Não é só no Brasil: as eleições que vão marcar 2026 e prometem mudar o mundo

O ano de 2026 será marcado por uma sucessão de eleições decisivas ao redor do mundo — e o Brasil está no centro desse calendário. Em um contexto de tensões geopolíticas, inflação persistente e polarização política, o voto volta a ser o principal instrumento para definir rumos internos e impactos globais. Não se trata apenas de disputas nacionais: os resultados tendem a repercutir além das fronteiras.

No Brasil, as eleições gerais de 4 de outubro incluirão a escolha do presidente da República, além da renovação do Congresso e dos governos estaduais.

Um mundo em campanha
O cenário brasileiro se insere em um ambiente internacional igualmente sensível. Nos Estados Unidos, as eleições intercalares de 3 de novembro funcionarão como um termômetro do segundo mandato de Donald Trump, com a renovação total da Câmara dos Representantes e de um terço do Senado. Historicamente, esse tipo de disputa tende a enfraquecer o partido do presidente e pode redefinir o equilíbrio de forças no Congresso.

Na Europa, a Hungria vai às urnas em abril para eleições parlamentares que medirão o desgaste do primeiro-ministro Viktor Orbán após mais de uma década no poder. Já a Suécia enfrentará eleições legislativas em meio a debates sobre segurança pública, imigração e política energética, com vantagem inicial da oposição social-democrata, segundo sondagens locais.

Na América Latina, a Colômbia escolherá um novo presidente em maio. O pleito ocorre sob forte instabilidade política e após um mandato marcado por críticas ao governo de Gustavo Petro, que não pode concorrer à reeleição. Pesquisas indicam uma disputa acirrada entre candidatos de esquerda e da direita, com possibilidade de segundo turno.

Leia mais

Molho de tomate com vidro: Anvisa manda recolher lote do produto

Agência Nacional de Vigilância Sanitária - Anvisa/Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil
Agência Nacional de Vigilância Sanitária – Anvisa (Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil)

Molho de tomate Passata de Pomodoro Di Puglia, da marca Mastromauro Granoro, deve ter lote recolhido. Agência também mandou recolher suplemento alimentar

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou o recolhimento do lote LM283 do molho de tomate Passata de Pomodoro Di Puglia, da marca Mastromauro Granoro.

Com isso, o lote do produto teve a sua comercialização, distribuição, importação, divulgação e consumo suspensos.

O motivo da suspensão foi a informação do Sistema de Alerta Rápido para Alimentos e Rações de que o lote do molho de tomate importado para o Brasil continha pedaços de vidro.

A rede RASFF é uma ferramenta da União Europeia para a troca rápida de informações sobre riscos graves em alimentos e rações animais.

Outro produto que deve ser recolhido é o Neovite Visão, suplemento alimentar voltado para a saúde ocular, da empresa BL Indústria Ótica Ltda. (Bausch Lomb).

A ação fiscal atinge apenas os lotes 25G073, S25C004, S25C003, S25C002 e S25G072. Eles estão proibidos de ser comercializados, distribuídos, fabricados, importados, divulgados e consumidos.

Os referidos lotes foram fabricados com Capsicum annuum L. (fruto da páprica), ingrediente não autorizado em suplementos alimentares como fonte de zeaxantina. Além disso, a quantidade de Caramelo IV (caramelo processo sulfito-amônia) nos produtos está acima do limite permitido.

A empresa comunicou o recolhimento voluntário dos lotes. Isso ocorre quando a própria fabricante identifica irregularidades em seus produtos.

Ervas Brasil

Leia mais

Anvisa determina recolhimento de panetones contaminados

Foi determinado o recolhimento de quatro lotes de panetones/D'Viez Chocolates
Foi determinado o recolhimento de quatro lotes de panetones (D’Viez Chocolates)

De acordo com a Anvisa, a empresa D’Viez Indústria e Comércio de Chocolates Finos comunicou o recolhimento voluntário dos produtos citados por contaminação por fungos

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou na terça-feira (6) o recolhimento e a proibição da comercialização, distribuição e consumo de um lote de panetones e chocotones da empresa D’Viez Indústria e Comércio de Chocolates Finos, após a identificação de fungos na superfície dos alimentos.

Foram interditados os seguintes produtos, todos do lote 251027, com prazo de validade até 27 de fevereiro deste ano:

  • – Mini Panetone com Gotas de Chocolate Trufado Tradicional – 140 g;
  • – Panetone Nossa Língua Trufado com Bombons “Formato de Língua de Gato” – 700 g;
  • – Panetone com Gotas de Chocolate Trufado Tradicional – 700 g;
  • – Panetone com Frutas Trufado Tradicional – 700 g.

De acordo com a Anvisa, a D’Viez comunicou o recolhimento voluntário dos produtos citados por contaminação por fungos. Procurada, a empresa ainda não havia comentado a medida até a publicação desta nota. O espaço segue aberto para manifestação.

Estadão Conteúdo

Eleições 2026: confira as regras para a divulgação de pesquisas eleitorais

Urna eletrônica

A partir desta quinta-feira (1º de janeiro), todas as entidades e empresas que realizarem pesquisas de opinião pública relativas às Eleições Gerais de 2026 ou eventuais candidatas e candidatos devem registrar o levantamento junto à Justiça Eleitoral, independentemente de divulgar os resultados. A exigência consta no artigo 33 da Lei das Eleições (Lei no9.504/1997).

O cadastro prévio da pesquisa deve ocorrer até cinco dias antes da divulgação do estudo, acompanhado de informações como: quem contratou a pesquisa; valor e origem dos recursos; metodologia e período de realização; plano amostral e ponderação quanto a sexo, idade, grau de instrução, nível econômico e área física de realização do trabalho a ser executado, intervalo de confiança e margem de erro.

O procedimento deve ser feito somente de forma eletrônica pelo sistemade Registro de Pesquisas Eleitorais (PesqEle), após o cadastramento das entidades e empresas no PesqEle. Aquelas que tiverem realizado pesquisas em eleições anteriores não precisam efetuar outro cadastramento, mas o novo estudo deve ser registrado. As informações e os dados inseridos no sistema ficarão à disposição de qualquer interessado pelo prazo de 30 dias.

Vale ressaltar que a Justiça Eleitoral não realiza nenhum controle prévio sobre o resultado das pesquisas e nem gerencia ou cuida de sua divulgação, bem como atua somente quando provocada por meio de representação.

Ainda segundo a Lei das Eleições, a divulgação de pesquisa sem o prévio registro das informações sujeita aos responsáveis multa no valor de 50 mil a 100 mil UFIRs. Já a divulgação de pesquisa fraudulenta constitui crime, punível com detenção de seis meses a um ano e multa no valor de 50 mil a 100 mil UFIRs. No período de campanha eleitoral, é proibida a realização de enquetes relacionadas ao processo eleitoral.

Leia mais

Governo Lula convoca reunião de emergência após anúncio de captura de Nicolás Maduro

Presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva/Ricardo Stuckert / PR
Presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva (Ricardo Stuckert / PR)

Encontro com ministros e assessores está marcado para as 10h manhã deste sábado (3), no Itamaraty; presidente avalia participação remota

O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva convocou uma reunião de emergência para a manhã deste sábado (3) após o anúncio feito pelo ex-presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, sobre a invasão da Venezuela e a captura do presidente Nicolás Maduro.

De acordo com informações apuradas, o encontro reunirá ministros e assessores do Palácio do Planalto e está previsto para ocorrer às 10h, no Ministério das Relações Exteriores, em Brasília.

Há expectativa de que Lula participe da reunião de forma remota, já que se encontra em período de férias na base da Marinha em Marambaia, no Rio de Janeiro.

Ainda segundo interlocutores do governo, o presidente brasileiro já foi informado sobre as declarações de Trump e acompanha os desdobramentos do caso. Lula também avalia a possibilidade de antecipar seu retorno à capital federal. Inicialmente, a previsão era de que ele encerrasse o recesso e retomasse a agenda oficial apenas na próxima segunda-feira (6).

Com informações do portal Metrópoles

Eleições 2026: confira as regras para a divulgação de pesquisas eleitorais

Urna eletrônica

A partir desta quinta-feira (1º de janeiro), todas as entidades e empresas que realizarem pesquisas de opinião pública relativas às Eleições Gerais de 2026 ou eventuais candidatas e candidatos devem registrar o levantamento junto à Justiça Eleitoral, independentemente de divulgar os resultados. A exigência consta no artigo 33 da Lei das Eleições (Lei no9.504/1997).

O cadastro prévio da pesquisa deve ocorrer até cinco dias antes da divulgação do estudo, acompanhado de informações como: quem contratou a pesquisa; valor e origem dos recursos; metodologia e período de realização; plano amostral e ponderação quanto a sexo, idade, grau de instrução, nível econômico e área física de realização do trabalho a ser executado, intervalo de confiança e margem de erro.

O procedimento deve ser feito somente de forma eletrônica pelo sistemade Registro de Pesquisas Eleitorais (PesqEle), após o cadastramento das entidades e empresas no PesqEle. Aquelas que tiverem realizado pesquisas em eleições anteriores não precisam efetuar outro cadastramento, mas o novo estudo deve ser registrado. As informações e os dados inseridos no sistema ficarão à disposição de qualquer interessado pelo prazo de 30 dias.

Vale ressaltar que a Justiça Eleitoral não realiza nenhum controle prévio sobre o resultado das pesquisas e nem gerencia ou cuida de sua divulgação, bem como atua somente quando provocada por meio de representação.

Ainda segundo a Lei das Eleições, a divulgação de pesquisa sem o prévio registro das informações sujeita aos responsáveis multa no valor de 50 mil a 100 mil UFIRs. Já a divulgação de pesquisa fraudulenta constitui crime, punível com detenção de seis meses a um ano e multa no valor de 50 mil a 100 mil UFIRs. No período de campanha eleitoral, é proibida a realização de enquetes relacionadas ao processo eleitoral.

Leia mais

Entenda mudanças na aposentadoria em 2026

Fachada do INSS/Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil
Fachada do INSS (Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil)

Reforma da Previdência estabelece regras automáticas de transição

Quem está prestes a se aposentar precisa estar atento. A reforma da Previdência, promulgada em 2019, estabeleceu regras automáticas de transição, que mudam a concessão de benefícios a cada ano.

A pontuação para a aposentadoria por tempo de contribuição e por idade sofreu alterações. Confira abaixo as mudanças que começam a vigorar neste ano.

Aposentadoria por tempo de contribuição

A reforma da Previdência estabeleceu quatro regras de transição, das quais duas previram modificações na virada de 2025 para 2026. Na primeira regra, que estabelece um cronograma de transição para a regra 86/96, a pontuação composta pela soma da idade e dos anos de contribuição subiu em janeiro: para 93 pontos (mulheres) e 103 pontos (homens).

Os servidores públicos estão submetidos à mesma regra de pontuação, com a diferença de que é necessário ter 62 anos de idade e 35 anos de contribuição (homens), 57 anos de idade e 30 anos (mulheres). Para ambos os sexos, é necessário ter 20 anos no serviço público e cinco anos no cargo.

Na segunda regra, que prevê idade mínima mais baixa para quem tem longo tempo de contribuição, a idade mínima para requerer o benefício passou para 59 anos e meio (mulheres) e 64 anos e meio (homens). A reforma da Previdência acrescenta seis meses às idades mínimas a cada ano até atingirem 62 anos (mulheres) e 65 anos (homens) em 2031. Nos dois casos, o tempo mínimo de contribuição exigido é de 30 anos para as mulheres e 35 anos para homens.

Professores

Em relação aos professores, que obedecem a uma regra de transição com base no tempo de contribuição na função de magistério combinada com a idade mínima, as mulheres passam a se aposentar aos 54 anos e meio, e os homens, aos 59 anos e meio. A idade é acrescida seis meses a cada ano até atingir o limite de 57 anos para mulheres e 60 anos para homens, em 2031.

O tempo de contribuição mínimo para obter a aposentadoria como professor corresponde a 25 anos para as mulheres e a 30 anos para os homens. A regra vale para os professores da iniciativa privada, das instituições federais de ensino e de pequenos municípios. Os professores estaduais e de grandes municípios obedecem às regras dos regimes próprios de previdência.

Aposentadoria por idade

Leia mais

Medida provisória libera saque do FGTS para trabalhador que optou pelo saque-aniversário e foi demitido

Foto: Marcello Casal Jr./Agência Brasil

Trabalhadores que aderiram à modalidade saque-aniversário do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) e foram demitidos ou tiveram o contrato suspenso nos últimos seis anos poderão sacar o saldo retido das contas vinculadas. A liberação dos valores será feita de forma escalonada até 12 de fevereiro de 2026.

A medida está prevista na Medida Provisória (MP) 1.331/25, editada em 23 de dezembro pelo governo federal. Antes da MP, o trabalhador que optava pelo saque-aniversário e, caso fosse demitido sem justa causa, só tinha direito à multa rescisória de 40%, sem acesso ao valor total da conta.

Segundo o governo federal, a mudança busca reforçar o papel do FGTS como instrumento de proteção social em momentos de vulnerabilidade econômica. “A medida corrige uma injustiça ao liberar recursos que estavam retidos”, afirmou o ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho.

Desde a criação do saque-aniversário, em 2020, aproximadamente 12 milhões de trabalhadores foram demitidos sem conseguir sacar o saldo do fundo.

Vigência e tramitação da MP

A MP tem validade inicial de 60 dias, sem contar o recesso parlamentar, prazo que se estende até o início de abril de 2026. O período pode ser prorrogado por mais 60 dias. Durante esse tempo, o texto será analisado pelo Congresso Nacional e mantém força de lei enquanto estiver em vigor.

Quem tem direito ao saque

Poderão retirar o saldo do FGTS:

Leia mais

Caso Master: políticos fazem novos pedidos para que atuação de Moraes seja investigada

Embaixada dos EUA no Brasil e vice-secretário norte americano acusam Moraes de "politizar o processo"/Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil
Embaixada dos EUA no Brasil e vice-secretário norte americano acusam Moraes de “politizar o processo” (Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil)

PGR arquivou pedido de investigação sobre suposta atuação de Moraes para favorecer o Banco Master

Após o procurador-geral da República, Paulo Gonet, arquivar um pedido de investigação sobre a suposta atuação do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes para favorecer os interesses do Banco Master, novas solicitações para apurar a conduta do ministro foram feitas por políticos. Moraes nega irregularidades no caso.

Também na Procuradoria-Geral da República (PGR), o vereador de Curitiba Guilherme Kilter (Novo) protocolou pedido para que a atuação de Moraes seja investigada. No Conselho Nacional de Justiça (CNJ), foi feita uma solicitação semelhante pelo vice-líder da oposição na Câmara, o deputado federal Ubiratan Sanderson (PL-RS).

As solicitações foram protocoladas após revelação feita pela imprensa de que Moraes conversou sobre o caso Master com o presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo. A informação foi divulgada pelo jornal O Globo e confirmada pelo Estadão. O escritório de advocacia da esposa de Moraes, Viviane Barci, tinha um contrato de R$ 129 milhões com o banco.

Em apenas um dia, Moraes teria ligado seis vezes para Galípolo para tratar do tema. Para Gonet, no entanto, não há provas concretas para apurar as suspeitas de que Moraes teria pressionado Galípolo sobre a fiscalização no banco. Moraes negou a acusação e disse que tratou com o presidente do BC apenas sobre a aplicação de sanções financeiras pelos Estados Unidos.

Essa foi a primeira manifestação do procurador-geral da República sobre o caso. Gonet foi indicado ao comando da Procuradoria-Geral da República com o apoio de Moraes e mantém boa relação com o ministro, que foi relator do processo por tentativa de golpe de Estado, e com o STF.

Leia mais

Pé-de-Meia: seu CPF está na lista de pagamentos desta segunda (29)?

Jovem estudante segurando cartão colorido Pé de Meia com logo e chip em fundo desfocado

Com a proximidade do fim do ano, muitos estudantes do ensino médio da rede pública querem saber se estão entre os contemplados e em qual data recebem o pagamento. O benefício garante o valor de R$ 200 relativo à frequência escolar, depositado de acordo com um calendário definido pelo Ministério da Educação (MEC).

A expectativa é grande, especialmente para quem depende desse apoio para garantir renda extra neste final de 2025. Entenda como funciona o processo, quem tem direito, como consultar a situação do CPF e confira os detalhes das datas de pagamento.Quem tem direito ao pagamento do Pé-de-Meia?

O programa atende alunos que atendem aos seguintes requisitos:

  • Estar matriculado no ensino médio da rede pública;
  • Manter frequência mínima de 80% nas aulas;
  • Participar das avaliações obrigatórias, como o Enem, no caso de alunos concluintes.

A política busca estimular a permanência escolar, combater a evasão e reduzir as desigualdades sociais. Informações como confirmação de matrícula e presença são enviadas pelas escolas à base de dados do MEC, que cruza as informações para liberar o benefício.

Como funcionam os pagamentos do Pé-de-Meia

O mês de dezembro marca a liberação da décima parcela do Pé-de-Meia em 2025, contemplando estudantes que mantiveram pelo menos 80% de frequência nas aulas. O valor de R$ 200, referente à assiduidade, será creditado até o dia 30 deste mês, seguindo a ordem do mês de nascimento. No total, o benefício pode alcançar até R$ 9.200 ao longo de todo o ensino médio para cada aluno assíduo.

O calendário do Pé-de-Meia é organizado conforme o mês de nascimento do beneficiário:

  • Janeiro e fevereiro: 22/12
  • Março e abril: 23/12
  • Maio e junho: 24/12
  • Julho e agosto: 26/12
  • Setembro e outubro: 29/12
  • Novembro e dezembro: 30/12

Os estudantes que concluíram o ensino médio em 2025 e participaram dos dois dias de prova do Enem também receberão um incentivo adicional de R$ 200, agendados para pagamento em 26 de fevereiro a 5 de março de 2026.

Zulene Alves