Amanda chegou na casa dos ex-sogros com alimentos diversos para um café da manhã. Cerca de três horas depois, Leonardo e Luzia passaram a sentir dores abdominais.

Assuntos policiais



A Polícia Federal prendeu no final da tarde deste domingo (24/12), o miliciano Zinho, considerado o mais procurado do Rio de Janeiro. A prisão foi resultado de tratativas com o grupo miliciano, feitas pela Polícia Federal e a Secretaria de Segurança Publica do Estado do Rio de Janeiro.
De acordo com a PF, o homem é considerado o líder de milícia que domina a Zona Oeste da cidade. Ele tem ao menos doze mandados de prisão. O miliciano se apresentou aos policiais da Delegacia de Repressão a Drogas (DRE/PF/RJ) e do Grupo de Investigações Sensíveis e Facções Criminosas da PF (GISE/PF). O homem foi encaminhado ao sistema prisional do estado.
De acordo com informações do G1, Zinho estava a frente da milícia de Campo Grande, Santa Cruz e Paciência, na Zona Oeste do Rio de Janeiro desde 2021. Ele assumiu o comando logo após a morte do irmão, Wellington da Silva Braga. Antes disso, Zinho estava envolvido com atividades de lavagem de dinheiro do grupo.

Wilson Dias/Agência Brasil
Até o próximo dia 24, véspera de Natal, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva deve assinar o decreto do indulto natalino, que é o perdão da pena concedido a pessoas condenadas e presas que cumprem determinados requisitos legais.
A medida é uma atribuição legal e exclusiva do presidente da República, definida pela Constituição Federal, e assinada anualmente. A proposta de decreto já foi apresentada ao governo pelo Conselho Nacional de Política Criminal e Penitenciária (CNPCP), colegiado composto por especialistas e de atuação técnica e consultiva. Antes de chegar à mesa do presidente, o texto também precisa do aval do ministro da Justiça e Segurança Pública.
O indulto natalino é o perdão coletivo da pena, mas não é dado automaticamente. Após a edição do decreto, quem se encaixa nas regras definidas ingressa na Justiça para ter o benefício efetivamente concedido. É diferente do indulto individual, a chamada graça, que é o perdão da pena que o presidente pode conceder especificamente em favor de uma pessoa condenada.
O indulto natalino também é diferente das saídas temporárias – popularmente conhecidas como saidões – que ocorrem em datas comemorativas específicas, tais como Natal, Páscoa e Dia das Mães, para confraternização e visita aos familiares. Nesses casos, os juízes das Varas de Execução Penal editam uma portaria que disciplina os critérios para concessão do benefício e as condições impostas aos apenados, como o retorno ao estabelecimento prisional no dia e hora determinados.
Em geral, o indulto natalino coletivo é concedido aos condenados a até oito anos de prisão que tenham cumprido um quarto da pena, caso não sejam reincidentes, ou um terço da pena, se reincidentes. No caso dos condenados a penas maiores, entre oito e doze anos de prisão, o benefício só é concedido àqueles que tiverem cumprido um terço da pena, se não forem reincidentes, ou metade da condenação, se reincidentes. O benefício também costuma incluir presos com doenças graves e terminais ou que sejam pessoas com deficiência.
O indulto não é concedido aos presos que tenham praticado crimes com violência. Além disso, a Constituição veda o perdão de penas a condenados por crimes de tortura, tráfico de drogas, terrorismo e crimes hediondos definidos por lei, como homicídio qualificado, latrocínio, sequestro, estupro, epidemia com resultado morte, genocídio, entre outros.
Exceções
Embora o decreto esteja em análise pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública e pela Presidência da República, a proposta enviada pelo CNPCP já prevê casos em que o indulto não poderá ser concedido, com base no perfil de política criminal do atual governo do presidente Lula.
Um dos impedimentos previstos é o de não indultar crimes ambientais. No Brasil, de acordo com dados oficiais, há apenas pouco mais de 300 pessoas cumprindo pena por crimes ambientais graves, como morte, tráfico e extinção de animais silvestres, poluição de rios e desmatamento florestal. Na avaliação de integrantes do Conselho Nacional de Política Criminal e Penitenciária, não faz sentido perdoar penas de um crime que pouco leva à punição no país. Por outro lado, há mais de 33 mil pessoas cumprindo pena por furto simples, considerado de menor potencial ofensivo em relação a graves ilícitos ambientais.
Da mesma forma, a proposta de indulto apresentada ao governo exclui condenados por crimes contra o Estado Democrático de Direito, que abrange os envolvidos nos ataques do dia 8 de janeiro contra as sedes dos Três Poderes, por exemplo. O indulto também não deverá ser concedido a condenados por crimes de violência contra a mulher, incluindo violência política e psicológica. Essas exceções precisam ser validadas pelo presidente no decreto a ser editado.
Polêmicas recentes
A prerrogativa do indulto penal é amplamente reconhecida e legitimada em todo o mundo. Nos Estados Unidos, por exemplo, há uma forte tradição de indultos individuais concedidos de forma discricionária pelo presidente da República.
No Brasil, embora o indulto individual seja uma prerrogativa permitida ao presidente, é incomum que graça seja utilizada. A última vez que ela foi concedida foi em 2022, quando o então presidente Jair Bolsonaro suspendeu, por meio de indulto, a pena do ex-deputado federal Daniel Silveira (PTB-RJ), condenado pelo Supremo Tribunal Federal (STF) a oito anos e nove meses de prisão pelos crimes de tentativa de impedir o livre exercício dos Poderes e coação no curso do processo. Apesar disso, o STF reverteu a graça concedida após entender que houve desvio de finalidade por parte do presidente da República.
No caso do indulto coletivo, normalmente concedido no Natal, ele costuma ocorrer anualmente. Houve questionamentos em anos recentes, quando da concessão do induto natalino pelo então presidente Michel Temer, em 2017, que beneficiou condenados por corrupção, e pelo presidente Jair Bolsonaro, em 2022, por ter concedido o perdão de pena a policiais militares envolvidos no Massacre do Carandiru, em 1992. O crime resultou na morte de 111 detentos do então complexo penitenciário da Zona Norte da capital paulista, posteriormente demolido.
Por: DP

O Efetivo do 23º BPM foi informado por populares que um veículo NISSAN KICKS, cor vermelho, teria tentado matar um funcionário do Supermercado Avistão por atropelamento e, em seguida, teriam roubado um malote de dinheiro.
O efetivo do 23º BPM se deparou com o trio de criminosos no veículo supramencionado na Av. Artur Padilha – Centro Afogados da Ingazeira-PE e realizou o acompanhamento dos meliantes até o local do confronto. Na altura do Espetinho de Firmino, Posto Brasilino I e Clube Campestre os criminosos atiraram contra as viaturas policiais, que por questões técnicas e de segurança não revidaram a injusta agressão no momento.
Já na rodovia PE 292, nas imediações do Sítio Gangorra, os criminosos perderam o controle do veículo e tombaram na pista. Na oportunidade, receberam voz de prisão das equipes da GT, Rocam e Malhas da Lei, mas novamente resistiram e reagiram à prisão atirando contra o policiamento.
Diante da injusta agressão, o efetivo do 23º BPM repeliu de maneira necessária e proporcional, atingindo os três criminosos, também, com disparos de arma de fogo.
Todos os criminosos foram, devidamente, socorridos, mas o indivíduo Marcone Santos da Silva não resistiu aos ferimentos e veio à óbito.
Os criminosos Luis Maurício Ferreira e Erinaldo Cabral de Souza foram atendidos no Hospital Regional Emília Câmera e Hospital Eduardo Campos, sendo liberados mediante alta hospitalar, motivo pelo qual foram apresentados na delegacia de Polícia Civil, onde foram autuados em flagrante delito.
Ainda durante a ocorrência, o efetivo do Malhas da Lei do 23ºBPM e 20ªDesec/ 167ª receberam informes que um ex-funcionário do Supermercado Avistão, de iniciais D.C.d.S, natural do Recife, mesma localidade do trio de criminosos que efetuou o roubo, foi o responsável por repassar a informação privilegiada, pois por ter trabalhado no estabelecimento até a última sexta-feira (01/12/2023), sabia como funcionava parte da logística para depositar o numerário junto ao banco. O ex-funcionário, apesar de ter sido demitido, estava dentro do Supermercado Avistão quando o funcionário que levaria o malote de dinheiro para depositar na agência bancária estava saindo para a missão. Nesse momento, o trio de criminosos, que estava no veículo Nissan Kicks, cor vermelho, do lado de fora do Supermercado, só aguardando o sinal indicativo de quem seria funcionário responsável pelo malote, foi informado e começou a perseguição pela cidade para concretizar o roubo, já que o funcionário do Supermercado Avistão não cedeu a investida, sendo então atropelado.
O ex-funcionário do Avistão, que articulou parte do crime, foi preso em sua residência situada na Rua Inês de Almeida – bairro Costa – Afogados da Ingazeira. O ex-funcionário do Avistão, inicialmente, negou a participação na trama criminosa, porém, diante de algumas evidências apresentadas pelos policiais, confessou sua participação no roubo.
Todos os acusados presos foram autuados em flagrante delito.
Materiais apreendidos:
Um assaltante morto
MARCONE SANTOS DA SILVA, o “CEBOLA”, 29 anos, morador do bairro de Areias, Recife. Já tinha passagem pela polícia por outros crimes.
Ele foi alvo de disparos de arma de fogo na troca de tiros com a PM na saída de Afogados para Iguaracy, na PE 292, na ponte da Gangorra.
Estava sendo transferido para o Hospital Eduardo Campos, em Serra Talhada, mas não resistiu aos ferimentos. Ainda não foi feita a Declaração de Óbito com a causa da morte.
Já Elison Manoel da Silva, 31 anos, funcionário do supermercado Avistão foi submetido a uma cirugia no punho e vai ser transferido.
Dos outros dois criminosos, um foi submetido a uma cirurgia mais simples e segue no Hospital Regional Emília Câmara. O outro teve fraturas nos membros inferiores com o acidente.

Com fotos das redes sociais/Afogados Conectado e Acorda Afogados
Informações que chegaram à redação dão conta de um assalto ao malote do Avistão Supermercado. O funcionário que transportava o malote chegou a ficar ferido e foi prontamente atendido pelo SAMU.
Informações dão conta de que eram três bandidos em um carro locado de Recife. Eles derrubaram o funcionário que seguia em uma moto. “Jogaram o carro em cima dele perto do Cemitério São Judas Tadeu depois de uma perseguição”, disse uma testemunha. Há uma segunda versão de que seriam dois criminosos.

Na fuga eles se envolveram em acidentes, dado o trânsito complexo da cidade. Eles foram acompanhados pela PM e atiraram contra o efetivo que revidou a agressão. A informação é de que a polícia na troca de tiros teria baleado os criminosos.
O funcionário do mercado teve lesão no pulso, pancada na cabeça e ainda uma lesão na perna. Está sendo atendido no Hospital Regional Emília Câmara.
Policiais militares do 23º BPM trocaram tiros com os criminosos que assaltaram o malote da rede Avistão. Na troca de tiros, teriam atingido os pneus do veículo que perdeu o controle, capotou e caiu na ponte da Gangorra.

Neste momento, bombeiros estão no local. O malote foi recuperado. Os assaltantes teriam ficado feridos.
O funcionário da rede Avistão, de nome ainda não informado, está sendo atendido no Hospital Regional Emília Câmara. A moto em que ele seguia foi atingida pelo veículo dos criminosos. A Polícia Civil já investiga o caso.


Naiara Azevedo anexou imagens de vários hematomas pelo corpo (foto: Reprodução)
Fotos anexadas ao boletim de ocorrência registrado por Naiara Azevedo contra o ex-marido, Rafael Cabral, mostram vários hematomas pelo corpo da cantora sertaneja. No registro policial, feito em 7 de julho deste ano, Naiara afirma que Rafael a agrediu com um soco na mão direita e puxões de orelha e de cabelo. O empresário também teria sacudido Naiara pelos braços.
Naiara afirmou à polícia que teme por sua vida. Ela também revelou ter descoberto recentemente que vários de seus bens, como casas, fazenda, veículos de luxo, dentre outros, adquiridos com seu dinheiro e de Rafael, e administrados por ele, não estão registrados em seu nome, mas no de pessoas da família dele. A sertaneja ainda cita um seguro de vida de valor elevado, em que é titular e, Rafael, o beneficiário.
Por: Metrópoles.

O corpo do motorista de aplicativo foi achado em uma área de matagal, às margens da BR-101, em Pirapama, no Cabo de Santo Agostinho (Foto: Acervo Pessoal )
Por: Wilson Maranhão.

O atirador foi perseguido e acabou preso (Foto: Reprodução/Redes sociais)
Publicado em: 29/11/2023 19:15