
Muitas pessoas acreditam que o chifre da chinesa Chen, de 107 anos, é o segredo por trás de sua longevidade; entenda

Muitas pessoas acreditam que o chifre da chinesa Chen, de 107 anos, é o segredo por trás de sua longevidade; entenda

A ordem dominicana no Peru anunciou que nos próximos dias serão celebradas missas em homenagem a Gutiérrez

O furacão Milton tocou o solo da Flórida, nos Estados Unidos, como categoria 3, na noite desta quarta-feira (9/10). A tempestade é a maior e mais perigosa em 100 anos na região
Vídeos que circulam nas redes sociais revelam a intensidade do fenômeno.
Veja:
Venice, Florida, is getting flooded as Hurricane #Milton makes landfall.pic.twitter.com/FUPYdpxfCz
— Breaking News (@TheNewsTrending) October 10, 2024
Current conditions in Seminole, FL as Hurricane Milton approaches the Tampa Bay Area.
🎥: @Julio_Rosas11 pic.twitter.com/jbA0IG1zbu
— TheBlaze (@theblaze) October 10, 2024
Stepped outside in Sarasota during Hurricane Milton. Pretty wild. #milton #hurricane pic.twitter.com/B4trsvk59b
— Dave Americkson (@BabyPandaDog) October 10, 2024
O furacão atingiu a região de Siesta Key, na costa oeste da Flórida, com ventos de 193 km/h, e inundações de até 2,1 metros de altura, segundo informações do Centro Nacional de Furacões (NHC, na sigla em inglês). A tempestade começou atingindo a região de Sarasota, na costa centro-oeste da Flórida e segue em direção à Baía de Tampa,
Com seu impacto já visível, Milton não dá sinais de enfraquecer. O furacão continua a causar tempestades devastadoras, inundações e ventos destrutivos, afetando não apenas a área mais próxima do seu centro, mas também regiões mais distantes.
As autoridades locais alertam para a possibilidade de novas chuvas intensas e alagamentos, além de danos significativos em infraestruturas e habitações.
O furacão Milton é o quinto a atingir os Estados Unidos em 2024. Ele se junta a uma lista de outros fenômenos devastadores, incluindo os furacões Beryl (categoria 1), Debby (categoria 1), Francine (categoria 2) e Helene (categoria 4), que marcaram o ano com impactos significativos.
De acordo com o NHC, Milton deve continuar a manter a força de um furacão enquanto se move pela Flórida central até a manhã de quinta-feira (10/10), com risco de novos danos e ameaças à segurança das pessoas nas áreas que ainda serão atingidas.
A população da Flórida está em alerta máximo, com autoridades locais emitindo avisos de evacuação para áreas de risco elevado.
Os ventos fortes e as inundações que Milton traz consigo exigem uma preparação intensa por parte das equipes de resgate e serviços de emergência, que já estão em ação para ajudar na evacuação e fornecer suporte imediato aos afetados.

Milton recuperou força na terça-feira e se tornou um ciclone de categoria 5
As autoridades da Flórida intensificaram, nesta terça-feira (8), os pedidos de evacuação antes da chegada do furacão Milton, que retornou à categoria 5 e pode ser “a pior tempestade” a atingir a península em um século, alertou o presidente Joe Biden.
Milton recuperou força na terça-feira e se tornou um ciclone de categoria 5, a máxima da escala, com ventos máximos sustentados de 270 quilômetros por hora, enquanto avança em direção ao estado da Flórida, segundo o Centro Nacional de Furacões dos Estados Unidos (NHC).
“É provável que haja flutuações na intensidade enquanto Milton se desloca pelo leste do Golfo do México, mas espera-se que seja um furacão importante e perigoso quando chegar à costa centro-oeste da Flórida na noite de quarta-feira”, informou a agência.
Já castigada pelo destrutivo avanço de Helene há dez dias, furacão que deixou mais de 234 mortos, “toda a península da Flórida está sob algum tipo de alerta ou aviso”, afirmou o governador Ron DeSantis.
Biden afirmou que Milton pode ser “a pior tempestade na Flórida em um século” e pediu aos americanos em áreas de risco para que se retirem “agora, agora, agora”.
“É uma questão de vida ou morte”, acrescentou o mandatário.

Há dez dias, o estado americano foi afetado pelo Helene, furacão que deixou mais de 234 mortos.
As autoridades de Flórida intensificaram, nesta terça-feira (08), os pedidos de evacuação antes da chegada do furacão Milton, que deve atingir a costa na noite de quarta-feira e pode ser “a pior tempestade” a atingir a península em um século, alertou o presidente Joe Biden.
Já afetada pelo destrutivo avanço de Helene há dez dias, furacão que deixou mais de 234 mortos, “toda a península da Flórida está sob algum tipo de alerta ou aviso”, afirmou o governador Ron DeSantis.
Milton avançava nesta terça-feira pelo Golfo do México como um furacão de categoria 4, com ventos máximos sustentados de 240 km/h e ameaçam causar ondas de até 4,5 metros, segundo o centro de furacões (NHC) dos Estados Unidos.
Biden afirmou que Milton pode ser “a pior tempestade na Flórida em um século” e pediu aos americanos em áreas de risco para “se retirarem agora, agora, agora”.
“É uma questão de vida ou morte”, acrescentou o mandatário.
Após perder força de categoria 5 para 4, espera-se que atinja a Flórida na noite de quarta-feira como uma tempestade de categoria 3 e continue como um potente furacão quando atravessar a península, de acordo com o NHC.
As companhias aéreas habilitaram voos adicionais partindo de Tampa, Orlando, Fort Myers e Sarasota, como forma de aliviar o congestionamento nas estradas.
Milton pode ser “a pior” tempestade a atingir a região de Tampa em mais de 100 anos, segundo o NHC.
O especialista em furacões Michael Lowry alertou que a maré de tempestade causada pelo furacão Milton na região de Tampa, com cerca de três milhões de habitantes,”poderia dobrar os níveis” registrados há duas semanas durante a passagem de Helene, que já provocou grandes inundações.
“Se ficarem, vão morrer”
“Helene foi um alerta. É literalmente uma catástrofe”, disse na segunda-feira à CNN Jane Castor, prefeita da cidade de Tampa. “Posso dizer isso sem exagerar: se escolherem ficar em uma das áreas de evacuação, vão morrer”.
Geradores, alimentos, água e lonas estão sendo distribuídos por toda a Flórida, e muitos moradores estão protegendo suas casas ou planejam sair.
Milton passou perto da península de Yucatán, no México, na noite de segunda-feira, provocando intensas chuvas, ventos fortes e ondas, mas sem que danos maiores fossem registrados.
A vice-presidente e candidata democrata à Casa Branca, Kamala Harris, pediu aos moradores da Flórida que “levem a sério” as autoridades locais.
“Moradores da Flórida, vocês são pessoas resilientes que sofreram muito, mas este será diferente”, advertiu ela na rede ABC.
Em uma demonstração da gravidade da situação, Biden suspendeu uma viagem que tinha programada para Alemanha e Angola nesta semana, informou a Casa Branca nesta terça-feira.
Filas em Tampa
O sudeste dos Estados Unidos ainda se recupera do impacto devastador do furacão Helene.
Em uma cena frenética que se repetia em vários lugares da Flórida, dezenas de carros formavam fila em um ginásio em Tampa para pegar sacos de areia para proteger suas casas das inundações que Milton trará.
John Gómez, de 75 anos, ignorou as recomendações e viajou de Chicago para tentar salvar a casa que tem na Flórida.
“Acho que é melhor estar aqui caso algo aconteça”, disse Gómez enquanto esperava na fila.
Os cientistas sustentam que a mudança climática provavelmente desempenha um papel na rápida intensificação dos furacões, pois as superfícies oceânicas mais quentes liberam mais vapor d’água, o que fornece mais energia às tempestades e, consequentemente, intensifica seus ventos.
A Administração Nacional Oceânica e Atmosférica dos Estados Unidos (NOAA) havia previsto em maio que a temporada de furacões no Atlântico Norte (de junho a novembro) seria especialmente turbulenta este ano devido à temperatura dos oceanos.
Em plena campanha presidencial, o candidato republicano Donald Trump aproveitou a frustração sobre a resposta federal ao furacão Helene e a alimentou com desinformação, afirmando falsamente que o dinheiro para desastres havia sido malversado e gasto em migrantes.
Kamala, adversária rival democrata, o chamou de “extraordinariamente irresponsável”.
Por: AFP.

Grupo que vive no Líbano aguarda a chegada de jato da FAB, que deixa hoje a Base Aérea do Galeão, no Rio de Janeiro. A aeronave ficará em Lisboa à espera do sinal verde da diplomacia. Um corredor terá de ser aberto para efetuar o resgate
Com a escalada acentuada do conflito no Oriente Médio, o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva anunciou, ontem, a repatriação de brasileiros que estão no Líbano. A Operação Raízes do Cedro tem início hoje, com a saída de uma aeronave da Força Aérea Brasileira (FAB) rumo a Beirute, onde está previsto o embarque de 220 pessoas.
“A Embaixada no Líbano está tomando as providências necessárias para viabilizar a operação, em contato permanente com a comunidade brasileira e em estreita coordenação com as autoridades locais. O governo brasileiro acompanha, com grave preocupação, a realização de operações militares terrestres do exército de Israel no Sul do Líbano, em violação ao direito internacional, à Carta da ONU e a resoluções do Conselho de Segurança. Também deplora a continuidade dos ataques aéreos israelenses a várias regiões do país, que provocaram, desde o dia 17, a morte de mais de mil pessoas, incluindo dois adolescentes brasileiros e seus pais, assim como um saldo de milhares de feridos”, destaca o comunicado do Ministério das Relações Exteriores (MRE).
Para a volta dos brasileiros, a FAB disponibilizará uma aeronave KC-30. O jato tem previsão de decolar hoje da Base Aérea do Galeão, no Rio de Janeiro, com escala prevista em Lisboa, antes de chegar a Beirute. A aeronave ficará na capital portuguesa à espera de um sinal verde do MRE — que trabalha para deixar aberto um corredor pelo qual seja possível fazer os resgates. A tripulação será composta, além da equipe de voo, por militares da área de saúde — médico, enfermeiro, psicólogo (saiba mais no infográfico ao lado).
Fontes do MRE e do Ministério da Defesa ouvidas pelo Correio afirmam que o Brasil está cadastrando todos os interessados em retornar e passando a lista de nomes ao governo do Líbano para agilizar a liberação daqueles que pretendem deixar o país. No sábado passado, uma reunião entre diplomatas brasileiros e libaneses discutiu a logística da repatriação. O MRE trabalha com a expectativa de que até 5 mil pessoas precisem de ajuda para voltar ao Brasil — o que dá a entender que o jato que deixa o Brasil hoje é apenas o primeiro de vários que farão a ponte Rio de Janeiro-Beirute.
Chegada pelo norte

Ao Correio, brasileiros relatam tensão após escalada dos ataques de Israel à região e falta de ações mais efetivas do Itamaraty para retirá-los do país
Com a intensificação da violência no Líbano, alvo de bombardeios de Israel contra o Hezbollah, brasileiros que vivem no país pedem uma ação mais efetiva do governo de Luiz Inácio Lula da Silva para repatriar os cidadãos da região. O Itamaraty estuda possibilidades de resgate, mas não apresentou, até o momento, um plano concreto. O país abriga a maior comunidade brasileira no Oriente Médio, com 22 mil pessoas atualmente.
Só nesta semana, 700 pessoas morreram no Líbano em ataques enviados por Israel, sendo cinco brasileiros. O país bombardeia o território libanês para atingir o grupo extremista Hezbollah. No sábado, um ataque das Forças Israelenses matou o chefe do grupo, Sayyed Hassan Nasrallah. No mesmo dia, o ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, reuniu-se com o chanceler do Líbano, Abdallah Rashid Bou Habib, em Nova York, para discutir um plano de evacuação. No entanto, o Itamaraty afirmou ao Correio ontem que não há novidades, e que as orientações continuam sendo as mesmas para os brasileiros que estão no país.
A única orientação que os brasileiros receberam do governo brasileiro até o momento, no entanto, foi que deixassem o Líbano por meios próprios, além de evitar aglomerações e manifestações, bem como deslocamentos para a região sul do país, onde se concentra o conflito.
O comandante da FAB Marcelo Damasceno já declarou que a força aérea está preparada para atuar em uma possível evacuação. “Temos todos os planos sempre prontos”, disse à CNN ainda na terça-feira.
No ano passado, a operação “Voltando para a Paz” resgatou aproximadamente 1,5 mil brasileiros que estavam na Faixa de Gaza, região que sofreu diversos ataques israelenses durante a guerra com o Hamas.


Comitê de energia debate a proposta nesta quinta-feira (19/9). Governo vê como %u201Cmuito provável%u201D retorno do horário de verão
O Comitê de Monitoramento do Setor Elétrico (CMSE) se reúne nesta quinta-feira (19/9) para discutir o retorno do horário de verão. A proposta é defendida pelo ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, como uma alternativa para reduzir o consumo de energia frente à seca histórica que o país enfrenta e que pressiona os reservatórios das usinas hidrelétricas.
O Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), que compõe o grupo, apresentará um estudo sobre os resultados de economia de energia com a volta da medida em 2024. A reunião extraordinária do CMSE está prevista para às 13h30, no Rio de Janeiro.
O comitê é composto por membros do Ministério de Minas e Energia; da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel); da Agência Nacional do Petróleo (ANP); da Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE); da Empresa de Pesquisa Energética (EPE); e do ONS.
Confira a matéria completa no Metrópoles.

País fechou fronteiras no início de 2020 devido à pandemia de Covid-19, chegando a impedir que seus próprios cidadãos retornassem ao território durante anos de isolamento
A Coreia do Norte reabrirá suas portas ao turismo estrangeiro em dezembro, após quase cinco anos de fechamento devido à pandemia de Covid-19, anunciaram nesta quarta-feira dois operadores turísticos especializados.
“Recebemos a confirmação do nosso parceiro local de que o turismo para Samjiyon e, potencialmente, para o restante do país será retomado oficialmente em dezembro de 2024”, informou a Koryo Tours, com sede em Pequim, em seu site.
Samjiyon, localizada perto da fronteira norte entre a Coreia do Norte e a China, é uma porta de entrada para o Monte Paektu, onde, segundo a história oficial, nasceu o falecido líder norte-coreano Kim Jong Il. Seu filho e sucessor, Kim Jong Un, investiu somas significativas no desenvolvimento da região, incluindo novos apartamentos, hotéis e uma estação de esqui.
A KTG Tours, também com base na China, publicou no Facebook que recebeu informações de que os turistas poderão visitar Samjiyon “neste inverno”.
“As datas exatas ainda serão confirmadas. Até agora, apenas Samjiyon foi confirmada oficialmente, mas esperamos que Pyongyang e outros lugares também sejam abertos”, acrescentou a empresa.
A Coreia do Norte fechou suas fronteiras no início de 2020 devido à pandemia de Covid-19, chegando a impedir que seus próprios cidadãos retornassem ao território durante esses anos de isolamento.
Antes da pandemia, o turismo internacional na Coreia do Norte era limitado, com cerca de 5 mil ocidentais visitando o país a cada ano. Cerca de 20% desses turistas eram norte-americanos, até que Washington proibiu viagens ao país após a prisão e morte do estudante Otto Warmbier, que faleceu após ser repatriado aos Estados Unidos.
Por Agência O Globo