Na Paraíba, garoto acertou os seis números da Mega da Virada, mas mãe não jogou o bilhete

Um garoto de 10 anos por pouco não foi o sexto milionário vencedor da Mega da Virada, que aconteceu no dia 31 de dezembro. O caso aconteceu na cidade de Cajazeiras, no interior da Paraíba. Pedro Henrique, de 10 anos, recebeu alguns bilhetes da Mega-Sena de seu tio, no sábado (31) e começou a riscar alguns números para passar o tempo. Rapidamente, começou a imaginar se, por acaso, virasse milionário e acertasse os seis números. No entanto, sua mãe Linda Inês acabou não fazendo os jogos do garoto e após o resultado, se chocou com a chance perdida.

De acordo com Linda Inês, em entrevista ao Diário do Sertão, logo após chegar do trabalho, na casa de sua mãe, o filho pediu para ela fazer os jogos que ele havia imaginado inicialmente. Linda viu os jogos do filho e alertou que os números eram muito repetidos (01, 02, 03…) e disse que o certo era que ele usasse números separados para ter mais chances de vencer.

O garoto ouviu a mãe e voltou para o quarto, com o sonho de acertar os seis números e assim, poder consertar o seu celular, que havia caído dias antes e ficado com a tela quebrada.

Na volta para casa, Pedro insistiu para a mãe jogar os últimos dois bilhetes que ele havia feito. A mãe disse que faria, mas preferiu tirar um cochilo durante a tarde. Após acordar, às 17h, lembrou de fazer os jogos de Pedro, mas o sistema do aplicativo já estava desativado para apostas. Linda Inês já não fazia tanta questão, pois já havia feito os seus jogos dias antes.

Após o resultado, Linda conferiu os bilhetes que Pedro havia deixado com ela e veio o choque: o garoto acertou quatro números de um bilhete e os seis do segundo.

Segundo Linda, a família ficou abatida e Pedro sentiu bastante a chance perdida. De acordo com a mãe do garoto, ela jamais imaginaria que uma criança fosse capaz de acertar os seis números e ficar milionária.

“Ele chorou muito, não queria se alimentar, perdemos a noite porque eu nunca imaginei que uma criança de 10 anos fosse ficar milionária. veio o aviso né, o sonho, ele me entregou o papel… a pessoa se sente culpada até, mas foi feita a vontade de Deus”, disse.

Pedro acertou quatro números de um bilhete e os seis do segundo. Foto: Reprodução/Diário do Sertão
Sem o acerto de Pedro, a Mega da Virada teve cinco apostas vencedoras. Os bilhetes de Floresta (MG), Arroio do Sal (RS), Santos (SP), São José da Bela Vista (SP) e uma aposta feita pela internet, conquistaram, cada um, R$ 108.393.993,26.

Foto: Reprodução/Diário do Sertão

Morre Papa Emérito Bento XVI, aos 95 anos

O Papa Emérito Bento XVI morreu neste sábado (31), aos 95 anos. O ex-pontífice da Igreja Católica, teve uma piora em seu quadro de saúde, que já era considerado delicado, nos últimos dias.

“É com pesar que informo que o Papa Emérito Bento XVI faleceu hoje às 9h34 no Mosteiro Mater Ecclesiae no Vaticano. Mais informações serão fornecidas o mais breve possível”, escreveu o perfil de notícias do Vaticano no Twitter.

Da AFP

Pernambuco deve ter pancadas de chuva na virada de ano

A virada do ano em Pernambuco deve ser marcada por pancadas de chuva, mas o fenômeno não deve durar a noite toda, de acordo com a previsão da Agência Pernambucana de Águas e Clima (Apac). A tendência deve se repetir em quase todo o país. Na capital, haverá shows e queima de fogos nos bairros do Pina e Boa Viagem, na Zona Sul.

No sábado (31), a agência prevê chuvas entre fraca e moderada no Recife e em quase todo o estado (apenas no Sertão do São Francisco a chuva será fraca). Com isso, é esperado que chova entre 10 e 30 milímetros durante o dia.

“A gente está com um vórtice ciclônico de altos níveis, o VCAN. Ele está atuando aqui no estado já há alguns dias. E deve estar atuando no dia 31 também”, explica o meteorologista da Apac Romilson Ferreira.

Segundo ele, Pernambuco já está há alguns dias com as condições favoráveis para chuva. “Só que essa chuva deve ser rápida. É uma chuva em forma de pancada, que não fica nublado o dia todo. Depois abre. Mesmo que essa pancada possa ser um pouco mais forte”, afirma.

Segundo Romilson, o ponto positivo é que a chuva não deve durar toda a noite. Em compensação, ele diz que o fenômeno pode acontecer em qualquer ponto do estado.

A mesma orientação vale para o domingo (1º), data em que muitas pessoas aproveitam o feriado para ir à praia.

“Eu diria que o dia 1º está com um pouco mais de chance de chover. Mas também chuva de pancada. Não é aquele cenário que fique o dia todo nublado. Eu não acredito que atrapalhe a vida de nenhum banhista, mas também não deve ser um domingo só de sol”, alerta o meteorologista.

Apesar das previsões serem baseadas em cálculos matemáticos e nos fenômenos meteorológicos atuais, Romilson lembra que elas são mais precisas a medida que se aproxima do dia. Por isso, sugere que as pessoas sigam atentas a possíveis alertas da Apac.

Por Afogados FM

Estamos de volta!!!!

Estamos de volta com o nosso blog repaginado de cara nova, é com um novo nome que faz jus à região onde nasceu esse blog inovador, com muitas notícias, interação com o leitor, humor, cultura, xaxado e baião, por isso, dá-se o seu nome: SERTÃO EM MOVIMENTO. Participe se inscreva em nosso blog, comente, seja um apoiador desse veículo de comunicação 100% sertanejo, porém percorrendo por outros estados e regiões. Fale conosco e deixe sua sugestão para postagens que você gostaria de ver por aqui. A nossa equipe composta por Ana Maria, Albertino Bezerra, Maria Rita, Junior e Karla Marques, agradecemos o seu apoio e colaboração. 

Canhotinho ganha novo pórtico e escultura que destacam o município como “Capital do Boi de Corte”

 

A cidade de Canhotinho, no Agreste Meridional, recebeu, hoje, novo pórtico e escultura que destacam e reafirmam o título de Capital do Boi de Corte, condição que o município adquiriu por sediar, desde agosto último, unidade frigorífica da Masterboi, a primeira do Nordeste.
 
 
Desenvolvida em bronze, a estátua retrata um boi da raça Nelore e foi assinada pelo artista plástico pernambucano Ranilson Viana. A escultura é uma doação conjunta do deputado estadual Álvaro Porto, do conselheiro do Tribunal de Contas do Estado Carlos Porto, do ex-prefeito de Canhotinho Felipe Porto e dos empresários Valdir Macedo e Jailson Leite.
 
 
Localizados na entrada da cidade, o novo pórtico e a escultura integram uma série de obras de requalificação que o município vem recebendo em praças, canteiros e jardins. A nova configuração da entrada de Canhotinho está recebendo também novo revestimento asfáltico. Todo o conjunto será inaugurado em janeiro.
 
Canhotinho ganhou o título de “Capital do Boi de Corte” através de Projeto de Lei de Nº 4189/2020, de autoria do deputado Álvaro Porto. Em quatro meses de funcionamento, a Masterboi já está abatendo 200 bois por dia. O frigorífico, porém, tem capacidade de abater, diariamente, cerca de 700 cabeças de gado, caprinos, suínos e ovinos. Maior frigorífico industrial do Nordeste, o empreendimento recebeu investimentos superiores a R$ 120 milhões, gerando 800 empregos diretos e 3,5 mil indiretos.
 
Por Blog do Magno

Os paisanos

 

Por Marcelo Tognozzi*
 
 
Quando Lula convidou José Múcio Monteiro para ser ministro da Defesa, não pensou apenas no político competente, discípulo do entendimento e da conciliação, além de notável engolidor de sapos. Desejava um especialista em gente com talento de líder e, ao mesmo tempo, suave e firme.
 
Engenheiro, político e psicólogo nas horas vagas Múcio chega ao Ministério da Defesa exatos 100 anos depois da saída de João Pandiá Calógeras (1870-1934), o primeiro civil a comandar as Forças Armadas brasileiras. Naquele tempo, o ministério não era da Defesa; era da Guerra.
 
João Pandiá, assim como José Múcio, estudou engenharia e fez carreira política no Congresso, eleito deputado meia dúzia de vezes. Em 1919, o presidente Rodrigues Alves morreu e o vice Delfim Moreira assumiu para convocar eleições, conforme previa a Constituição de 1891. Dois senadores se candidataram: Rui Barbosa e Epitácio Pessoa. Rui, que disputava a presidência pela quarta vez, tomou uma surra de Epitácio, vencedor com mais do dobro dos votos desde Paris, onde, assessorado por Pandiá, chefiava a delegação brasileira na Conferência de Paz de Versalhes.
 
 
Embora com algumas semelhanças no caráter e na trajetória, as circunstâncias de cada um deles é completamente distinta. Pandiá Calógeras vem de um tempo no qual as guerras eram de 2ª geração, com cavalos, combate corpo a corpo, comunicações incipientes e inúmeras outras precariedades típicas do início do século 20.
 
José Múcio é ator político num tempo de guerras de 4ª geração, ou hibridas, nas quais os conflitos ocorrem em diversos níveis ao mesmo tempo, seja na internet, nas redes sociais, nas ruas, nos céus ou na água. É uma guerra muito mais dura, comandada pelo General Medo, o General Fake News e o General Narrativa.
 
Os atentados de 11 de setembro de 2001 são o marco desta nova geração da guerra, onde o fundamental é saber quem está lutando, por quais motivos e por qual objetivo e, então, interferir e manipular.
 
Os paisanos Pandiá Calógeras e José Múcio sempre foram conhecidos pelo bom senso e o bom trânsito. É de Calógeras a lei que garantiu à União a posse das riquezas do nosso subsolo. Numa época em que a esquerda não fazia parte da elite política do país, ele transitava bem no Congresso, nos tribunais e na diplomacia. Seu prestígio como deputado o levou ao Ministério da Agricultura e ao Ministério da Fazenda do governo do presidente Venceslau Brás (1914-1918). Múcio se entende bem tanto com Lula e como com Bolsonaro.
 
Ambos chegaram ao comando das Forças Armadas a bordo de uma negociação de paz. A de Múcio está em curso e será uma paz construída tijolo por tijolo com o fim da guerra eleitoral travada em 2022. A de Pandiá Calógeras era a negociação do espólio da 1ª Guerra Mundial em Versalhes, uma paz imposta pela humilhação dos vencidos, obrigados a pagar gordas indenizações aos vencedores, pavimentando o caminho para uma nova guerra mundial 20 anos depois.
 
Calógeras angariou o respeito da oficialidade jovem, enviada para a Alemanha entre 1906 e 1912 para modernizar o Exército brasileiro. Era uma época em que França e Alemanha disputavam o mercado internacional de defesa. Os alemães conquistaram os mercados do Chile e Argentina e, agora, estavam de olho no Brasil.
 
Estes oficiais defensores da doutrina alemã eram conhecidos como os Jovens Turcos, numa alusão ao fundador do Estado Turco general Mustafa Kermal Ataturk, cuja formação militar seguia a doutrina alemã. Entre os Jovens Turcos estavam militares que entrariam para a História, como Bertoldo Klinger e Euclides Figueiredo, este último pai do ex-presidente Figueiredo e comandante do fracassado cerco integralista ao Palácio Guanabara em 1938, cujo objetivo era matar o presidente Getúlio Vargas.
 
Pandiá Calógeras foi fundamental para a modernização das nossas Forças Armadas, não apenas em relação a equipamentos, mas principalmente na área de educação, criando a Escola de Aperfeiçoamento de Oficiais, a Escola de Comando e Estado Maior, a de Veterinária, de Aviação e obrigando a prática de Educação Física para todas as armas. Queria Forças Armadas cada vez mais técnicas. Com a derrocada dos alemães na 1ª Guerra Mundial, trouxe a missão francesa em 1920, instituindo o Regulamento Disciplinar do Exército (RDE).
 
Num tempo em que esta era uma missão impossível, conseguiu manter as Forças Armadas relativamente longe da política. Seu chefe, o presidente Epitácio Pessoa, era uma raposa felpudíssima, criado pelo tio Barão de Lucena depois de perder os pais para a varíola aos 7 anos de idade. Não abria mão um milímetro do seu poder. Em 1922, quando da revolta dos 18 do Forte de Copacabana, ordenou a Pandiá Calógeras que sufocasse a insurreição com mão de ferro.
 
Missão dada, missão que foi cumprida com um banho de sangue nas areias de Copacabana. Saíram vivos, mas gravemente feridos, Siqueira Campos e Eduardo Gomes, brigadeiro, candidato 2 vezes à presidência e patrono do Correio Aéreo Nacional (CAN). Começava aí o tenentismo, desembocando, primeiro, na Revolução de 1924 e, depois, na de 1930.
 
Pandiá Calógeras chegou ao Ministério da Guerra aos 49 anos, quando o Brasil vivia sua adolescência republicana. José Múcio, deputado, ministro e presidente do Tribunal de Contas de União, chega ao Ministério da Defesa 100 anos depois de Calógeras, com a República na idade madura. Aos 74 anos, mais psicólogo que engenheiro, mais diplomata que político, terá de exercer o poder civil preservando o poder militar com uma nova mentalidade.
 
Como João, José tem a chance de consolidar o verdadeiro poder das Forças Armadas, que é estritamente institucional. Um poder legalmente perene, num tempo em que a defesa do Brasil não se limita apenas às fronteiras ou ameaças externas. O conceito de defesa do século 21 é muito mais amplo, englobando segurança econômica, sanitária, ambiental, segurança pessoal, comunitária e política. Não é por acaso que o Ministério da Guerra de antigamente virou da Defesa.
 
José Múcio deve usar toda sua sabedoria de homem público, curtido no sol das eleições e nas tempestades das crises, para conduzir as Forças Armadas de volta ao centro do seu poder original, permanente, como está escrito na Constituição. Um poder muito mais sólido do que o efêmero poder político, do qual faz parte o risco de mudar de mãos entre uma eleição e outra.
 
*Jornalista

Só falta Pernambuco

 

A governadora eleita Raquel Lyra (PSDB) será diplomada na próxima segunda-feira sem anunciar um só nome para o Secretariado. Seu silêncio em relação à montagem da equipe não tem paralelos. Em praticamente todos os Estados, os governadores eleitos já anunciaram grande parte dos auxiliares ou agendou uma data.
 
Em São Paulo, por exemplo, o governador eleito Tarcísio de Freitas (Republicanos) já confirmou grande parte dos secretários e pretende concluir a montagem do primeiro escalão do seu governo até o meio da próxima semana, quando os futuros secretários terão uma semana de folga até a posse, em 1º de janeiro de 2023.
 
Por Blog do Magno

Prefeitura de Afogados levou arte e cultura para comunidade do São João Velho

 

 

Em mais uma noite de descentralização das ações culturais promovidas pelo município, a Prefeitura de Afogados levou os artistas do projeto Giro Cultural para apresentações na quadra da Escola São João, na comunidade rural do São João Velho.
 
Adultos, idosos, jovens e crianças assistiram as apresentações do Grupo Sanfonar, e o espetáculo “Bandeiras de louvação”, que retrata as danças tradicionais da cultura nordestina, mesclando com poesia e teatro. 
 
A noite também contou com o talento musical do cantor Afogadense Gustavo Pinheiro, que junto com o grupo encerrou a noite com uma tradicional e improvisada quadrilha junina. 
 
“É uma alegria chegar ao São João trazendo arte, dança e música de qualidade. Também foi bom ver que o público veio prestigiar os artistas de Afogados que tanto trabalham para fazer cultura no nosso município,” destacou o Secretário Executivo de Cultura e Esportes, Luciano Pires.