Vírus da raiva foi encontrado em morcego em Patos de Minas (foto: Youtube/ PeritoAnimal)
O animal estava na sacada de um apartamento em Patos de Minas e foi recolhido para análise na Secretaria de Estado de Saúde, que confirmou a doença.
O vírus da raiva foi identificado em um morcego na cidade de Patos de Minas, na Região do Alto Paranaíba. A informação foi divulgada pela prefeitura do município na manhã desta quinta-feira (30), por meio do Centro de Controle de Zoonoses (CCZ).
O animal, que é frugívoro, foi encontrado na sacada de um apartamento na Avenida Paranaíba e recolhido para análise na Secretaria de Estado de Saúde, em Belo Horizonte, onde a presença do vírus foi confirmada.
Para evitar a disseminação da doença, a Vigilância Sanitária, seguindo o protocolo do Ministério da Saúde, estabeleceu um cerco vacinal em um raio de 500 metros a partir do ponto onde o morcego foi encontrado. Equipes de controle de zoonose farão visitas a residências para aplicar o imunizante em todos os cães e gatos na área delimitada a partir de segunda-feira (03/02).
Serão imunizados os animais a partir de três meses de idade, exceto fêmeas no último mês de gestação e aqueles em tratamento de saúde. Os pets vacinados no último ano também devem receber a dose de reforço. Quem não estiver em casa no momento da visita deverá levar o animal ao Centro de Controle de Zoonoses, das 7h às 18h, para a imunização gratuita.
Pico da doença ocorreu entre 5 e 11 de janeiro, quando 23,5 mil casos foram notificados às autoridades de saúde (Crédito: JAVIER TORRES/AFP)
O país registrou 57.713 diagnósticos da doença nas três primeiras semanas deste mês.
Os casos de covid-19 nas primeiras três semanas de 2025 no Brasil já superaram os registros dos últimos 10 meses. Nesse período, o país contabilizou 57.713 diagnósticos da doença, o que representa um aumento de 151% em comparação com as três últimas semanas de dezembro, quando foram registradas 23.018 infecções.
Os números foram divulgados por pesquisadores da Universidade de São Paulo (USP) e da Universidade Estadual Paulista (Unesp), com base nas informações do Ministério da Saúde e da plataforma de pesquisadores da Unesp, SP Covid-19 Info Tracker.
Segundo as informações, o pico da doença ocorreu entre 5 e 11 de janeiro, quando 23,5 mil casos foram notificados às autoridades de saúde. Já entre 29 de dezembro e 4 de janeiro, 16 mil casos foram registrados, enquanto entre 22 e 28 de dezembro apenas 6.090 infecções foram contabilizadas.
Desde março de 2024 não eram observados números tão altos de infecção. Na primeira semana daquele mês, foram 53,8 mil casos. Já na segunda semana, 35,6 mil. A partir da terceira semana de março, houve uma queda significativa nos números, com apenas 14 mil casos. Nos últimos meses do ano passado, os casos não ultrapassaram 10 mil.
Segundo o professor da Unesp e coordenador do InfoTracker, Wallace Casaca, o aumento do número de casos no primeiro mês de 2025 pode estar relacionado com dois motivos: “A questão das festas de fim de ano, que levam a aglomerações e são uma oportunidade para que o vírus se dissemine. Além disso, existe também a nova variante da ômicron que é mais transmissível”. “Quando junta esses dois fatores, temos um aumento significativo”, explica.
Casaca adverte que a primeira grande medida para combater o vírus é atualizar o calendário vacinal. “Pessoas com comorbidade, pessoas idosas, crianças devem estar atentos para a vacina”, frisa.
O professor aponta contudo que, apesar da alta, a tendência é de que em algumas semanas os casos diminuam. “É como uma sanfona, uma hora aumenta outra hora diminui, mas é preciso sempre ficar atento. Não deixe de se vacinar e de usar máscara quando estiver gripado”, recomenda.
SRAG
De acordo com o último boletim InfoGripe da Fiocruz, entre 12 e 18 de janeiro houve também um aumento nos casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) associada à covid-19 na região Norte e Nordeste. “O crescimento ocorre principalmente na população mais idosa, mas em alguns estados também temos observado um aumento dos casos graves na população de jovens e adultos”, afirma Tatiana Portella, pesquisadora do InfoGripe, no vídeo de divulgação do boletim.
Imagem de homem deitado roncando e mulher incomodada ao seu lado – Kampus Production/Pexels
Descubra como o ronco pode estar relacionado a distúrbios do sono, como a apneia, e causar problemas nos dentes. Saiba como o tratar corretamente.
Você ronca e não sabe por quê? Esse hábito aparentemente inofensivo pode ser um sinal de alerta para problemas mais sérios de saúde.
O ronco está frequentemente ligado a distúrbios do sono, como a apneia, que podem ter um impacto significativo na qualidade de vida e na saúde bucal.
Ronco e distúrbios do sono: qual a conexão?
O ronco ocorre quando o fluxo de ar pelas vias aéreas superiores é obstruído, fazendo com que os tecidos moles vibrem.
Uma das causas mais comuns do ronco é a apneia obstrutiva do sono, caracterizada por interrupções repetidas da respiração durante o sono. Essa condição pode levar a uma série de problemas de saúde, incluindo:
Cansaço excessivo: a falta de sono profundo e reparador deixa a pessoa com sensação de cansaço mesmo após uma noite de sono;
Bruxismo: o ranger ou apertar dos dentes durante o sono é uma resposta comum do organismo à falta de oxigênio e à má qualidade do sono;
Doenças cardiovasculares: a apneia do sono está associada a um maior risco de hipertensão, arritmias cardíacas e infarto.
O impacto do ronco na saúde bucal
O bruxismo, frequentemente associado ao ronco e à apneia do sono, pode causar diversos problemas bucais, como:
Desgaste do esmalte dental: o atrito constante entre os dentes desgasta o esmalte, expondo a dentina e aumentando a sensibilidade dental;
Retração gengival: o apertamento dos dentes pode causar a retração da gengiva, expondo a raiz do dente e aumentando o risco de cáries e sensibilidade;
Dores musculares na face e mandíbula: a tensão muscular causada pelo bruxismo pode levar a dores de cabeça e dores na articulação temporomandibular.
De acordo com o endodontista José Todescan Júnior, especialista em Prótese Dental e membro da International Federation of Esthetic Dentistry (IFED), o ronco em si não causa problemas dentários, mas é um sinal de que a qualidade do sono pode estar comprometida.
“Quando o paciente dorme mal, ele tende a apertar os dentes durante o dia seguinte. Esse hábito repetitivo é o que provoca desgaste nos dentes e até retrações gengivais. Por isso, o foco deve ser no tratamento da qualidade do sono, e não no ronco isoladamente”, explica.
Como distúrbios do sono afetam a saúde bucal
A apneia e a hipopneia, caracterizadas pela parada total ou parcial da respiração durante o sono, estão diretamente ligadas a uma série de consequências para o corpo.
Quem sofre com essas condições não alcança as fases mais profundas do sono, o que resulta em cansaço, aumento do estresse e tensão muscular, incluindo na região da mandíbula.
“Os distúrbios do sono, como a apneia, levam a um sono superficial e a alterações nos níveis de cortisol, o que intensifica o bruxismo em muitos pacientes. Esse hábito afeta a saúde bucal ao longo do tempo, gerando desgaste nos dentes e problemas articulares”, afirma Todescan.
Além disso, a má qualidade do sono pode agravar outras condições bucais. A respiração bucal, comum em quem ronca, reduz a produção de saliva, o que favorece cáries e inflamações gengivais.
Opções de tratamento para melhorar o sono e proteger os dentes
O tratamento do ronco e da apneia deve focar na melhora da passagem de ar e na redução dos efeitos dos distúrbios do sono. O uso de laser, por exemplo, é uma das opções disponíveis para tratar a flacidez do palato mole, reduzindo o ronco e facilitando a respiração.
“O laser de Erbium fortalece os tecidos do palato e melhora a qualidade do sono ao diminuir a vibração que provoca o ronco. Esse tratamento é indolor, rápido e não exige anestesia, sendo uma alternativa eficiente para muitos pacientes”, explica.
A importância de prevenir e tratar o bruxismo
Para quem já apresenta sinais de desgaste dentário devido ao bruxismo, medidas preventivas e corretivas podem ser adotadas em conjunto com o tratamento dos distúrbios do sono.
Consultar um dentista regularmente permite identificar o problema precocemente e minimizar os danos.
O dentista reforça que o ronco não deve ser ignorado, já que está associado a condições mais graves. “Tratar o ronco e os distúrbios do sono é investir em qualidade de vida. Isso reduz os impactos no corpo como um todo, preservando a saúde bucal e geral do paciente”, conclui.
O vírus pertence à família dos flavivírus e possui quatro sorotipos: DENV-1, DENV-2, DENV-3 e DENV-4 (foto: Freepik)
Ministério da Saúde reforça importância de medidas preventivas.
A dengue é uma doença viral transmitida pelo mosquito Aedes aegypti que afeta milhões de pessoas no mundo – sobretudo em países tropicais como o Brasil. O vírus pertence à família dos flavivírus e possui quatro sorotipos: DENV-1, DENV-2, DENV-3 e DENV-4 . Cada um deles, segundo o Ministério da Saúde, pode causar desde infecções assintomáticas até quadros graves da doença.
“Os quatro sorotipos são suficientemente distintos para que uma infecção por um deles não ofereça imunidade contra os outros”, destacou o ministério. “Isso significa que uma pessoa pode ser infectada até quatro vezes.” A pasta alerta que, enquanto a infecção por um sorotipo tem efeito protetor permanente contra ele e efeito protetor temporário contra os outros, infecções consecutivas aumentam o risco de formas mais graves da doença.
Sorotipo 3
O DENV-3 vem sendo detectado recentemente em meio a testes positivos para dengue – sobretudo em São Paulo, Minas Gerais, no Amapá e no Paraná. A ampliação, segundo o ministério, foi registrada sobretudo nas últimas semanas de dezembro. O cenário preocupa autoridades sanitárias, já que o sorotipo não circula de forma predominante no país desde 2008, e grande parte da população está suscetível a ele.
“O DENV-3 é considerado um dos sorotipos mais virulentos do vírus da dengue, ou seja, tem maior potencial de causar formas graves da doença. Estudos indicam que, após a segunda infecção por qualquer sorotipo, há uma predisposição para quadros mais graves, independentemente da sequência dos sorotipos envolvidos. No entanto, os sorotipos 2 e 3 são frequentemente associados a manifestações mais severas.”
população previamente exposta a outros sorotipos de dengue pode levar a um cenário de “epidemias significativas”. O aumento da incidência de dengue registrado entre 2000 e 2002, por exemplo, foi associado à introdução do DENV-3. Ao longo de 2024, o sorotipo predominante no Brasil foi o 1, identificado em 73,4% das amostras.
Prevenção e cuidados
“Diante da circulação dos quatro sorotipos no país, é fundamental intensificar as medidas de prevenção, especialmente no controle ao mosquito transmissor. Eliminar focos de água parada, utilizar repelentes e instalar telas de proteção são algumas das ações recomendadas”, destaca o ministério.
Outro alerta da pasta diz respeito aos sintomas. “É importante estar atento aos sintomas da dengue e procurar assistência médica imediata em caso de suspeita, especialmente se houver sinais de alarme, como dor abdominal intensa, vômitos persistentes e sangramentos. A vigilância constante e a adoção de medidas preventivas são essenciais para controlar a disseminação da dengue e minimizar os riscos associados aos seus diferentes sorotipos, especialmente o DENV-3.”
Campanha
Com mais de 93 mil casos prováveis de dengue, além de 11 mortes causadas pela doença confirmadas e 104 em investigação apenas nas primeiras semanas de 2025, o ministério intensificou a campanha de conscientização e combate às arboviroses – sobretudo em estados com tendência de aumento de casos não apenas de dengue, mas também de zika e chikungunya.
O foco da campanha está nos sintomas das doenças, incentivando a busca por unidades básicas de saúde (UBS) diante de sinais como manchas vermelhas no corpo, febre, dores de cabeça e dores atrás dos olhos. A iniciativa, segundo a pasta, é direcionada às seguintes unidades federativas: Acre, Espírito Santo, São Paulo, Rio de Janeiro, Paraná, Santa Catarina, Minas Gerais, Mato Grosso, Goiás, Tocantins e Distrito Federal.
O foco da campanha está nos sintomas das doenças, incentivando a busca por unidades básicas de saúde (UBS) diante de sinais como manchas vermelhas no corpo, febre, dores de cabeça e dores atrás dos olhos. A iniciativa, segundo a pasta, é direcionada às seguintes unidades federativas: Acre, Espírito Santo, São Paulo, Rio de Janeiro, Paraná, Santa Catarina, Minas Gerais, Mato Grosso, Goiás, Tocantins e Distrito Federal.
O ministério reforça ainda a importância da vacinação contra a dengue como estratégia preventiva, “embora a disponibilidade de doses ainda dependa do fornecimento pelos fabricantes”. Atualmente, o imunizante Qdenga está disponível no Sistema Único de Saúde (SUS) apenas para crianças e adolescentes com idade entre 10 e 14 anos.
Centro de Operações de Emergência
No início do ano, a ministra da Saúde, Nísia Trindade, instalou o Centro de Operações de Emergências em Saúde Pública para Dengue e outras Arboviroses (COE Dengue). A ideia é coordenar o planejamento e a reposta por meio do diálogo constante com estados, municípios, pesquisadores e instituições científicas, além de outras pastas.
Entre as ações previstas estão se antecipar ao período sazonal da dengue para adequar as redes de saúde; mitigar riscos para evitar casos e óbitos; ampliar medidas preventivas para melhor preparar estados e municípios, além de uma articulação nacional para resposta a eventuais situações classificadas como críticas.
Dados da pasta indicam que, para 2025, há previsão de aumento na incidência de casos de dengue em pelo menos seis estados brasileiros: São Paulo, Rio de Janeiro, Espírito Santo, Tocantins, Mato Grosso do Sul e Paraná. Todos eles, segundo o ministério, estão sendo monitorados “ainda mais de perto”.
Reunião
Nesta quarta-feira (22), a ministra Nísia Trindade se reúne com representantes de conselhos, sociedade civil, sindicatos, federações, instituições de saúde, associações e especialistas no intuito de alinhar estratégias e ações de controle da dengue e outras arboviroses. “A reunião é mais uma medida do Ministério da Saúde – por meio do COE Dengue – para articulação conjunta de ações estratégicas e monitoramento do cenário epidemiológico em todo o país”, informou o ministério. Estão previstas as seguintes participações:
Conselho Federal de Medicina;
Conselho Federal de Enfermagem;
Conselho Federal de Farmácia;
Conselho Federal de Fisioterapia e Terapia Ocupacional;
Conselho Federal de Medicina Veterinária;
Conselho Federal de Psicologia;
Central Única dos Trabalhadores;
Central Única das Favelas;
Sindicato Nacional dos Docentes das Instituições de Ensino Superior;
Federação de Sindicatos de Trabalhadores Técnico-Administrativos em Instituições de Ensino Superior Públicas do Brasil;
União Nacional dos Estudantes;
Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia;
Instituto Todos Pela Saúde;
Associação Brasileira de Municípios;
Associação Nacional dos Prefeitos e Vice-Prefeitos;
Frente Nacional de Prefeitas e Prefeitos;
Serviço Social do Comércio;
Serviço Social da Indústria;
Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial;
Federação Nacional de Jornalistas;
Central Nacional Unimed;
Central Geral dos Trabalhadores do Brasil;
União Brasileira dos Estudantes Secundaristas;
Sindicato Nacional dos Servidores Federais da Educação Básica, Profissional e Tecnológica;
Conselho Nacional das Instituições da Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica;
Marco Antonio D%u2019Amico vinha de Congonhas para o Aeroporto de São José do Rio Preto (foto: Reprodução)
Segundo a Latam, o homem caiu da escada após sofrer uma parada respiratória.
Um passageiro de 67 anos morreu após cair da escada de desembarque de um avião no Aeroporto de São José do Rio Preto, no interior de São Paulo, na noite de domingo (19/01). Auditor fiscal, Marco Antonio D’Amico vinha do Aeroporto de Congonhas, na capital paulista.
Por meio de nota, a ASP lamentou profundamente o ocorrido e expressou suas sinceras condolências aos familiares e amigos do passageiro.
Segundo o site FlightRadar, o voo decolou de Congonhas às 17h35 e chegou ao Aeroporto de São José do Rio Preto às 18h25. A aeronave era um Airbus A320.
Fto: Divulgação/Governo do Estado de Santa Catarina
Maioria dos pacientes infectados não conseguem sobreviver e, segundo dados do Ministério da Saúde, a doença tem letalidade de quase 100%
Pernambuco registrou pela primeira vez em oito anos um caso de raiva, doença causada por um vírus e que tem letalidade de quase 100%, segundo o Ministério da Saúde. O Diario de Pernambuco entrevistou o médico infectologista João Paulo França, do Hospital Oswaldo Cruz, no Recife, para esclarecer dúvidas sobre o tema e explicar como se prevenir.
De acordo com o profissional da saúde, a raiva pode ser transmitida até mesmo por um animal já morto e se trata de uma doença infecciosa grave e que ocorre nos mamíferos, a exemplo de cães, gatos, morcegos e macacos. Este último foi o animal que infectou a mulher de 56 anos que está internada na capital pernambucana.
“A transmissão acontece de mamífero para mamífero para mamífero através de animais que a gente já conhece bem como cachorro, gato e morcego. A única exceção é o rato, que morre antes de transmitir a doença. A transmissão ocorre quando o humano entra em contato com a saliva do animal e isso acontece quando somos mordidos ou quando o animal lambe a mucosa da gente”, explica o infectologista.
João Paulo França pontua que raramente morcegos que se alimentam de frutas irão atacar e morder os seres humanos, ao menos que estejam infectados com o vírus da raiva, que altera o comportamento destes animais.
O médico ainda explica que após ser infectado pelo vírus do gênero Lyssavirus, da família Rabhdoviridae, o ser humano pode demorar cerca de até duas semanas para apresentar os sintomas. O período de incubação está relacionado à localização, extensão e profundidade da mordedura, arranhadura, lambedura ou tipo de contato com a saliva do animal infectado, bem como a proximidade do local infectado com o cérebro e troncos nervosos.
1.304 municípios brasileiros receberão R$ 30 milhões do Ministério da Saúde para ações com plantas medicinais e fitoterápicos no Sistema Único de Saúde (SUS). O repasse será realizado em parcela única. A iniciativa busca promover o uso sustentável da biodiversidade, fortalecer a cadeia produtiva e ampliar o acesso da população a alternativas terapêuticas.
Compra de fitoterápicos industrializados ou manipulados;
Manipulação/preparação de fitoterápicos;
Cultivo de espécies de plantas medicinais;
Promoção de formações e divulgações relacionadas às plantas medicinais e fitoterápicos;
Realização de capacitações e oficinas (profissionais e comunidade);
Pesquisa, desenvolvimento e inovação no setor de plantas medicinais e fitoterápicos;
Entre outras ações.
Dados divulgados pelo Ministério da Saúde mostram que, dos 5.570 municípios brasileiros, 1.375 foram considerados elegíveis, representando 24,7% do total. Devido à limitação orçamentária, 1.304 cidades foram priorizadas, seguindo os critérios estabelecidos na Portaria GM/MS nº 5.619/2024. Foram selecionados os municípios que enviaram informações sobre a movimentação de fitoterápicos ao Ministério da Saúde por meio da Base Nacional de Dados de Ações e Serviços da Assistência Farmacêutica (Bnafar).
Entre as Unidades da Federação (UFs) contempladas estão Santo Antônio do Içá (AM), Mata Grande (AL), Lagoa do Ouro (PE), Japorã (MS), São João das Missões (MG), Bom Jardim (MA), Alto Alegre (RR), Presidente Jânio Quadros (BA) e Campos Lindos (TO). A lista completa está disponível no portal da Pasta.
A publicação da Portaria de Habilitação dos Municípios selecionados deve ser divulgada nos próximos dias.
Os valores repassados serão definidos com base no Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM), seguindo as classificações:
A cada 100 pessoas que adoecem de tétano, cerca de 30 morrem. A informação é do Ministério da Saúde. Em nota, ele reforça que a principal forma de prevenção contra a doença é a vacinação, gratuita e disponível no Sistema Único de Saúde (SUS).
A imunização deve ser realizada conforme recomendações do Calendário Nacional de Vacinação em serviços da atenção primária ou em centros de referência para imunobiológicos especiais (CRIEs), no caso de pessoas que apresentam condições clínicas especiais.
Confira, a seguir, os esquemas vacinais recomendados para o tétano:
– crianças menores de 7 anos: três doses da vacina penta, administrada aos 2, 4 e 6 meses de vida, além de reforços aos 15 meses e aos quatro anos com a vacina tríplice bacteriana (DTP);
– pessoas com sete anos ou mais (crianças, adolescentes, adultos e idosos): a vacinação desses grupos deve considerar o histórico vacinal contra o tétano. Para quem tem esquema vacinal completo, doses de reforços estão indicadas a cada dez anos. Em casos onde há ferimentos graves, o intervalo deverá ser reduzido para cinco anos;
– gestantes: uma dose da vacina tríplice bacteriana acelular – tipo adulto (dTpa), a cada gestação, a partir da 20ª semana. Se necessário, a gestante também deverá completar o esquema vacinal contra o tétano, com a administração da vacina dupla bacteriana – tipo adulto (dT), que pode ser administrada a qualquer momento da gestação.
“A atualização da vacinação contra o tétano em gestantes, a cada gestação, além de proteger a mãe contra a doença, tem como meta prevenir o tétano neonatal que pode acometer recém-nascidos, até os primeiros 28 dias de vida”, destacou o ministério. “Gestantes, trabalhadores rurais e da construção civil, idosos e pessoas que sofreram ferimentos recentes, devem manter a proteção em dia.”
Procedimento é a principal modalidade de cirurgia minimamente invasiva e poderá beneficiar, em especial, pacientes com câncer de útero, pâncreas, esôfago e estômago
O Ministério da Saúde incluiu a videolaparoscopia, principal modalidade de cirurgia minimamente invasiva, para o tratamento de pacientes com câncer no Sistema Único de Saúde (SUS). A inclusão de seis procedimentos foi publicada na última quinta (5) no Diário Oficial da União.
— Sem dúvida, essa incorporação é um dos maiores avanços nos últimos 15 anos no SUS. O tratamento do câncer reúne várias modalidades. Mas quando falamos em tratamento curativo, a cirurgia é responsável por 60% das chances de cura. Além disso, 80 a 90% dos pacientes com câncer vão precisar de algum tipo de cirurgia para sua jornada. Se entendemos que essa é a principal modalidade de tratamento, entendemos o impacto histórico que essa incorporação vai ter — afirma o cirurgião oncológico Rodrigo Nascimento Pinheiro, presidente da Sociedade Brasileira de Cirurgia Oncológica (SBCO).
Os procedimentos laparoscópicos são cirurgias feitas trocando incisões grandes – de 40, 50 ou 60 cm – por incisões de 1 a 2 cm – na parece abdominal. Através delas, usando ferramentas específicas e uma câmera, é possível realizar a retirada dos cânceres sem a necessidade de grandes incisões.
— Conseguimos fazer a maioria das cirurgias oncológicas de forma minimamente invasiva — afirma Pinheiro.
Ainda de acordo com o especialista, esse tipo de cirurgia reduz o risco de sangramento, infecções, dores, e cicatrizes, o que contribui para e melhora a qualidade de vida do paciente. Outra diferença importante em relação às cirurgias abertas é em relação ao tempo de internação.
A Prefeitura de Afogados da Ingazeira vai promover o I SIMPÓSIO MUNICIPAL DE SAÚDE PÚBLICA, com o tema “Inovações da Gestão Municipal.
O simpósio será coordenado pela secretaria municipal de saúde e tem como público-alvo os profissionais de saúde do município. O evento acontecerá no próximo dia 16 de Dezembro, a partir das 8h, no cineteatro São José.
As inscrições são gratuitas e podem ser feitas até o dia 10 de Dezembro, através do link abaixo:
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