Governo de Pernambuco inicia mutirão para realização de mil procedimentos cirúrgicos.

Governo de Pernambuco vai promover, de 25 de novembro a 8 de dezembro, o Mutirão de Cirurgias do Cuida PE
Governo de Pernambuco vai promover, de 25 de novembro a 8 de dezembro, o Mutirão de Cirurgias do Cuida PE – SES/Divulgação

Iniciativa tem o objetivo de reduzir as filas e o tempo de espera por cirurgias eletivas de média e alta complexidade em Pernambuco.

Governo de Pernambuco vai promover, de 25 de novembro a 8 de dezembro, o Mutirão de Cirurgias do Cuida PE, com abrangência em várias regiões do Estado. A iniciativa acontece através da Secretaria Estadual de Saúde (SES) e vai oferecer mil procedimentos cirúrgicos em diversas especialidades.

O mutirão tem o objetivo de reduzir as filas e o tempo de espera por cirurgias eletivas de média e alta complexidade no Estado e vai realizar procedimentos como o de vesícula, hérnias, laqueadura, vasectomia, cirurgias de joelho e intervenções para retirada de útero e miomas e cirurgias dermatológicas.

As cirurgias serão realizadas nos hospitais credenciados da Rede Complementar, hospitais geridos por Organizações Sociais de Saúde (OSS) e em alguns hospitais regionais, presentes em todas as Gerências Regionais de Saúde (Geres) do Estado.

A marcação dos procedimentos será feita por meio da Secretaria de Regulação, através da Central de Marcação de Consultas e Exames (CMCE), que organiza a distribuição das cirurgias conforme a necessidade de cada paciente e a disponibilidade de recursos.

“Estamos trabalhando para alcançar uma maior redução no tempo de espera por cirurgias no nosso Estado, uma das demandas mais necessitadas da população. Vamos conseguir realizar mil procedimentos neste mutirão, um passo importante para a saúde das pessoas que estão precisando”, destacou a governadora Raquel Lyra.

Perspectiva de procedimentos

Para 2024, a SES-PE prevê a realização de mais de 19 mil procedimentos cirúrgicos, em 26 unidades geridas pelo Estado, além de mais de 27 mil em 58 municípios que aderiram ao Programa Nacional de Redução de Filas.

Por: JC

Jogos de azar são problema de saúde para jovens e adultos no mundo

Os jogos de azar são um problema de saúde pública, alerta um artigo recém-publicado pela comissão de saúde pública do Lancet Public Health, integrada por cientistas de vários países e instituições. O artigo chama a atenção para a rápida expansão desses jogos, ressaltando que eles causam mais prejuízos do que se pensava e que pouco tem sido feito para mitigar seus danos.

Jogos de azar, incluindo cassinos e apostas online, estão associados a uma série de prejuízos não só para o indivíduo, mas também para as famílias e a sociedade. Além das perdas financeiras, eles podem prejudicar o trabalho, as relações interpessoais, ter efeitos na saúde e até levar a crimes. Para piorar, os jogos online são cada vez mais acessíveis por meio de aplicativos de celulares ou sites no computador, sem a necessidade do deslocamento físico a uma casa de jogos ou apostas.

“Quando se instala um padrão de dependência, há diversos impactos no funcionamento psicossocial e na saúde física e mental. Indivíduos com o transtorno de jogo [jogo patológico] podem colocar em risco relacionamentos importantes com familiares ou amigos, levando até a violência doméstica ou a ruptura familiar em alguns casos”, diz o psiquiatra Elton Kanomata, do Hospital Israelita Albert Einstein.

Segundo a revisão publicada no Lancet, conduzida por pesquisadores de vários países, 46,2% dos adultos e 17,9% dos adolescentes no mundo participaram de algum tipo de jogo de aposta no ano anterior, sendo que 10,3% dos adolescentes jogaram online. Estima-se que esses jogos cheguem a 15,8% dos adultos e a um em cada quatro (26,4%) adolescentes que jogam na internet.

A análise também aponta que 8,9% adultos e 16,3% adolescentes fazem apostas esportivas. Esses números equivalem a 448,7 milhões de adultos jogando. Desses, 80 milhões apresentam problemas.

Caso Dimas: saiba o que se sabe sobre morte da jovem de 19 anos.

Crédito: Reprodução/Redes Sociais (Livia, 19 anos, morreu durante um encontro com o jogador da base do Corinthians Dimas, 18 anos)
Crédito: Reprodução/Redes Sociais (Livia, 19 anos, morreu durante um encontro com o jogador da base do Corinthians Dimas, 18 anos)

Jovem Livia Gabriele, de 19 anos, morreu após um encontro no apartamento do jogador Dimas Cândido de Olivera, 18, da base do Corinthians.

A Polícia Civil paulista investiga a morte da jovem Livia Gabriele da Silva Matos, de 19 anos, após um encontro com o jogador Dimas Cândido de Oliveira, 18, que integra a categoria sub-20 do Corinthians.

A morte aconteceu no Tatuapé, na zona leste da capital paulista, por volta das 21h30 de terça-feira (30/1). Em depoimento, Dimas relatou que a jovem estava no seu apartamento, passou mal durante uma relação sexual e desmaiou. Ela foi socorrida e morreu no hospital após sofrer quatro paradas cardíacas.

Livia também apresentou um sangramento na vagina – região em que a equipe médica encontrou um corte de cerca de cinco centímetros, provocado ainda não se sabe como nem em quais circunstâncias.

Confira a reportagem completa no Metrópoles.

Letícia Cazarré diz que não vacina os filhos para Covid e gera polêmica.

Nas redes sociais, o posicionamento da esposa de Juliano Cazarré dividiu opiniões.
Juliano Cazarré e Leticia Cazarré (Crédito: Reprodução Instagram)
Juliano Cazarré e Leticia Cazarré (Crédito: Reprodução Instagram)

A stylist, Leticia Cazarré, esposa do ator Juliano Cazarré está sendo duramente criticada nas redes sociais, após expor que os filhos não foram vacinados contra o COVID-19. A resposta foi dada enquanto ela respondia perguntas dos seguidores.

“Você não vacina seus filhos? Qual motivo?”, questionou uma seguidora. No entanto, Letícia Cazarré explicou que os filhos tomaram todas as vacinas, menos a do coronavírus: “Dou absolutamente todas as vacinas. Nunca dei a vacina do covid porque não acho que compense o risco à saúde deles”, afirmou a bióloga.

Nas redes sociais, o posicionamento da esposa de Juliano Cazarré dividiu opiniões. “Milhões de pessoas morreram por causa [falta] da vacina e ela me diz isso”, escreveu um internauta. Outro seguidor também criticou a resposta de Letícia: “Se ela soube que os riscos são os mesmos para todas as vacinas. Santa ignorância”.

No entanto, outras mães saíram em defesa e compartilharam que também não vacinaram os filhos: “Não dei no meu filho e também não tomei. Se fosse tão bom assim não estariam obrigando as pessoas a tomarem”, escreveu uma mulher. “Ela está certíssima! Não moro no Brasil e a pediatra da minha filha disse a mesma coisa. Pra quem não sabe e diz que ela é ignorante deveria ler a bula da vacina”, pontuou outra mãe.

Vale ressaltar que Letícia Cazarré tem cinco filhos, três meninos, duas meninas com o ator Juliano Cazarré e está grávida do sexto filho (a).

As informações são da coluna Mariana Morais do Correio Braziliense.