Chuvas devem continuar até quinta-feira (15), alerta Apac/Foto: Adelmo Lucena/DP
Às 10h desta quinta o Inmet publica um alerta atualizado válido o restante da quinta
O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu alerta de Perigo para 30 municípios de Pernambuco. A bandeira laranja do instituto indica chuvas de até 100mm, o que vem acontecendo desde a quarta-feira (14).
Às 10h desta quinta o Inmet publica um alerta atualizado válido o restante da quinta.
Confira os 30 municípios que estão na área de Perigo do Inmet:
Abreu e Lima, Aliança, Araçoiaba, Barreiros, Cabo de Santo Agostinho, Camaragibe, Chã de Alegria, Condado, Escada, Goiana, Igarassu, Ilha de Itamaracá, Ipojuca, Itambé, Itapissuma, Itaquitinga, Jaboatão dos Guararapes, Moreno, Nazaré da Mata, Olinda, Paudalho, Paulista, Recife, Rio Formoso, São José da Coroa Grande, São Lourenço da Mata, Sirinhaém, Tamandaré, Tracunhaém e Vitória de Santo Antão.
Chuvas devem atingir a Região Metropolitana, Agreste, Sertão e Zona da Mata (Foto: Reprodução/Wahtsapp)
O alerta emitido neste domingo (16) é válido até esta segunda-feira (17)
A Agência Pernambucana de Águas e Clima (Apac) emitiu um alerta de chuvas para as regiões Mata Norte, o Sertão do Pajeú e Central, o Agreste Setentrional e Central, além de parte da Região Metropolitana do Recife (RMR). O comunicado é válido até esta segunda-feira (17).
De acordo com a Apac, o sistema Meteorológico da Zona de Convergência Intertropical (ZCIT) está favorecendo a formação de pancadas de chuva moderadas e ocasionalmente fortes em diversas regiões de Pernambuco.
A previsão aponta que essas chuvas podem ser acompanhadas por ventos intensos, trovões e relâmpagos, exigindo atenção redobrada da população e das autoridades locais.
Possíveis impactos e recomendações
Com a previsão de chuvas pontualmente fortes em algumas localidades, existe o risco de alagamentos e outros transtornos. O forte vento também pode causar danos a estruturas, como quedas de galhos e placas.
Diante desse cenário, é recomendável que a população evite áreas sujeitas a inundação, não transite por locais com risco e busque abrigo seguro em caso de tempestades. Motoristas devem dirigir com cautela e reduzir a velocidade em caso de chuvas intensas.
A qualquer sinal de emergência, a população deve acionar a Defesa Civil pelo telefone 199 ou o Corpo de Bombeiros pelo 193.
Desde janeiro, em São Paulo, termômetros marcam temperatura alta no início da tarde no centro da cidade – Paulo Pinto/Agência Brasil
Ondas de calor podem levar a uma queda na qualidade do ar, o que pode afetar o sistema respiratório e cardiovascular, causar ou agravar casos de asma.
Um aumento nas temperaturas vem ocorrendo no Brasil devido a uma onda de calor que pode atingir o Sudeste e o Nordeste.
De acordo com o Climatempo, essa onda de calor no Sul deverá se estender para outros Estados até o dia 24 de fevereiro. Com isso, espera-se que os termômetros cheguem a 40°C no Rio de Janeiro, Minas Gerais, Bahia, Pernambuco e Piauí.
As capitais São Paulo, Belo Horizonte e Vitória também deverão registrar temperaturas muito acima do normal.
Em São Paulo, por exemplo, a temperatura deve chegar a 33ºC no decorrer desta semana. Já o Rio de Janeiro deve enfrentar temperaturas de até 41°C nos próximos dias. Com isso, é importante a população se proteger dos impactos negativos das ondas de calor.
Climatologistas, por meio do relatório da Academia Brasileira de Ciências (ABC), apontam que o El Niño irá atingir o pico durante o mês de dezembro, o que agravará as temperaturas extremas pelo País e intensificará a seca na Amazônia, as chuvas no Sul, o calor no Sudeste e Centro-Oeste.
Durante o período, é possível ocorrer uma queda na qualidade do ar, o que pode afetar o sistema respiratório e cardiovascular, causar ou agravar casos de asma, alergias respiratórias, acidente vascular cerebral e infartos.
O calor pode ocasionar insolação, desidratação, queimaduras na pele, exaustão pelo calor e até mesmo alterações de pressão.
A exposição prolongada ao sol intensifica a perda de líquidos e sais minerais essenciais ao organismo, o que exige atenção e cuidados redobrados nessa época do ano.
“Quando apresentamos sintomas como sede, significa que nosso corpo já está apresentando um certo grau de desidratação. Então, beba bastante água”, afirma o médico de família e comunidade Raul Queiroz Mota de Sousa, da Unidade Básica de Saúde (UBS) Jardim Valquíria, gerenciado pelo Centro de Estudos e Pesquisas Dr. João Amorim (Cejam), em parceria com a Secretaria Municipal da Saúde de São Paulo.
“Um excelente parâmetro para avaliar nosso nível de hidratação é a cor da urina. À medida que ela fica mais escura ou em menor quantidade, já é um indicador de que está faltando água”, acrescenta.
Os sintomas iniciais de desidratação incluem sede intensa, boca seca e fadiga. Em casos mais graves, podem surgir tontura, confusão mental e até pele ressecada. Crianças e idosos tendem a apresentar sinais específicos.
“Nos pequenos, os sinais incluem ausência de lágrimas ao chorar, boca seca, urina escura e diminuição na quantidade, que é o parâmetro mais percebido nessa faixa etária. Entre os idosos, a perda de elasticidade da pele, tontura e confusão mental são comuns. Gestantes, por sua vez, manifestam os mesmos sintomas gerais”, detalha Raul.
O médico aponta que há outros fatores que podem potencializar a perda de líquido no dia a dia, como episódios de vômito e diarreia frequentes, que devem ser cuidadas adequadamente para que não se torne uma desidratação grave. Há ainda as perdas insensíveis de líquido pelo suor e respiração, que podem intensificar.
“Se não tratada, a desidratação pode gerar complicações graves para a saúde, como lesões renais, distúrbios nos eletrólitos e problemas circulatórios”, reforça Raul.
Vendedores ambulantes, na Praia do Flamengo, no Rio, durante semana com alerta de calor extremo – Fernando Frazão/Agência Brasil
Camilo de São Paulo, dá dicas para cuidar da saúde durante esta onda de calor.
Beba água
É essencial uma hidratação adequada. No calor, o corpo perde mais líquido. Então, precisamos beber água regularmente. Em média, a ingestão de oito a dez copos de água por dia deve ser respeitada.
No entanto, durante períodos de calor intenso ou exercício físico, essa quantidade aumenta significativamente. A cada 15 ou 20 minutos durante a atividade física, é recomendado beber cerca de 150-250 ml de água.
Sempre busque ficar em ambientes frescos
Tente sempre estar em ambientes que estejam com a ventilação adequada. Abrir a janela, deixar a brisa passar é uma alternativa para dissipar o calor. Ar-condicionado e ventilador também devem ser utilizados.
Não se exponha ao sol
Evite a exposição ao sol por períodos longos, principalmente em horas como o meio-dia. No ponto alto do dia, o índice de raios ultravioletas, prejudiciais para a pele, é mais alto.
Se for tomar sol, aplique protetor solar para evitar complicações na pele. Também use boné e chapéu para evitar as queimaduras que o sol forte pode provocar.
Prefira roupas claras
Opte por roupas mais leves e claras para enfrentar o calor. Nada de roupas escuras, afinal, elas costumam reter mais calor, o que não é recomendável nos dias quentes.
Não faça atividades físicas extremas
Reduzir atividades físicas que demandam muito esforço em dias muito quentes é essencial porque pode levar a uma hipotensão, um mal-estar, tontura e até desmaio. Então, é importante dar uma maneirada nessa atividade física mais forte.
Se for fazer exercícios intensos, busque realizá-los em horários alternativos em que as temperaturas estão mais baixas, como à noite ou bem cedo pela manhã.
Escolha alimentos leves e refrescantes
Com relação a alimentação, opte por refeições mais leves e refrescantes, como frutas e saladas. Caso vá comer alguma refeição mais consistente, como a feijoada, se alimente moderadamente para não correr o risco de passar mal.
Fique atento às condições de saúde e também às notícias
As pessoas que já têm alguma condição de saúde mais fragilizada podem, muitas vezes, ficar desidratadas. Com os idosos, a mesma atenção é necessária. Também é importante ficar de olho nas notícias sobre a previsão do tempo para se proteger.
Investigações de ambos os estudos sugerem que o planeta pode ter entrado num período de várias décadas acima de 1,5°C
Dois estudos publicados por cientistas da Alemanha e da Áustria na revista Nature Climate Change demonstram que o aumento de temperatura acima de 1,5ºC verificado no ano de 2024, o mais quente já registrado na história, é uma tendência de longo prazo que deverá se prorrogar por pelo menos mais 20 anos.
As investigações de ambos os estudos sugerem que o planeta pode ter entrado num período de várias décadas acima de 1,5°C e questionam se o fato de ser ultrapassado o limiar de 1,5°C ao longo de um ano não representa um alerta precoce, indicando que o limite de longo prazo já está em processo de ser extrapolado.
As equipes analisaram a questão combinando dados observados e modelos, na qual observaram que, desde o início do aquecimento global, sempre que um ano ultrapassou certos níveis de aumento nas temperaturas médias, estes permanecem ao longo de duas décadas.
“Se o suplantarmos para o limiar de 1,5°C, este modelo sugere que o período de 20 anos acima desta temperatura já começou e que os efeitos esperados a 1,5°C de aquecimento começarão a surgir. A menos que sejam implementadas reduções ambiciosas de emissões. O mundo ainda está apenas no início deste período. Teremos provavelmente de esperar dez anos para estabelecer que o aquecimento médio excedeu 1,5°C ao longo de duas décadas”, relatam os autores
Esta estimativa de 20 anos é compatível com a dos cientistas do IPCC (Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas), grupo de especialistas da ONU que monitora e avalia as alterações climáticas. O IPCC prevê que há uma probabilidade em duas de assistirmos, entre 2030 e 2035, o clima aquecer em média 1,5°C.
“Se a anomalia de 1,5°C continuar além de 18 meses consecutivos, é quase certo que o limiar do acordo de Paris será ultrapassado”, mesmo num cenário intermediário de emissões de gases com efeito de estufa”, explicou Alex Cannon, do Ministério canadense do Ambiente e Alterações Climáticas.
Os investigadores enfatizam a importância de se tentar conter tanto quanto possível o aquecimento global, calculando que cada fração adicional de grau irá trazer mais riscos, como ondas de calor ou a destruição da vida marinha.
Também fundamentado em seis grandes bases de dados internacionais, a Organização Meteorológica Mundial (OMM), indicou que o ano passado foi o primeiro ano a registrar um aquecimento global acima de 1,5ºC, com uma temperatura média na superfície do planeta 1,55°C superior à média do período 1850-1900, uma vez que o aquecimento global é medido a partir da era pré-industrial.
Antes disso, uma série de doze meses consecutivos acima deste limiar já tinha sido observada pelo observatório europeu Copernicus.
“Um único ano acima de 1,5°C não significa que não tenhamos conseguido atingir os objetivos de temperatura a longo prazo do Acordo de Paris, que abrangem décadas”, sublinhou a secretária-geral da OMM, Celeste Saulo.
O acordo histórico de 2015 tem por objetivo dos países signatários manterem o aquecimento bem abaixo dos 2°C e prosseguir com esforços para limitá-lo a 1,5°C. Entretanto, estas temperaturas se referem a uma média climática, normalmente superior a 20 anos, tornando possível suavizar a variabilidade das temperaturas de um ano para o outro. De acordo com esta definição, o aquecimento atual estaria em torno dos 1,3°C.
Presidente premiou estados e prefeituras que atingiram metas
O governo federal premiou nesta segunda-feira (10) iniciativas bem-sucedidas de milhares de prefeituras e de secretarias de educação dos estados que garantiram o direito à alfabetização de crianças até o 2º ano do ensino fundamental. A meta estabelecida em um decreto assinado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, ainda em 2023, é de chegar até 2030 com 80% das crianças entre 7 e 8 anos de idade alfabetizadas.
Trata-se do Compromisso Nacional Criança Alfabetizada (CNCA), que envolve esforços coordenados de estados, municípios e da União.
“A gente fez um acordo com os 27 governadores de estado, com os quase 6 mil prefeitos desse país, para que a gente fizesse um desafio a nós mesmos, que é chegar até 2030 com 80% das crianças alfabetizadas até o 2º ano. É este o compromisso que precisamos assumir diante do futuro desse país, que não pode mais atravessar um outro século sendo eternamente um país em via de desenvolvimento. Tá na hora de a gente ser um país desenvolvido. E a gente nunca será desenvolvido se a gente não apostar na educação”, afirmou o presidente, durante a cerimônia de entrega do Prêmio Selo Nacional Compromisso com a Alfabetização, em Brasília. O evento reuniu ministros, parlamentares, governadores e centenas de prefeitos.
Para avaliar as ações, o Ministério da Educação (MEC) instituiu uma comissão responsável pela análise das iniciativas educacionais de estados e prefeituras, bem como um processo de classificação. Para as unidades da Federação, foram estabelecidos 21 parâmetros. Para os municípios, foram 20 parâmetros. Todos organizados em cinco dimensões: ações de integração; institucionalização da política de alfabetização no território; implementação da política de alfabetização; ações de formação docente e distribuição de material didático.
De acordo com o Sistema de Avaliação da Educação Básica (Saeb) do MEC, são consideradas alfabetizadas as crianças que se tornam aptas a ler palavras, frases e pequenos textos; localizar informações na superfície textual; escrever ortograficamente palavras com regularidades diretas entre fonemas e letras e escrever textos que circulam na vida cotidiana, ainda que com desvios ortográficos e de segmentação.
Elas são feitas no Portal Único de Acesso ao Ensino Superior do MEC
Os interessados em participar do processo seletivo do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) – relativo ao primeiro semestre de 2025 – devem fazer as inscrições gratuitas até às 23 horas e 59 minutos (no horário oficial de Brasília) desta sexta-feira (7).
Neste primeiro semestre, o Ministério da Educação (MEC) oferece 67.301 vagas aos estudantes que desejam conseguir o financiamento público das mensalidades de instituições privadas de ensino superior.
No programa federal, 50% destas vagas serão reservadas a estudantes com renda familiar por pessoa de até meio salário mínimo. Os estudantes também devem ser inscritos no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico), em situação de ativos.
Inscrição
Os interessados devem se inscrever no Portal Único de Acesso ao Ensino Superior, na parte do Fies e fazer o login com a conta do site ou aplicativo de serviços digitais do governo federal, o Gov.br.
Na plataforma, devem ser preenchidos os dados pessoais e a escolaridade.
Para concorrer às vagas reservadas a pessoas pretas, pardas, indígenas, quilombolas e pessoas com deficiência (PCD), a opção deve ser marcada na autodeclaração do perfil étnico-racial.
Alagamento no bairro de Coqueiral, no Recife – Jonas Quirino/JC Imagem
De acordo com Soraya El-Deir, professora da UFRPE, motivos dos transtornos passam por questões estruturais, geográficas e sociais.
A bióloga e professora de gestão ambiental da Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE) Soraya El-Deir explicou, em entrevista à Rádio Jornal, o motivo do Recife ser tão impactado por alagamentos quando chove.
Segundo a especialista, os problemas têm origem no desenvolvimento urbano da cidade. “Esse transtorno que acontece aqui no Recife é porque trata-se de uma cidade que era uma área de absorção de água, basicamente restinga e mangue, e agora, tudo aterrado, tudo impermeabilizado, a gente acaba tendo as águas sem possiblidade de escorrer. Então a gente está passando por um processo que é recorrente”, explicou.
Soraya El-Deir vê como positivas as obras que estão sendo realizadas pela Prefeitura do Recife nas áreas de morros, com o objetivo de evitar deslizamentos, mas acredita que é necessário reforçar as ações voltadas para o escoamento das águas para minimizar os transtornos.
“O governo municipal deu um passo na hora que começou a fazer jardins que acabam absorvendo a água, áreas de sumidouro, mas veja, ainda não é suficiente, porque a gente ainda tem um agravante: há determinadas áreas da nossa cidades, determinadas ruas, que estão abaixo do nível médio da maré mais alta”, ressalta.
De acordo com a professora, quando a maré atinge de 2,20 m a 2,25 m de altura, é natural que essas ruas alaguem, o que é potencializado pelas chuvas.
Educação ambiental
A bióloga também aponta, além dos problemas estruturais e geográficos da cidade, a questão social. Para ela, há um analfabetismo ambiental na população, que não consegue compreender as consequências das suas ações para o meio ambiente. “As pessoas não têm consciência de que o lixo, quando é jogado na rua, não desaparece. Ele fica, e acaba sendo canalizado exatamente para as vias de drenagem, entupindo estas”, lamentou.
Soraya El-Deir apontou ainda que o déficit habitacional faz com que algumas pessoas precisem construir de forma irregular na beira dos rios, o que também gera impactos ambientais.
Alagamento em Camaragibe – Sidney Lucena / TV Jornal
Chuvas intensas atingem toda a Região Metropolitana do Recife (RMR) Ndsde a noite da terça-feira (04), alerta laranja de atenção foi emitido.
As fortes chuvas que atingem a Região Metropolitana do Recife desde a noite de terça-feira (4) têm causado diversos transtornos à população.
A TV Jornal, afiliada do SBT em Pernambuco, está ao vivo, neste momento, com todos os desdobramentos das fortes chuvas no Estado.
A Agência Pernambucana de Águas e Climas (Apac) emitiu alerta de estado de atenção para esta quarta-feira (5), devido à previsão de chuvas moderadas a fortes, associadas a um Vórtice Ciclônico de Altos Níveis (VCAN) e a um pulso da Zona de Convergência Intertropical (ZCIT).
Confira onde mais choveu nas últimas 24h
Camaragibe – 110,39 mm (Jardim Primavera)
Camaragibe – 108,09 mm (Aldeia)
Paulista – 104,95 mm (Vila Torres Galvão)
Camaragibe – 103,72 mm (Timbi)
Paulista – 102,23 mm (Janga)
Olinda – 99,87 mm (Tabajara)
Camaragibe – 97,8 mm (Convento Carmelo)
Recife | 97,13 mm (Torreão)
Orientação à população
A Agência orienta que, em caso de emergência, a população entre em contato com a Defesa Civil municipal.
Recife
Defesa Civil: 0800.081.3400;
CTTU: 0800.081.1078;
Samu: 192;
Emlurb: 156;
Bombeiros: 193.
Defesa Civil de Olinda
Em qualquer emergência contate: 0800 081 0060.
Defesa Civil de Paulista
Ligue 153;
Contate o Órgão pelo Whatsapp, através do número: 81 99784-0270.
Defesa Civil de Camaragibe
Ligue 153;
Ou entre em contato com os seguintes números: 2129-9564 / 99945-3015.
Defesa Civil de Jaboatão
Ligue 0800 281 2099 / 99195-6655.
A pesquisa foi desenvolvida pela Times Higher Education.
A Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) foi eleita uma das melhores do mundo no THE World University Rankings by Subject 2025, levantamento feito pela consultoria britânica Times Higher Education. Para formar o ranking, foram avaliadas 18 áreas do conhecimento, com base em critérios como qualidade do ensino, impacto da pesquisa e internacionalização.
No Brasil, as universidades federais dominaram as classificações em diversas áreas. Em Artes e Humanidades, 16 das 21 instituições brasileiras ranqueadas são federais, o que corresponde a 76,1% das classificadas.
As universidades federais que se destacaram foram:
Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG)
Universidade Federal Rio de Janeiro (UFRJ)
Universidade Federal de Pernambuco (UFPE),
Universidade Federal Fluminense (UFF)
Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC)
Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS)
Universidade de Brasília (UnB)
Universidade Federal de Goiás (UFG)
Universidade Federal do Pará (UFPA)
Universidade Federal de Santa Maria (UFSM)
Universidade Federal de São Carlos (UFSCar)
Universidade Federal da Bahia (UFBA)
Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF)
Universidade Federal de São Paulo (Unifesp)
Universidade Federal do Paraná (UFPR).
Saúde
Na área de Medicina e Saúde, as universidades federais representaram 55,5% das 44 universidades brasileiras ranqueadas, com 24 universidades federais entre as classificadas. Veja o ranking:
Unifesp
UFRGS
UFPE
UFMG
UFRJ
UFSC
Universidade Federal de Uberlândia (UFU)
Espírito Santo (Ufes)
UFG
Universidade Federal de Pelotas (UFPel)
Rio Grande do Norte (UFRN)
UFSM
UFSCar
UFF
UFBA
Universidade Federal de Ciências da Saúde de Porto Alegre (UFCSPA)
UFJF
Universidade Federal de Sergipe (UFS)
Ceará (UFC)
UFPR
UnB
Universidade Federal de Lavras (Ufla)
Mato Grosso do Sul (UFMS)
Universidade Federal de Viçosa (UFV)
Maranhão (UFMA)
Ciências da Vida
Em Ciências da Vida, 30 das 48 universidades brasileiras classificadas são federais, o que representa 62,5% do total.
UFRJ
UFPE,
UFMG,
UFV,
UFSC,
UFRGS,
Unifesp,
Universidade Federal do ABC (UFABC),
UFG,
UFMS,
UFPA,
UFRN,
UFSM,
UFU,
UFF,
UFBA,
UFC,
UFPR,
UnB,
Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE),
Ufes,
UFPel,
UFMA,
Universidade Federal da Grande Dourados (UFGD),
Rural do Semi-Árido (Ufersa)
Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR).
Ciências Sociais
Ciências Sociais também evidenciaram a força das universidades federais, com 24 delas representando 66,6% das 36 universidades brasileiras ranqueadas.
Engenharia
Em Engenharia, as universidades federais ocuparam 29 das 42 vagas das universidades brasileiras ranqueadas, representando 69,5%. A UFRJ se destacou, seguida por outras como UFPE, UFSC, UFRGS, UFC, Ufes, UFMG, UFPel, UFSM, UFU, Unifesp, UFABC, UFPR, UnB, UFRPE, UFG, Federal de Itajubá (Unifei), Ufla, UFMS, UFPA, UFRN, UFV, UFF, UFSC, UFBA, UFJF, UFS, UFMA e UTFPR.
Ciência da Computação
Na área de Ciência da Computação, 22 universidades federais foram classificadas, o que corresponde a 75,8% das 29 universidades brasileiras ranqueadas. A UFRJ, UFRGS e UFMG se destacaram, seguidas de UFPE, UFSC, Unifesp, UFRN, UFSCar, UFC, UFPR, UnB, UFRPE, UFG, UFPA, UFSM, UFU, UFBA, UFJF, UFABC, UTFPR.
Direito
Na área de Direito, as universidades federais também se destacaram. Das 14 universidades brasileiras ranqueadas, nove são federais, o que representa 64,2% das classificadas.
A UFMG, UFSC, UFPR e UnB ocuparam as posições de destaque, seguidas por UFPE, UFRJ, UFF, UFBA e UFRGS. Em Educação, 22 das 33 universidades brasileiras classificadas são federais, correspondendo a 66,6% das universidades ranqueadas. UFMG, UFRJ, UFRGS se destacaram entre as melhores do País, seguidas por UFPE, UFSC, Unifesp, UFSCar, UFPR, UnB, UFG, UFMS, UFPA, UFPel, UFRN, UFSM, UFU, UFF, UFBA, UFJF, UFS, UFC e UTFPR.
Negócios e Economia
Já na área de Negócios e Economia, as universidades federais representaram 16 das 26 universidades brasileiras ranqueadas, o que corresponde a 61,5%. As principais classificações ficaram com UFPE, UFRJ, UFSC, UFRGS, UFMG, UFPR, Ufes, UFG, UFSM, UFU, UFV, UFF, UFBA, UFC, UTFPR e UnB. No campo de Psicologia, 15 das 22 universidades brasileiras ranqueadas são federais, representando 68,1% das instituições classificadas. Unifesp e UFRGS se destacaram entre as primeiras posições, seguidas por UFPE, UFMG, UFRJ, UFRN, UFSCar, UnB, Ufes, UFF, UFBA, UFJF, UFSC, UFC e UFPR.
Ciências Físicas
A área de Ciências Físicas também contou com grande presença das universidades federais. Das 42 universidades brasileiras ranqueadas, 26 são federais, o que corresponde a 61,9%.
A UFRJ liderou a classificação nacional, seguida por UFPE, UFSC, UFABC, UFRGS, UFRPE, Ufes, UFMG, UFPA, UFPel, UFRN, UFSM, UFSCar, UFU, UFV, UFF, UFBA, Unifesp, UFS, UFC, UFMA, UFPR e UnB.
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