Tarado é preso acusado de estuprar cadela e uma galinha em Garanhuns

Um homem foi detido por populares e preso pela Polícia Militar, na noite desta segunda-feira (29), no bairro Jardim Petrópolis, no município de Garanhuns, no Agreste.

Tiago André da Silva, de 37 anos, foi acusado de ter estuprado uma cadela e uma galinha da vizinhança, ele foi levado para a Delegacia de Plantão, onde foi autuado em flagrante por crime de zoofilia.

Do Agreste Violento

Afogados: sorteio do IPTU premiado será no próximo domingo (28)

Depois de ter sido adiado em decorrência das chuvas, o sorteio do IPTU premiado referente ao ano fiscal 2022, está confirmado para ocorrer no próximo domingo (28), às 19h, em frente à catedral do Senhor Bom Jesus dos Remédios, logo após a missa.

O contribuinte tem até sexta-feira (26) para pagar os seus tributos e poder concorrer a duas geladeiras, duas tevês em Led, duas motos Honda CG Start, e um Fiat Mobi zero quilômetro.

Mas atenção, o prazo final para poder concorrer é sexta feira (26). Após o pagamento do tributo, o contribuinte deve ir até o setor de tributação, na sede da Prefeitura, e depositar o cupom de participação na urna instalada no local.

O sorteio terá transmissão ao vivo pelas Rádios Pajeú FM e Afogados FM, opção para quem não puder ir assistir presencialmente ao sorteio.

Mais um acidente é registrado na Estrada de Ibitiranga

Na quinta-feira (18), mais um acidente foi registrado na PE 380, a Estrada de Ibitiranga.

O acidente aconteceu por volta das 15h, próximo ao Sítio Serrinha.

O motorista Nildo Paraguai, que reside na zona rural de Tavares, na Paraíba, se deslocava até Afogados da Ingazeira para pegar um parente que no Hospital Regional Emília Câmara, quando perdeu o controle do seu veículo, um Uno Branco e capotou parando fora da estrada.

Não há informações sobre o estado de saúde do motorista e nem se havia mais alguém com ele no veículo.

Histórico – No dia 2 de março, um veículo de placas RND 4D13 tombou na via. Ninguém ficou ferido, sendo registrados só danos materiais.

Em 20 de fevereiro, numa tentativa de ultrapassagem, a motorista perdeu o controle do veículo, saiu da estrada e caiu numa vala. Ainda segundo informações, a motorista não teria sofrido ferimentos graves.

Os acidentes estão ficando comuns na via. Em janeiro, um acidente por pouco não tirou a vida de um casal de jovens que voltava da festa que estava acontecendo naquela comunidade. Em outubro, um gol placas CBM 3344 capotou próximo à oficina de Lalau.  Maria José da Silva, 44 anos, conhecida por Dada, morreu na hora.

As condições da estrada, que já não eram boas, ficou pior após a gestão Raquel Lyra determinar a interrupção da obra, dentro do pacote que visa reavaliar contratos e ver quais são os projetos prioritários para o governo.

Políticos da região tentam sensibilizar a governadora da importância da retomada das obras, mas até agora não houve repostas por parte do governo.

Do Alyson Nascimento

Marília Mendonça: Entenda o que falta esclarecer no acidente que matou a cantora

O Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa), órgão da Força Aérea Brasileira (FAB), apresentou, na noite desta segunda-feira (15), o resultado da investigação sobre o acidente aéreo que matou a cantora Marília Mendonça e outras quatro pessoas.

Mais cedo, Robson Cunha, advogado da família de Marília Mendonça, disse em entrevista coletiva que o documento apontava que “as decisões do piloto não foram irregulares”, embora o relatório incluísse “uma avaliação inadequada” pelo piloto no momento da aproximação para pouso entre os “fatores contribuintes” para o acidente.

Mesmo com a divulgação do relatório, alguns pontos ainda seguem inconclusivos. Confira quais são:

No dia 5 de novembro de 2021, a aeronave de matrícula PT-ONJ caiu no município de Piedade de Caratinga após colidir com um cabo da Companhia de Energia de Minas Gerais (Cemig), conforme revelado pelo GLOBO. Todas as cinco pessoas dentro do bimotor morreram. Além de Marília, o avião levava o produtor Henrique Bahia, o assessor Abicieli Silveira e os pilotos Geraldo Martins de Medeiros e Tarciso Pessoa Viana.

Houve responsabilidade dos pilotos?

Mais cedo, o representante da família da cantora afirmou, após receber o relatório, que “ainda que o plano de voo tenha sido alterado, todas as medidas tomadas pelo piloto foram consideradas dentro da normalidade”. À noite, quando o relatório foi tornado público, há uma citação à avaliação inadequada no momento do pouso, “uma vez que a perna do vento foi alongada em uma distância significativamente maior do que aquela esperada para uma aeronave de ‘Categoria de Performance B’”. Entre as conclusões, o documento destaca o “julgamento de pilotagem” como fator que pode ter contribuído com o acidente. Outros fatores relacionados ao pouso foram considerados indeterminados: “Memória” e “Planejamento de voo”.

Por que a opção pela manobra no momento do pouso?

Outro trecho do relatório informa que a Comissão de Investigação buscou inferir razões do procedimento no pouso, “a despeito de não haver quaisquer limitações operacionais da aeronave ou de tráfego aéreo que restringissem o alongamento da perna do vento”. Uma hipótese levantada é que o piloto “pode ter optado por alongar a perna do vento a fim de buscar uma aproximação final mais longa, a qual tende a ser mais confortável para os passageiros”. Outra possibilidade levantada é a de a decisão ter sido tomada devido “a um processo inconsciente gerado pelas experiências das aproximações realizadas durante um longo período no qual o PIC (Piloto em Comando) operou na Aviação Regular”

Sinalização teria evitado o acidente?

O advogado da família da cantora também havia destacado a falta de sinalização das nos cabos de energia foi um fator preponderante para o acidente. O relatório, apesar de apontar que “a linha de transmissão de 69 kV não se enquadrava nos requisitos que a qualificassem como um obstáculo ou objeto passível de ser sinalizado”, destaca que “o cabo para-raios da linha de transmissão de 69 kV possuía baixo contraste em relação à vegetação ao fundo”. Entre as recomendações do relatório está “realizar gestões junto à Companhia Energética de Minas Gerais S.A. (CEMIG), de modo a sinalizar, em caráter excepcional, a linha de transmissão de 69 kV no trecho correspondente ao prolongamento da pista 02 de SNCT”.

  • Agora, o que veremos na esfera criminal é se esses cabos da Cemig deveriam ou não estarem identificados – disse Robson Cunha.

A partir do acidente, foi elaborado o O PL 4.009/2021, chamado Projeto de Lei Marília Mendonça, de autoria do Senador Telmário Mota (PROS/RR), que estabelece que as concessionárias de energia devem sinalizar as linhas com o uso de esferas coloridas e que as torres também devem ser pintadas, de modo a alertar a pilotos o risco de colisão. O PL foi aprovado no Senado e aguarda votação na Câmara dos Deputados.

Como fica a questão criminal

O relatório do Cenipa não aponta culpados, apenas detalha os elementos relacionados ao acidente. No ano passado, a Polícia Civil já havia adiantado que a conclusão sobre as causas do acidente ficaria vinculada ao relatório do Cenipa, já que seria necessário descartar falha mecânica no momento do acidente.

  • A polícia civil ainda não concluiu inquérito e houve um pedido para aumentar o prazo por parte da polícia de Caratinga. Peço apenas que haja celeridade na entrega do inquérito – disse o advogado Robson Cunha em entrevista coletiva.

Imagens vazadas
Outra dúvida é em relação vazamento das fotos da necropsia da cantora. O suspeito de vazar as imagens já está preso. Mas ainda não se sabe se é a mesma pessoa que captou as imagens. Além dele, outras pessoas foram indiciadas por prática criminosa de divulgação desse material.

  • Existe um inquérito na Polícia Civil que está tratando desse conteúdo – disse Cunha

Da Agência O Globo

Homem que morreu após espancamento em SP foi expulso da PMPE em 2010

As investigações sobre a morte de Osil Vicente Guedes, que morreu vítima de um espancamento em via pública em São Paulo, identificaram que ele já foi soldado da Polícia Militar de Pernambuco (PMPE).

Ele foi expulso da corporação em 2010, após ser preso pela Operação Guararapes em 2008 por participação em grupos de extermínio no Estado.

Osil era lotado na Companhia Independente de Policiamento com Motos (Cipmoto). De acordo com a investigação da Polícia Civil de Pernambuco, ele e outros policiais eram responsáveis por dar apoio aos grupos de extermínio através da logística e com livre trânsito nas blitzs policiais ao se identificarem.

Segundo o delegado Joel Venâncio, coordenador da Operação Guararapes, as execuções realizadas pelo grupo se davam por motivos que seriam desde um desentendimento, vingança ou pela eliminação de testemunhas. “A maneira como agiam era com duas pessoas em uma moto. Uma vida podia custar o valor de R$ 600 (Seiscentos Reais). Constatamos também que o grupo mantinha contato com quadrilhas na Paraíba e em Alagoas”, revelou.

Após sua prisão pela PCPE, o caso de Osil foi encaminhado para a Corregedoria Geral da Secretaria de Defesa Social de Pernambuco. A corporação aplicou, em 2010, a pena de expulsão.

Confira a nota da PMPE:

A Secretaria de Defesa Social de Pernambuco (SDS) informa que Osil Vicente Guedes deixou de integrar a Polícia Militar de Pernambuco (PMPE) em 2010, quando recebeu a pena de licenciamento ex-officio a bem da disciplina.

Em setembro de 2008, ele havia sido preso em operação da Polícia Civil do Estado, sob suspeita de participar de grupo de extermínio responsável por homicídios na Região Metropolitana do Recife. Na época, era soldado lotado na Companhia Independente de Policiamento com Motos (Cipmoto).

A penalidade que ele recebeu é aplicada, na PMPE, a praças sem estabilidade assegurada, ou seja, com menos de dez anos na corporação. A decisão resultou de um processo administrativo disciplinar na PMPE, que concluiu que o militar praticou transgressões que afetaram a honra pessoal, o sentimento do dever, o pundonor militar e o decoro da classe, tudo em conformidade com o Decreto Estadual número 22.114, de 13 de março de 2000, o qual instituiu o Código de Ética dos Militares Estaduais, em Pernambuco.

Entenda o caso

Inicialmente, a tentativa de linchamento de Osil foi justificada por um roubo de uma moto, que logo foi desmentido. O dono da moto que Osil estava pilotando quando foi agredido assumiu que havia emprestado o veículo.

Na quinta-feira (11), a Polícia Civil de São Paulo descartou essa primeira hipótese e relatou a suspeição de que a morte poderia ter sido encomendada por uma ex-namorada.

Em São Paulo, Osil era dono de uma empresa de reciclagem.

Da Folha de Pernambuco

Manipulação de jogos: como foi descoberto o esquema

Principal esquema de manipulação de resultados esportivos dos últimos anos, a “máfia das apostas” foi descoberta pelo Ministério Público de Goiás no final do ano passado. Na ocasião, o presidente do Vila Nova, Hugo Jorge Bravo de Carvalho, procurou a Justiça depois que ficou sabendo por meio de um empresário de atletas que o volante Marcos Vinicius Alves Barreira, conhecido como Romário, estaria envolvido com esquemas criminosos. “Sabe da última do Romário? Está devendo para um pessoal que faz apostas”, afirmou o tal empresário.

Na sequência, Carvalho, que é policial militar, recebeu de outro emissário o contato de um homem que estaria cobrando dinheiro de Romário.  A pessoa em questão era Bruno Lopez de Moura, o BL, justamente o líder da quadrilha que armava os resultados em conluio com os jogadores. Ele estava tão indignado com a dívida de Romário que acabou se autodenunciando, um autêntico gol contra no esquema da maracutaia. “O Bruno que teria organizado com o Romário e atletas de outros dois clubes uma combinação de resultados que favorecesse uma aposta específica. Essa combinação seria um pênalti no primeiro tempo em cada um desses jogos da última rodada do Campeonato Brasileiro da Série B”, disse Carvalho, em depoimento na Justiça. As partidas foram: Sampaio Corrêa x Londrina, Tombense x Criciúma e Vila Nova x Sport.

Nos dois primeiros jogos, atletas de Sampaio Corrêa e Tombense cometeram as infrações, mas no último não houve a penalidade. Romário, que não havia participado da partida e escalou um comparsa de clube para que cometesse a falta, ficou em débito com a quadrilha. “Depois disso demitimos o Romário”, afirmou em depoimento o presidente do clube, que continuou recebendo mensagens de BL. “Meu amigo, como ele vai pagar eu não sei. Se ele rescindiu com vocês, ele vai dar algum jeito de… de ter que fazer alguma coisa pra nós pra… pra… pra pagar o que deve. Entendeu? O que ele não pode é ter pego… te pego dez… dez mil, que não é dele e já ter gasto. Né? Sumir com o dinheiro e agora ter que ficar pagando picado e além de tá pagando picado né, deixa a gente no prejuízo de quase meio milhão. Então algum jeito ele tem que dar”, falou Bruno Lopez, que está preso desde o fim de abril.

De posse das informações iniciais, os promotores goianos abriram um inquérito e solicitaram à Justiça duas operações de busca e apreensão nos celulares dos acusados. Chamadas de Penalidade Máxima 1 e 2, as ações do MP resultaram na prisão de três pessoas, no indiciamento de outras vinte e na investigação de 52 jogadores de futebol.

Por Afogados fm

Acusados de atentado a bomba no Aeroporto de Brasília são condenados

A Justiça do Distrito Federal condenou na quinta-feira (11) dois acusados de participar da tentativa de explosão de uma bomba perto do Aeroporto Internacional de Brasília na véspera do Natal de 2022. Com a decisão, eles vão continuar presos.

Na sentença, o juiz Osvaldo Tovani condenou o empresário George Washington de Oliveira Sousa a nove anos e quatro meses de prisão. Alan Diego dos Santos Rodrigues foi condenado a cinco anos e quatro meses. As condutas envolvem os crimes de explosão, causar incêndio e posse arma de fogo sem autorização.

Na decisão, o magistrado entendeu que George Washington premeditou o crime e afirmou que os dois acusados se conheceram no acampamento montado por apoiadores do ex-presidente Jair Bolsonaro em frente ao quartel do Exército em Brasília.

“O acusado e o corréu se conheceram em Brasília, no acampamento montado em frente ao QG do Exército. Ao que consta, as emulsões explosivas vieram do Pará, a pedido do acusado, que realizou pesquisas na internet sobre como montar o artefato e fez a montagem”, escreveu o juiz.

No caso de Alan Diego, a decisão afirma que ele foi o responsável pelo acionamento da bomba, que não chegou a ser detonada por erro na montagem do artefato. “Ao que consta, as emulsões explosivas vieram do Pará, a pedido do corréu [George], o qual, após a montagem, entregou o artefato explosivo para o acusado [Alan], que, por sua vez, se encarregou de tarefa importante (colocação do artefato no local escolhido).”, concluiu o magistrado.

Na mesma decisão, o juiz decidiu manter a prisão dos acusados para preservar a ordem pública. “Não há fato novo que justifique a revogação do decreto prisional. As circunstâncias dos fatos indicam periculosidade concreta, presente, ainda, a necessidade de preservar a ordem pública, mantenho a prisão preventiva de ambos os acusados”.

O processo contra o terceiro envolvido no caso, Wellington Macedo de Souza, foi desmembrado e não foi julgado pelo juiz.

Por afogados FM

PF cumpre mandados de busca em nova fase da Operação Lesa-Pátria

A Polícia Federal cumpre 22 mandados de busca e apreensão na 11ª fase da Operação Lesa-Pátria, deflagrada nesta quinta-feira (11). O objetivo da nova fase, segundo a PF, é identificar pessoas que financiaram e fomentaram os atos golpistas de 8 de janeiro, que culminaram na depredação das sedes dos Três Poderes, em Brasília.

Os 22 mandados de busca e apreensão foram expedidos pelo Supremo Tribunal e são cumpridos em três estados — São Paulo, Mato Grosso do Sul e Paraná. O órgão não divulgou detalhes dos alvos das buscas.

De acordo com a PF, foi determinado o bloqueio de bens, ativos e valores dos investigados até o limite de R$ 40 milhões para cobrir e ressarcir o erário pelos danos causados ao patrimônio público.

Os fatos investigados na operação se enquadram nos crimes de abolição violenta do Estado Democrático de Direito, golpe de Estado, dano qualificado, associação criminosa, incitação ao crime, destruição e deterioração ou inutilização de bem especialmente protegido.

Da Agência O Globo

Polícia: Mais um homicídio em São José do Egito

Nesta quarta-feira (10), o município de São José do Egito registrou o quarto homicídio do ano de 2023.

João Paulo Alves, conhecido por Lala, 33 anos foi morto a tiros no bairro Borja, próximo a Fábrica de Sabão, onde residia.

Segundo o blogueiro Marcello Patriota, dois indivíduos chegaram em uma moto e dispararam cinco tiros contra Lala que morreu no local. “As características são de execução, ou acerto de contas”, destacou Marcello.

Ainda segundo Marcello, os cinco tiros atingiram a vítima no tórax, cabeça e pernas. “A Polícia Civil e o Instituo de Criminalística – IC foram ao local. O corpo foi encaminhado para o IML de Caruaru. Ainda não se tem informação sobre velório e sepultamento”.

Esse é o 12º homicídio do ano na região, o quarto em São Jose do Egito, que teve 14 assassinatos em 2022, e foi a cidade mais violenta da 20ª Área Integrada de Segurança – AIS-20, que compõe 12 municípios da região.

Por Marcello Patriota

Polícia prende mulher que tentou matar bebê de 01 mês em Pernambuco

Uma mulher que tentou matar um bebê de 1 mês, foi presa pela Polícia Civil, na terça-feira (9), no municipio de Jurema, no Agreste de Pernambuco.

De acordo com a polícia, na manhã desta segunda-feira (8), Maria Nhoad Monte Coelho, de 44 anos, arrancou a criança dos braços da mãe e a espancou, o bebê foi socorrido e o estado de saúde é grave.

Após agredir mãe e filho, Maria fugiu e disse que terminaria de matar a criança, a prisão foi realizada por agentes da Delegacia de Jurema, coordenados pela delegada Polyana Neri, Maria foi autuada pelo crime de tentativa de forma qualificada e será encaminhada para audiência de custódia.

Do Agreste Violento