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Lenda
‘Fim do mundo’: Peixe-remo aparece vivo em praia no México.

Peixe-remo é visto como infame por sua lendária relação com desastres naturais.
Um ‘peixe do fim do mundo‘ apareceu vivo na praia de Baja Califórnia Sur, no México, no último dia 9 de fevereiro. O peixe-remo, como é conhecido o Regalecus glesne, vive nas profundezas do oceano e sua presença na superfície é considerada rara e, segundo superstições, vista como um mau agouro.
Foram poucas as vezes em que o peixe-remo foi visto vivo em águas rasas, como aconteceu no México. “O peixe nadou direto até nós, levantando a cabeça alguns centímetros”, disse uma testemunha identificada como Robert Hayes ao portal Storyful. “Colocamos o peixe de volta na água três vezes, mas ele sempre voltava”, comentou.
Uma gravação mostra que o espécime tinha cerca de um metro, o que é pequeno para um peixe-remo, já que um adulto pode chegar aos 3 metros e pesar centenas de quilos.
Embora não existam evidências científicas de que os animais estejam conectados a desastres naturais, a superstição que o envolve é bem famosa. Em 2011, o peixe-remo foi visto antes do grande terremoto que gerou o tsunami de Tohoku, que atingiu o reator nuclear da cidade de Fukushima. No ano passado, um espécime foi encontrado na Grandview Beach, no sul da Califórnia em 6 de novembro. Um mês depois, um sismo de magnitude 7.0 atingiu a costa, o que gerou alertas de tsunami para o estado americano.
A ONG Ocean Conservancy reconhece que os animais têm uma fama negativa e que avistar o peixe-remo é realmente uma raridade, já que eles vivem nas profundezas de quase todos os mares do planeta, exceto nos polos. “Enquanto muitas lendas são contadas sobre as criaturas, não é comum seu contato com humanos. Se um for encontrado perto da superfície, normalmente indica que o animal está doente, morrendo ou pelo menos desorientado”, diz a organização americana.
Por: Antônio Gois.
Saiba a origem do Dia da Mentira.

O 1º de abril surgiu como uma forma de protesto com um toque de bom humor.
Acredita-se amplamente que o Dia da Mentira tenha surgido na França, quando algumas pessoas se recusaram a aceitar a mudança do início do Ano Novo, que antes era na Páscoa, para 1º de janeiro. Aqueles que resistiram a adotar a nova data foram chamados de “tolos de abril”, já que a Páscoa ocorre em abril. Essa mudança foi promulgada pelo rei francês Carlos 4º em agosto de 1564.
A origem do Dia da Mentira não é completamente reconhecida, de acordo com a Encyclopedia Britannica, uma plataforma de conhecimento e educação do Reino Unido. Ela possui similaridades com festivais antigos, como a Hilária, da Roma Antiga, em 25 de março, e a celebração do Holi na Índia, até 31 de março, que podem ter influenciado sua criação.
No Brasil, a tradição de pregar peças no Dia da Mentira foi introduzida em 1828, conforme indicado pelo site de uma agência governamental brasileira. O jornal mineiro “A Mentira” teria iniciado essa prática ao publicar, em sua primeira edição em 1º de abril, a falsa notícia da morte de Dom Pedro 1º. Entretanto, Dom Pedro 1º faleceu em 24 de setembro de 1834, em Portugal.
Existe também a crença de que o Dia da Mentira está relacionado à chegada da primavera, durante o equinócio, em 21 de março no Hemisfério Norte. A mudança de estação pode “enganar” as pessoas, já que o clima gradualmente deixa de ser frio, trazendo dias mais quentes.
Em todos os casos, a essência do Dia da Mentira é fazer alguém parecer ingênuo ao contar algo falso. Na França, por exemplo, a pessoa enganada é chamada de “poisson d’avril” (ou “peixe de abril”), em referência a um peixe jovem e facilmente capturado. No Brasil, com a popularização da internet, tornou-se comum enviar mensagens com brincadeiras aos familiares e amigos, seguidas da revelação de que a pessoa “caiu na pegadinha do 1º de abril”.
Por: DP.


