GUERRA EM ISRAEL: Segundo grupo de brasileiros repatriados chega a Brasília.

 

Segundo o Ministério das Relações Exteriores, de uma lista de 102 brasileiros e parentes próximos apresentada aos governos envolvidos na autorização para deixar Gaza, 24 tiveram a saída negada.

Grupo de repatriado desembarcou no Brasil na madrugada desta segunda-feira (11)

Grupo de repatriado desembarcou no Brasil na madrugada desta segunda-feira (11) – VITOR VASCONCELOS/PR

Mais um grupo de repatriados da Faixa de Gaza chegou ao Brasil na madrugada de ontem e desembarcou na Base Aérea de Brasília. Segundo o Palácio do Planalto, a aeronave KC-30 da Força Aérea Brasileira, que decolou do Cairo, no domingo, trouxe 48 repatriados.

Este é o segundo grupo de brasileiros retirados do território da Faixa de Gaza. O primeiro grupo, composto por 32 pessoas, chegou ao País em 13 de novembro.

NOVO GRUPO DE REPATRIADOS

Segundo o governo brasileiro, o grupo que chegou ontem era formado por 27 crianças e adolescentes, 17 mulheres (duas idosas) e 4 homens adultos. Entre eles, 11 binacionais brasileiros e palestinos e 37 palestinos.

Segundo o Ministério das Relações Exteriores, de uma lista de 102 brasileiros e parentes próximos apresentada aos governos envolvidos na autorização para deixar Gaza, 24 tiveram a saída negada, incluindo 7 brasileiros palestinos. Com isso, alguns de seus parentes também desistiram de viajar.

GUERRA NA FAIXA DE GAZA

Desde o início da guerra entre Israel e o Hamas, 1.525 passageiros foram resgatados da região, incluindo cidadãos de Israel e do território da Cisjordânia.

Cadastrado porEstadão Conteúdo

 

 

 

 

 

 

 

Luto: Morre Sandra O’Connor, primeira mulher a chegar à Suprema Corte dos EUA.

 

Sua morte ocorre após uma árdua batalha de anos contra a demência que a levou a se retirar da vida pública em 2018.

Morre Sandra O'Connor, primeira mulher a chegar à Suprema Corte dos EUA  (Foto: AFP)

Morre Sandra O’Connor, primeira mulher a chegar à Suprema Corte dos EUA (Foto: AFP)

 

Sandra Day O’Connor, a primeira mulher nomeada para a Suprema Corte dos Estados Unidos, morreu nesta sexta-feira (1º) aos 93 anos, segundo um anúncio oficial.

O’Connor, uma juíza aposentada que renunciou em 2006, morreu em sua casa na cidade de Phoenix, no estado do Arizona (sudoeste), informou o máximo tribunal em um comunicado, acrescentando que ela sofria de “demência avançada, provavelmente Alzheimer, e uma doença respiratória”.
Sua morte ocorre após uma árdua batalha de anos contra a demência que a levou a se retirar da vida pública em 2018.
– Pioneira –
“Sandra Day O’Connor, filha do sudoeste dos Estados Unidos, abriu um caminho histórico como a primeira juíza da Suprema Corte do nosso país”, escreveu o presidente do Supremo, John Roberts, que elogiou “sua determinação inabalável, sua competência inegável e sua franqueza encantadora”.
O ex-presidente democrata Barack Obama (2009-2017), que entregou-lhe a honraria civil mais importante dos Estados Unidos, a Medalha da Liberdade, em 2009, também reagiu a seu falecimento com pesar.
“Sandra Day O’Connor era como a peregrina do poema que às vezes citava: abriu um novo caminho e construiu uma ponte atrás dela para que todas as mulheres jovens pudessem segui-la”, afirmou Barack Obama em reação nas redes sociais.
Ela foi nomeada membro da Suprema Corte em 1981 pelo então presidente republicano Ronald Reagan (1981-1989) para preencher uma das poucas vagas femininas em sua administração.
Outrora considerada a mulher mais poderosa dos Estados Unidos, O’Connor criava confusão com frequência entre críticos e apoiadores durante os seus quase 25 anos no tribunal superior, recusando-se a ser rotulada politicamente.
Ela também se recusava a ser vista simplesmente como a única mulher no tribunal e acabou sendo uma juíza importante desde o início dos anos 1980 até sua aposentadoria.
“O poder que exerço no tribunal depende do poder dos meus argumentos, não do meu gênero”, destacou ela em uma palestra na Universidade de Washington em 1990.
– Do rancho à Suprema Corte –
Quando Reagan a escolheu para atuar na Suprema Corte, os setores mais conservadores criticaram sua falta de experiência judicial a nível federal e viam com dúvidas sua posição sobre o aborto, enquanto os liberais, embora comemorassem ver uma mulher no tribunal máximo, manifestaram preocupação por seu compromisso com o feminismo.
Sandra Day nasceu em 26 de março de 1930 em El Paso, Texas (sul), e cresceu na fazenda de gado de seus pais no sudeste do Arizona
Com uma infância isolada, se desenvolveu aprendendo com homens, acompanhando o pai e outros vaqueiros nas tarefas rurais. Aprendeu a dirigir aos sete anos e a atirar com fuzil e andar a cavalo aos oito.
Isso seria fundamental no seu processo de crescimento e para que anos depois ela acabasse tendo um papel muito importante como niveladora em um tribunal com visões polarizadas sobre diversos assuntos.
O’Connor acabou sendo um voto “indeciso” na Corte, rompendo com seus colegas conservadores e proporcionando muitas vezes o quinto voto, que permitia a formação de uma maioria mais liberal em diversas ocasiões em questões-chave.
Por: AFP

Doação: Reino Unido anuncia mais R$ 215 milhões para o Fundo Amazônia

 

Contrato foi assinado na COP28 neste sábado

Desde que foi instituído, o Fundo Amazônia recebeu R$ 3,4 bilhões e financiou mais de 102 projetos de preservação da floresta e promoção de atividades sustentáveis na Amazônia, em um investimento total de R$ 1,75 bilhão (Foto: UK in Brazil/Twitter)

Desde que foi instituído, o Fundo Amazônia recebeu R$ 3,4 bilhões e financiou mais de 102 projetos de preservação da floresta e promoção de atividades sustentáveis na Amazônia, em um investimento total de R$ 1,75 bilhão (Foto: UK in Brazil/Twitter)

Desde que foi instituído, o Fundo Amazônia recebeu R$ 3,4 bilhões e financiou mais de 102 projetos de preservação da floresta e promoção de atividades sustentáveis na Amazônia, em um investimento total de R$ 1,75 bilhão (Foto: UK in Brazil/Twitter)

Em maio, o primeiro-ministro do Reino Unido, Rishi Sunak, já havia anunciado o aporte de 80 milhões de libras (cerca de R$ 500 milhões) no Fundo Amazônia. O contrato para a transferência desse primeiro montante foi assinado neste sábado (2), durante a COP23.
O contrato foi assinado com o presidente do Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Aloizio Mercadante. O banco público de fomento é o responsável pela gestão do Fundo Amazônia. A ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, também estava presente.
Criado em 2008, o Fundo Amazônia, considerado a principal iniciativa internacional para redução das emissões de gases do aquecimento global e de preservação da floresta. São doadores do fundo países como Noruega, Alemanha, EUA, Suíça e, agora, Reino Unido.
Desde que foi instituído, o Fundo Amazônia recebeu R$ 3,4 bilhões e financiou mais de 102 projetos de preservação da floresta e promoção de atividades sustentáveis na Amazônia, em um investimento total de R$ 1,75 bilhão.
 
Retomada 
Em 2019, durante o governo de Jair Bolsonaro, o então ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, extinguiu os dois comitês responsáveis pela gestão dos recursos do Fundo Amazônia, inviabilizando o financiamento de projetos e a continuidade das doações.
A existência desses comitês é uma condição contratual dos doadores, para impedir que o dinheiro seja utilizado para outros fins. Segundo dados do BNDES, o Brasil deixou de investir cerca de R$ 3 bilhões em ações ambientais entre 2019 de 2022, valor que permaneceu retido no fundo após a dissolução dos comitês orientadores.
Em outubro de 2022, o Supremo Tribunal Federal (STF) determinou que a União tomasse as providências necessárias para reativar o Fundo Amazônia. Na ocasião, a maioria dos ministros concluiu pela inconstitucionalidade da extinção dos comitês, pois configuraria omissão do governo em seu dever de preservar a Amazônia.
einstituídos por decreto em 1º de janeiro de 2023 pelo presidente Lula, os comitês retomaram suas atividades, o que permitiu os novos aportes de recursos.

 

 

 

AQUECIMENTO GLOBAL 2023 é o ano mais quente que o planeta já registrou, confirma ONU.

 

Antes mesmo de terminar o ano, relatório já crava que este ano será o mais quente que se tem registro.

Por: Correio Braziliense


Pelo X, o secretário-geral da ONU, António Guterres, disse que o relatório revela que  (foto: Carlos Vieira)

Pelo X, o secretário-geral da ONU, António Guterres, disse que o relatório revela que (foto: Carlos Vieira)

A Organização Meteorológica Mundial (OMN), da Organização das Nações Unidas (ONU), confirmou que 2023 será o ano mais quente da história mundial. O relatório, divulgado nesta quinta-feira (30), às vésperas da Conferência da ONU sobre o Clima (COP 28), mostra que até o fim de outubro o ano esteve cerca de 1,40 ºC acima da linha de base pré-industrial de 1850-1900.

Segundo o relatório, a diferença de 2023 para os dois últimos anos que tinham batido o recorde – 2020 e 2016 – é tão grande que os dois últimos meses do ano não devem fazer diferença. Além disso, os últimos nove anos, 2015–2023, serão os mais quentes de que há registro.

Pelo X, o secretário-geral da ONU, António Guterres, disse que o relatório revela que “estamos em sérios apuros”.

Em 2023, o mundo também registrou, pela primeira vez, um dia com temperatura média global 2°C acima da era pré-industrial. O mês de outubro também foi o mais quente já registrado, segundo o observatório europeu Copernicus. De acordo com o observatório, 2024 deve ser ainda mais quente.

COP 28

Os dados da OMN foram divulgados no mesmo dia que começa a 28ª conferência do clima da Organização das Nações Unidas (ONU), a COP28,  em Dubai, nos Emirados Árabes Unidos.

A conferência reúne representantes do mundo todo para debater questões relacionadas ao clima. O encontro ocorre anualmente desde 1995 (com exceção de 2020, por causa da pandemia). Um dos pontos discutidos é o Acordo de Paris, firmado em 2015, que tem como objetivo manter o aquecimento global do planeta abaixo de 2°C.

O presidente Lula participa da conferência. No encontro, o chefe do Executivo deve reforçar O Brasil deverá endossar o compromisso de manter o aumento da temperatura média global em 1,5°C acima dos níveis pré-industriais e cobrar recursos para os países em desenvolvimento.

China diz a OMS que surto de doenças respiratórias não é novo patogênico

 (Jade Gao / AFP

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A China respondeu à solicitação da Organização Mundial da saúde (OMS) sobre o surto de doenças respiratórias em crianças

A China respondeu à solicitação da Organização Mundial da saúde (OMS) sobre o surto de doenças respiratórias em crianças e afirmou não ter sido detectado quaisquer agentes patogênicos novos ou invulgares ligados ao aumento de casos de doenças pulmonares no norte do país. ”As autoridades chinesas indicaram que não foram detectados quaisquer agentes patogênicos novos ou invulgares, nem sinais clínicos invulgares, mas apenas um aumento geral do número de casos de doenças respiratórias devido a agentes patogênicos conhecidos”, disse a OMS, em comunicado divulgado nesta sexta-feira (24).
A OMS está atenta, desde outubro, aos dados dos sistemas de vigilância chineses que mostram um aumento significativo de doenças respiratórias entre crianças no norte da China. Já a autoridades chinesas atribuíram este aumento de doenças respiratórias ao abandono, este ano, das restrições sanitárias anti-Covid e à circulação de agentes patogênicos conhecidos.
O coronavírus Covid-19, que apareceu se tornou uma pandemia e provocou a morte de milhões de pessoas, surgiu no final de 2019, em Wuhan, capital da província chinesa de Hubei.
A OMS adiantou ter feito um pedido formal a Pequim para obter mais dados, após a teleconferência realizada na quinta-feira (23) com o Centro Chinês de Controle e Prevenção de Doenças e o Hospital Infantil de Pequim. A OMS também recomendou que a população chinesa respeite as medidas que visam reduzir o risco de doenças respiratórias. ”Tal como foi recomendado durante a pandemia de Covid-19 e durante epidemias em geral, as medidas de segurança incluem vacinação, distanciamento de pessoas doentes, isolamento em caso de sintomas, testes frequentes e uso de máscara”, aponta a organização.
A OMS adiantou ter feito um pedido formal a Pequim para obter mais dados, após a teleconferência realizada na quinta-feira (23) com o Centro Chinês de Controle e Prevenção de Doenças e o Hospital Infantil de Pequim. A OMS também recomendou que a população chinesa respeite as medidas que visam reduzir o risco de doenças respiratórias. ”Tal como foi recomendado durante a pandemia de Covid-19 e durante epidemias em geral, as medidas de segurança incluem vacinação, distanciamento de pessoas doentes, isolamento em caso de sintomas, testes frequentes e uso de máscara”, aponta a organização.

Familiares se reúnem na ‘Praça dos Reféns’ em Tel Aviv durante espera pela chegada dos parentes sequestrados pelo Hamas

Por Bom Dia Brasil