Imagem gerou críticas de líderes católicos (foto: Reprodução/Instagram )
Montagem com Trump vestido de papa foi postada pela Casa Branca e gerou críticas. Presidente dos EUA afirma que não sabia da imagem
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, negou nesta segunda-feira (5/5), ter qualquer envolvimento com a publicação de uma imagem em que aparece vestido como o papa. A montagem, divulgada em uma conta oficial da Casa Branca nas redes sociais, gerou críticas de líderes católicos e polêmica internacional.
“Eu não tive nada a ver com isso. Alguém inventou uma foto minha vestido como o papa e a divulgou na internet. Não fui eu que fiz isso, não tenho ideia de onde surgiu — talvez tenha sido IA. Mas não tenho ideia de onde surgiu”, declarou Trump a repórteres no Salão Oval.
O líder norte-americano, relatou que soube da postagem pela imprensa, entretanto não tem controle sobre o conteúdo publicado por sua equipe de comunicação da Casa Branca. Ele concluiu afirmando que sua esposa, a primeira-dama, Melania Trump, achou a imagem “fofa”.
Os 133 cardeais eleitores do próximo conclave estão em Roma para eleger o sucessor do papa Francisco e definir o futuro da Igreja de 1,4 bilhão de católicos.
Os chamados “príncipes da Igreja” permanecerão isolados a partir de quarta-feira (7) na Capela Sistina até a eleição do novo pontífice, em uma votação de resultado incerto e sem favoritos.
Progressista, conservador, dogmático… Como será o próximo papa? Analistas e cardeais concordam que não será um revolucionário como o argentino Jorge Bergoglio, que propôs um pontificado de reformas, concentrado nos pobres e nas periferias do mundo. O primeiro papa latino-americano foi muito popular, mas enfrentou, ao mesmo tempo, resistências dentro da Igreja.
O porta-voz do Vaticano, Matteo Bruni, informou nesta segunda-feira que todos os eleitores estão na Itália.
Os cardeais se reunirão em segredo a partir da tarde de quarta-feira e votarão sob os afrescos de Michelangelo até que um candidato conquiste a maioria de dois terços. Ao mesmo tempo, dezenas de milhares de pessoas na praça de São Pedro e milhões pela televisão permanecerão atentas à pequena chaminé instalada no teto do majestoso templo, à espera de notícias. Fumaça preta significa um conclave sem consenso e que outra votação acontecerá; fumaça branca, “Habemus papam”.
O Vaticano finaliza os detalhes da eleição, que remonta à Idade Média. Funcionários instalaram nesta segunda-feira as cortinas de veludo vermelho na varanda central da basílica de São Pedro, que serão abertas para a primeira aparição do novo papa.
A fumaça branca é seguida pelo anúncio de ”Habemus Papam”, expressão em latim que significa ”temos um papa”
Nesta quarta-feira, 7, começa o conclave para a definição do novo papa, após a morte do argentino Francisco no dia 21 de abril, aos 88 anos. O processo de votação envolve cardeais de diferentes partes do mundo, que se reunirão no Vaticano. Ao final, é feito o anúncio “Habemus Papam” e revelado o nome do escolhido. O responsável pelo anúncio é o protodiácono, cargo atualmente ocupado pelo cardeal francês Dominique Mamberti.
O processo de escolha do novo papa pode levar dias ou até meses. Ao final de cada rodada de votação sigilosa na Capela Sistina, será exposto para o mundo exterior, por meio de fumaça preta (quando ainda não há um candidato escolhido pela maioria) ou branca (quando há um novo papa) o resultado.
A fumaça branca é seguida pelo anúncio de “Habemus Papam”, expressão em latim que significa “temos um papa”. Tradicionalmente, as palavras são mencionadas pelo protodiácono do Colégio dos Cardeais da loggia da Basílica de São Pedro e ele diz, em seguida, o nome de nascimento do novo papa e o nome que ele escolheu usar como papa, também em latim.
O francês Dominique Mamberti, atual protodiácono do Colégio dos Cardeais, tem 73 anos e assumiu o cargo em outubro de 2024, após a morte do cardeal Renato Martino, segundo o Vatican News.
Mamberti é também prefeito do Supremo Tribunal da Assinatura Apostólica e foi sorteado no último dia 28 para fazer parte da comissão que auxiliará o cardeal camerlengo, Kevin Farrell, nas atividades de preparação para o conclave.
Desejo do próprio pontífice será providenciado pela Caritas Jerusalém
O veículo utilizado pelo papa Francisco, popularmente conhecido como papamóvel, será transformado de forma que possa servir como uma unidade de saúde móvel para atender crianças na Faixa de Gaza. De acordo com o Vaticano, a adaptação foi um pedido feito pelo próprio pontífice.
Em nota, a Santa Sé destacou que o legado de paz deixado por Francisco “continua a brilhar” em um mundo assolado por conflitos. “A proximidade que ele demonstrou aos mais vulneráveis %u200B%u200Bdurante sua missão terrena continua irradiando mesmo após sua morte”, completou. O 266º papa, e o primeiro das Américas, morreu no último dia 21 de abril.
“Foi seu último desejo para um povo a quem demonstrou tanta solidariedade ao longo do seu pontificado, sobretudo ao longo dos últimos anos”, destacou o Vaticano. De acordo com o comunicado, o pedido foi feito já em meio aos últimos meses de vida de Francisco, que confiou a iniciativa à organização humanitária Caritas Jerusalém.
“Em meio à guerra terrível, à infraestrutura em colapso, a um sistema de saúde mutilado e à falta de educação, as crianças são as primeiras a pagar o preço, com a fome, as infecções e outras doenças evitáveis %u200B%u200Bcolocando suas vidas em risco”, ressaltou a Santa Sé.
“Papa Francisco costumava dizer: ‘Crianças não são números. São rostos. Nomes. Histórias. E cada uma delas é sagrada’ e, com este último presente, suas palavras se tornaram ações.”
Ainda segundo o Vaticano, o papamóvel está sendo adaptado com equipamentos para diagnóstico, exame e tratamento – incluindo testes rápidos para infecções, instrumentos de diagnóstico, vacinas, kits de sutura e outros suprimentos considerados vitais para manter a saúde de crianças em zonas de conflito.
A equipe que utilizará o veículo em Gaza será composta por médicos e paramédicos, “que alcançarão crianças aos cantos mais isolados de Gaza assim que o acesso humanitário à faixa for restabelecido”, concluiu o comunicado.
Durante a semana, a equipe médica de Bolsonaro apontou melhoras progressivas dos movimentos intestinais espontâneos.
O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) recebeu alta médica, na manhã deste domingo (4), após três semanas internado no Hospital DF Star, em Brasília, por onde passou por uma cirurgia no intestino. Bolsonaro estava internado desde 13 de abril e vem se recuperando do procedimento desde então. O hospital ainda não publicou boletim médico sobre a alta.
Na quarta-feira, 30, Bolsonaro saiu da Unidade de Terapia Intensiva (UTI), mas permaneceu com o tratamento no quarto. No total, o ex-presidente passou 18 dias nos cuidados intensivos, e só voltou a se alimentar pela via oral um dia antes, na terça, 29.
Bolsonaro ficou na UTI desde o dia 13 de abril, quando foi submetido a uma cirurgia que durou 12 horas, envolvendo a retirada de aderências no intestino e a reconstrução da parede abdominal. O procedimento foi motivado por um mal-estar sofrido dois dias antes, durante uma agenda no interior do Rio Grande do Norte.
O ex-presidente foi internado inicialmente em Santa Cruz, no interior do Rio Grande do Norte, após sentir fortes dores abdominais durante um evento político. Após avaliação médica, foi transferido para Natal e, posteriormente, para Brasília, onde passou pela cirurgia.
A declaração foi dada neste domingo (4) em conversa com jornalistas.
O cardeal arcebispo de São Paulo, Dom Odilo Pedro Scherer, afirmou, neste domingo (4), que “o próximo papa não será uma xerox do papa Francisco”. A declaração foi feita a um grupo de jornalistas depois de uma missa que celebrou na igreja de Sant’Andrea al Quirinale, da qual é titular em Roma.
Ao ser perguntado sobre os rumos das congregações gerais, reuniões que os cardeais estão realizando para debater temas e o perfil do próximo papa, Scherer disse: “Vamos deixar-nos surpreender”.
“O menino que seria canonizado, Carlo Acutis, dizia que Deus não gosta de fotocópias, gosta de originais. Tem continuidade e descontinuidade: descontinuidade porque não é mais o mesmo papa que está adiante. Agora a continuidade é cuidar da Igreja, da missão da Igreja, as preocupações em relação à evangelização”, afirmou.
Na homilia da missa em sua igreja, o cardeal afirmou que vários cardeais celebraram em suas igrejas titulares pedindo pela alma do papa Francisco e agradecendo pelos frutos de seu pontificado.
Também pediu orações pela realização do conclave: “Agora os cardeais estão por escolher um novo pontífice. Como será? Como se chamará? Tantas são as especulações, e é tudo o que podemos fazer. Todos podem ter a própria ideia sobre quem escolher, mas é importante que seja escolhido aquele que Deus quer, que seja confirmado aquele que o Espírito Santo indica”.
Desde a morte de Francisco no último dia 21, os cardeais tiveram nove congregações gerais, em que abordaram os desafios que o próximo líder da Igreja Católica enfrentará, como abusos sexuais, escândalos financeiros e desafios da unidade e da evangelização.
O presidente dos Estados Unidos afirmou que não está considerando candidatar para um terceiro mandato na Casa Branca.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, declarou, em uma entrevista televisa, que não sabe se deve respeitar a Constituição e que não busca um terceiro mandato na Casa Branca, algo proibido.
“Não sei”, respondeu quando a apresentadora do “Meet the Press” Kristen Welker, da rede NBC News, lhe perguntou diretamente se acredita que deve respeitar o ditado na Carta Magna, segundo trechos da entrevista publicados neste domingo (4).
Perguntado especificamente sobre se os cidadãos americanos e os não cidadãos merecem igualmente o devido processo legal, como estabelece a Constituição, Trump disse evasivamente: “Não sou advogado. Não sei”.
Na mesma entrevista, o republicano afirmou que não está considerando seriamente se candidatar para um terceiro mandato na Casa Branca.
“Isso não é algo que esteja buscando fazer”, disse.
“Estou buscando ter quatro grandes anos e depois entregar o cargo a alguém, idealmente a um grande republicano, um grande republicano que siga adiante”, acrescentou.
Trump, que já foi presidente entre 2017 e 2021, fez referência várias vezes à hipótese de um terceiro mandato desde que voltou à Casa Branca em 20 de janeiro.
Até mesmo em sua loja virtual estava sendo oferecido toucas com a inscrição “Trump 2028”, o ano das próximas eleições. Uma das contas do mandatário no X divulgou no final de abril uma foto de um dos seus filhos, Eric Trump, usando este gorro.
A Constituição dos EUA foi emendada em 1947 para estabelecer um limite de dois mandatos presidenciais, pouco depois de Franklin Roosevelt morrer perto do início de seu quarto mandato na Casa Branca.
Em post nas redes sociais, Trump afirmou que gostaria de ser um pontífice católico.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, publicou, nessa sexta-feira (2), uma foto gerada com inteligência artificial (IA) na qual aparece vestido de papa, afirmando que gostaria de ser um pontífice católico, a poucos dias do conclave que escolherá o sucessor de Francisco.
No início da semana, o magnata republicano brincou sobre a eleição do próximo líder de 1,4 bilhão de fiéis da Igreja católica, uma minoria religiosa nos EUA.
“Eu gostaria de ser papa. Seria a minha primeira escolha”, disse ele ao ser questionado por jornalistas sobre suas preferências para o herdeiro de Francisco, que morreu na segunda-feira de Páscoa aos 88 anos.
A foto colorida divulgada por Trump mostra-o sentado em uma poltrona, vestido com a batina papal branca, coroado com a mitra e usando a imponente cruz de ouro. Sua mão esquerda está apoiada na coxa e seu dedo indicador direito apontando em direção ao céu.
Um dia antes de sua morte, Francisco recebeu brevemente o vice-presidente dos EUA, JD Vance, católico convertido e muito conservador, dois meses após as duras críticas do pontífice à política de deportações de migrantes do governo Trump.
Ele alertou sobre uma “grave crise” que “começa mal e terminará mal”.
Cerca de 20% dos americanos afirmam ser católicos e as pesquisas de boca de urna indicaram que, na eleição presidencial de novembro de 2024, cerca de 60% votaram no republicano.
A partir de 7 de maio, 133 cardeais de todo o mundo com menos de 80 anos se reunirão em um conclave a portas fechadas no Vaticano para escolher o sucessor de Francisco, o primeiro pontífice latino-americano.
Os preparativos para o conclave que escolherá o novo papa ganharam mais um capítulo na manhã (horário local) desta sexta-feira (02), com a instalação da tradicional chaminé no telhado da Capela Sistina, no Vaticano, que anunciará ao mundo o resultado das votações dos cardeais a partir de 07 de maio.
Bombeiros posicionaram a estrutura no alto da capela, considerada um dos momentos simbólicos mais importantes do processo. A cada duas rodadas de votação, os votos dos cardeais são queimados em uma fornalha especial. A cor da fumaça que sai pela chaminé indica o resultado da sessão.
Quando não há consenso, os votos são queimados com um composto químico que gera fumaça preta, sinalizando que nenhum papa foi escolhido. Quando um novo pontífice é eleito, a queima é feita com substâncias que produzem fumaça branca — como aconteceu em 13 de março de 2013, quando Jorge Mario Bergoglio foi apresentado ao mundo como o papa Francisco.
A instalação ocorre enquanto os cardeais se reúnem no Vaticano para mais uma rodada de discussões pré-conclave, voltadas às necessidades da Igreja Católica e ao perfil desejado para o novo líder. Essas reuniões contam também com a participação de cardeais com mais de 80 anos, que embora não votem, contribuem com análises e diagnósticos.
Nos últimos dias, os cardeais ouviram relatórios sobre a delicada situação financeira do Vaticano e puderam expressar preocupações e sugestões em relação aos desafios enfrentados durante o pontificado de Francisco.
China também rejeitou as acusações reiteradas pela administração de Donald Trump de que o vírus teria escapado de um laboratório chinês em Wuhan.
Nesta quarta-feira (30), um relatório oficial divulgado pelo Gabinete de Informação do Conselho de Estado chinês à agência de notícias Xinhua, defende que a Covid-19 pode ter tido origem nos Estados Unidos. A China também rejeitou as acusações reiteradas pela administração de Donald Trump de que o vírus teria escapado de um laboratório chinês em Wuhan.
O documento detalha a resposta chinesa à pandemia e acusa os EUA de politizarem a questão das origens do vírus, surgindo após o lançamento, a poucos dias, de um site oficial da Casa Branca que atribui a origem do coronavírus a uma fuga laboratorial na China.
Em resposta, Pequim também afirma ter compartilhado informações relevantes com a Organização Mundial de Saúde (OMS) e a comunidade internacional de modo oportuno, destacando que o relatório conjunto com a OMS, publicado em 2021, concluiu que a tese de incidente de laboratório é extremamente improvável.
O documento “Livro Branco sobre as Ações e Posições da China na Prevenção e Controle da COVID-19 e Rastreamento da Origem do Vírus”, destacou a possibilidade de o vírus ter chegado a Wuhan desde o exterior através das cadeias de frio de produtos alimentares.
O relatório chinês apela ainda que os EUA deixem de fingir ser surdos e mudos e respondam às preocupações legítimas da comunidade internacional. “Evidências substanciais sugerem que a Covid-19 pode ter surgido nos Estados Unidos antes do cronograma oficialmente declarado, e antes do surto na China”, assegura o documento, acrescentando ainda que as autoridades de saúde norte-americanas relataram surtos de doenças respiratórias entre maio e outubro de 2019, que foram até atribuídos à “pneumonia causada por cigarros eletrônicos”.
Um oficial da Comissão Nacional de Saúde da China, citado pela agência chinesa Xinhua, defendeu que os próximos passos na investigação sobre a origem do vírus devem se centrar nos EUA.
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