“Leão XIV representa continuidade da missão de Francisco”, afirma vice-reitor da Unicap.

 (Foto: Vatican Media/AFP)
Foto: Vatican Media/AFP

A comunidade universitária da Católica se reuniu para acompanhar o anúncio do novo Papa e refletir sobre os rumos da Igreja no cenário contemporâneo.

“O nome Leão traz consigo uma herança simbólica poderosa para a Igreja e para o mundo. Esperamos uma continuidade nas agendas de Francisco, especialmente nas que dizem respeito à humanidade e à própria Igreja.” Foi com essas palavras que o vice-reitor da Universidade Católica de Pernambuco (Unicap), padre Delmar Cardoso, reagiu ao anúncio oficial do novo Papa: Leão XIV. A declaração foi feita durante a transmissão ao vivo do Vatican Media, acompanhada por estudantes, professores e pesquisadores reunidos no campus da instituição.
O clima na Unicap era de atenção e reverência. O momento histórico mobilizou principalmente os estudantes do curso de Teologia, que acompanharam com emoção o anúncio do novo pontífice, eleito após o conclave no Vaticano. Para o vice-reitor, a escolha do nome pontifício remete diretamente a Leão XIII, figura marcante da história da Igreja, sobretudo por sua atuação na promoção da doutrina social e no diálogo com os desafios do mundo moderno.
“Leão XIII teve uma ligação muito especial com o Brasil. Quando a princesa Isabel assinou a Lei Áurea, em 1888, dedicou a abolição da escravatura como presente ao Papa, que celebrava seu jubileu de ouro. Ele respondeu emocionado, dizendo que esse gesto foi o que mais o agradou entre todos os presentes recebidos de monarcas europeus, porque beneficiava os mais pobres e esquecidos. Essa é a essência da missão da Igreja”, relembrou padre Delmar.
A escolha de Leão XIV, segundo o vice-reitor, sinaliza um compromisso renovado com os pobres e com as chamadas “realidades novas”, expressão utilizada por Leão XIII em sua encíclica Rerum Novarum, que inaugurou o pensamento social moderno da Igreja. “É um Papa que chega com esse espírito: abrir a Igreja para perceber as novas realidades e trazer o frescor da mensagem evangélica para um mundo em transformação”, completou.

Novo Papa já foi escolhido? fumaça branca no Vaticano confirma decisão do conclave


Nome do novo Papa deve ser anunciado em breve; eleição foi mais rápida do que o esperado, uma vez que não havia um favorito claro na disputa

A Igreja Católica acaba de eleger um novo Papa. A tradicional fumaça branca que saiu da chaminé da Capela Sistina nesta quinta-feira anunciou ao mundo que os 133 cardeais reunidos em conclave chegaram a um consenso sobre o sucessor de Francisco, falecido em abril. Ao mesmo tempo, os sinos da Basílica de São Pedro começaram a tocar, confirmando a escolha. A decisão surpreendeu pela rapidez, especialmente porque não havia um nome favorito claro entre os eleitores. O nome do novo Pontífice deve ser revelado em breve.

O novo Papa terá uma série de desafios ao longo de seu pontificado. Ao mesmo tempo em que havia, durante o período de Sé Vacante, uma expectativa de que o sucessor pudesse perpetuar o chamado “efeito Francisco” — ideia de que uma pessoa carismática, inclusiva e de consciência moral no cenário geopolítico pode atrair novos seguidores e católicos que se afastaram da Igreja —, o novo Bispo de Roma terá que enfrentar temas sensíveis, como pedofilia, diplomacia, mulheres, finanças, divisões internas.

A escolha do novo ocupante do Trono de São Pedro no segundo dia de conclave segue uma tradição recente de definições rápidas no conclave. Os papas Francisco e Bento XVI também foram eleitos no segundo dia de votação, enquanto o Papa João Paulo II foi eleito no terceiro dia. No último milênio, os conclaves mais longos duraram no máximo cinco dias.

Em 1939, o cardeal Eugenio Pacelli, de Roma, foi escolhido para suceder o Papa Pio XI já na terceira votação, em um conclave realizado de 1 a 2 de março. Na ocasião, todos os 62 cardeais participaram da escolha. Pacelli, que era o camerlengo (responsável por governar o Vaticano na ausência do Papa) e cardeal secretário de Estado, adotou o nome de Pio XII.

Foi o conclave mais curto do século XX e o último a incluir todos os cardeais vivos (sem restrição de idade). Pacelli foi o primeiro Papa nascido em Roma desde Inocêncio XIII, em 1721, e o primeiro membro da Cúria Romana a se tornar Papa desde Leão XIII, em 1878. Outro cardeal da Cúria não seria eleito papa até o conclave de 2005, quando o alemão Joseph Aloisius Ratzinger (1927-1922) adotou o nome de Bento XVI.

Quatro séculos antes, em 1503, o conclave que elegeu Pio III durou apenas algumas horas, mas naquele tempo o Vaticanoainda não utilizava fumaça para anunciar a escolha de um novo Papa.

Em “Behind Locked Doors” (Atrás de portas trancadas), uma história das eleições papais de 2003, Frederic J. Baumgartner escreveu que a primeira evidência que encontrou de fumaça sendo usada como sinal em uma eleição papal foi em 1823. As cédulas dos cardeais foram queimadas em conclaves anteriores, escreveu ele, mas não havia registro de que a fumaça tivesse a intenção de informar ao mundo exterior sobre um novo Papa.

A fumaça vem da queima das cédulas, bem como de quaisquer anotações que os cardeais tenham feito, que são colocadas em um fogão de ferro fundido após cada rodada de votação. Uma rodada é realizada no primeiro dia e quatro a cada dia a partir de então, sendo duas pela manhã e duas à tarde. As cédulas são queimadas após duas rodadas de votação, a menos que um Papa seja escolhido.

Como a fumaça fica branca ou preta?

Durante décadas, o modo como essas cores são adicionadas à fumaça permaneceu um mistério. O Vaticano revelou seu segredo em 2013, por ocasião do conclave que elegeu o Papa Francisco. Em comunicado, explicou que ambas as receitas são fórmulas pirotécnicas bastante comuns.

As fumaças são geradas pela queima das cédulas eleitorais em um fogareiro especial na Capela Sistina. Para evitar dúvidas, naftalina e lactose são adicionados para gerar, respectivamente, a fumaça preta e a branca. Desde 2005, um sistema garante que as cores sejam nítidas — e que os fiéis não precisem mais interpretar a fumaça à distância, como acontecia no passado.

A fumaça branca combina clorato de potássio, açúcar de leite (que serve como um combustível facilmente inflamável) e breu de pinho. Já a fumaça preta usa perclorato de potássio e antraceno (um componente do alcatrão de carvão), com enxofre como combustível. O clorato e o perclorato de potássio são compostos relacionados, mas o perclorato é preferido em algumas formulações por ser mais estável e seguro.

Os produtos químicos são inflamados eletricamente em um fogão especial usado pela primeira vez no conclave de 2005, segundo a declaração. O fogão fica na Capela Sistina ao lado de um fogão mais antigo no qual as cédulas são queimadas; a fumaça colorida e a fumaça das cédulas se misturam e sobem por um longo tubo de cobre até o teto da capela, onde a fumaça é visível da Praça de São Pedro. Um fio de resistência é usado para pré-aquecer a chaminé para que ela seja aspirada adequadamente, e a chaminé tem um ventilador como reserva para garantir que nenhuma fumaça entre na capela.

(Com The New York Times)

Segundo dia de conclave começa com fumaça preta e sem escolha do novo papa

 (Foto: Filippo MONTEFORTE / AFP
)
Foto: Filippo MONTEFORTE / AFP

Cardeais continuam reunidos no Vaticano e seguem com as votações nesta quinta-feira (8/5) para escolher o novo líder da Igreja Católica

A Igreja Católica ainda não definiu seu novo papa. Na manhã do segundo dia de conclave, nesta quinta-feira (8), a fumaça que saiu da chaminé da Capela Sistina é preta, sinal de que os cardeais reunidos no Vaticano não chegaram a um consenso sobre quem será o próximo pontífice.

Pela manhã, ocorreram duas rodadas de votação. A primeira foi realizada por volta das 5h30 (horário de Brasília). Como não houve eleição, não foi emitida nenhuma fumaça.

Confira a reportagem completa no portal Metrópoles.

Vídeo: ataque do Paquistão atinge alvo na Índia.

Imagem colorida mostra local pegando fogo - Metrópoles

Paquistão iniciou ataques contra a Índia após seu território ser alvo de bombardeios.

Um vídeo divulgado pela mídia estatal do Paquistão mostra um suposto ataque contra um quartel-general da Índia, horas após o território paquistanês ser alvo de bombardeios. A ação aconteceu nesta terça-feira (6/5).

Tensão entre Índia e Paquistão

  • A histórica tensão entre Índia e Paquistão pela Caxemira voltou a explodir no último dia 22 de abril, quando homens armados assassinaram 26 turistas em um resort da região em disputa.
  • O Paquistão é acusado pela Índia de apoiar grupos extremistas na região da Caxemira, que é alvo de uma disputa entre os dois países. Atualmente, boa parte do território é controlado pelos indianos.
  • O episódio fez com que o Paquistão ordenasse o fechamento do espaço aéreo do país. Já a Índia expulsou cidadãos paquistaneses e ordenou que suas fronteiras fossem fechadas.
  • Desde então, hostilidades entre tropas na fronteira são registradas pelos dois governos, com a participação de grupos insurgentes que atuam em ambos os países.

Metrópoles não conseguiu confirmar, de forma independente, a veracidade das imagens. No entanto, autoridades paquistanesas afirmaram anteriormente ter atacado posições indianas na linha de controle entre os dois países.

A escalada na violência entre os dois países começou após a Índia atacar o Paquistão, com o objetivo de destruir supostas infraestruturas utilizadas por grupos terroristas no território paquistanês.

De acordo com o Exército indiano, a “Operação Sindoor” atingiu ao menos nove localidades no Paquistão, assim como áreas em Jamu e Caxemira controladas por Islamabade.

Como resposta, forças paquistanesas iniciaram ataques contra posições indianas localizadas na fronteira entre os dois países.

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”Não tive nada a ver com isso”, diz Trump sobre imagem vestido de papa em perfil oficial da Casa Branca

Imagem gerou críticas de líderes católicos  (foto: Reprodução/Instagram
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Imagem gerou críticas de líderes católicos (foto: Reprodução/Instagram )

Montagem com Trump vestido de papa foi postada pela Casa Branca e gerou críticas. Presidente dos EUA afirma que não sabia da imagem

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, negou nesta segunda-feira (5/5), ter qualquer envolvimento com a publicação de uma imagem em que aparece vestido como o papa. A montagem, divulgada em uma conta oficial da Casa Branca nas redes sociais, gerou críticas de líderes católicos e polêmica internacional.

“Eu não tive nada a ver com isso. Alguém inventou uma foto minha vestido como o papa e a divulgou na internet. Não fui eu que fiz isso, não tenho ideia de onde surgiu — talvez tenha sido IA. Mas não tenho ideia de onde surgiu”, declarou Trump a repórteres no Salão Oval.

O líder norte-americano, relatou que soube da postagem pela imprensa, entretanto não tem controle sobre o conteúdo publicado por sua equipe de comunicação da Casa Branca. Ele concluiu afirmando que sua esposa, a primeira-dama, Melania Trump, achou a imagem “fofa”.

Confira as informações completas no Metrópoles.

Todos os cardeais eleitores estão em Roma para o conclave

Cardeais católicos em Roma05/05/2025
REUTERS/Murad Sezer
© Reuters/Murad Sezer

Os 133 cardeais eleitores do próximo conclave estão em Roma para eleger o sucessor do papa Francisco e definir o futuro da Igreja de 1,4 bilhão de católicos.

Os chamados “príncipes da Igreja” permanecerão isolados a partir de quarta-feira (7) na Capela Sistina até a eleição do novo pontífice, em uma votação de resultado incerto e sem favoritos.

Progressista, conservador, dogmático… Como será o próximo papa? Analistas e cardeais concordam que não será um revolucionário como o argentino Jorge Bergoglio, que propôs um pontificado de reformas, concentrado nos pobres e nas periferias do mundo. O primeiro papa latino-americano foi muito popular, mas enfrentou, ao mesmo tempo, resistências dentro da Igreja.

O porta-voz do Vaticano, Matteo Bruni, informou nesta segunda-feira que todos os eleitores estão na Itália.

Os cardeais se reunirão em segredo a partir da tarde de quarta-feira e votarão sob os afrescos de Michelangelo até que um candidato conquiste a maioria de dois terços. Ao mesmo tempo, dezenas de milhares de pessoas na praça de São Pedro e milhões pela televisão permanecerão atentas à pequena chaminé instalada no teto do majestoso templo, à espera de notícias. Fumaça preta significa um conclave sem consenso e que outra votação acontecerá; fumaça branca, “Habemus papam”.

O Vaticano finaliza os detalhes da eleição, que remonta à Idade Média. Funcionários instalaram nesta segunda-feira as cortinas de veludo vermelho na varanda central da basílica de São Pedro, que serão abertas para a primeira aparição do novo papa.

Informações da AFP

Conclave: quem é o cardeal que faz o anúncio ‘Habemus Papam’ após a votação.

Cardeal francês Dominique Mamberti (foto: PASCAL POCHARD-CASABIANCA/AFP)
Cardeal francês Dominique Mamberti (foto: PASCAL POCHARD-CASABIANCA/AFP)

A fumaça branca é seguida pelo anúncio de ”Habemus Papam”, expressão em latim que significa ”temos um papa”

Nesta quarta-feira, 7, começa o conclave para a definição do novo papa, após a morte do argentino Francisco no dia 21 de abril, aos 88 anos. O processo de votação envolve cardeais de diferentes partes do mundo, que se reunirão no Vaticano. Ao final, é feito o anúncio “Habemus Papam” e revelado o nome do escolhido. O responsável pelo anúncio é o protodiácono, cargo atualmente ocupado pelo cardeal francês Dominique Mamberti.

O processo de escolha do novo papa pode levar dias ou até meses. Ao final de cada rodada de votação sigilosa na Capela Sistina, será exposto para o mundo exterior, por meio de fumaça preta (quando ainda não há um candidato escolhido pela maioria) ou branca (quando há um novo papa) o resultado.

A fumaça branca é seguida pelo anúncio de “Habemus Papam”, expressão em latim que significa “temos um papa”. Tradicionalmente, as palavras são mencionadas pelo protodiácono do Colégio dos Cardeais da loggia da Basílica de São Pedro e ele diz, em seguida, o nome de nascimento do novo papa e o nome que ele escolheu usar como papa, também em latim.

O francês Dominique Mamberti, atual protodiácono do Colégio dos Cardeais, tem 73 anos e assumiu o cargo em outubro de 2024, após a morte do cardeal Renato Martino, segundo o Vatican News.

Mamberti é também prefeito do Supremo Tribunal da Assinatura Apostólica e foi sorteado no último dia 28 para fazer parte da comissão que auxiliará o cardeal camerlengo, Kevin Farrell, nas atividades de preparação para o conclave.

Por: Estadão Conteúdo

 

Papamóvel será transformado em unidade de saúde para crianças em Gaza

 (Foto: Vatican News/Divulgação)
Foto: Vatican News/Divulgação

Desejo do próprio pontífice será providenciado pela Caritas Jerusalém

O veículo utilizado pelo papa Francisco, popularmente conhecido como papamóvel, será transformado de forma que possa servir como uma unidade de saúde móvel para atender crianças na Faixa de Gaza. De acordo com o Vaticano, a adaptação foi um pedido feito pelo próprio pontífice.

Em nota, a Santa Sé destacou que o legado de paz deixado por Francisco “continua a brilhar” em um mundo assolado por conflitos. “A proximidade que ele demonstrou aos mais vulneráveis %u200B%u200Bdurante sua missão terrena continua irradiando mesmo após sua morte”, completou. O 266º papa, e o primeiro das Américas, morreu no último dia 21 de abril.

“Foi seu último desejo para um povo a quem demonstrou tanta solidariedade ao longo do seu pontificado, sobretudo ao longo dos últimos anos”, destacou o Vaticano. De acordo com o comunicado, o pedido foi feito já em meio aos últimos meses de vida de Francisco, que confiou a iniciativa à organização humanitária Caritas Jerusalém.

“Em meio à guerra terrível, à infraestrutura em colapso, a um sistema de saúde mutilado e à falta de educação, as crianças são as primeiras a pagar o preço, com a fome, as infecções e outras doenças evitáveis %u200B%u200Bcolocando suas vidas em risco”, ressaltou a Santa Sé.

“Papa Francisco costumava dizer: ‘Crianças não são números. São rostos. Nomes. Histórias. E cada uma delas é sagrada’ e, com este último presente, suas palavras se tornaram ações.”

Ainda segundo o Vaticano, o papamóvel está sendo adaptado com equipamentos para diagnóstico, exame e tratamento – incluindo testes rápidos para infecções, instrumentos de diagnóstico, vacinas, kits de sutura e outros suprimentos considerados vitais para manter a saúde de crianças em zonas de conflito.

A equipe que utilizará o veículo em Gaza será composta por médicos e paramédicos, “que alcançarão crianças aos cantos mais isolados de Gaza assim que o acesso humanitário à faixa for restabelecido”, concluiu o comunicado.

Por: Agência Brasil

Bolsonaro recebe alta de hospital após 3 semanas de internação.

 (Foto: Reprodução/Redes Sociais)
Foto: Reprodução/Redes Sociais

Durante a semana, a equipe médica de Bolsonaro apontou melhoras progressivas dos movimentos intestinais espontâneos.

O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) recebeu alta médica, na manhã deste domingo (4), após três semanas internado no Hospital DF Star, em Brasília, por onde passou por uma cirurgia no intestino. Bolsonaro estava internado desde 13 de abril e vem se recuperando do procedimento desde então. O hospital ainda não publicou boletim médico sobre a alta.

Na quarta-feira, 30, Bolsonaro saiu da Unidade de Terapia Intensiva (UTI), mas permaneceu com o tratamento no quarto. No total, o ex-presidente passou 18 dias nos cuidados intensivos, e só voltou a se alimentar pela via oral um dia antes, na terça, 29.

Bolsonaro ficou na UTI desde o dia 13 de abril, quando foi submetido a uma cirurgia que durou 12 horas, envolvendo a retirada de aderências no intestino e a reconstrução da parede abdominal. O procedimento foi motivado por um mal-estar sofrido dois dias antes, durante uma agenda no interior do Rio Grande do Norte.

O ex-presidente foi internado inicialmente em Santa Cruz, no interior do Rio Grande do Norte, após sentir fortes dores abdominais durante um evento político. Após avaliação médica, foi transferido para Natal e, posteriormente, para Brasília, onde passou pela cirurgia.

Por: Estadão Conteúdo