Veja a lista de países afetados com a suspensão de vistos de imigração nos Estados Unidos

Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump /MANDEL NGAN / AFP
Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump (MANDEL NGAN / AFP)

Decisão afeta vistos de residência para 75 países, incluindo Brasil, Colômbia e Uruguai

Os Estados Unidos anunciaram, nesta quarta-feira (14), a suspensão da concessão de vistos para cidadãos de 75 países, entre eles o Brasil. A medida, que começará a valer a partir do dia 21 de janeiro, atinge estrangeiros que pretendem se estabelecer de forma permanente no país norte-americano.

De acordo com o governo norte-americano, a restrição não se aplica a turistas, estudantes de intercâmbio nem a profissionais com contratos temporários, que continuam autorizados a solicitar vistos dentro dessas categorias.

Em publicação nas redes sociais, o governo do então presidente Donald Trump afirmou que a decisão tem como alvo países “cujos migrantes utilizam os sistemas de assistência e bem-estar social dos americanos em níveis considerados inaceitáveis”.

No entanto, não foram divulgados os critérios objetivos utilizados para definir a suposta exploração indevida dos serviços públicos por parte dessas nações.

Até o momento, o governo americano também não informou por quanto tempo a suspensão permanecerá em vigor, nem se há possibilidade de revisão da medida.

Veja lista de países afetados

Além do Brasil, a lista inclui outros países da América Latina, como Colômbia, Cuba e Uruguai, entre diversas nações de outras regiões do mundo. A relação completa foi divulgada pelo Departamento de Estado dos Estados Unidos.

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Países da União Europeia aprovam acordo com Mercosul

UE aprovou, nesta sexta-feira (9), o acordo de livre comércio com o Mercosul/Nicolas TUCAT / AFP
UE aprovou, nesta sexta-feira (9), o acordo de livre comércio com o Mercosul (Nicolas TUCAT / AFP)

Os representantes dos 27 Estados-membros da União Europeia votaram nesta sexta-feira em Bruxelas

Após mais de 25 anos de negociações, os países da União Europeia aprovaram nesta sexta-feira (9) o acordo com o Mercosul, abrindo caminho para a criação da maior zona de livre comércio do mundo.

O acordo, que ainda depende do aval do Parlamento Europeu, inclui diversas cláusulas destinadas a conter a oposição dos agricultores do bloco.

Em uma reunião de embaixadores em Bruxelas, os 27 Estados-membros da União Europeia alcançaram nesta sexta-feira uma maioria qualificada, apesar da oposição de países como França, Polônia, Irlanda e Hungria.

Trata-se de um “passo importante na política comercial europeia e um forte sinal de nossa soberania estratégica”, comemorou o chefe do governo alemão, Friedrich Merz, um dos principais defensores do acordo.

Com esse resultado, a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, poderá viajar ao Paraguai e assinar o acordo com o Mercosul na segunda-feira.

Mesmo com a assinatura prevista em Assunção, o acordo não entrará em vigor de imediato, já que, do lado europeu, também será necessário o aval do Parlamento Europeu, que deve se pronunciar em um prazo de várias semanas.

O desfecho na Eurocâmara é incerto, já que cerca de 150 eurodeputados, de um total de 720, ameaçam recorrer à Justiça para impedir a aplicação do acordo.

A Comissão Europeia negocia desde 1999 esse amplo acordo com Argentina, Brasil, Uruguai e Paraguai, que prevê a criação da maior zona de livre comércio do planeta, com mais de 700 milhões de consumidores, e a eliminação de tarifas sobre mais de 90% do comércio bilateral.

O setor agropecuário europeu teme o impacto de uma entrada maciça de carne, arroz, mel e soja sul-americanos, em troca da exportação de veículos, máquinas, queijos e vinhos europeus para o Mercosul.

Países críticos do pacto, como a França, avaliam que o mercado europeu pode ser seriamente afetado pela entrada de produtos sul-americanos mais competitivos, devido a normas de produção consideradas menos rigorosas.

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EUA anunciam que tomaram controle do petroleiro russo no Atlântico

EUA anunciam apreensão de petroleiro no Caribe
/Reprodução de vídeo
EUA anunciam apreensão de petroleiro no Caribe (Reprodução de vídeo)

O navio vem sendo seguido por forças dos EUA há cerca de duas semanas e é alvo de sanções

As Forças Armadas dos Estados Unidos anunciaram, nesta quarta-feira (7), a apreensão de um petroleiro de bandeira russa no Atlântico Norte, que estava sancionado, após vários dias de perseguição desde que zarpou da Venezuela.

A apreensão da embarcação foi uma operação conjunta entre o Departamento de Segurança Interna e militares dos EUA, informou o Comando Europeu dos Estados Unidos, responsável pela região, em uma publicação no X.

“O bloqueio do petróleo venezuelano sancionado e ilícito permanece em PLENO VIGOR — em qualquer lugar do mundo”, declarou o chefe do Pentágono, Pete Hegseth, no X.

Na semana passada, Moscou pediu oficialmente que Washington interrompesse a perseguição ao petroleiro, mas até o momento nem a Casa Branca, nem o Departamento de Estado americano, nem o governo russo se manifestaram.

De acordo com o New York Times, o Bella 1 saiu do Irã em direção à Venezuela e foi abordado no Mar do Caribe. Os EUA alegam que o navio navegava sem bandeira válida, o que permitiria a interceptação com base no direito internacional.

Após se recusar a obedecer às ordens americanas, a tripulação alterou a rota e seguiu em direção ao Atlântico. Em seguida, o navio tentou obter proteção russa, passou a ostentar uma bandeira no casco e informou por rádio que operava sob autoridade de Moscou.

Ainda segundo o jornal, a embarcação foi registrada recentemente na Rússia com o nome Marinera, tendo o porto de Sochi, no mar Negro, como origem oficial.

Diario de Pernambuco e AFP

Maduro e esposa se declaram inocentes em tribunal; próxima audiência já tem data marcada

Presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, sendo conduzido ao helicóptero que o levou ao tribunal/Foto: Reprodução/Youtube/DRM News
(Foto: Reprodução/Youtube/DRM News)

Juiz deve decidir sobre prisão preventiva e fiança; a próxima audiência de Maduro está marcada para o dia 17 de março, também no tribunal federal de Nova York.

O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, foi transferido de helicóptero para o tribunal federal do sul de Nova York, em Manhattan, onde teve início o julgamento nesta segunda-feira (5). A audiência começou às 12h02 no horário local (14h02, pelo horário de Brasília) e ainda está em andamento.

Maduro e a esposa, Cilia Flores, comparecem à audiência vestindo uniformes do sistema prisional dos Estados Unidos e algemados. O presidente venezuelano utiliza um fone de ouvido, possivelmente para tradução simultânea entre inglês e espanhol.

Segundo informações da GloboNews, o magistrado cumprimentou Maduro, solicitou a confirmação de sua identidade e perguntou se ele se considera culpado ou inocente. O presidente respondeu que se declara inocente, assim como sua esposa Cilia Flores.

Próxima audiência

O juiz ainda deverá decidir se o casal permanecerá em prisão preventiva, com ou sem direito ao pagamento de fiança, até a data do julgamento. A próxima audiência está marcada para o dia 17 de março, também no tribunal federal de Nova York.

Diario de Pernambuco

Trump insiste que EUA está ‘no comando’ da Venezuela

Donald Trump, presidente dos EUA/ANDREW CABALLERO-REYNOLDS / AFP
Donald Trump, presidente dos EUA (ANDREW CABALLERO-REYNOLDS / AFP)

Presidente interina da Venezuela disse estar pronta para trabalhar com o governo Trump e defendeu relação equilibrada e respeitosa com os EUA

O presidente Donald Trump insistiu no domingo (4) que os Estados Unidos estão “no comando” da Venezuela, após a captura de Nicolás Maduro e no momento em que negocia com as novas autoridades do governo venezuelano.

Trump tem enfrentado críticas por suas reiteradas afirmações de que Washington está agora no comando da Venezuela após a retirada de Maduro e de sua esposa do país na madrugada de sábado.

A presidente interina da Venezuela, Delcy Rodríguez, disse que estava pronta para trabalhar com o governo Trump e defendeu neste domingo uma relação equilibrada e respeitosa com os Estados Unidos.

O presidente deposto é acusado de narcotráfico e terrorismo nos Estados Unidos e encontra-se em uma prisão em Nova York aguardando ser apresentado a um juiz ao meio-dia desta segunda-feira(5).

“Estamos lidando com as pessoas que acabam de tomar posse. Não me perguntem quem está no comando porque vou dar uma resposta muito polêmica”, declarou Trump a jornalistas no Air Force One quando questionado se havia conversado com Rodríguez.

Ao pedirem que esclarecesse o que queria dizer, respondeu: “significa que nós estamos no comando”.

O governo Trump diz que está disposto a trabalhar com o restante do governo Maduro desde que os objetivos de Washington sejam cumpridos, em particular abrir o acesso ao investimento americano nas enormes reservas de petróleo da Venezuela.

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Estados Unidos atacam Venezuela e Maduro é preso, diz Trump

O presidente dos EUA, Donald Trump, alertou em 29 de novembro de 2025 que o espaço aéreo sobre e próximo à Venezuela deveria ser considerado fechado, a mais recente escalada em um impasse com o líder de esquerda Nicolás Maduro. (Foto de Juan Barreto e Andrew Caballero-Reynolds / AFP)/ AFP
(Foto de Juan Barreto e Andrew Caballero-Reynolds / AFP) ( AFP)

Ataque e prisão do presidente da Venezuela aconteceram na madrugada deste sábado (3), segundo o presidente dos EUA

O Estados Unidos atacaram a Venezuela, na madrugada deste sábado (3), e o presidente Nikolás Maduro foi preso.

A informação foi repassada pelo presidente dos EUA, Donald Trump, e divulgada pelo G1.
Ainda segundo os EUA, o ataque ao país sul americano foi de “grande escala”.

“Os Estados Unidos da América realizaram com sucesso um ataque de grande escala contra a Venezuela e seu líder, o presidente Nicolás Maduro, que foi capturado, juntamente com sua esposa, e retirado do país por via aérea”, afirmou Trump.

De acordo com Trump, a ação foi conduzida em conjunto com as forças de segurança americanas. O presidente não informou para onde Maduro e a mulher foram levados.

“Intervenção armada na Venezuela seria uma catástrofe humanitária”, diz Lula

Lula na 67ª Cúpula do Mercosul /EVARISTO SA / AFP
Lula na 67ª Cúpula do Mercosul (EVARISTO SA / AFP)

O presidente brasileiro se ofereceu esta semana para mediar a crise entre Estados Unidos e Venezuela a fim de encontrar uma saída diplomática e evitar um conflito armado

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva, afirmou neste sábado (20), durante uma cúpula com seus homólogos do Mercosul, que uma guerra na Venezuela provocaria “uma catástrofe humanitária”.

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, conduz uma campanha de ataques contra embarcações de supostos traficantes de drogas em águas próximas à Venezuela e, na sexta-feira (19), não descartou uma guerra com o país caribenho.

“Passadas mais de quatro décadas desde a guerra das Malvinas, o continente americano volta a ser assombrado pela presença militar de uma potência extrarregional”, disse Lula durante a cúpula de chefes de Estados do bloco sul-americano em Foz do Iguaçu.

“Uma intervenção armada na Venezuela seria uma catástrofe humanitária”, alertou Lula.

Os ataques dos Estados Unidos no Caribe deixaram até o momento pelo menos 104 mortos.

Questionado na sexta-feira, em uma entrevista por telefone à emissora NBC News, se descartava uma guerra, Trump respondeu: “Não descarto”.

“Os limites do direito internacional estão sendo testados”, disse Lula neste sábado.

O presidente brasileiro se ofereceu esta semana para mediar a crise entre Washington e Caracas a fim de encontrar uma saída diplomática e evitar um conflito armado.

AFP

Influenciador é preso após postar selfie em incêndio em Hong Kong

O influenciador publicou imagens debochando das vítimas do incêndio/Foto: Reprodução-Redes Sociais
O influenciador publicou imagens debochando das vítimas do incêndio (Foto: Reprodução-Redes Sociais)

Além de tirar as fotos, o youtuber chamou as vítimas do incêndio de “pecadores”

Um influenciador digital chines, identificado apenas como “Kenny”, foi preso pela polícia de Hong Kong após postar nas redes sociais fotos em frente a um incêndio que deixou 159 mortos. As chamas atingiram um complexo residencial no distrito de Tai Po na última quarta-feira (26 /11), nas imagens é possível ver o influenciador fazendo poses com as mão e sorrindo com a tragédia ao fundo.

Kenny é dono do canal do Youtube Kowloon King, e de acordo com o portal de notícias Global Times, além das imagens em tom irônico, ele também chamou as vítimas do incêndio de “pecadores”. O youtuber pode receber uma pena de um a sete anos de prisão.

As postagens do influenciador rapidamente viralizaram de forma negativa pelas redes sociais chinesas. Kenny fazia parte do chamado: “White Card Alliance”, um grupo de pessoas que se incentivam a “quebrar as regras” e “ultrapassar os limites”.

O incêndio no complexo habitacional foi considerado o mais letal da história da cidade de Hong Kong, mobilizando mais de 800 bombeiros que trabalharam durante mais de um dia inteiro para combater as chamas. Até o momento, as investigações indicam que materiais usados nas paredes externas dos prédios, contribuíram para uma rápida propagação das chamas.

diariodepernambuco

Trump enfrenta momento crucial com iminente publicação de arquivos do caso Epstein

Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump /ANDREW CABALLERO-REYNOLDS / AFP Copiar
Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump (ANDREW CABALLERO-REYNOLDS / AFP Copiar)

Trump e Epstein foram próximos desde o fim dos anos 1980 até se distanciarem no início dos anos 2000

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, recebe nesta quarta-feira (19), para promulgação, uma legislação que obriga seu governo a tornar públicos todos os documentos sobre Jeffrey Epstein, mas persiste a incerteza sobre se ele os divulgará integralmente ou tentará enterrar o caso.

O texto aprovado na terça-feira concede um mês ao Departamento de Justiça para divulgar todos os arquivos não classificados que possua sobre o financista nova-iorquino, que morreu na prisão em 2019 antes de ser julgado por crimes sexuais.

“Uma vez que o presidente assine o texto, ele deve aplicá-lo e executá-lo fielmente”, instou o líder da minoria democrata no Senado, Chuck Schumer, que advertiu contra qualquer “manobra por parte de Donald Trump”.

O suicídio de Epstein em sua cela alimentou inúmeras teorias da conspiração, segundo as quais o financista, com vastas relações nos círculos políticos, empresariais e do entretenimento, teria sido assassinado para evitar revelações embaraçosas.

Depois de prometer durante a campanha presidencial de 2024 revelações impactantes, Trump tem instado seus partidários a virar a página desde seu retorno ao poder em janeiro, e classifica o caso como uma “farsa” da oposição democrata.

Recentemente, reiterou que não tem “nada a ver com Jeffrey Epstein” e que o “expulsou” de Mar-a-Lago, seu luxuoso clube na Flórida, porque ele era “um pervertido doente”.

“Nada a esconder”

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WePink, empresa de Virginia, pagará R$ 5 milhões em indenização por danos morais coletivos

WePink, empresa de Virginia Fonseca

/Reprodução/Redes sociais
WePink, empresa de Virginia Fonseca (Reprodução/Redes sociais)

A empresa deverá pagar o valor em 20 parcelas de R$ 250 mil ao Fundo Estadual de Proteção e Defesa do Consumidor (FEDC)

A WePink, empresa de cosméticos da influenciadora Virginia Fonseca, chegou a um acordo com o Ministério Público de Goiás (MP-GO) e pagará R$ 5 milhões em indenização por danos morais coletivos devido a violações de direitos do consumidor.

O Estadão tentou contato com a assessoria de imprensa de Virginia e com a WePink, mas não obteve retorno até a publicação desta reportagem. A influenciadora também não comentou a resolução do caso publicamente até o momento.

A WePink deverá pagar o valor em 20 parcelas de R$ 250 mil ao Fundo Estadual de Proteção e Defesa do Consumidor (FEDC). O acordo levou a um termo de ajustamento de conduta assinado pela companhia e o processo que era movido pelo MP foi extinto.

O MP-GO afirma que a WePink cometia seis práticas abusivas contra os consumidores: falta de entrega de produtos, descumprimento de prazos, dificuldade de reembolso, atendimento deficiente, exclusão de críticas e produtos com defeito.

A WePink acumula mais de 94 mil reclamações registradas nos últimos 12 meses no site Reclame Aqui, além de 340 denúncias formais no Procon Goiás entre 2024 e 2025. Segundo o promotor Élvio Vicente da Silva, um dos sócios da companhia, Thiago Stabile, havia reconhecido em transmissão ao vivo nas redes sociais que a empresa vendeu produtos sem tê-los em estoque.

O TAC prevê ainda outras ações além do pagamento da multa:

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