Projeto arraial do meu bairro terá início nesta sexta (06) em Afogados

A Prefeitura de Afogados da Ingazeira dará início na próxima sexta (06) a mais uma edição do projeto Arraial do meu bairro, começando pelo bairro Padre Pedro Pereira.

Serão catorze dias de festa nos bairros de Afogados. O projeto é coordenado pela secretaria municipal de cultura e esportes, onde a Prefeitura entra com a logística, palco, som, iluminação e atração cultural, e os moradores entram com a decoração e a organização da comercialização de comidas e bebidas típicas do período junino.

“O projeto, desde sua primeira edição, tem sido um sucesso, mobilizando as comunidades, gerando renda para os nossos artistas e também para os moradores, que podem comercializar e vender seus produtos durante os diversos arraiais. O arraial do meu bairro tem crescido bastante e contamos com a presença de todos,” destacou o secretário de cultura e esportes de Afogados, Augusto Martins.

A programação musical ficará por conta dos nossos artistas, grandes talentos da nossa música, como Genecy do acordeom, Lau Silva e forró limão, Leandro Cavalcante, Júnior Mendes, Lindomar Souza, Wallison vaqueiro, Denilson vaqueiro, Neno do acordeom, Dida e banda encantos dourados, Lindojonson, banda os megas, Warley Brito, Wilson Neres e Adelino do acordeom.

Confira a programação de acordo com o seu bairro e programe-se:

06/06
19h
Padre Pedro Pereira
Genecy do Acordeon

07/06
19h
Conj. Res. Dom Francisco LAU SILVA E FORRÓ LIMÃO

08/06
19h
Vila Pitombeira
LEANDRO CAVALCANTE

09/06
19h
COHAB
JÚNIOR MENDES

10/06
19h
São Sebastião
WALLISON VAQUEIRO

11/06
19h
Sobreira
LINDOMAR SOUZA

12/06
19h
Brotas
DENILSON AZEVEDO

13/06
19h
Conj. Res. Laura Ramos
DIDA & ENCANTOS DOURADOS

14/06
19h
Manoela Valadares
LINDOJONSON

15/06
19h
São Francisco
OS MEGAS

16/06
Conj. Res. Miguel Arraes
WARLEY BRITO

17/06
19h
São Cristóvão
WILSON NERES

18/06
19h
Centro
ADELINO DO ACORDEON

20/06
19h
São Braz
NENO DO ACORDEON

E segue o caminho da roça…

Crédito da imagem: Google 

A Secretaria de Cultura e Esportes convida toda a população para participar do nosso QUADRILHÃO – Caminho da Roça!
Vai ter muita animação, forró, arrastapé e tradição espalhados pelas ruas de Afogados!

Participações:
Quadrilha Junina fogo de palha
Junina sanfonar

Apresentação da Quadrilha Junina Andarilhos.

Sexta-feira, 30 de maio, às 19h
Concentração: Avenida Rio Branco, com destino à Praça da Comunidade São Francisco.

Capriche no traje típico, coloque o chapéu de palha e venha com o coração pronto pra dançar no arrastão mais animado do São João!

Não fique de fora, entre no compasso e venha pro nosso quadrilhão!
https://www.instagram.com/p/DKLX5EfviqC/?igsh=cHAyYWRtcDkxMHNp

o, com destino à Praça da Comunidade São Francisco.

Capriche no traje típico, coloque o chapéu de palha e venha com o coração pronto pra dançar no arrastão mais animado do São João!

Não fique de fora, entre no compasso e venha pro nosso quadrilhão!
https://www.instagram.com/p/DKLX5EfviqC/?igsh=cHAyYWRtcDkxMHNp

 

PE: Tradicional Missa do vaqueiro será realizada em 27 de julho em Serrita

Um dos maiores símbolos da fé e da cultura nordestina, a tradicional Missa do Vaqueiro será realizada no dia 27 de julho, em Serrita, no Sertão de Pernambuco. A celebração chega à 55ª edição reunindo centenas de vaqueiros e fiéis na tradicional cerimônia que exalta as raízes sertanejas.

A edição deste ano será marcada por uma homenagem ao escritor e compositor Jandhuy Finizola, um dos idealizadores da Missa. O tributo será feito em forma de poesia pelo artista Antonio Marinho.

A celebração também contará com a presença do Padre Antônio Maria, referência na evangelização cristã.

Durante a missa, um dos momentos mais simbólicos é o ofertório. Vaqueiros montados em seus cavalos se dirigem ao altar levando objetos de trabalho, como peitoral, chicote, chocalho e gibão. Doações em dinheiro, recolhidas em chapéus de couro, e alimentos vindos das lavouras dos próprios vaqueiros também são ofertados.

A Missa do Vaqueiro teve início em 1970, sendo idealizada pelo Padre João Câncio com apoio do Rei do Baião, Luiz Gonzaga, do poeta Pedro Bandeira e de Jandhuy Finizola. A motivação foi a morte do vaqueiro Raimundo Jacó, primo de Luiz Gonzaga, assassinado no Sítio Lages, em Serrita. A dor da perda se transformou em símbolo de resistência, fé e respeito à cultura do vaqueiro.

A canção “Rezas de Sol”, composta por Jandhuy, se tornou a trilha sonora oficial da celebração e é entoada anualmente como parte essencial da missa.

Hoje, o evento atrai não apenas moradores do sertão, mas também turistas, artistas e estudiosos da cultura popular, sendo um dos maiores encontros religiosos e culturais do Brasil.

Afogados homenageou o chorinho: porque a boa música não tem idade

Afogados da Ingazeira vivenciou ontem uma noite mágica que reuniu música de qualidade, grandes instrumentistas, cantor, bailarinos e uma verdadeira aula sobre as raizes musicais brasileiras. Foi a quinta cultural em homenagem ao choro, esse ritmo tão brasileiro.

A iniciativa e produção do evento ficou sob a responsabilidade do maestro Edinho Oliveira, com incentivo da política nacional Aldir Blanc e apoio da Prefeitura de Afogados da Ingazeira.

A homenagem contou com as apresentações de grandes solistas e instrumentistas de Afogados da Ingazeira, Pesqueira, Triunfo e Carnaíba, na execução de grandes clássicos do chorinho, desfilando sucessos de Zequinha de Abreu, Pixinguinha, Waldir Azevedo e de tantos outros craques do ritmo.

“Essa homenagem ao choro é uma homenagem à boa música, aquela música de qualidade e que não morrerá jamais. É muito importante destacar a importância dessa política do governo federal, que é a PNAB e que vem fazendo com que o dinheiro para a cultura circule nos municípios. E aqui em Afogados, a Prefeitura também aporta recursos para que esse dinheiro renda e a cultura se propague cada vez mais,” destacou o secretário de cultura e esportes, Augusto Martins. Ele esteve presente ao evento acompanhado do seu adjunto, Luciano Pires.

O evento foi abrilhantado pelas participações mais do que especiais do cantor Gustavo Pinheiro, do sanfoneiro Leandro Cavalcante e do casal de bailarinos Márcia e Everton Leão.

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Cavalo Marinho de Aliança se apresenta hoje em Afogados

O projeto “Circula patrimônio: trocando saberes” traz para Afogados a apresentação do cavalo marinho Boi Pintado, do mestre Grimário, de Aliança, na zona da mata norte de Pernambuco. O projeto conta com o incentivo da política nacional Aldir Blanc (PNAB), coordenada pelo Governo Federal. Em Afogados, a apresentação está sendo realizada em parceria com a secretaria municipal de cultura e esportes.

A apresentação acontece nesta sexta (25), na praça Monsenhor Alfredo de Arruda Câmara, às 20h

Cavalo-marinho – é uma performance teatral, com personagens que representam pessoas, animais e seres fantásticos. A dança é acompanhada por música, com instrumentos como rabecas, violas, tambores e outros. Os dançarinos executam movimentos rítmicos e ágeis, criando um ambiente de festa e alegria. 

O cavalo-marinho possui um caráter ritualístico, com a participação de todos os membros da comunidade e a celebração da cultura regional. O cavalo-marinho se tornou patrimônio cultural do Brasil em 2014.

Já tendo realizado apresentações em todo o Brasil, além de países como Cuba e Venezuela, o Cavalo Marinho de Mestre Grimário foi reconhecido Patrimônio Vivo de Pernambuco em 2022.

O áudio visual é cultura, é cinema brasileiro.

Viva o audiovisual afogadense! Nesta terça, 29/4, a partir das 19h no Cine São José, você tem um encontro com filmes que têm em Afogados da Ingazeira suas inspirações e essência!

grandes Talentos, Sertão e sua histórias.

Participe da Mostra “Olhares Afogadenses”, o momento de prestigiar e debater com os realizadores alguns dos filmes financiados pela Lei Paulo Gustavo no Município.

Serão exibidos, de graça para quem quiser ocupar o Cine São José, os curtas:

A PONTE – O trânsito diário entre concreto armado e o leito de um rio (10 minutos, Direção: Richard Soares)
AQUILO QUE A MEMÓRIA AMOU – Lembranças sobre as Escolas Radiofônicas e como a Ditadura Militar proibiu a alfabetização de adultos no Pajeú (20 minutos, Direção: Silmara Marques)
CASINHA DE MURETA – A partir da reflexão sobre preservação histórica e direito à cidade, o filme passeia pela raiva e nostalgia (18 minutos, Direção: Leonardo Lemos).

A pipoca está garantida! Vem!

A Mostra “Olhares Afogadenses” integra as ações do projeto de curta metragem “Casinha de Mureta”, tem produção da Leonardo Lemos Comunicação e Artes e incentivo da LPG Afogados da Ingazeira através da Secretaria de Cultura, Ministério da Cultura e Governo Federal.

Vamos todos prestigiar esse momento cultural no cine teatro São José.

 

Cinema São Luiz abre celebrações do Abril Indígena neste fim de semana

A programação vai somar esforços levando para a telona o debate público e político sobre a história de luta e de resistência dos povos originários

Convidando o público a pensar o cinema de fora das caixas tradicionalmente eurocêntricas, a programação especial deste fim de semana do Cinema São Luiz abre as celebrações do Abril Indígena, com a exibição de filmes que exploram as questões dos povos originários. Durante todo o mês, os cinéfilos poderão se aprofundar na temática através de produções realizadas por cineastas indígenas ou em colaboração com eles, assim como por meio de obras dirigidas por não-indígenas que abordam eventos significativos para o debate estético e político.

“Se a gente pensa que os povos originários têm outras cosmologias, outras formas de viver e de ser no mundo, isso também se expressa nas imagens. Historicamente, as imagens tinham um olhar muito direcionado a partir da visão eurocêntrica colonial e nos últimos anos, nas últimas décadas, houve toda uma transformação, um deslocamento onde os povos indígenas, realizadores e realizadoras indígenas, começam a se apropriar da linguagem audiovisual para colocar suas subjetividades na tela. Tem um pensador um militante importante das causas indígenas, que é o Ailton Krenak, e ele fala dessa ideia de demarcação das telas, ou seja, uma forma de ocupar também esse espaço, que é o espaço do pensamento, é o espaço da imaginação política. E o Cinema São Luiz vai se somar nessa articulação que acontece nacionalmente, passando pelas perspectivas que estão colocadas nas imagens”, expressa o programador do Cinema São Luiz, Pedro Severien. 

A iniciativa busca dar ênfase nos cinemas indígenas feitos no Brasil e promover o reconhecimento e a valorização da diversidade dos povos originários, proporcionando ao público a oportunidade de mergulhar em narrativas que refletem a luta, a resistência e as subjetividades de personagens e comunidades indígenas.

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​Coco Negras e Negros visita ​escolas do Pajeú com ​apresentação musical e formação financiad​as pelo Governo Federal

“Coco Celebrando a Semana Internacional de Combate à Intolerância Racial” promoverá dez encontros em escolas públicas com roda de diálogos e apresentações artísticas; ação tem apoio do Plano Nacional Aldir Blanc

Cultura e cidadania aliadas na luta contra a intolerância racial: de 17 a 21 de março, o grupo de Coco Negras e Negros do Leitão irá promover dez rodas de diálogos seguidas de shows em várias escolas e instituições de ensino. O projeto “CELEBRANDO A SEMANA INTERNACIONAL PELA ELIMINAÇÃO DA DISCRIMINAÇÃO RACIAL” é um incentivo da PNAB Pernambuco e PNAB Afogados da Ingazeira, Funcultura, Governo do Estado de Pernambuco, Ministério da Cultura e Governo Federal. A ação ainda inclui a apresentação de outros artistas locais como poetas e instrumentistas.

A primeira apresentação, em Iguaracy, ocupou a Eref Dr Diomedes Gomes Lopes: enquanto o evento das 15h reuniu mais de 150 alunos e funcionários, o evento das 19h reuniu quase 50. A primeira fala, de jovens do Grupo de Coco, serviu para presentear a escola com uma muda de Coco Catolé, que tem forte ligação com a ancestralidade dos integrantes. Depois se deu o debate sobre combate à intolerância, inclusive com acessibilidade em Libras – a instrutora Valéria Moura recebeu três alunos surdos e intermediou o conhecimento entre eles.

Depois o grupo de Coco serviu alimentos da agricultura familiar aos presentes e encerrou um dia com um show de Coco de Roda. A mesma dinâmica se deu na noite. “É muito bom a gente ser ouvido, hoje a cultura é valorizada, mas antes não era. Estou feliz”, explica Inácio Pedro, Mestre do Coco e proponente da ação.

Além de tudo, o lixo ainda será recolhido pelo grupo e os copos plásticos serão utilizados como sementeiras de plantas da caatinga, para serem doadas no futuro: “A caatinga vive uma situação de desmatamento muito grave: é o mínimo que podemos fazer: juntar as sementes e reciclar esses copos, fazendo do lixo uma espécie de berço para novas plantas. Os próprios integrantes vão receber ajuda de custo pra cuidar dessa sementeira e elas e eles estão juntando as sementes”, explica Leonardo Lemos, produtor executivo do projeto.

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Grupo de Xaxado Cabras de Lampião realiza curta temporada no Museu do Cangaço

CONFIRA A PROGRAMAÇÃO

O xaxado e a cultura não podem parar! Após retornar da turnê na Itália, o Grupo Cabras de Lampião realiza uma curta temporada de apresentações no Quintal do Museu do Cangaço, em Serra Talhada, de 17 a 22 de março, sempre às 10h da manhã.

O projeto, promovido pela Fundação Cultural Cabras de Lampião, busca fortalecer a cidade como a verdadeira Capital do Xaxado, oferecendo ao público uma imersão única no universo do cangaço.

Através do ritmo característico criado pelos cangaceiros e eternizado pelo som das alpercatas ritmadas que batem e arrastam pelo chão, nos pés ligeiros dos bailarinos do grupo.

“Durante a temporada, os visitantes poderão apreciar uma apresentação autêntica de arte popular, onde música, poesia e dança se unem para contar a história de Lampião e seus seguidores. É uma oportunidade imperdível para conhecer a tradição e a beleza do xaxado, que ultrapassou fronteiras e se tornou um símbolo da resistência e da arte nordestina”, comentou Cleonice Maria, presidente da Fundação Cabras de Lampião.

A Curta Temporada do Grupo de Xaxado Cabras de Lampião é uma produção realizada com o apoio da Fundação Cultural de Serra Talhada/Prefeitura Municipal de Serra Talhada – PNAB, Ministério da Cultura – Governo Federal – PNAB.

Para mais informações, entre em contato com a Fundação Cultural Cabras de Lampião pelo site https://museudocangaco.com.br/. Visite também o Instagram @xaxado.cabrasdelampiao @museudocangacost. Ou ainda vá conhecer pessoalmente o Museu do Cangaço na Estação do Forró, em Serra Talhada.

Projeto itinerante une circo e frevo em apresentações gratuitas pelo interior de Pernambuco.

Imagem de espetáculo do Coletivo 3° Ato
Imagem de espetáculo do Coletivo 3° Ato – Bismarck Passos/ Divulgação

A estreia acontece neste sábado (15) no Agreste pernambucano, com o espetáculo do Coletivo 3º Ato, misturando palhaços, música ao vivo e Frevo.

O Coletivo 3° Ato, grupo artístico que atua no Recife, inicia neste sábado (15), um novo projeto itinerante pelo interior de Pernambuco. O projeto tem início no Agreste e mistura circo, música e história, celebrando o Frevo.

As primeiras cidades a receber o Coletivo 3° Ato serão João Alfredo e Limoeiro, ambas no dia 15 de março, às 15h30 e 19h30, respectivamente.

Espetáculo

O enredo do espetáculo gira em torno dos palhaços Carambola, Dunga e Geleia, personagens carismáticos que conduzem o público por uma jornada lúdica e cheia de humor. Eles contam a história do frevo, desde suas origens nas ruas do Recife até sua consagração como símbolo da identidade pernambucana. A narrativa envolve números de palhaçaria, acrobacias e muita interação com o público, tudo embalado por uma mini orquestra de frevo que toca ao vivo.

Com um formato pioneiro, o Frevo na Ponta do Nariz, incentivado pelo Governo de Pernambuco, por meio dos recursos do Funcultura, abre espaço para a participação de músicos locais em cada cidade visitada. No Agreste, quatro artistas da região se juntam à orquestra, após um processo de preparação e intercâmbio cultural. Essa iniciativa não só valoriza os talentos locais, mas também fortalece os laços entre as comunidades e a cultura tradicional.

Bismarck Passos/ Divulgação
Imagem de espetáculo do Coletivo 3° Ato – Bismarck Passos/ Divulgação

O frevo, reconhecido pela UNESCO como Patrimônio Imaterial da Humanidade, é o grande protagonista do espetáculo. Além da cultura do circo, tão presente no imaginário nordestino, ganha destaque na figura dos palhaços, que resgatam a tradição dos antigos picadeiros e levam ao público uma mensagem de resistência e alegria.

Em março, o projeto também passará pela Mata Sul, com apresentações em Palmares e Catende no dia 26. Já em abril, o Sertão recebe o espetáculo, com datas marcadas para Sertânia (5/4) e Arcoverde (6/4).

Serviço:

Projeto itinerante une circo e frevo em apresentações gratuitas pelo interior de Pernambuco

João Alfredo

Local: Auditório da Faculdade Vale do Pajéu, Rodovia PE, 88, João Alfredo.

Data: Sábado, 15 de março

Horário: 15h30

Classificação indicativa: livre

Limoeiro

Local: Centro de Criação Galpão das Artes, Rua Vigario Joaquim Pinto – Limoeiro

Data: Sábado, 15 de março

Horário: 19h30

Classificação indicativa: livre