colômbia) Foto: Ricardo Stuckert / PR (Ricardo Stuckert / PR)

Lançamento acontecerá nesta quinta-feira (4), em Belo Horizonte; governo Lula marca início do vale-gás para novembro

O novo vale gás será lançado nesta quinta-feira (4) pelo presidente Lula e vai beneficiar mais de 15 milhões de famílias.

A cerimônia vai acontecer no Aglomerado da Serra, em Belo Horizonte, em Minas Gerais.

O novo programa Gás do Povo vai fornecer botijões de gás de cozinha gratuitos para 60 milhões de pessoas.

O benefício é destinado a quem está inscrito no CadÚnico e tem renda de até meio salário mínimo, que equivale a R$ 759.

Em participação ao programa A Voz do Brasil, o ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, explicou que a distribuição dos botijões começa em novembro, em cerca de 60 mil postos de revenda em todo o Brasil.

O ministro ressaltou a importância do programa para a economia e a saúde das famílias.

O Gás do Povo substitui o atual Auxílio Gás. A expectativa do governo é atender 60 milhões de pessoas até março de 2026.

Agência Brasil

William Bonner deixará a bancada do Jornal Nacional

(Foto: Divulgação, Globo)

Durante o Jornal Nacional desta segunda-feira (1º), William Bonner contou, ao vivo, que decidiu deixar a bancada do telejornal há cinco anos, quando percebeu que havia momentos com os filhos e a família que não conseguia viver devido à rotina intensa. Desde então, segundo ele, a emissora vinha preparando os sucessores para a transição.

Bonner acumulava a função de editor-chefe há 26 anos, função que passará para a atual editora-chefe adjunta, Cristiana Souza Cruz. Com as mudanças, Tralli sai do Jornal Hoje e dá lugar a Roberto Kovalich. Já no Hora Hum, Tiago Scheuer, assume.

De acordo com Globo, a emissora e o jornalista tentavam as trocas de função há cinco anos. “Bonner teria manifestado o desejo de abrir mão de funções executivas e da atuação no jornalismo diário para ter mais tempo para sua família e atividades pessoais”, informou a emissora.

Diário do Nordeste

Julgamento de Bolsonaro ao vivo: assista transmissão

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Julgamento de Bolsonaro ao vivo: veja transmissão (Foto: Fellipe Sampaio/STF)

O julgamento de Bolsonaro e seus sete aliados começa nesta terça-feira (2)

O Supremo Tribunal Federal (STF) começa, nesta terça-feira (2), o julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro eseus sete aliados, réus do núcleo 1 da trama golpista. Veja a transmissão do julgamento de Bolsonaro ao vivo. A primeira sessão está prevista para começar às 9h00 (horário de Brasília).

Que horas é o julgamento de Bolsonaro? Veja datas e os horários das sessões no STF

  • 2 de setembro – 9h e 14h;
  • 3 de setembro – 9h;
  • 9 de setembro – 9h e 14h;
  • 10 de setembro –9h;
  • 12 de setembro – 9h e 14h.

Assista ao julgamento de Bolsonaro ao vivo

Diario de Pernambuco

Mauro Cid decide não comparecer a julgamento no STF; entenda

MAURO CID/Lula Marques/ Agência Brasil
MAURO CID (Lula Marques/ Agência Brasil)

O tenente-coronel Mauro Cid atuou como ajudante de ordens de Jair Bolsonaro

O tenente-coronel Mauro Cid, que atuou como ajudante de ordens de Jair Bolsonaro, optou por não estar presente no julgamento que será conduzido pela Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) no inquérito do golpe.

De acordo com a coluna Igor Gadelha, do portal Metrópoles, a decisão segue orientação de sua defesa, que avalia não haver benefício na participação direta do militar nas sessões. Cid permanecerá em sua casa, na Vila Militar, em Brasília, enquanto os advogados o representarão no Supremo.

O processo começa nesta terça-feira (2/9) e deve se estender até 12 de setembro, abrangendo também Bolsonaro e outros acusados ligados ao núcleo inicial da investigação.

Embora todos os réus possam acompanhar o julgamento no plenário, a presença do ex-presidente depende de autorização do STF, já que ele cumpre prisão domiciliar.

Diario de Pernambuco

Alexandre de Moraes autoriza polícia a ficar dentro do terreno da casa de Bolsonaro

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O ministro Alexandre de Moraes autorizou, neste sábado, que policiais das forças de segurança do Distrito Federal fiquem de vigia dentro do terreno da casa de Jair Bolsonaro. Moraes também autorizou a realização de vistorias em todos os carros que saírem da casa do ex-presidente. O reforço na segurança tem o objetivo de evitar que o ex-presidente, preso em prisão domiciliar, fuja do local.

Ao tomar a decisão, Moraes lembrou que Bolsonaro está preso, mas ainda tem direito parcial de privacidade e intimidade, daí a negativa ao pedido da Polícia Federal para que agentes monitorassem o ex-presidente dentro de sua casa.

“Importante ressaltar, portanto, que, embora a prisão domiciliar seja uma medida intermediária entre as diversas cautelares previstas na legislação e a prisão preventiva, continua sendo uma espécie de restrição à liberdade individual, não perdendo as características de restrição parcial da privacidade e intimidade do custodiado, sob pena de sua total inutilidade”, diz o ministro na decisão de seis páginas.

Moraes entendeu que Bolsonaro, por ser proprietário de outros imóveis vizinhos ao seu endereço, teria, sim, condições de fugir: “A efetividade do monitoramento integral do réu Jair Bolsonaro, determinado em decisão anterior, exige a adoção de novas medidas, que conciliem a privacidade dos demais residentes do local e a necessária garantia da lei penal, impedindo qualquer possibilidade de fuga”.

O pedido de revista nos veículos foi feito pela própria Secretaria de Estado de Administração Penitenciária do Distrito Federal nesta sexta-feira: “solicita autorização desta Corte para a realização de vistorias nos habitáculos e porta-malas de todos os veículos que saírem da residência do réu, para fins de incremento nas atividades de monitoramento. O monitoramento imposto requerer redundância de meios de fiscalização visando efetividade da medida”.

Veja as novas medidas de Moraes contra uma possível fuga de Bolsonaro:

  1. vistorias nos habitáculos e porta-malas de todos os veículos que saírem da residência do réu, para fins de incremento nas atividades de monitoramento”, nos termos do solicitado no Ofício nº 2760/2025 – SEAPE/GAB. As vistorias deverão ser devidamente documentadas, com a indicação dos veículos, motoristas e passageiros. Os autos das vistorias deverão ser
    enviados à juízo diariamente;
  2. monitoramento presencial na área externa da residência (“área externa à casa, contida na parte descoberta, mas cercada do terreno, que confina com outros tantos de iguais características”), ou seja, na área que faz divisa com os demais imóveis, em virtude da “maior exposição ao risco referido pela autoridade policial”, como destacado pela Procuradoria Geral da República, em face da existência de “imóveis contíguos nas duas laterais e nos fundos, o que causa a existência de pontos cegos”, como salientado pela Secretaria de Estado de Administração Penitenciária do Distrito Federal.

MinC atualiza regras para uso dos recursos do Ciclo 1 da Aldir Blanc

Imagem: Reprodução / MinC

O Ministério da Cultura divulgou Instrução Normativa com novas regras para o uso dos recursos do Ciclo 1 da Política Nacional Aldir Blanc.  A IN nº 25/2025 estabelece regras de transição entre o Ciclo 1 e o Ciclo 2 da política.

O principal destaque está na aplicação dos recursos do Ciclo 1 pelos estados, municípios e Distrito Federal na execução da Política Nacional Aldir Blanc.

“É uma norma necessária porque os entes precisam entender como vão fazer a prestação de informações dos recursos já executados no primeiro ciclo e também como podem utilizar os recursos não executados de um ciclo para o outro”, explica a coordenadora-geral de Instrumentos Técnicos e Jurídicos da Diretoria de Assistência Técnica do MinC, Lais Valente.

As alterações visam garantir ainda mais transparência e melhor uso dos valores da política que apoia ações culturais em todo o Brasil. Entre as mudanças estão medidas que estabelecem prazos, procedimentos e formas de fiscalização sobre a aplicação dos recursos para a cultura.

As novas regras são fundamentais para a aplicação dos recursos nos próximos anos, esclarece Lais Valente. “A norma foi necessária porque atualmente a lei tem uma execução contínua, então os entes vão continuar recebendo os recursos e executando-os de forma continuada”.

A Política Nacional Aldir Blanc é a maior política pública de cultura da história do Brasil. Por meio do Governo Federal, o Ministério da Cultura faz a distribuição, a cada ciclo, de um valor de até 3 bilhões de reais aos estados, municípios e Distrito Federal.

O dinheiro pode ser investido em diferentes ações; apoiar Pontos e Pontões de Cultura, cuidar na manutenção de espaços culturais e até em obras de infraestrutura.

De acordo com o MinC, as novas regras servem para que o dinheiro da cultura seja bem usado, garantindo que cada real destinado chegue a quem faz a cultura acontecer em todo o Brasil.

As estratégias das defesas de Bolsonaro e aliados, em situação está cada vez mais complicada

Um dos adágios mais famosos do direito penal é a citação do jurista italiano Francesco Carnelutti sobre a vocação do advogado criminalista, que se senta ao lado do réu no último degrau da escada quando todos apontam o dedo para ele. O ditado ensina que defender alguém muitas vezes é colocar-se contra tudo e amargar sucessivas derrotas, algo que tem sido experimentado pelos defensores de Jair Bolsonaro e dos outros acusados de tramarem um golpe de Estado. Mesmo quando ainda era um inquérito, os advogados já acumulavam uma longa lista de reveses. No julgamento que começa na próxima terça-feira (02), no STF, obter uma vitória é tarefa quase impossível até mesmo para alguns dos profissionais da área criminal mais qualificados do país. Confirmada a tendência de condenação, as armas que restam a eles após esse veredicto são raras e, como foi até agora, têm poucas chances de êxito.

Esforço não faltou à banca de defensores que tenta livrar Bolsonaro da cadeia, mas as principais teses até agora foram rejeitadas pela Primeira Turma do STF. Uma das principais tentativas na estratégia dos advogados Celso Vilardi e Paulo Cunha Bueno foram os pedidos de nulidade do acordo de delação premiada do tenente-coronel Mauro Cesar Barbosa Cid, ex-ajudante de ordens de Bolsonaro. A esperança era de que, em caso de anulação, ocorresse um “efeito dominó”, derrubando a investigação realizada pela Polícia Federal. Além das diversas contradições e lacunas em suas colaborações, reportagens de VEJA mostraram que Cid usou redes sociais na vigência do acordo (algo proibido), além de ter dito a terceiros que delatou após ter sido pressionado, coisa que depois negou. Nada disso abalou a convicção dos magistrados, e a delação continuou em pé. Nas alegações finais, os advogados chamam a delação propositalmente de “estória” (que significa narrativa) e falam em “ambiente de massacre” contra os acusados. “Estamos muito seguros de que a delação será mantida, inclusive com os benefícios”, afirma Vania Bitencourt, que defende Mauro Cid.

Os sucessivos protestos para ter mais prazo de análise dos documentos também foram todos, sem exceção, indeferidos. O relator, Alexandre de Moraes, manteve o tempo previsto na lei e argumentou que as defesas acessaram tudo o que a PGR acessou. A reclamação dos defensores é que, depois de uma via-crúcis para acessar as mídias (apreensões de celular e gravações, principalmente) que guiaram o inquérito da Polícia Federal, seria necessário muito mais do que poucos dias para a defesa prévia. As alegações finais do ex-presidente afirmam que a defesa recebeu mais de 70 terabytes de arquivos, que foram chegando aos poucos, inclusive enquanto o prazo da defesa ainda corria. Outra batalha que foi perdida envolveu os incontáveis pedidos de liberdade do general Walter Braga Netto, que está no cárcere desde dezembro. Ele foi o único réu a aguardar o julgamento preso, agora, Bolsonaro se uniu a ele, mas em regime domiciliar.

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Quando será o julgamento de Bolsonaro no STF? Confira datas e horários

Ex-presidente Jair Bolsonaro (PL)/Foto: Evaristo SA /AFP
Ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) (Foto: Evaristo SA /AFP)

Ex-presidente e aliados enfrentam julgamento no STF por tentativa de golpe e outros crimes graves, com sessões previstas para setembro

O Supremo Tribunal Federal (STF) dará início, no mês de setembro, ao julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e de outros sete investigados por envolvimento em uma suposta tentativa de golpe de Estado. As sessões estão previstas para ocorrer ao longo de duas semanas, em diferentes dias e horários.

Calendário do julgamento

2 de setembro – 9h às 12h e 14h às 19h

3 de setembro – 9h às 12h

9 de setembro – 9h às 12h e 14h às 19h

10 de setembro – 9h às 12h

12 de setembro – 9h às 12h e 14h às 19h

Réus do núcleo 1

O processo envolve Bolsonaro e mais sete réus classificados pela Procuradoria-Geral da República (PGR) como integrantes do chamado “núcleo 1” — considerado o grupo central da organização criminosa denunciada. Estão na lista:

  • Jair Bolsonaro, ex-presidente da República;
  • Alexandre Ramagem, ex-diretor da Agência Brasileira de Inteligência (Abin);
  • Almir Garnier, ex-comandante da Marinha;
  • Anderson Torres, ex-ministro da Justiça e ex-secretário de Segurança do Distrito Federal;
  • Augusto Heleno, ex-ministro do Gabinete de Segurança Institucional;
  • Paulo Sérgio Nogueira, general da reserva e ex-ministro da Defesa;
  • Walter Braga Netto, ex-ministro e candidato a vice na chapa de Bolsonaro em 2022;
  • Mauro Cid, tenente-coronel e ex-ajudante de ordens do ex-presidente.

O grupo responde por tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito, tentativa de golpe de Estado, participação em organização criminosa armada, dano qualificado e privacidade de patrimônio tombado.

Como será o julgamento

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