Inflação: IPCA vai a 0,33% em dezembro e fecha 2025 em 4,26%

A chamada inflação oficial teve alta de 0,33% em dezembro, 0,15 ponto percentual (p.p.) acima do aumento de 0,18% registrado em novembro/Foto:  Valter Campanato/Agência Brasil
A chamada inflação oficial teve alta de 0,33% em dezembro, 0,15 ponto percentual (p.p.) acima do aumento de 0,18% registrado em novembro (Foto: Valter Campanato/Agência Brasil)

IPCA termina o ano dentro da meta do governo

A chamada inflação oficial teve alta de 0,33% em dezembro, 0,15 ponto percentual (p.p.) acima do aumento de 0,18% registrado em novembro. O resultado fez o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) acumular alta de 4,26% em 2025.

Com o resultado, o IPCA termina o ano dentro da meta do governo, de até 4,5% no acumulado de 12 meses.

Os dados foram divulgados nesta sexta-feira (9) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Segundo o IBGE, com exceção do grupo Habitação, que registrou queda de 0,33%, os demais grupos de produtos e serviços pesquisados tiveram alta em dezembro.

A maior variação (0,74%) e o maior impacto (0,15 p.p.) vieram dos Transportes, seguido, em termos de impacto, por Saúde e Cuidados pessoais, com alta de 0,52% e 0,07 p.p.

O grupo artigos de residência (0,64%) teve a segunda maior variação em dezembro, após o recuo de 1% registrado em novembro.

“No grupo dos Transportes (0,74%), o resultado foi influenciado pelo aumento nos preços do transporte por aplicativo (13,79%) e das passagens aéreas (12,61%), subitem com maior impacto individual no resultado do mês (0,08 p.p.). Os combustíveis, após recuarem 0,32% em novembro, aumentaram 0,45%, com as seguintes variações: etanol (2,83%), gás veicular (0,22%), gasolina (0,18%) e óleo diesel (-0,27%)”, afirma o IBGE.

Ainda segundo o instituto, em Artigos de residência, a alta de 0,64% reflete as variações de TV, som e informática (1,97%) e dos Aparelhos eletroeletrônicos (0,81%) que, no mês anterior, haviam caído 2,28% e 2,37%, respectivamente.

Agência Brasil

Aumento do ICMS nos combustíveis deve chegar nas bombas a partir da próxima semana, avalia sindicato

Aumento combustível. /Foto: Crysli Viana/ DP Foto
Aumento combustível. (Foto: Crysli Viana/ DP Foto)

Segundo o presidente do Sindcombustíveis Pernambuco, Alfredo Pinheiro Ramos, o reajuste começa a aparecer já na nota fiscal das distribuidoras

Com o aumento do ICMS sobre os combustíveis, autorizado a partir do dia 1º de janeiro, a expectativa é que o impacto nas bombas seja sentido pelos consumidores pernambucanos na próxima semana. A elevação do imposto foi definida pelo Conselho de Secretarias de Fazenda dos Estados e do Distrito Federal (Confaz) e atinge a gasolina e o diesel, autorizando a alta de R$ 0,10 e R$ 0,05, respectivamente. Segundo o presidente do Sindcombustíveis Pernambuco, Alfredo Pinheiro Ramos, o reajuste começa a aparecer já na nota fiscal das distribuidoras.

“Aumento nunca é bom, pois impacta diretamente nos nossos custos operacionais. A gente acredita que os impactos poderão ser sentidos a partir da próxima semana, quando o mercado começar a repor seus estoques e consequentemente fazer suas contas”, explicou Ramos.

O presidente do sindicato explica, no entanto, que esse valor não chega de forma direta e isolada ao consumidor final. “O aumento começa na nota fiscal da distribuidora. Se o custo sobe 10 centavos, o posto é obrigado a repassar para conseguir comprar o próximo caminhão. Sem repasse, o capital de giro do posto é ‘comido’ pela inflação do combustível”, argumentou.

Apesar disso, ainda não existe uma estimativa oficial sobre o quantitativo do aumento que será repassado na bomba para o consumidor. De acordo com o Sindicombustíveis Pernambuco, cada posto faz o seu cálculo, mesmo o percentual do ICMS sendo igual para todos, pois cada posto tem sua estrutura para saber quanto irá absorver.

“Esses 10 centavos nunca chegam puros na bomba. Eles carregam o aumento proporcional das taxas de cartão (que incidem sobre o valor total), impostos e perdas operacionais. Por isso, no final, o ajuste precisa ser do tamanho dos seus custos”, afirmou Ramos.

O presidente do sindicato ainda explicou que, quando há reajuste nas distribuidoras, os preços acabam se ajustando de forma semelhante. “Se a distribuidora sobe para todo mundo, o mercado inteiro se ajusta por necessidade, não por combinação”, disse.

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Novo valor do piso previdenciário passa a valer a partir do dia 26/1

Brasília (DF), 03/11/2023, Prédio do Instituto Nacional do Seguro Social. Edfício sede do INSS. Fachada do INSS. Setor de autarquia sul  Foto: Rafa Neddermeyer/Agência Brasil
© Rafa Neddermeyer/Agência Brasil
Este ano o valor é de R$ 1.621, com aumento de 6,79%

O novo valor do piso previdenciário começa a ser pago no dia 26 deste mês, segundo calendário do INSS. Este ano o valor é de R$ 1.621. O aumento de 6,79%, o mesmo do salário mínimo, começou a valer no primeiro dia do ano. Quase 22 milhões de benefícios, seis em cada dez do total do regime geral de previdência social, têm até esse valor. O impacto total com o novo valor para os beneficiários que recebem até um salário mínimo vai ser de cerca de R$ 30,7 bilhões este ano, de acordo com o Ministério da Previdência. Esse cálculo não inclui benefícios assistenciais como o BPC.

As aposentadorias e pensões acima do piso não vão ser alteradas com essa mudança. Esses benefícios são reajustados pelo INPC, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor. O dado de dezembro vai ser divulgado pelo IBGE na sexta-feira (5). Os pagamentos começam dia 26 de janeiro e vão até dia 6 de fevereiro. As datas são definidas de acordo com o último número antes do dígito no cartão de benefício. Os valores podem ser consultados no Meu INSS ou na central 135

Por Gabriel Brum – Repórter da Rádio Nacional

Celulares vão ficar sem WhatsApp em 2026 por requisitos técnicos; confira lista completa de modelos

Modelos antigos de várias marcas ficarão sem acesso ao WhatsApp a partir de 1º de janeiro de 2026
Modelos antigos de várias marcas ficarão sem acesso ao WhatsApp a partir de 1º de janeiro de 2026 – Foto: Reprodução

Plataforma de mensagens anunciou que smartphones deixarão de ser compatível com o aplicativo

O próximo ano pode começar deixando alguns donos de celulares um pouco menos comunicáveis. Isto porque, a partir de 1º de janeiro de 2026, o WhatsApp deixará de ser compatível com uma série de modelos de telefones.

Essa mudança vai ocorrer porque os aparelhos vão deixar de atender a requisitos técnicos mínimos do sistema do aplicativo de mensagens, em que as atualizações buscam otimizar a segurança, o desempenho e a capacidade de incorporar novas funcionalidades.

A medida vai afetar milhões de usuários de dispositivos. A decisão atinge principalmente smartphones mais antigos de marcas líderes como Apple, Samsung Electronics, LG, Motorola, Sony, Huawei e HTC, obrigando seus proprietários a considerar alternativas para continuar utilizando o serviço.

As atualizações exigem versões mais recentes de sistemas operacionais como Android ou iOS, o que representa uma barreira intransponível para os modelos mais antigos. A maioria desses dispositivos foi lançada há mais de uma década e, consequentemente, já não recebe as atualizações de software necessárias por parte de seus fabricantes para se adaptar às exigências atuais do aplicativo. Essa incompatibilidade é o principal motivo do encerramento do suporte.

O que fazer diante dessa situação
Diante desse cenário, os usuários cujos telefones estejam na lista de dispositivos afetados terão opções para não perder o acesso ao aplicativo.

A primeira recomendação é verificar se é possível atualizar o sistema operacional do telefone. Caso isso não seja viável, os usuários deverão migrar seus chats e dados para um dispositivo mais moderno ou, alternativamente, adquirir um novo telefone que seja compatível com os requisitos atuais do WhatsApp, a fim de continuar utilizando o aplicativo sem interrupções.

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Tabela PIS/Pasep 2026: Veja as datas de pagamento e regras

PIS/Pasep 2026 - calendário de pagamentos do PIS/Pasep 2026, referente ao ano-base 2024, começa no dia 15 de fevereiro
Foto: Marcello Casal JrAgência Brasil

Calendário do PIS/Pasep 2026, referente ao ano-base 2024, começa no dia 15 de fevereiro

O calendário de pagamentos do PIS/Pasep 2026, referente ao ano-base 2024, começa no dia 15 de fevereiro. Os depósitos seguem até 15 de agosto. Para receber, é necessário ter trabalhado com carteira assinada ou como servidor público durante pelo menos 30 dias em 2024. Confira abaixo a tabela completa de datas.

A partir de 2026, terá direito ao abono quem trabalhou com carteira assinada ou como servidor público durante pelo menos 30 dias, consecutivos ou não, em 2024, e recebeu até R$ 2.765,92 por mês. Antes, o gatilho para ter direito ao PIS-Pasep era receber até dois salários mínimos por mês.

Qual o calendário do PIS/Pasep 2026?
Os pagamentos são ordenados conforme a data de nascimento do trabalhador ou servidor público. O abono pode ser feito até o último dia do calendário bancário de 2026. O dinheiro volta aos cofres públicos se não for feito o resgate. No entanto, os valores podem ser solicitados em um prazo de cinco anos.

Há outros pré-requisitos para receber o PIS/Pasep?
Estar cadastrado no PIS/Pasep há pelo menos cinco anos, contados a partir da data do primeiro vínculo de emprego formal. Ou seja, o trabalhador precisa estar no mercado de trabalho desde 2021 para receber o abono em 2026;

Ter exercido trabalhado em emprego formal por, pelo menos, 30 dias consecutivos ou não no ano-base considerado;

Ter seus dados no ano-base de 2024 corretamente informados pelo empregador no eSocial.

Como consultar o PIS/Pasep?
Para consultar se tem direito, o trabalhador pode acessar a Carteira de Trabalho Digital ou os aplicativos Caixa Trabalhador e Caixa Tem.

Para fazer a consulta pelo aplicativo da Carteira de Trabalho Digital, siga o passo a passo:

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Aumento do ICMS eleva custo da gasolina e do diesel em 2026

 — Foto: Reprodução/TV Globo
— Foto: Reprodução/TV Globo

Os preços da gasolina e do diesel vão pesar um pouco mais no bolso dos motoristas a partir de janeiro de 2026. O Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz) aprovou um aumento do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) incidente sobre os combustíveis. A decisão foi publicada no Diário Oficial da União em setembro de 2025, mas só entra em vigor na virada do ano.

Com o reajuste, o aumento da alíquota sobre os combustíveis será de:

  • Gasolina: R$ 0,10 por litro; passará de R$ 1,47 para R$ 1,57;
  • Diesel: R$ 0,05 por litro; passará de R$ 1,12 para R$ 1,17.

Este é o segundo ano consecutivo de elevação do ICMS sobre os combustíveis. Em fevereiro de 2025, os estados já haviam promovido um reajuste nas alíquotas. Na ocasião, o Comitê Nacional de Secretários de Fazenda (Comsefaz) informou que a atualização levou em conta os preços médios mensais dos combustíveis, calculados a partir de dados da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).

Preços médios dos combustíveis

Confira os preços médios mais recentes da gasolina comum e do óleo diesel nos estados, apurados pela ANP, referentes à semana de 21 a 27 de dezembro de 2025.

Estados Gasolina comum (R$/l) Óleo diesel (R$/l)
ACRE 7,97 8,14
ALAGOAS 6,31 5,97
AMAPÁ 6,04 6,42
AMAZONAS 7,01 6,50
BAHIA 6,32 6,01
CEARÁ 6,16 6,17
DISTRITO FEDERAL 6,43 5,98
ESPÍRITO SANTO 6,29 5,92
GOIÁS 6,40 5,89
MARANHÃO 5,90 6,17
MATO GROSSO 6,33 6,27
MATO GROSSO DO SUL 5,95 5,92
MINAS GERAIS 6,11 5,84
PARÁ 6,20 6,43
PARAÍBA 5,91 5,79
PARANÁ 6,47 5,87
PERNAMBUCO 6,34 6,01
PIAUÍ 5,80 5,97
RIO DE JANEIRO 6,11 6,09
RIO GRANDE DO NORTE 5,84 6,07
RIO GRANDE DO SUL 6,18 6,06
RONDÔNIA 6,82 6,41
RORAIMA 6,70 6,62
SANTA CATARINA 6,34 6,08
SÃO PAULO 6,09 6,03
SERGIPE 6,51 5,74
TOCANTINS 6,61 6,04

ICMS em fase de transição

Apesar do avanço da Reforma Tributária e da criação do Imposto sobre Bens e Serviços (IBS), vale destacar que o ICMS não será extinto de imediato. O ano de 2026 marca o início da chamada fase de testes operacionais do novo sistema tributário.

A partir de janeiro, será cobrada uma alíquota simbólica total de 1% sobre a movimentação de bens e serviços. Esse percentual será dividido entre os dois novos tributos do modelo dual:

  • 0,9% destinados à Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS), de competência federal;
  • 0,1% ao IBS, de competência estadual e municipal.

O objetivo é testar o recolhimento simultâneo entre os diferentes entes federativos, sem impacto tributário adicional relevante, já que os valores pagos poderão ser compensados.

G1

Verão 2026: ANEEL estabelece regras para garantir fornecimento de energia nos municípios

Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil
Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

A Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) emitiu, nesta segunda-feira (29), ofício com diretrizes para “para fortalecer o fornecimento de energia durante o período do Verão 2025/2026.” As medidas visam coordenar distribuidoras e poder público diante de previsões de elevação de temperaturas, chuvas intensas e ventos fortes.

Segundo as normativas da autarquia, as distribuidoras de energia devem notificar o poder público – estados e municípios – imediatamente após identificar eventos climáticos críticos. A notificação deve ocorrer por canais exclusivos de comunicação mantidos com estados e municípios. As diretrizes constam no Ofício Circular nº 5/2025 da ANEEL.

Conforme o diretor-geral da ANEEL, Sandoval Feitosa, “a mitigação dos impactos decorrentes de eventos climáticos demanda atuação coordenada e integrada entre as instituições”.

Entre as medidas, a Agência viabiliza o Sistema Radar. Disponível à população, esse sistema fornece informações em tempo real sobre as interrupções de energia. O sistema pode ser acessado pelo site da ANEEL e pelo aplicativo ANEEL Consumidor.

Conteúdo para notificação ao poder público

Embora o ofício não traga um modelo padronizado, a regulação recente da ANEEL sobre comunicação em emergências indica que a notificação ao poder público deve contemplar: provável causa da ocorrência, área afetada e tempo estimado para normalização do serviço.​

Com essas informações, estados, municípios e defesas civis podem direcionar as ações de atendimento à população e de suporte a serviços essenciais.

brasil61

Correios esperam demissão voluntária de até 15 mil funcionários

Agências dos Correios/Reprodução / Direção Concursos
(Reprodução / Direção Concursos)

O presidente dos Correios, Emmanoel Rondon, disse que o Programa de Demissão Voluntária (PDV) como parte do processo de reestruturação da companhia deve gerar economia anual de R$ 2,1 bilhões

O presidente dos Correios, Emmanoel Rondon, disse que o Programa de Demissão Voluntária (PDV) como parte do processo de reestruturação da companhia deve gerar economia anual de R$ 2,1 bilhões, com impacto pleno a partir de 2028. O programa será aberto em janeiro de 2026 com potencial de adesão de até 15 mil empregados entre 2026 e 2027.

As declarações foram feitas em coletiva de imprensa realizada nesta segunda-feira (29) para detalhar o plano de reestruturação da estatal, que acumula prejuízos bilionários.

Segundo Rondon, o PDV exige “algum grau” de investimento para ter uma redução de 18% nos gastos com folha de pagamento. Ele disse que serão gastos R$ 1,1 bilhão com o programa para obter uma economia de R$ 1,4 bi anuais.

“A primeira vantagem do PDV é que ele é voluntário e a gente não esteriliza a força de trabalho da empresa, não aumenta a judicialização, há um acordo que nasce e se resolve por si. Outra coisa é que a gente consegue programar o PDV dentro da dinâmica de necessidade da empresa”, afirmou Rondon.

Segundo Rondon, as iniciativas de redução de despesas devem somar R$ 5 bilhões até 2028. Ele também destacou a alienação de imóveis sem uso operacional, com expectativa de gerar R$ 1,5 bilhão em receitas extraordinárias.

O presidente da estatal disse que o ritmo de resultado até setembro, de prejuízo de R$ 6 bilhões, não vai se alterar até o fim do ano. A expectativa é que o plano de reestruturação comece a dar resultados positivos em 2027.

Estadão Conteúdo

INSS divulga funcionamento das agências e da Central 135 no Natal e Ano Novo

Foto: Fábio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil

As agências do Instituto Nacional do Seguro Social terão funcionamento alterado em todo o país durante o período de festas, conforme calendário de feriados e pontos facultativos definido pelo Governo Federal. Nos dias 24 e 31 de dezembro, vésperas de Natal e Ano Novo, o expediente é de ponto facultativo a partir das 13h, com atendimento ao público somente até esse horário e de forma reduzida.​

Nos dias 25 de dezembro (Natal) e 1º de janeiro (Confraternização Universal), não haverá atendimento ao público nas agências, por se tratarem de feriados nacionais previstos na legislação federal. O atendimento presencial volta ao normal nos dias 26 de dezembro e 2 de janeiro, quando as Agências da Previdência Social retomam o horário habitual e seguem normalmente os agendamentos já marcados.​

Funcionamento da Central 135

A Central Telefônica 135 também opera em regime especial no fim de ano, garantindo alternativas de atendimento remoto aos segurados. Nos dias 24 e 31 de dezembro, o atendimento humano estará disponível até as 18h; após esse horário, o serviço permanece somente em formato eletrônico, com respostas automatizadas.​

Já nos dias 25 de dezembro e 1º de janeiro, a Central 135 prestará exclusivamente atendimento eletrônico, sem participação de atendentes. A partir de 26 de dezembro e 2 de janeiro, o canal volta ao padrão usual de funcionamento, com oferta de atendimento humano dentro do horário regular.

Canais digitais do Meu INSS

Mesmo com as alterações no atendimento presencial e telefônico, os serviços digitais do Meu INSS seguem disponíveis 24 horas por dia, inclusive em feriados. Pelo portal e aplicativo, é possível solicitar benefícios, emitir extratos, acompanhar requerimentos e acessar diversas informações sem necessidade de deslocamento até uma agência.

Mercado reduz previsão da inflação para 4,33% este ano

Os dados foram divulgados nesta sexta-feira (27), no relatório de Estatísticas Monetárias e de Crédito pelo Banco Central (BC) pelo Banco Central (BC)/Foto: Marcelo Casal JR/Agência Brasil
(Foto: Marcelo Casal JR/Agência Brasil)

Para 2026, a projeção da inflação também caiu

A previsão do mercado financeiro para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), referência oficial da inflação no país, em 2025 diminuiu de 4,36% para 4,33%. A estimativa foi publicada nesta segunda-feira (22) pelo boletim Focus, pesquisa divulgada semanalmente pelo Banco Central (BC) com a expectativa de instituições financeiras para os principais indicadores econômicos.

Para 2026, a projeção da inflação também caiu, de 4,1% para 4,06%. Para 2027 e 2028, as previsões são de 3,8% e 3,5%, respectivamente.

Pela sexta semana seguida, a previsão para a inflação de 2025 foi reduzida, alcançando o intervalo da meta para a variação de preços que deve ser perseguida pelo BC. Definida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), a meta é de 3%, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Ou seja, o limite inferior é 1,5%, e o superior, 4,5%.

Em novembro, a alta no preço das passagens aéreas fez a inflação chegar a 0,18%. Em outubro, o IPCA havia sido de 0,09%. Com o resultado, a inflação acumulada em 12 meses é 4,46%, dentro da meta do CMN.

Taxa Selic

Para alcançar a meta de inflação, o Banco Central usa como principal instrumento a taxa básica de juros (Taxa Selic), definida atualmente em 15% ao ano pelo Comitê de Política Monetária (Copom) do BC.

O recuo da inflação e a desaceleração da economia levaram à manutenção da Selic pela quarta vez seguida, na última reunião do ano, no início deste mês.

O colegiado não deu pistas de quando deve começar a cortar os juros. Em comunicado, o BC informou que o cenário atual está marcado por grande incerteza, que exige cautela na política monetária, e que a estratégia da instituição é manter a Selic neste patamar por bastante tempo.

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