(Foto de Juan Barreto e Andrew Caballero-Reynolds / AFP) ( AFP)
Ataque e prisão do presidente da Venezuela aconteceram na madrugada deste sábado (3), segundo o presidente dos EUA
O Estados Unidos atacaram a Venezuela, na madrugada deste sábado (3), e o presidente Nikolás Maduro foi preso.
A informação foi repassada pelo presidente dos EUA, Donald Trump, e divulgada pelo G1.
Ainda segundo os EUA, o ataque ao país sul americano foi de “grande escala”.
“Os Estados Unidos da América realizaram com sucesso um ataque de grande escala contra a Venezuela e seu líder, o presidente Nicolás Maduro, que foi capturado, juntamente com sua esposa, e retirado do país por via aérea”, afirmou Trump.
De acordo com Trump, a ação foi conduzida em conjunto com as forças de segurança americanas. O presidente não informou para onde Maduro e a mulher foram levados.
Lula na 67ª Cúpula do Mercosul (EVARISTO SA / AFP)
O presidente brasileiro se ofereceu esta semana para mediar a crise entre Estados Unidos e Venezuela a fim de encontrar uma saída diplomática e evitar um conflito armado
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva, afirmou neste sábado (20), durante uma cúpula com seus homólogos do Mercosul, que uma guerra na Venezuela provocaria “uma catástrofe humanitária”.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, conduz uma campanha de ataques contra embarcações de supostos traficantes de drogas em águas próximas à Venezuela e, na sexta-feira (19), não descartou uma guerra com o país caribenho.
“Passadas mais de quatro décadas desde a guerra das Malvinas, o continente americano volta a ser assombrado pela presença militar de uma potência extrarregional”, disse Lula durante a cúpula de chefes de Estados do bloco sul-americano em Foz do Iguaçu.
“Uma intervenção armada na Venezuela seria uma catástrofe humanitária”, alertou Lula.
Os ataques dos Estados Unidos no Caribe deixaram até o momento pelo menos 104 mortos.
Questionado na sexta-feira, em uma entrevista por telefone à emissora NBC News, se descartava uma guerra, Trump respondeu: “Não descarto”.
“Os limites do direito internacional estão sendo testados”, disse Lula neste sábado.
O presidente brasileiro se ofereceu esta semana para mediar a crise entre Washington e Caracas a fim de encontrar uma saída diplomática e evitar um conflito armado.
O influenciador publicou imagens debochando das vítimas do incêndio (Foto: Reprodução-Redes Sociais)
Além de tirar as fotos, o youtuber chamou as vítimas do incêndio de “pecadores”
Um influenciador digital chines, identificado apenas como “Kenny”, foi preso pela polícia de Hong Kong após postar nas redes sociais fotos em frente a um incêndio que deixou 159 mortos. As chamas atingiram um complexo residencial no distrito de Tai Po na última quarta-feira (26 /11), nas imagens é possível ver o influenciador fazendo poses com as mão e sorrindo com a tragédia ao fundo.
Kenny é dono do canal do Youtube Kowloon King, e de acordo com o portal de notícias Global Times, além das imagens em tom irônico, ele também chamou as vítimas do incêndio de “pecadores”. O youtuber pode receber uma pena de um a sete anos de prisão.
As postagens do influenciador rapidamente viralizaram de forma negativa pelas redes sociais chinesas. Kenny fazia parte do chamado: “White Card Alliance”, um grupo de pessoas que se incentivam a “quebrar as regras” e “ultrapassar os limites”.
O incêndio no complexo habitacional foi considerado o mais letal da história da cidade de Hong Kong, mobilizando mais de 800 bombeiros que trabalharam durante mais de um dia inteiro para combater as chamas. Até o momento, as investigações indicam que materiais usados nas paredes externas dos prédios, contribuíram para uma rápida propagação das chamas.
Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump (ANDREW CABALLERO-REYNOLDS / AFP Copiar)
Trump e Epstein foram próximos desde o fim dos anos 1980 até se distanciarem no início dos anos 2000
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, recebe nesta quarta-feira (19), para promulgação, uma legislação que obriga seu governo a tornar públicos todos os documentos sobre Jeffrey Epstein, mas persiste a incerteza sobre se ele os divulgará integralmente ou tentará enterrar o caso.
O texto aprovado na terça-feira concede um mês ao Departamento de Justiça para divulgar todos os arquivos não classificados que possua sobre o financista nova-iorquino, que morreu na prisão em 2019 antes de ser julgado por crimes sexuais.
“Uma vez que o presidente assine o texto, ele deve aplicá-lo e executá-lo fielmente”, instou o líder da minoria democrata no Senado, Chuck Schumer, que advertiu contra qualquer “manobra por parte de Donald Trump”.
O suicídio de Epstein em sua cela alimentou inúmeras teorias da conspiração, segundo as quais o financista, com vastas relações nos círculos políticos, empresariais e do entretenimento, teria sido assassinado para evitar revelações embaraçosas.
Depois de prometer durante a campanha presidencial de 2024 revelações impactantes, Trump tem instado seus partidários a virar a página desde seu retorno ao poder em janeiro, e classifica o caso como uma “farsa” da oposição democrata.
Recentemente, reiterou que não tem “nada a ver com Jeffrey Epstein” e que o “expulsou” de Mar-a-Lago, seu luxuoso clube na Flórida, porque ele era “um pervertido doente”.
WePink, empresa de Virginia Fonseca (Reprodução/Redes sociais)
A empresa deverá pagar o valor em 20 parcelas de R$ 250 mil ao Fundo Estadual de Proteção e Defesa do Consumidor (FEDC)
A WePink, empresa de cosméticos da influenciadora Virginia Fonseca, chegou a um acordo com o Ministério Público de Goiás (MP-GO) e pagará R$ 5 milhões em indenização por danos morais coletivos devido a violações de direitos do consumidor.
O Estadão tentou contato com a assessoria de imprensa de Virginia e com a WePink, mas não obteve retorno até a publicação desta reportagem. A influenciadora também não comentou a resolução do caso publicamente até o momento.
A WePink deverá pagar o valor em 20 parcelas de R$ 250 mil ao Fundo Estadual de Proteção e Defesa do Consumidor (FEDC). O acordo levou a um termo de ajustamento de conduta assinado pela companhia e o processo que era movido pelo MP foi extinto.
O MP-GO afirma que a WePink cometia seis práticas abusivas contra os consumidores: falta de entrega de produtos, descumprimento de prazos, dificuldade de reembolso, atendimento deficiente, exclusão de críticas e produtos com defeito.
A WePink acumula mais de 94 mil reclamações registradas nos últimos 12 meses no site Reclame Aqui, além de 340 denúncias formais no Procon Goiás entre 2024 e 2025. Segundo o promotor Élvio Vicente da Silva, um dos sócios da companhia, Thiago Stabile, havia reconhecido em transmissão ao vivo nas redes sociais que a empresa vendeu produtos sem tê-los em estoque.
O TAC prevê ainda outras ações além do pagamento da multa:
Lideranças de centenas de países são recebidas em Belém (PA) a partir desta segunda-feira (10) com foco em financiamento climático
A COP30, reunião do clima da ONU, começa nesta segunda-feira (10) na cidade de Belém, no estado do Pará, com uma tentativa de salvar os esforços globais de luta contra o aquecimento global.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva resistiu a todas as objeções e a cidade de Belém receberá quase 50.000 pessoas durante o evento, apesar da falta de hotéis e do aumento dos preços.
A ambição do evento: que o mundo abra os olhos para a Amazônia e que os participantes da COP30 tenham a experiência da vida tropical em Belém, uma cidade onde os habitantes levam guarda-chuvas para se proteger do sol pela manhã e da chuva à tarde.
“Queremos que o mundo veja a real situação das florestas, da maior bacia hidrográfica do planeta e dos milhões de habitantes da região”.
A Amazônia, cujas árvores desempenham um papel essencial contra as mudanças climáticas pela absorção de gases do efeito estufa, sofre com os impactos do desmatamento, da mineração ilegal, da poluição dos rios e da violência contra suas populações indígenas.
Diplomaticamente, o Brasil prepara a COP30 há um ano. Mas na área logística está atrasado. Vários pavilhões ainda estavam em construção no domingo no centro de conferências.
“Há uma grande preocupação sobre se tudo estará pronto a tempo”, declarou à AFP uma fonte próxima à ONU. “Conexões, ônibus, tememos até uma falta de comida para os participantes”, acrescentou.
O líder palestino chegou ao Vaticano no final da manhã para uma audiência privada no palácio apostólico
O papa Leão XIV se encontrou pela primeira vez nesta quinta-feira (6) com o presidente palestino, Mahmud Abbas, em um contexto humanitário ainda precário em Gaza, quase um mês após o início de uma trégua nesse território devastado pela guerra.
O líder palestino chegou ao Vaticano no final da manhã para uma audiência privada no palácio apostólico, a primeira presencial desde a eleição do pontífice americano-peruano em maio. Ambos haviam mantido uma conversa telefônica em julho.
A visita ocorre quase um mês após o início de um frágil cessar-fogo na Faixa de Gaza entre Israel e o Hamas, após dois anos de conflito desencadeado pelo ataque desse movimento islamista em 7 de outubro de 2023.
A ONU continua pedindo a Israel que abra as passagens fronteiriças para o território, onde os habitantes enfrentam uma grave escassez de água e alimentos.
Abbas é o presidente da Autoridade Palestina, que exerce controle limitado sobre a Cisjordânia ocupada. Seu movimento político, Fatah, é rival do Hamas, que controla Gaza desde 2007.
Na quarta-feira, pouco depois de sua chegada à capital italiana, o líder palestino dirigiu-se à basílica de Santa Maria Maior para rezar diante do túmulo do papa Francisco, falecido em abril, e depositar flores.
“Vim vê-lo porque não posso esquecer o que ele fez pelo povo palestino”, disse aos jornalistas, em referência ao pontífice argentino.
Durante os últimos meses de seu pontificado, Jorge Mario Bergoglio endureceu suas declarações contra a ofensiva israelense, o que provocou tensões diplomáticas.
Seu sucessor tem mostrado até agora posições mais moderadas: expressou solidariedade com a “terra martirizada” de Gaza e denunciou o deslocamento forçado dos palestinos, ao mesmo tempo que afirmou que a Santa Sé não pode se pronunciar sobre se está sendo cometido um “genocídio” no território palestino.
Lula disse que o tema foi mencionado durante a conversa com Donald Trump, na Malásia
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) disse nesta segunda-feira, 27, que o Brasil está disposto a contribuir para uma solução pacífica na crise da Venezuela e defendeu que o problema deve ser resolvido “na mesa de negociação, e não na base da bala”.
Lula disse que o tema foi mencionado durante a conversa com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, em Kuala Lumpur, na Malásia. “Eu que entrei no assunto, porque no material que entreguei a ele estava colocada a questão da Venezuela. Conheço a situação e acho que é importante ser resolvida em mesa de negociação”, disse o presidente, em entrevista coletiva na capital da Malásia.
Os Estados Unidos vêm realizando ataques a embarcações supostamente a serviço do narcotráfico e posicionaram embarcações militares no Mar do Caribe, o que despertou a preocupação de Lula.
Lula reforçou a Trump que o Brasil tem experiência na mediação de crises políticas e citou o Grupo de Amigos da Venezuela, criado em 2003, como exemplo de diálogo bem-sucedido. “O Brasil já ajudou uma vez a fortalecer a democracia venezuelana. Acho que é possível encontrar uma solução, se houver disposição de negociação”, afirmou.
Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump (JIM WATSON / AFP)
O presidente americano também afirmou que os EUA estão “ganhando muito dinheiro” com as tarifas
O presidente americano, Donald Trump, afirmou que usa tarifas como uma maneira de parar guerras, ao discursar em jantar na Casa Branca, nesta quarta-feira, 14. O republicano não forneceu mais detalhes, mas disse que os EUA estão “ganhando muito dinheiro” com as tarifas.
“Estamos indo bem no comércio”, acrescentou. Na ocasião, Trump voltou a lamentar o fato de não ter vencido o Prêmio Nobel da Paz. “Parei guerras, mas ganhei o Nobel? Não, eu não ganhei.”
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) encontrou, nesta segunda-feira (13), com o papa Leão XIV.
Lula afirmou que, durante o encontro com o papa, eles conversaram sobre “religião, fé, o Brasil e os imensos desafios que temos que enfrentar no mundo”.
O papa foi convidado por Lula para participar da COP30, a ser realizada entre os dias 11 e 21 de novembro, em Belém (PA). Apesar de não poder participar, o papa “garantiu a representação do Vaticano” no evento.
O presidente relatou, ainda, que é intenção de Leão XIV visitar o Brasil em breve.
“Ficamos muito felizes em saber que sua Santidade pretende visitar o Brasil no momento oportuno. Será muito bem recebido, com o carinho, o acolhimento e a fé do povo brasileiro”, disse Lula, em post nas redes sociais.
Também participaram do encontro Janja, os ministros Mauro Vieira, Wellington Dias e Paulo Teixeira, a senadora Ana Paula Lobato, a presidenta da Embrapa Silvia Massruhá e o embaixador do Brasil junto ao Vaticano, Everton Veira.
Por Igor Fonseca
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