Isso aconteceu ontem sábado dia 05 de abril de 2025.,
O senhor Durval Galdino Marques, advogado e professor de matemática por mais de trinta anos, contribiu muito com a educação do municipio de afogados da Ingazeira. Na tarde deste sábado (05) precisou dá entrada no hospital Emília câmara em Afogados da Ingazeira, sentindo fortes dores no peito. Trata-se se de um paciente oncológico e com uma sonda na barriga por onde se alimenta e sua idade de 86 anos já fala mais alto tendo prioridades em qualquer lugar onde chegar.
Portanto o mesmo passou pela recepção do hospital e depois de uma certa demora chegou ao consultório médico, onde foi receitado as medicações para os sintomas apresentados por seus familiares, logo em seguida foi encaminhado para a sala de recuperação, o senhor Durval já estava sentado em uma cadeira de rodas, e nessa mesma cadeira, ele permaneceu até o termino da aplicação do soro.
Só pela idade de 86 anos, já merecia ter sido medicado em um leito, até porque tinha cama desocupada, não colocaram por falta de humanidade mesmo. outro motivo para que ele fosse direto para um leito, seria o uso da GTT, uma vez que Senhor Durval Galdino Marques encontra-se com uma sonda na barriga, que já é desconfortável, imagine ficar por mais de duas horas sentado em uma cadeira de rodas? infelismente foi assim que ele ficou.
Algumas pessoas questionam porque os famíliares não procuraram a direção do hospital para pedir pra tirar o paciente da cadeira de rodas e colocar na cama. mas, seria mesmo necessário os famíliares fazer isso?
Primeiro não é fácil o acesso do público a essas direções, porque direções? por que no Hospital Regional Emília Câmara, tem ‘ uns mile e quinhentos chefes’ e nenhum sabe que paciente com mais de oitenta anos, tem prioridade, ou teria mesmo que os famíares fossem pedir a eles de joelhos?
Cadê o lado humano das pessoas que estão no poder e acham que são donos desse poder? poder esse que lhe foi confiado, por uma força política. Será que vão se eternizar no poder? Vai não, tudo nessa vida é passageiro e os poderes políticos também são. os acompantes do senhor Durval galdino Marques, não tinham obrigação de procurar a direção do hospital para que esse atendimento ao senho Durval fosse de melhor qualidade, bastava o direito do idoso ter sido colocado em prática, e o lado humano de cada um funcionário que ali estava tivesse funcionado.
Portanto, restou aos famíliares abrir a boca e formalizar a denúncia, trazendo ao conhecimento do público todo o ocorrido, para que ouros não passe por tamanho descaso. Quanto aos acompanhantes não ter colocado o paciente em outra cadeira, não caberia a eles tomar essa iniciativa, uma vez que não foram eles quem aplicaram o soro e por que não são funcionários do hospital, nem são médicos, nem enfermeiros, nem técnicos em enfermagem.
Fica aqui o repúdio deste Blog diante do ocorrido.
Pais de Bruna acreditam que ela foi derrubada no chão no momento de transferência do leito da sala vermelha para uma maca – INSTAGRAM/REPRODUÇÃO
Autarquia informa que fiscais e assessores jurídicos conversaram com equipes de enfermagem e de qualidade do hospital para ter detalhes sobre o caso.
Após tomar conhecimento da morte de Bruna Brito, aos 4 anos, o Conselho Regional de Enfermagem de Pernambuco (Coren-PE) realizou, nesta quinta-feira (16), uma fiscalização na Unimed Recife, hospital onde a criança foi a óbito no dia 13 de dezembro. Na última terça-feira (14), os pais de Bruna denunciaram que houve negligência durante o atendimento da filha na unidade de saúde.
Em vídeos publicados em rede social, o vereador de Timbaúba Josinaldo de Araújo Júnior, 37 anos, e a empresária Gabriella de Brito Silva, 36, relataram um conjunto de condutas negligentes. O caso é investigado pela Polícia Civil.
O Coren-PE informa que, durante a fiscalização, enfermeiros fiscais e assessores jurídicos do conselho conversaram com as equipes de enfermagem e de qualidade do hospital, com o objetivo de obter detalhes sobre o ocorrido.
“Na ocasião, os representantes do Coren-PE foram informados que um relatório está em fase de conclusão e que, até o momento, o documento não aponta indícios de irregularidades praticadas pela equipe de enfermagem“, diz o comunicado da autarquia.
“O Coren-PE se prontifica a acompanhar de perto o caso e aguarda a finalização do relatório. Mais uma vez, o Conselho Regional de Enfermagem de Pernambuco externa total solidariedade à família da vítima, coloca-se à disposição para contribuir no que for da alçada da autarquia e espera que tudo seja esclarecido com a maior celeridade possível.”
Entenda o caso
Os pais de Bruna, Josinaldo e Gabriella, contam que, no dia 9 de dezembro, levaram a filha para a urgência da Unimed Recife. A menina apresentava sintomas de amigdalite, como dor de garganta, mau hálito e inchaço na área do pescoço. Como ela já havia tomado antibiótico recentemente para tratamento de uma otite, a médica que fez o atendimento indicou uma aplicação de Benzetacil – antibiótico injetável de ação rápida que tem como princípio ativo a benzilpenicilina benzatina.
“No início, fomos contra. Mas a médica disse que seria a conduta mais adequada. Mas Bruna não melhorou. Então, voltamos no dia seguinte, com nossa filha debilitada. Outro médico atendeu e passou um exame de sangue. Retornamos na quarta-feira, com Bruna bem pior, e ouvimos até ironia, de que Benzetacil não seria um remédio para dor de cabeça, que demorava para apresentar efeito”, diz Josinaldo de Araújo Júnior.
Diante do quadro frágil apresentado pela filha, eles voltaram ao hospital na quinta-feira à tarde. Dessa vez, foram à urgência de otorrinolaringologia do complexo hospitalar. Naquele momento, a menina já não comia e nem bebia água. “Chegamos às 15h30. Foi prescrita uma tomografia de garganta com contraste e sedação de garganta. Eram 23h quando soubemos que, após ter sido sedada, Bruna não poderia passar por esse exame, pois a estava com laringoespasmos (condição que resulta do fechamento exacerbado da glote).”
Diante desse quadro, a saturação de oxigênio de Bruna caiu, e a equipe médica precisou fazer intubação (receber ventilação mecânica). Com isso, a médica anestesiologista disse que a menina teria que ser encaminhada para a unidade de terapia intensiva (UTI), localizada num prédio anexo ao local onde teria sido feita a tomografia. Foi retirada, então, a ventilação mecânica para fazer a transferência.
Os pais de Bruna contam que, no anexo onde fica a UTI, a equipe esperava receber a menina intubada e que não estava preparada para dar assistência da forma como a filha chegou à unidade hospitalar. “No local, Bruna passou por nova intubação na sala vermelha e seria transferida numa maca para a UTI. A porta da sala vermelha estava aberta, e escutei um barulho forte de queda e de algo que parecia um cilindro de oxigênio estourando. A enfermeira saiu nervosa, com bastante sangue na roupa. Ela disse que Bruna teria se extubado sozinha. Mas como, se ela estava sedada?”
A família acredita que Bruna foi derrubada durante a transferência do leito da sala vermelha para a maca e relata que, naquela ocasião, ocorreu a morte de Bruna. Eram aproximadamente 6h30 da sexta-feira (13/12). O hospital, no entanto, disse aos pais que a causa da morte foi hemorragia pulmonar.
O laudo do Instituto de Medicina Legal de Pernambuco (IML) foi liberado nesta quarta-feira (15), segundo divulgou a família. O pai de Bruna, Josinaldo de Araújo Júnior, disse que foi surpreendido. “Coincidência ou não, pela repercussão, o que mais machucou foi o resultado totalmente incoerente e confuso. Lutaremos até o fim.”
De acordo com Josinaldo, em relato publicado no Instagram, o laudo do IML diz que a “causa da morte foi hemorragia pulmonar, mas não foi possível determinar a causa da hemorragia pulmonar, sendo mais provavelmente devido ao processo infeccioso”. O pai de Bruna mostra parte do prontuário e escreve: “corpo, visualizado hematoma região lombar e glútea. Indícios da queda do próprio prontuário médico”.
Em nota, a Unimed Recife diz que “lamenta profundamente a perda da paciente Bruna Brito Barbosa de Araújo e se solidariza com a dor da família da criança”.
Confira na íntegra a nota da Unimed Recife:
“Ao longo dos seus 53 anos de existência, a Unimed Recife investe constantemente em qualidade e segurança dos nossos pacientes, seguindo rigorosos protocolos técnicos, com respaldo científico. Esclarece que toda a assistência foi prestada pela equipe multidisciplinar composta por médicos, enfermeiros, técnicos e demais profissionais, e que todos os procedimentos realizados durante o atendimento à paciente foram pautados nas melhores práticas de medicina baseadas em evidências. A respeito do direcionamento ao SVO, esclarecemos que esta é a conduta legal prevista pela portaria Nº 1405/2006 do Ministério da Saúde do Brasil, que estabelece a Rede Nacional de Verificação de Óbito e Esclarecimento de Causa Mortis – SVO como órgão responsável pela avaliação de mortes por causas não violentas, que possui formulário de encaminhamento padrão, fornecido pela Secretaria Estadual de Saúde – SES. Reiteramos que até o presente momento, todas as informações solicitadas pela família, bem como pelas autoridades competentes vêm sendo fornecidas com transparência.”
A família informou que fez oficialmente uma denúncia ao Conselho Regional de Medicina do Estado de Pernambuco (Cremepe), mas que ainda não havia recebido contato da autarquia. Em nota ao JC, o Cremepe informa que “recebeu a denúncia e que todas as sindicâncias instauradas pela autarquia correm em sigilo processual para não comprometer a investigação. Os expedientes são regidos pelo Código de Processo Ético – Profissional (CPEP), estabelecido pela Resolução CFM nº 2.306/2022”.
Já a Polícia Civil de Pernambuco disse, em nota, que instaurou inquérito policial para apurar o fato. A investigação está sob coordenação da Delegacia de Polícia de Crimes contra Criança e Adolescente (DECCA/DPCA), “que está realizando todas as diligências necessárias para o esclarecimento do ocorrido, tendo solicitado, inclusive, perícias à Gerência Geral de Polícia Cientifica. No momento não é possível fornecer mais informações”.
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