Oito municípios de PE, BA e CE na mira da Operação Sinistrus

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Divulgação/PCPE

Nesta quinta (20), estão sendo cumpridos 14 mandados de prisão, 15 mandados de busca e apreensão domiciliar, sequestro de bens e bloqueio judicial de ativos financeiros

A Polícia Civil de Pernambuco desencadeou na manhã desta quinta-feira (20) a 14ª Operação de Repressão Qualificada do ano denominada “Sinistrus”. A investigação foi iniciada em julho de 2023, com o objetivo de identificar e desarticular Organização Criminosa voltada à prática dos crimes de Tráfico de Drogas, Homicídio e Lavagem de Capitais ocorridos no município de Canhotinho.

Nesta quinta, estão sendo cumpridos 14 mandados de prisão, 15 mandados de busca e apreensão domiciliar, sequestro de bens e bloqueio judicial de ativos financeiros, todos expedidos pelo Juízo da Vara Única da Comarca de Canhotinho.

Em Pernambuco, a ação está ocorrendo em Canhotinho, Garanhuns, Caruaru, São José da Coroa Grande, Santa Cruz do Capibaribe, Bezerros. No Ceará, em Juazeiro do Norte e, na Bahia, em Guanambi.

Na execução estão sendo empregados 90 policiais civis, entre delegados, agentes e escrivães. As investigações foram assessoradas pela Diretoria de Inteligência da Polícia Civil de Pernambuco (DINTEL) e pelo Laboratório de Tecnologia contra Lavagem de Dinheiro (LAB/LD) e pelas polícias civis da Bahia e do Ceará .

Homem é baleado durante assalto mas é ‘salvo’ pelo notebook

Notebook que ele carregava na mochila ''segurou'' tiro (Crédito: Reprodução)
Notebook que ele carregava na mochila ”segurou” tiro (Crédito: Reprodução)

Motociclista foi assaltado por 5 criminosos na zona oeste de SP nessa terça (18/3)

Um homem de 35 anos foi baleado nas costas durante um assalto na noite de terça-feira (18/3) no bairro Jaguara, na zona oeste de São Paulo, e não sofreu graves ferimentos porque o tiro atingiu o notebook que ele carregava na mochila.

O crime aconteceu por volta das 19h na Rua Capitão Mor Rodrigues de Almeida. A vítima trafegava de motocicleta quando foi abordada por um grupo de aproximadamente cinco criminosos, um deles armado. Um dos assaltantes jogou uma bicicleta contra a moto do homem, forçando-o a parar.

Na sequência, os criminosos desligaram o veículo e um deles atirou contra as costas do motociclista. O tiro atingiu o notebook dele, deixando um buraco no aparelho (foto em destaque). Enquanto ele estava ferido, os assaltantes revistaram seus pertences e fugiram com a motocicleta, deixando as bicicletas no local.

Confira a matéria completa no Metrópoles.

Lula entrega ao Congresso projeto que isenta do IR quem ganha até R$ 5 mil

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) entregará, nesta terça-feira (18), aos presidentes da Câmara dos Deputados, Hugo Motta, e do Senado Federal, Davi Alcolumbre, a proposta do governo para ampliar a faixa de isenção do Imposto de Renda para quem recebe até R$ 5 mil.

Elaborada pela equipe econômica de Lula, a medida, além de cumprir uma promessa de campanha do presidente, será usada como estratégia do governo para tentar reverter a queda na popularidade dos últimos meses.

A entrega da medida ocorre quatro meses após o anúncio feito pelo ministro da Fazenda, Fernando Haddad. Em novembro do ano passado, em pronunciamento em rede nacional, ele afirmou que essa seria a maior reforma do Imposto de Renda da história.

A proposta tem sido bem recebida por grande parte dos partidos políticos. No entanto, ainda há resistência, especialmente entre as siglas de oposição, sobre a taxação de super-ricos – uma das alternativas estudadas pelo governo para compensar a isenção. A ideia da para compensar a perda de arrecadação é a implementação de um imposto mínimo para pessoas com renda mensal a partir de R$ 50 mil.

Segundo Haddad, o projeto, se aprovado pelo Congresso, deve ter um impacto de R$ 27 bilhões nas contas públicas em 2026. Inicialmente, a expectativa era de que o impacto fosse de R$ 32 bilhões, mas o valor foi alterado depois que a equipe econômica refez os cálculos.

O projeto começará a tramitar pela Câmara dos Deputados e deve ser analisado por comissões antes de ir ao plenário. Se aprovado, o texto seguirá para análise do Senado.

Coube ao ministro da Secretaria de Comunicação do Palácio do Planalto, Sidônio Palmeira, a tarefa de traçar o plano de divulgação da medida, que deve beneficiar cerca de 26 milhões de pessoas.

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Caso Vitória: jovem pode ter sido vítima de um stalker

 (Foto: Reprodução/ Instagram)
Foto: Reprodução/ Instagram

O laudo pericial do celular do suspeito indica que ele demonstrava um comportamento obsessivo em relação a Vitória

As investigações sobre o assassinato de Vitória Regina de Sousa, de 17 anos, trouxeram à tona novos elementos que reforçam as suspeitas contra Maicol Sales dos Santos, único preso até o momento. O laudo pericial do celular do suspeito indica que ele monitorava os passos da jovem desde 2024 e demonstrava um comportamento obsessivo em relação a ela.

Vitória desapareceu em 27 de fevereiro e foi encontrada morta em 5 de março, a cerca de 5 quilômetros de sua casa, em Cajamar, na Grande São Paulo.

Neste domingo, 16, o Fantástico, da TV Globo, transmitiu trechos de um relatório da perícia, que detalha a cronologia dos últimos momentos de Vitória e reforça a hipótese de que o crime foi premeditado. Segundo os investigadores, Maicol visualizou uma postagem da jovem nas redes sociais, na qual ela aparecia no ponto de ônibus às 0h06 do dia do desaparecimento.

Além disso, a perícia encontrou no celular do suspeito uma coleção de imagens de Vitória e de outras mulheres com características físicas semelhantes, como tipo de cabelo e perfil corporal. As imagens vinham sendo arquivadas desde setembro do ano passado.

Também foram encontradas fotos de facas e de um revólver armazenadas no telefone de Maicol. A polícia acredita que ele possa ter usado uma dessas armas para forçar a vítima a entrar em seu carro sem reagir e não descartam a possibilidade de que ele possa ter agido sozinho em todas as etapas do crime.

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Bolsonaro diz que eleição sem ele é ”negar a democracia”

 (Foto: Pablo PORCIUNCULA / AFP)
Foto: Pablo PORCIUNCULA / AFP

Afirmação foi feita durante manifestação bolsonarista em Copacabana, no último domingo (16)

O ex-presidente Jair Bolsonaro, que enfrenta a possibilidade de julgamento por suposta tentativa de golpe de Estado e está inelegível até 2030 por decisão da Justiça, afirmou neste domingo (16) a milhares de seguidores que seu caso equivale a “negar a democracia”.

“Quero dizer àqueles que não gostam de mim lá em Brasília: eleições sem Bolsonaro é negar a democracia no Brasil”, afirmou durante uma manifestação na praia de Copacabana, Rio de Janeiro.

Bolsonaro chegou às 10h15 ao palco, abrindo caminho entre manifestantes vestidos de verde e amarelo.

Diante dos apoiadores que o acolheram ao grito de “Mito!” e com um discurso menos agressivo do que de costume, Bolsonaro deixou para seus aliados o papel de dirigir ataques contra os críticos.

O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), seu filho mais velho, chamou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva de “ladrão”, enquanto o pastor evangélico Silas Malafaia qualificou de “criminoso” o magistrado Alexandre de Moraes, ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) responsável pelo caso que pode resultar em um processo penal contra o ex-presidente.

Segundo estimativas de pesquisadores da Universidade de São Paulo (USP), baseadas em análises computadorizadas de imagens aéreas, cerca de 18 mil pessoas se reuniram neste domingo na orla de Copacabana, longe do “milhão” esperado por Bolsonaro.

Em abril de 2024, outra manifestação no mesmo local reuniu 32 mil pessoas, segundo o mesmo método de cálculo. Uma nova concentração está prevista para 6 de abril em São Paulo.

“Estou aqui porque quero deixar um Brasil melhor para meus filhos. Vivemos um momento sombrio”, declarou à AFP um dos manifestantes, José de Souza Vitorino, ex-militar de 64 anos.

O lema do evento é pedir uma “anistia” para as pessoas condenadas por envolvimento nos distúrbios de 8 de janeiro de 2023 em Brasília.

Na data, milhares de bolsonaristas invadiram e vandalizaram o Palácio do Planalto, o Congresso e a sede do STF, uma semana após a posse do presidente Lula.

Enquanto Bolsonaro estava nos Estados Unidos, seus simpatizantes exigiam uma intervenção militar para derrubar Lula, que derrotou o ex-presidente nas eleições de 2022.

Os ataques de 8 de janeiro são uma das razões que levaram a Procuradoria-Geral da República (PGR) a acusar o ex-presidente em fevereiro por um suposto plano de golpe de Estado para tentar permanecer no poder.

Ele é acusado de ser o líder de uma “organização criminosa” que conspirou durante meses com este propósito. Bolsonaro pode enfrentar uma pena acumulada superior a 40 anos de prisão.

Candidato “por enquanto”

Na quinta-feira, a PGR rejeitou os argumentos da defesa, que alegava que o STF não tem competência para julgar o ex-presidente, ao lado de outras 33 pessoas, incluindo ex-ministros e comandantes militares.

A próxima etapa acontecerá em 25 de março, quando o STF examinará se existem elementos suficientes para iniciar um julgamento.

Bolsonaro, 69 anos, afirma que é vítima de uma “perseguição” política para impedir sua candidatura nas eleições presidenciais de 2026.

Ele foi declarado inelegível até 2030 por questionar a confiabilidade do sistema brasileiro de urnas eletrônicas, mas espera que a condenação seja anulada para se candidatar a um segundo mandato presidencial.

“Por enquanto, sou candidato”, reiterou na quarta-feira. “Por que eu teria que abrir mão do meu capital político para apoiar alguém?”, questionou.

Bolsonaro sonha com um retorno ao estilo Donald Trump, que retornou à Casa Branca apesar de seus problemas judiciais, e espera que o presidente americano exerça “influência” a seu favor.

Na manifestação, um cartaz mostrava o presidente americano com o punho erguido, após o ataque que sofreu em julho do ano passado, durante a campanha presidencial.

 “Recado para os concorrentes” 

Para o analista político André Rosa, trata-se de “um recado do Bolsonaro para os concorrentes dentro da centro-direita (…), uma forma dele carimbar que é o candidato de 2026”.

Bolsonaro resiste a apoiar outro candidato, embora tenha mencionado como possíveis sucessores sua esposa, Michelle, e seu filho, o deputado Eduardo Bolsonaro (PL-SP).

No entanto, outras figuras se destacam, como o governador do estado de São Paulo e ex-ministro de Bolsonaro, Tarcísio de Freitas, e o cantor Gusttavo Lima.

“Ele segue atuante e com esperança de que tenha condições jurídicas pra disputar as eleições”, explicou Rosa à AFP.

A incerteza também afeta a esquerda: Lula, de 79 anos e com uma popularidade prejudicada principalmente pela inflação, mantém um discurso ambíguo sobre suas intenções de disputar a reeleição.

Ao mesmo tempo, ele não para de atacar o antecessor, a quem chama de “covarde” por ter “planejado um golpe de Estado” antes de “fugir” para os Estados Unidos no final de 2022.

Lula afirmou no sábado que é preciso defender a democracia “todos os dias daqueles que, ainda hoje, planejam a volta do autoritarismo”, por ocasião do 40º aniversário do fim da última ditadura militar, que Bolsonaro evoca com nostalgia.

Escala 6X1: 65% dos brasileiros são a favor da redução da jornada

Foto: Marcelo Camargo/Agência BrasilDado é da Nexus – Pesquisa e Inteligência de Dados. De acordo com o levantamento, outros 27% são contrários a essa alteração. Para especialista, os setores mais afetados pela redução da jornada de trabalho são Comércio e Serviços

A redução da jornada de trabalho de 44 horas semanais é defendida por 65% dos brasileiros. É o que revela uma pesquisa feita pela Nexus – Pesquisa e Inteligência de Dados. De acordo com o levantamento, outros 27% são contrários a essa alteração.

Segundo o CEO da Nexus, Marcelo Tokarski, a pesquisa mostra que, de maneira geral, há um entendimento, por parte da maior parcela da população do país, de que a chamada escala 6×1 não é vista como positiva, o que torna o debate sobre o assunto um ponto relevante.

“Mostra que a discussão no Congresso Nacional, a respeito desse tema, tem uma guarida muito significativa em grande parcela sociedade. Claro que a discussão política e econômica é outra, mas, em termos de opinião pública, há uma adesão bastante forte ao projeto de redução da jornada”, avalia.

Já entre aqueles que estão no mercado de trabalho, seja formal ou informal, o apoio à redução é de 66%. Quando questionado acerca da redução da carga máxima de trabalho para quem está desempregado, o percentual aumenta para 73%.

Entre os jovens de 16 a 24 anos, o apoio é ainda maior, atingindo 76%. Essa porcentagem diminui conforme o avanço da idade:

  • De 25 a 40 anos (69%)
  • De 42 a 59 anos (63%)
  • 60 anos ou mais (54%)

Para Tokarski, esse recorte está diretamente ligado ao perfil de cada idade, levando em conta que os jovens tendem a querer utilizar o tempo fora do trabalho para outras atividades, como lazer, por exemplo. “Também há um outro ponto, que é uma certa expectativa dos jovens de que uma eventual redução da jornada gere mais oportunidade de emprego”, considera.

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Lua de Sangue visível no Brasil, primeiro eclipse lunar acontece sexta(14)

O primeiro eclipse lunar de 2025 será visível no Brasil e está marcado para acontecer nesta sexta-feira (14). Segundo a Agência Aeroespacial dos Estados Unidos (Nasa), este também será o primeiro eclipse lunar total desde 2022. O fenômeno criará o efeito de “lua de sangue”, quando o astro aparece avermelhado no céu.

A coloração vermelha neste tipo de eclipse se dá porque a Lua fica posicionada por completo na parte mais escura da sombra da Terra, chamada umbra.

O fenômeno terá visibilidade do continente americano a partir das 0h57, no horário de Brasília, conforme previsão da Nasa. Por volta das 2h10, deve ser possível ver o eclipse parcial acontecer. E a partir das 3h26, o total.

O eclipse está previsto para se encerrar às 5h48. Como são estimativas, estes horários podem variar para mais ou para menos

A visibilidade também depende da condição meteorológica no local de observação. Quando mais limpo o céu, mais fácil fica ver o eclipse.

Do JC

Medidas “drásticas” podem incluir recompra de produtos e reforço no Plano Safra

 (Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil )
Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil

Com o intuito de reduzir o preço dos alimentos, o governo zerou a alíquota sobre a importação de alguns alimentos; Lula foi enfático sobre buscar saídas

O governo federal anunciou, na última quinta-feira (6), que vai zerar a alíquota de importação, com objetivo de aumentar a competitividade no mercado e reduzir os preços dos alimentos, que vêm impactando a popularidade do presidente Lula. De acordo com economistas ouvidos pelo Diario, a redução do imposto sobre importações deve, além de refletir nos preços desses produtos nas prateleiras, pressionar a produção interna.

O economista e professor do Centro Universitário Tiradentes (Unit-PE) Paulo Alencar explica que o arrefecimento dos preços dos importados deve forçar os produtores nacionais a baixarem o preço. “O efeito positivo disso é que vai ter mais oferta desses produtos e a tendência é que tenha preços mais competitivos. O ponto negativo é que os produtores nacionais, a priori, não terão isenção”. Carne, café, açúcar, milho, oleo de girassol, azeite de oliva, sardinha, biscoitos e massas alimentícias estão na lista lançada com o objetivo de reduzir a inflação dos alimentos. Em 2024, o Brasil fechou o ano com o índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que mede a inflação oficial do país, com 4,83%, enquanto a inflação do grupo de alimentos foi quase o dobro, de 8,23%.

Além da redução da alíquota dos produtos da cesta básica, Paulo Alencar explica quais seriam as medidas “mais drásticas” para conter a inflação dos alimentos, levantadas por Lula: a intensificação do Plano Safra, com o aumento dos valores das linhas de crédito para que os pequenos produtores possam produzir mais; a criação de alguns subsídios específicos para os segmentos que sofreram com secas e inundações e a regulação dos estoques da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) com reservas para tentar equilibrar o preço do mercado.

Para o economista e professor universitário da UniFBV, Filipe Braga, outra medida mais severa seria a recompra de produtos para a redução de impostos, com abatimento de alíquotas federais. “A questão é que quanto maior os incentivos, ocorre um efeito colateral, pois o governo já está com dificuldade para pagar algumas contas públicas”, ressalta, sobre prejuízos ao erário com o governo abrindo mão de receita.

Ainda segundo Alencar, os estados teriam que abrir mão de arrecadação (de ICMS, o Imposto sobre Circulaçaõ de Mercadorias e Serviços) em troca do maior consumo das famílias. Vale lembrar que, hoje, o mercado aponta que o consumidor está comprando menos. Para Alencar, é mais provável que os estados consigam reduzir o imposto sobre alguns produtos da cesta básica, mas não zerar.

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Preço dos alimentos: veja lista dos produtos que terão imposto zerado pelo governo Lula

Medidas foram divulgadas após uma série de reuniões ao longo desta quinta-feira (6) pelo ministro e vice-presidente Geraldo Alckmin

Como alternativa para segurar a inflação dos alimentos, o governo decidiu zerar o Imposto de Importação de nove tipos de comida, conforme anunciou nesta noite o vice-presidente Geraldo Alckmin.

As medidas foram divulgadas após uma série de reuniões ao longo desta quinta-feira (6).

Os alimentos que terão os tributos zerados são:

  • Azeite: (hoje 9%)
  • Milho: (hoje 7,2%)
  • Óleo de girassol: (hoje até 9%)
  • Sardinha: (hoje 32%)
  • Biscoitos: (hoje 16,2%)
  • Massas alimentícias (macarrão): (hoje 14,4%)
  • Café: (hoje 9%)
  • Carnes: (hoje até 10,8%)
  • Açúcar: (hoje até 14%)
  • A cota de importação do óleo de palma, atualmente em 65 mil toneladas, subiu para 150 mil toneladas

“O governo está abrindo mão de imposto em favor da redução de preço”, declarou o vice-presidente.

As medidas foram anunciadas após uma reunião do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e de Alckmin com ministros e empresários no Palácio do Planalto.

Para o vice-presidente, a medida não prejudicará os produtores nacionais, apesar da concorrência com o alimento importado.

“Nós entendemos que não [vai prejudicar o produtor brasileiro]. Você tem períodos de preços mais altos, mais baixos. Nós estamos em um período em que reduzir o imposto ajuda a reduzir preços. Você está complementando. Não vai prejudicar o produtor, mas beneficiar os consumidores”, declarou.

Outras medidas

Além da redução das tarifas, Alckmin anunciou o fortalecimento dos estoques reguladores da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). O vice-presidente não entrou em detalhes.

No mês passado, a companhia havia pedido R$ 737 milhões para reconstituir os estoques de alimentos desmantelados nos últimos anos.

Alckmin também anunciou a prioridade para os alimentos da cesta básica no próximo Plano Safra.

Segundo o vice-presidente, os financiamentos subsidiados deverão se concentrar na produção de itens que compõem a cesta básica, aumentando o estímulo a produtores rurais que produzam para o mercado interno.

A última medida anunciada por Alckmin foi a aceleração do Sistema Brasileiro de Inspeção de Produtos de Origem Animal (SISBI-POA). Esse sistema descentraliza as inspeções sanitárias, permitindo que estados e municípios façam o trabalho.

Segundo o vice-presidente, o governo pretende aumentar o número de registro no sistema de 1.550 para 3 mil.

De acordo com Alckmin, a medida permitirá que produtos como leite, mel, ovos e carnes sejam liberados mais rapidamente para venda em todo o país.

ABr

Atualização do CadÚnico: cabe aos municípios realizar os procedimentos de Averiguação e Revisão Cadastral

Foto: Tânia Rego/Agência Brasil

Medidas compõem a Ação de Qualificação Cadastral; cerca de 6,4 milhões de famílias serão comunicadas para atualizar dados no CadÚnico até fevereiro de 2026

Até fevereiro de 2026, cerca de 6,4 milhões de famílias, entre beneficiárias e não beneficiárias do Programa Bolsa Família (PBF), do Benefício de Prestação Continuada (BPC) e da Tarifa Social de Energia Elétrica (TSEE) devem atualizar seus dados no Cadastro Único. A medida é baseada na publicação da Lei nº 15.077/2024, que influenciou a Ação de Qualificação Cadastral 2025.

Além disso, a ação também é destinada aos cadastros com prazo de atualização mais aproximados aos estabelecidos na Lei nº 15.077/2024.

Comunicação escalonada às famílias

Com relação aos avisos de necessidade de atualização de dados, as mensagens estarão no ícone “envelope”, no aplicativo do Cadastro Único, no lado superior direito do aplicativo. Aqueles que recebem o Bolsa Família também serão comunicados nos aplicativos do programa e dos pagamentos, como o Caixa Tem. Mensagens também serão enviadas no extrato de pagamento do Bolsa Família.

Ao serem avisadas, as famílias devem procurar o Centro de Referência de Assistência Social (CRAS) ou a gestão municipal do Cadastro Único para atualizar os dados cadastrais.

Conforme o Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (MDS), não é necessário que as pessoas se dirijam imediatamente aos pontos de atendimento do Sistema Único de Assistência Social (SUAS), tendo em vista que as famílias inseridas na Ação de Qualificação Cadastral serão acionadas de forma escalonada.

De acordo com a Pasta, mensagens de voz também serão disponibilizadas na Central de Atendimento da CAIXA, para auxiliar na comunicação e na orientação às famílias. A medida não deve prejudicar outras formas de comunicação coordenadas pelo MDS.

Em relação às famílias compostas por apenas uma pessoa, seja para a inclusão ou para a atualização e manutenção de programas sociais, a entrevista para coleta de dados deverá ser feita no domicílio da pessoa.

Ação de Qualificação Cadastral

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