A ministra da Cultura, que é cantora, participou da abertura do ato pró-democracia que reúne os presidentes da República, do Congresso Nacional e do Supremo Tribunal Federal.
A ministra da Cultura, Margareth Menezes, interpretou o Hino Nacional no ato que lembra um ano dos ataques à Praça dos Três Poderes (Foto: Reprodução/YouTube)
Um ano após os ataques golpistas de 8 de janeiro de 2023 contra as sedes dos Três Poderes, em Brasília, o Congresso Nacional promove, na tarde desta segunda-feira (8/01), o ato “Democracia inabalada”, que visa reafirmar a importância e a força do regime democrático brasileiro. A ministra da Cultura, Margareth Menezes, cantou o Hino Nacional na abertura do evento, que contou com a presença dos presidentes da República, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), do Congresso Nacional, senador Rodrigo Pacheco (PSD-MG), do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Luís Roberto Barroso, e do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Alexandre de Moraes.
Antes do início da solenidade, Lula, Pacheco e Barroso posaram juntos para fotografias segurando um exemplar da Constituição de 1988, em frente a uma tapeçaria do paisagista Burle Marx. Enquanto as autoridades estavam sob a mira dos fotógrafos, uma narração ao fundo dizia: “Diante de desafios e adversidades, a democracia destaca-se como um farol de esperança e estabilidade. Esta ação não apenas reforça a ideia de prestação de contas, mas, também, ressalta a capacidade da sociedade de corrigir seus rumos e fortalecer as instituições democráticas”.
Após a reprodução de um vídeo institucional que exibiu imagens dos ataques aos Poderes com declarações dos presidentes, a cerimônia seguiu com o discurso da governadora do Rio Grande do Norte (RN), Fátima Bezerra (PT), no qual reafirmou a importância da realização do ato. Ela classificou o 8 de janeiro como “uma das páginas mais infelizes da nossa história contemporânea”.
O evento segue com discursos de outras autoridades públicas, como o recém-empossado procurador-geral da República, Paulo Gonet; o presidente do TSE, Alexandre de Moraes, e o presidente do STF, ministro Luís Roberto Barroso.
Presidente do TSE e ministro do STF foi uma das autoridades a discursar durante evento ‘Democracia Inabalada’, que recorda atos golpistas de 8 de janeiro.
Alexandre de Moraes discursa durante evento ‘Democracia Inabalada’ (Foto: Reprodução/TV Senado)
Durante evento que recorda um ano dos atos golpistas de 8 de janeiro, o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) e presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Alexandre de Moraes, destacou o combate ao ‘novo populismo digital extremista’ como um dos objetivos para evitar novos episódios como os do ano passado. O magistrado foi uma das autoridades a discursar na cerimônia ‘Democracia Inabalada’, que acontece na tarde desta segunda-feira (8/1) no Congresso Nacional.
Em seu discurso, Moraes pregou punição aos responsáveis pelos atos que culminaram na depredação do STF, do Congresso e do Palácio do Planalto, e tratou sobre a regulamentação das redes sociais como uma medida para prevenção de atos antidemocráticos.
“É o momento para olharmos para o futuro e reafirmarmos a urgente necessidade de neutralização de um dos grandes perigos modernos da democracia, a instrumentalização das redes sociais pelo populismo digital extremista”, afirmou.
O ministro ainda disse que o acesso amplificado às redes sociais e o uso da inteligência artificial “potencializaram a desinformação premeditada e fraudulenta, amplificaram o discurso de ódio e antidemocráticos”.
Alexandre de Moraes é o relator do inquérito 4874 no STF. A investigação apura as condutas das milícias digitais antidemocráticas. O processo avalia se há uma atuação organizada de grupos informatizados para a produção, publicação e financiamento de conteúdos que atentem contra a Democracia no país.
O evento ‘Democracia Inabalada’ reuniu diversas autoridades em Brasília nesta segunda. Os discursos recordam os atos antidemocráticos de 8 de janeiro de 2023, quando milhares de manifestantes bolsonaristas inconformados com o resultado das eleições presidenciais do ano anterior invadiram e destruíram a sede dos três Poderes na capital federal.
Desde os ataques golpistas, o STF já expediu mais de 6 mil decisões relacionadas ao 8 de janeiro. Ao longo do último ano, foram 255 medidas de autorização para busca e apreensão em mais de 400 endereços; além de 350 quebras de sigilo bancário e telemático que culminaram em mais de 800 ações de coletas de provas.
Os ataques aos edifícios dos três Poderes em 8 de janeiro de 2023 pegaram diversas autoridades de surpresa.
Como se tratava de um domingo, boa parte das principais autoridades do Supremo Tribunal Federal (STF), do Congresso e mesmo do governo estavam de folga, em atividades corriqueiras. Muitos estavam fora de Brasília.
A ministra Rosa Weber, então presidente do Supremo, era a única chefe de Poder na capital federal naquele dia.
O presidente Lula (PT) havia acabado de chegar a Araraquara (SP) para cumprir uma agenda de visita a locais afetados pelas fortes chuvas que atingiram a cidade em dezembro de 2022.
Alexandre de Moraes, ministro do STF
Relator no STF dos inquéritos relacionados ao 8/1, o ministro estava com a família em Paris para uma semana de folga.
“Tinha chegado dia 6. Estava com a minha família no hotel, era em torno de 18h de lá. Nós vimos, primeiro pelas redes sociais, imediatamente já começamos a ver as TVs brasileiras pelo celular, e nisso eu liguei para o ministro Flávio Dino [Justiça], perguntando o que tinha ocorrido”, disse Moraes.
O ministro relata que o diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, ligou para ele e fez relatórios do que havia ocorrido.
“Em que pese estarmos no recesso, eu não entro em recesso, continuo despachando normalmente, principalmente os casos mais urgentes. Eu passei a madrugada trabalhando, a minha última decisão é de 0h20, mais ou menos, que seja 4h20 lá, e daí eu já havia comprado uma passagem de retorno para mim. Saí do hotel, fui para o aeroporto e vim direto para o Supremo Tribunal Federal”.
O cantor João Carreiro morreu na quarta-feira (3/1), após realizar uma cirurgia de coração.
A cirurgia foi realizada na quarta-feira (3/1), e o cantor veio a óbito no mesmo dia (Crédito:Reprodução )
O cantor sertanejo João Carreiro morreu após complicações em uma cirurgia de coração. Antes de passar pela operação, ele publicou um vídeo, no qual diz que a roupa do hospital não combina com ele.
“Se eu empacotar, não quero saber dessa roupinha aqui não. Não combinou muito comigo isso aqui não. É de florzinha”, afirmou, brincalhão.
Juros do rotativo passam a ser limitados a 100% da dívida (Crédito: Marcello Casal Jr / Agência Brasil / Arquivo)
A partir de agora, o novo teto para a cobrança de quem não pagar o valor total ou optar pelo parcelamento da fatura será de 100%. Em novembro, taxa foi de 431,6%
Começa a valer, hoje, o novo teto de juros para o rotativo e da fatura parcelada do cartão de crédito. A medida limita em 100% do valor total da dívida os juros e encargos das duas modalidades.
Instituído pela lei do Programa Desenrola, sancionada em outubro, o teto foi regulamentado no fim de dezembro pelo Conselho Monetário Nacional (CMN). “Se vocês pensarem no Desenrola, esse era um dos grandes problemas do país. As pessoas [que renegociaram os débitos no programa] estavam, muitas vezes, com dívidas dez vezes superior à original”, disse o ministro. “Agora, a dívida não poderá dobrar”, comentou.
Com o o novo teto de juros, quem não pagar uma fatura de R$ 100, por exemplo, e empurrar a dívida para o rotativo, pagará juros e encargos de, no máximo, R$ 100. Dessa forma, a dívida não poderá ultrapassar R$ 200, independentemente do prazo.
“Suponha que uma pessoa contrate uma dívida de R$ 1 mil no cartão de crédito e não pague. Ela estaria sujeita a quase 450% ou 500% de juros no ano [pelas regras anteriores]”, disse Haddad ao anunciar o teto das taxas. “Com essa medida, não vai poder exceder 100%.”
Segundo o Banco Central, em novembro, os juros do rotativo do cartão de crédito estavam, em média, em 431,6% ao ano. Isso significa que uma pessoa que entre no rotativo em R$ 100 e não quita o débito, deve R$ 531,60 após 12 meses.
Além de oficializar o teto de juros, o CMN instituiu a portabilidade do saldo devedor do cartão e aumentou a transparência nas faturas. Essas exigências, no entanto, só entrarão em vigor em 1º de julho.
Por meio da portabilidade gratuita, a dívida com o rotativo e com o parcelamento da fatura poderá ser transferida para outra instituição financeira que oferecer melhores condições de renegociação.
Em relação à transparência, a partir de julho, as faturas dos cartões de crédito deverão trazer uma área de destaque, com as informações essenciais, como valor total da fatura, data de vencimento da fatura do período vigente e limite total de crédito. também deverão ter uma área em que sejam oferecidas opções de pagamento.
No Galeão, é esperada uma movimentação de 245.775 mil passageiros somente entre os dias 28/12/23 e 02/01/24 (Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil)
Nos últimos dias do ano os aeroportos do país terão um fluxo maior de viajantes do que em outros períodos.
Entre os principais terminais o Aeroporto Internacional de São Paulo, em Guarulhos, estima 1,5 milhão de passageiros em voos nacionais e internacionais entre os feriados Natal e Ano-Novo; no Aeroporto Internacional de Brasília serão aproximadamente 1,3 milhão de pessoas que ainda poderão embarcar durante todo o mês de dezembro, com um fluxo maior registrado nos dias 28 e 29 de dezembro de 42 mil pessoas entre embarques, desembarques ou conexões em cada uma das datas.
O Aeroporto Santos Dumont, no Rio de Janeiro prevê 337,7 mil passageiros em 3.155 voos programados, entre o período de 15 de dezembro de 2023 a 2 de janeiro de 2024. No Aeroporto Internacional Tom Jobim, o Galeão, é esperada uma movimentação de 245.775 mil passageiros somente entre os dias 28/12/23 e 02/01/24.
Com isso é preciso ter um cuidado redobrado para não perder o voo. A principal recomendação é chegar no aeroporto com pelo menos 2h de antecedência para voos domésticos e 2h30 para voos internacionais. Também é importante não esquecer de levar um documento com foto. São aceitos: passaportes, carteiras de identidade, carteiras de motoristas e carteiras de trabalho. O documento digital também é aceito.
Para quem viaja com menores de 16 anos é preciso ficar atento com a documentação e a autorização para viagem.
Outra dica importante é confirmar com a companhia aérea as regras para a bagagem de mão, aquela que você não precisa despachar na hora do check-in e pode ser levada dentro do avião. Todas as companhias que atuam no Brasil permitem que o passageiro leve gratuitamente uma bagagem de mão em voos domésticos e internacionais, mas algumas possuem regras mais específicas.
A bagagem deve ter as dimensões máximas de 55 cm X 35 cm x 25 cm, incluindo alças, rodinhas e bolsos externos. Também é preciso observar o peso limite de 10 kg para voos dentro do Brasil ou que tenham o país como origem ou destino.
Alguns itens são proibidos de serem transportados na bagagem de mão, entre eles estão armas de fogo, de choque elétrico ou químicas; objetos pontiagudos ou cortantes, como facas, tesouras, canivetes; ferramentas como furadeiras, chaves de fendas, martelos; substâncias explosivas, incendiárias ou inflamáveis, como munições, espoletas, fogos de artifício, pólvora entre outras.
Por isso é importante evitar transportar objetos de terceiros e não deixar malas e bagagens longe, já que o conteúdo das malas é de responsabilidade do passageiro.
No site da Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) é possível encontrar todos os direitos e deveres dos passageiros, assim como respostas para as principais dúvidas relacionadas a viagens. Também é possível solucioná-las pelo atendimento eletrônico da agência, pelo WhatsApp.
Para agilizar o processo de embarque, é recomendável que o passageiro realize o check-in antes de sair de casa, de forma online. O passageiro também pode optar pela utilização do tótens de autoatendimento ou diretamente com o funcionário em um dos balcões das companhias aéreas.
O presidente do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva, discursa durante reunião ministerial, onde cada ministro apresentou as ações de seus ministérios neste ano, no Palácio do Planalto (Crédito: EVARISTO SA / AFP)
Lula encerra o primeiro ano de seu terceiro mandato presidencial com alguns sucessos na área ambiental, especialmente na redução do desmatamento na Amazônia, mas também com polêmicas e muitos desafios, sobretudo diante da incerteza econômica.
Eleito por menos de dois pontos percentuais sobre seu antecessor, Jair Bolsonaro, Luiz Inácio Lula da Silva teve um início de terceiro mandato tumultuado, depois de comandar o país com alta popularidade entre 2003 e 2010.
Uma semana após sua posse, em 8 de janeiro, milhares de seguidores de Bolsonaro invadiram as sedes dos Três Poderes, em Brasília, insatisfeitos com sua vitória eleitoral.
“Lula não teve uma lua de mel no primeiro semestre, teve esse Congresso hostil”, avalia André Rosa, cientista político da Universidade de Brasília.
Isso não impediu seu governo de relançar programas sociais importantes, respaldado por uma economia em recuperação.
De acordo com uma pesquisa publicada este mês pelo instituto Datafolha, Lula, de 78 anos, tem o apoio de 38% dos brasileiros.
A cifra é inferior à do final do primeiro ano de seu primeiro mandato (42%), mas supera a de Bolsonaro no mesmo momento, em dezembro de 2019 (30%).
“Estamos chegando ao final de 2023 numa situação muito boa. Excepcional se a gente levar em conta a realidade que nós pegamos esse país”, comemorou o presidente após sua última reunião de gabinete do ano.
Mas o balanço está cheio de contrastes.
Paradoxo ambiental
No lado positivo, o desmatamento na Amazônia diminuiu pela metade de janeiro a novembro em comparação com os 11 primeiros meses de 2022.
Para Suely Araújo, do Observatório do Clima, isso se deve à “intensificação da fiscalização pelo Ibama”, que havia sofrido cortes orçamentários e de pessoal no governo de Bolsonaro.
Lula, que prometeu acabar com o desmatamento até 2030, também homologou oito novas reservas indígenas, consideradas por cientistas como fundamentais na luta contra o aquecimento global.
No entanto, se a situação melhorou na maior floresta tropical do planeta, piorou no Cerrado, a extensa savana rica em biodiversidade localizada ao sul da Amazônia.
E o governo não desistiu de projetos de exploração de petróleo e gás, além de anunciar durante a conferência climática da ONU, a COP28, sua intenção de integrar a Opep+.
“O Brasil não conseguirá acumular o papel de líder climático e integrar a Opep, mesmo que seja a Opep . São funções incompatíveis”, afirma Araújo.
Viajante controverso
Visitas oficiais aos Estados Unidos e à China, participação na cúpula dos Brics na África do Sul e do G7 no Japão: Lula fez dezenas de viagens este ano para mostrar que o Brasil voltou ao cenário internacional.
“Ele se destacou na diplomacia internacional, com as relações diplomáticas que estavam um pouco deterioradas por conta da pandemia e da última gestão presidencial”, aponta André Rosa.
Mas suas declarações sobre assuntos altamente sensíveis provocaram controvérsias.
Lula reiterou que Rússia e Ucrânia compartilham responsabilidade pela guerra, afirmou que o tratamento de Israel a crianças e mulheres em Gaza em resposta aos ataques do Hamas era “igual ao terrorismo” e defendeu o presidente venezuelano, Nicolás Maduro, chamando as denúncias de autoritarismo contra ele de “narrativa”.
Desaceleração à vista
Até agora, a economia sorriu para o governo Lula e o ministro Fernando Haddad: o PIB teve um desempenho melhor do que o esperado nos três primeiros trimestres, e espera-se um crescimento de 3% em 2023.
O desemprego está no nível mais baixo desde 2015, a inflação parece controlada abaixo de 5%, e o Banco Central reduziu quatro vezes consecutivas a Selic, a taxa básica de juros, após meses de críticas de Lula por mantê-la inalterada em 13,75%.
Porém, com expectativas de desaceleração econômica em 2024 ( 1,7%), os economistas calculam que o governo pode ter problemas para equilibrar as contas públicas.
O ano terminou com a aprovação no Congresso de uma reforma tributária geral reivindicada pelo setor empresarial há mais de 30 anos.
A reforma foi elogiada pela agência de classificação S&P Global, que elevou a nota da dívida soberana do Brasil de BB- para BB, como já havia feito a Fitch em julho.
Em 2024, Lula terá que se concentrar na política doméstica, com vistas às eleições municipais de outubro.
E terá que lidar com o problema da segurança pública, após um ano marcado por ondas de violência e criminalidade nos estados do Rio de Janeiro e da Bahia.
Haverá mais dias úteis para o consumo, isso deve aumentar minimamente a produtividade do setor (Crédito: Tomaz Silva/Agência Brasil)
O governo federal divulgou, nesta quinta-feira (28), os dias de feriados nacionais e estabeleceu os dias de ponto facultativo, para o ano de 2024.
De acordo com o Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos, entre as 18 datas comemorativas, 8 são pontos facultativos e 10, feriados nacionais. Entre os feriados, quatro cairão em finais de semana.
A lista é dirigida ao funcionalismo público de órgãos e entidades da administração pública federal direta, autárquica e fundacional, sem prejuízo da prestação dos serviços públicos considerados essenciais e poderá ser seguida em todo o território nacional.
No segundo semestre de 2024, três dos cinco feriados caem em fins de semana (7 de setembro, 12 de outubro e 2 de novembro). Os dois feriados do último semestre do próximo ano que caem em dias úteis são o da Proclamação da República (15 de novembro), em uma sexta-feira e do Natal (25 de dezembro), a penúltima sexta-feira de 2024.
Confira a lista de feriados:
1º de janeiro, Confraternização Universal (feriado nacional) – segunda-feira;
29 de março, Paixão de Cristo (feriado nacional) – sexta-feira;
21 de abril, Tiradentes (feriado nacional) – domingo;
1º de maio, Dia Mundial do Trabalho (feriado nacional) – quarta-feira;
7 de setembro, Independência do Brasil (feriado nacional) – sábado;
12 de outubro, Nossa Senhora Aparecida (feriado nacional) – sábado;
2 de novembro, Finados (feriado nacional) – sábado;
15 de novembro, Proclamação da República (feriado nacional) – sexta-feira;
20 de novembro, Dia Nacional de Zumbi e da Consciência Negra (feriado nacional) – quarta-feira;
25 de dezembro, Natal (feriado nacional) – quarta-feira.
Confira a lista de pontos facultativos:
12 de fevereiro, Carnaval (ponto facultativo) – segunda-feira;
13 de fevereiro, Carnaval (ponto facultativo) – terça-feira;
14 de fevereiro, Quarta-Feira de Cinzas (ponto facultativo até as 14 horas) – quarta-feira;
30 de maio, Corpus Christi (ponto facultativo) quinta-feira;
31 de maio (ponto facultativo) – sexta-feira;
28 de outubro, Dia do Servidor Público federal (ponto facultativo);
24 de dezembro, véspera do Natal (ponto facultativo após as 14 horas) – terça-feira;
31 de dezembro, véspera do Ano Novo (ponto facultativo após as 14 horas) – terça-feira.
Menos feriados
Em 10 de novembro deste ano, durante a reunião ministerial do Palácio do Planalto, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva chegou a falar da quantidade de feriados prolongados de 2023. Na ocasião, o presidente fez a ponte entre o número de feriados e o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil. “Exageradamente, neste ano, teve muito feriado prolongado. No ano que vem, os feriados vão cair mais no sábado, o que significa que o PIB vai crescer um pouco mais, porque as pessoas vão ficar um pouco mais a serviço do mundo do trabalho”, previu Lula.
No início deste mês, o presidente tornou feriado nacional o Dia da Consciência Negra, em 20 de novembro, em homenagem à data de morte da liderança negra Zumbi dos Palmares. Até então, a data era feriado em seis estados – Mato Grosso, Rio de Janeiro, Alagoas, Amazonas, Amapá e São Paulo – e em mais de 1,2 mil cidades, decretado em leis municipais e estaduais.
Economia
A Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) calcula que os feriados em dias úteis favorecem alguns setores da economia, como o turismo, mas geram prejuízos ao comércio, devido à queda no nível de atividade e elevação dos custos de operação, por exemplo, com o pagamento de horas extras aos trabalhadores.
A entidade estima que, com mais dias úteis, em 2024, as perdas do comércio com os feriados serão um pouco menores, na comparação com 2023. O cálculo médio da CNC é de que cada feriado em dias úteis tenha gerado o prejuízo de R$ 3,22 bilhões ao varejo nacional, em 2023.
Com base nisto, no próximo ano, o prejuízo do setor por conta de feriados nacionais deverá ser de R$ 27,92 bilhões, 4% menor do que em 2023, quando o prejuízo fechará o ano em R$ 28,99 bilhões, projeta a CNC.
O presidente da CNC, José Roberto Tadros, defende o equilíbrio. “Nossos segmentos ligados ao turismo se beneficiam desse calendário, o que é muito positivo. Mas segmentos econômicos como o varejo registram perdas com lojas fechadas e menor movimentação de público, por exemplo. A validade desse levantamento é dar luz sobre o cenário e orientar as melhores decisões”.
Duas pessoas ajudavam os bombeiros sustentando a cadeira que quebrou – Foto: Reprodução/WhatsApp
Incidente aconteceu na praça Murilo Braga, localizada no bairro de Cavaleiro
Duas crianças foram resgatadas pelo Corpo de Bombeiros após um dos lados da cadeira de uma roda gigante de um parque de diversões quebrar, na noite de segunda-feira (25), em Jaboatão dos Guararapes, na Região Metropolitana do Recife.
O incidente aconteceu por volta das 19h, na praça Murilo Braga, localizada no bairro de Cavaleiro. Apesar do susto, as crianças não ficaram feridas.
Segundo os bombeiros, foram enviadas três viaturas ao local e as duas crianças, que estavam “em situação de risco”, foram resgatadas com sucesso.
Vídeo compartilhado com a reportagem mostra o momento do resgate. Duas pessoas aparecem sustentando a cadeira enquanto os bombeiros retiram as crianças da cadeira da roda gigante.
A ocorrência foi finalizada pouco mais de três horas depois do chamado inicial. As causas da quebra da cadeira deverão ser investigadas.
Caso Mirabilandia
Em 22 de setembro deste ano, outro acidente em um parque de diversões na Região Metropolitana do Recife chamou atenção. A professora de inglês Dávine Cordeiro caiu de um brinquedo do Mirabilandia, em Olinda, e ficou gravemente ferida.
Ela estava no brinquedo Wave Singer quando o assento em que estava se desprendeu. A jovem foi arremessada de cerca de 12 metros de altura. Dávine passou por mais de 10 cirurgias e segue internada em um hospital no Recife.
Laudo do Instituto de Criminalística indicou que o acidente foi causado pela corrosão dos elos das correntes que sustentavam os balanços da atração. O Mirabilandia ficou interditado por 40 dias e o Wave Singer foi desmontado.
Dois homens, de 29 e 37 anos, e duas mulheres, de 18 e 30 anos, são os presos até esta terça-feira (26) suspeitos de participação no sequestro de Marcelinho Carioca e Tais Alcântara de Oliveira, a amiga levada ao cativeiro com o ex-jogador, em Itaquaquecetuba, na Grande São Paulo.
Segundo a Secretaria da Segurança Pública (SSP), o caso segue sob investigação pela Divisão Antissequestro (DAS) e o grupo foi indiciado por extorsão mediante sequestro, lavagem de dinheiro, associação criminosa e receptação (veja abaixo como foi o crime).
“Outras diligências seguem em andamento visando à localização dos demais envolvidos e ao esclarecimento dos fatos”, informou a pasta em nota ao g1.
Quem são os presos
Thauannata dos Santos, de 18 anos, tomava conta das vítimas, segundo a polícia. No interrogatório, ela alegou que não tinha a intenção de participar de algo errado, mas queria estar ao lado de um dos suspeitos do caso que não foi preso. Negou que receberia dinheiro pelo sequestro. Foi indiciada por associação criminosa e extorsão mediante sequestro.
Eliane de Amorim, de 30 anos, contou à polícia que estava desempregada, tem dois filhos e tinha se encontrado com Jones, que é um dos outros presos, horas antes de Marcelinho e Tais serem encontrados. Na ocasião, o “amigo de longa data”, como ela mesma descreve, pediu conta bancária “emprestada” para um “negócio” e precisava sacar o dinheiro. Jones teria dito que pagaria a ela. No entanto, nega ter recebido valores. Ela foi indiciada por associação criminosa, receptação e lavagem de dinheiro.
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