Presidente Luiz Inácio Lula da Silva (Rafael Vieira/DP Foto)
Declaração ocorreu durante cerimônia de entrega do 1º Trecho do Ramal do Apodi, nesta quarta-feira (28)
O presidente Lula participou da cerimônia de entrega do 1º Trecho do Ramal do Apodi, nesta quarta-feira (28), na Barragem Redondo, próximo a Cachoeira dos Índios, no sertão da Paraíba. O ato fez parte da jornada Caminho das Águas, iniciativa do Governo Federal que reúne mais de 70 projetos de infraestrutura hídrica no âmbito do Novo PAC.
Durante sua fala no evento, Lula afirmou que “Deus deixou o Sertão sem água” porque sabia que ele seria presidente.
“Essa decisão foi a mais importante que eu tomei na minha vida, porque era uma obra que muita gente não acreditava que a gente pudesse fazer, porque fazia 179 anos que se prometia água para essa região. E eu, graças a Deus, descobri uma coisa: Deus deixou o sertão sem água, porque ele sabia que eu seria presidente da República e que eu ia trazer água para cá”, disse Lula no discurso.
Lula também destacou seu empenho em levar água para os brasileiros. “O que eu quero é pegar um pouquinho de água, antes dela chegar no mar, e trazer de volta para dar para o meu povo do sertão beber, comer, tomar banho e lavar”, afirmou.
Presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) discursou na abertura da 26ª Marcha Nacional dos Prefeitos, em Brasília, nesta terça-feira (20) – Ricardo Stuckert/PR
Presidente da República anunciou liberação de emendas para municípios; Evento contou com a presença de cerca de 12 mil gestores públicos.
*Com informações de Estadão Conteúdo
O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), teve recepção dividida na 26ª Marcha Nacional Dos Prefeitos, em Brasília, nesta terça-feira (20). Entre vaias e aplausos, Lula discursou para os mais de 12 mil gestores públicos presentes, em evento que reuniu prefeitos de todas as regiões do Brasil.
Em discurso, Lula afirmou que atende gestores “de qualquer partido político” e que não existe possibilidade do seu governo diferenciar atendimentos a prefeitos por filiação partidária.
“Eu duvido que tenha um prefeito, de qualquer partido político, que um dia possa dizer que não foi atendido pelo governo por conta de sua filiação partidária. Não existe essa possibilidade no meu governo”, disse.
“Eu, quando vou atender um prefeito, uma prefeita, um governador, uma governadora, não estou atendendo um representante de um partido político. Estou representando uma pessoa que foi democraticamente eleita para representar os interesses da sua cidade e do seu estado”, complementou.
Lula voltou a ser vaiado ao final do seu discurso. Paulo Ziulkoski, presidente da Confederação Nacional dos Municípios (CNM), repreendeu os prefeitos presentes.
“Não estamos aqui para disputa de direita, de centro e de esquerda. Aqui estão os municípios do Brasil representados pelos prefeitos e prefeitas. Peço encarecidamente ao plenário que aqui não haja vaia”, disse Paulo.
O evento, realizado anualmente e conhecido como Marcha dos Prefeitos, reúne gestores municipais na capital federal para defender pautas de interesse dos municípios, como a descentralização de recursos na União.
Durante o discurso, Lula ainda anunciou que lançará três políticas públicas em breve, entre elas um programa para os pacientes do Sistema Único de Saúde terem acesso a consultas e retornos com especialistas, além de exames específicos. O presidente também mencionou que deve lançar um programa concedendo crédito a juros baixos para famílias que queiram reformar ou expandir suas casas.
Lula diz que prefeitos e governo federal não podem resolver problemas no Judiciário
O presidente afirmou que os prefeitos e o governo federal não podem resolver disputas no Judiciário. Segundo o petista, é necessário que os problemas entre os Poderes sejam solucionados nas mesas de negociação. A declaração foi feita na abertura da XXVI Marcha dos Prefeitos, em Brasília.
“É preciso que a gente aprenda, de uma vez por todas, que o problema que nós temos deveriam ser resolvidos em uma mesa de negociação, e não no Judiciário”, disse Lula.
Segundo o presidente, o Judiciário só deve ser acionado quando a capacidade de articulação política fica “exaurida”. “Quando a gente demonstrar ser incapaz de continuar em uma mesa de negociação tentando encontrar uma solução pacífica. Nem sempre as soluções emanadas de cima para baixo resultam em coisas que podem favorecer o prefeito, o governo federal ou os governos estaduais”, completou.
Por outro lado, Paulo Ziulkoski criticou decisões do Supremo Tribunal Federal (STF) relacionadas a emendas parlamentares destinadas a estados e municípios.
Ziulkoski disse que as determinações do Poder Judiciário têm dificultado o repasse de recursos do Orçamento para ações nas cidades.
“Agora com a nova lei, que foi a decisão do Supremo, que vamos discutir de tarde, a questão das emendas, o deputado não pode ser escravo porque ele prometeu e não chega lá (o recurso), mas não chega porque agora ele vai ter que apresentar o projeto, ele vai ter que discutir, limita tudo”, reclamou.
O Ministério da Cultura destacou trajetória de Janja como socióloga e seu “empenho na promoção da cultura e na mobilização da sociedade” (Ricardo Stuckert/ PR)
A lista de laureados neste ano inclui nomes consagrados da arte brasileira, como Fernanda Torres, Walter Salles, Alcione, Chitãozinho & Xororó, Ney Matogrosso, Milton Nascimento, entre outros.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva vai condecorar, nesta terça-feira (20/5), a primeira-dama Rosângela Silva, a Janja, com o grau máximo da Ordem do Mérito Cultural (OMC). Esse título, segundo o Ministério da Cultura, representa reconhecimento público no campo cultural brasileiro.
A solenidade de entrega da homenagem à primeira-dama contará com a presença do presidente e da ministra da Cultura, Margareth Menezes. Janja está entre as 41 figuras públicas, incluindo artistas e produtores, que receberão a medalha da OMC.
A lista de homenageados laureados neste ano inclui nomes consagrados da arte brasileira, como Fernanda Torres, Walter Salles, Marcelo Rubens Paiva, Alceu Valença, Alcione, Chitãozinho e Xororó, Ney Matogrosso, Chico César, Milton Nascimento e Martinho da Vila. Haverá também tributos póstumos a importantes figuras como Beth Carvalho, Aldir Blanc, Marília Mendonça e Paulo Gustavo.
Justificativa
O Ministério da Cultura justificou a escolha dos homenageados afirmando que lista “representa a variedade e o valor da produção cultural do Brasil, valorizando manifestações artísticas de diferentes áreas, trajetórias e linguagens”.
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Especificamente sobre a primeira-dama, a pasta a descreve como uma “socióloga com trabalho notório em questões sociais, direitos das mulheres e combate à insegurança alimentar”. O Ministério também destacou seu “empenho na promoção da cultura e na mobilização da sociedade”.
A Ordem do Mérito Cultural havia sido interrompida desde 2019, sendo agora reativada. Seu propósito é distinguir personalidades, instituições e organizações que tenham prestado contribuições significativas para a cultura do país.
Presidente Luiz Inácio Lula da Silva (foto: Ricardo Stuckert / PR )
Governo estuda plano para devolver o dinheiro às vítimas da fraude.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva coordenou pessoalmente uma reunião, na tarde desta terça-feira (6), em Brasília, para discutir as ações em relação à fraude que afetou milhares de aposentados e pensionistas do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), que tiveram descontos indevidos realizados por entidades associativas ao longo dos últimos seis anos.
O encontro, que começou por volta das 15h, no Palácio da Alvorada, durou mais de três horas e reuniu os ministros Rui Costa (Casa Civil), Wolney Queiroz (Previdência), Esther Dewck (Gestão), Gleisi Hoffmann (Relações Institucionais) e Vinicius de Carvalho (Controladoria-Geral da União), além do presidente do INSS, Gilberto Waller Junior, o advogado-geral da União adjunto, Junior Divino Fideles, e o secretário-executivo do Ministério da Fazendo, Dario Durigan.
A expectativa é que o governo atualize novas informações sobre o caso nos próximos dias, incluindo os contornos de um plano para ressarcimento das vítimas da fraude.
Durante a reunião desta tarde, foram debatidos procedimentos para aperfeiçoar os sistemas do INSS e identificação do tamanho dos recursos desviados de beneficiários bem como um mapeamento do número de pessoas lesadas.
Mais cedo, a CGU anunciou a apuração de eventuais irregularidades administrativas cometidas por 12 organizações civis suspeitas de se apropriar, ilegalmente, de parte das aposentadorias e pensões pagas a beneficiários do INSS.
A avocação (instrumento jurídico que permite a transferência de atribuições de um órgão para outro) dos processos administrativos de responsabilização que o INSS instaurou nesta segunda-feira (5) foi comunicada ao novo presidente do instituto, Gilberto Waller Júnior, por meio de ofício assinado pelo Secretário de Integridade Privada da CGU, Marcelo Pontes Vianna.
Diferente dos últimos anos, o presidente Lula não irá participar das comemorações de 1º de Maio em São Paulo
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) destacou, nesta quarta-feira (30/4), ações do governo para geração de empregos e pontuou a necessidade de mudança na jornada de trabalho. O petista fez um pronunciamento na cadeia obrigatória de rádio e televisão para celebrar o Dia do Trabalhador, comemorado nesta quinta-feira (1º/5).
“Em apenas dois anos e quatro meses de governo, já geramos 3 milhões e 800 mil postos de trabalho com carteira assinada. Saímos do maior para o menor desemprego da história. E atingimos o recorde histórico de pessoas empregadas”, destacou o petista, numa fala em tom de discurso político.
Uma das principais demandas da classe trabalhadora é a questão ligada à jornada de trabalho. Com isso, o presidente enfatizou a necessidade de adoção de mudanças na carga horária dos trabalhadores.
“Nós vamos aprofundar o debate sobre a redução da jornada de trabalho vigente no país, em que o trabalhador e a trabalhadora passam seis dias no serviço e têm apenas um dia de descanso. A chamada jornada 6 por 1.Está na hora do Brasil dar esse passo, ouvindo todos os setores da sociedade, para permitir um equilíbrio entre a vida profissional e o bem-estar de trabalhadores e trabalhadoras”, acrescentou o petista.
No Senado Federal há a proposta de emenda à Constituição (PEC) do senador Paulo Paim (PT-RS), PEC 148/2015, que propõe a jornada de 36 horas semanais sem redução salarial. Atualmente, a proposta tem sido alvo de audiências públicas na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Casa.
Já na Câmara, a PEC da deputada Erika Hilton (PSol-SP) que reduz a escala de trabalho 6×1.
Além da primeira-dama Janja da Silva e dos presidentes dos Três Poderes, também viajarão quatro ministros de Estado e 10 parlamentares (foto: Instagram)
O presidente embarca hoje (24/4) para Roma levando os chefes dos Três Poderes, deputados, senadores e ministros de Estado em sua comitiva.
O Palácio do Planalto divulgou nesta quinta-feira (24/4) a comitiva que acompanhará o presidente Luiz Inácio Lula da Silva ao funeral do papa Francisco, em Roma. Além da primeira-dama Janja da Silva e dos presidentes dos Três Poderes, também viajarão quatro ministros de Estado e 10 parlamentares.
A comitiva embarca às 22h de hoje para Roma, onde ocorre o funeral de Francisco no sábado (26). A previsão é que as autoridades voltem ao Brasil ainda no sábado, logo após a cerimônia.
O petista levará os chefes dos Três Poderes para o funeral: os presidentes do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), e do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Luís Roberto Barroso. Eles foram os primeiros a confirmar presença na comitiva.
Da Esplanada participarão os ministros Mauro Vieira (Relações Exteriores), Ricardo Lewandowski (Justiça e Segurança Pública), Paulo Teixeira (Desenvolvimento Agrário) e Macaé Evaristo (Direitos Humanos), além do assessor especial da Presidência para assuntos internacionais, embaixador Celso Amorim.
Também embarcarão os senadores Renan Calheiros (MDB-Alagoas), Leila Barros (PDT-DF) e Soraya Thronicke (Podemos-MS), e os deputados Luis Tibé (Avante-MG), Odair Cunha (PT-MG), Padre João (PT-MG), Reimont (PT-RJ), Luiz Gastão (PSD-CE), Dagoberto Nogueira (PSDB-MS) e Professora Goreth (PDT-AP).
O funeral do papa Francisco reunirá uma série de chefes de Estado e líderes mundiais. Entre os que já confirmaram presença estão o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, o presidente da Argentina, Javier Milei, e o primeiro-ministro do Reino Unido, Keir Starmer.
Veja a lista completa:
Presidente Luiz Inácio Lula da Silva
Primeira-dama Janja da Silva
Ministro Luís Roberto Barroso, Presidente do Supremo Tribunal Federal;
Senador Davi Alcolumbre, Presidente do Congresso Nacional e do Senado Federal;
Deputado Federal Hugo Motta, Presidente da Câmara dos Deputados;
Embaixador Mauro Vieira, Ministro das Relações Exteriores;
Ricardo Lewandowski, Ministro da Justiça e Segurança Pública;
Paulo Teixeira, Ministro do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar;
Macaé Evaristo, Ministra dos Direitos Humanos e Cidadania;
Senador Renan Calheiros;
Senadora Leila Barros;
Senadora Soraya Thronicke;
Dep. Federal Luis Tibé;
Dep. Federal Odair Cunha;
Dep. Federal Padre João;
Dep. Federal Reimont;
Dep. Federal Luiz Gastão;
Dep. Federal Dagoberto Nogueira;
Dep. Federal Professora Goreth;
Embaixador Celso Amorim, Assessor-Chefe da Assessoria Especial do Presidente da República.
O presidente usou das redes sociais, neste domingo (20), para mandar mensagem de Páscoa.
Em mensagem de Páscoa, o presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, disse neste domingo, 20, que a data remete à comemoração do renascimento do amor e da paz sobre as injustiças. Segundo Lula, o momento é de reforçar os laços de união e de solidariedade.
“Hoje é o dia em que milhões de brasileiras e brasileiros, e pessoas em todo o mundo, comemoram o renascimento do amor e da paz sobre as injustiças. É o momento em que nos encontramos – seja em uma celebração religiosa, seja em um almoço de família – para reforçar nossos laços de união e de solidariedade. E em que relembramos os ensinamentos de Jesus de que devemos sempre amar uns aos outros, construindo um mundo cada vez melhor e mais fraterno”, escreveu, Lula em mensagem divulgada pelo governo federal.
Ao fim da publicação, Lula desejou um “feliz domingo de Páscoa”.
Lula afirmou que não responderia a oposição sobre esse assunto, e que a primeira-dama também não precisa se explicar (foto: Ricardo Stuckert/PR )
“Ela não faz viagem apócrifa, ela faz viagem porque ela foi convidada”, disse o presidente.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse neste sábado (29) que a primeira-dama Janja da Silva “não é clandestina” e “vai continuar fazendo o que ela gosta”, depois de ser questionado sobre críticas da oposição sobre os gastos públicos com a ida dela ao Japão e à França.
“Primeiro que minha mulher não é clandestina”, afirmou Lula. “Ela não faz viagem apócrifa, ela faz viagem porque ela foi convidada”, continuou o presidente. Ele deu as declarações em entrevista coletiva antes de deixar Hanói, capital do Vietnã, após visita oficial.
“Ela vai continuar fazendo o que ela gosta. “Ela vai estar onde ela quiser, vai falar o que ela quiser”, afirmou Lula. “É assim que eu acho que é o papel da mulher.”
Lula afirmou que não responderia a oposição sobre esse assunto, e que a primeira-dama também não precisa se explicar.
Maioridade
“Eu sinceramente não respondo à oposição nesse assunto. Acho que a Janja tem maioridade suficiente para responder aquilo que é sério. Aquilo que é molecagem, fake news, irresponsabilidade, não precisa responder. A história vai julgar”, argumentou o presidente.
Nas últimas semanas, a primeira-dama vem sendo alvo de oposicionistas que questionam os gastos públicos com viagens internacionais. Neste mês, Janja acompanhou Lula em visita de Estado ao Japão e, em seguida, foi para Paris participar da cúpula Nutrition for Growth (Nutrição para o Crescimento, ou N4G, na sigla em inglês).
Neste sábado, Lula frisou que Janja viajou em missão oficial, representando-o em um evento de cúpula a convite do presidente francês Emmanuel Macron, para falar sobre um tema no qual trabalha ativamente.
“Ela fez essa viagem a convite do companheiro Macron para discutir a aliança global contra a fome e pobreza”, destacou Lula. “Ela foi convidada e fez seu discurso com muita competência, e tem trabalhado nesse negócio da aliança global contra a fome até antes do G20”, acrescentou.
O Tribunal de Contas da União (TCU) chegou a ser acionado, mas arquivou – por unanimidade na semana passada – uma representação do deputador Gustavo Gayer (PL-GO) para que esses custos fossem auditados.
O TCU frisou que já decidiu anteriormente sobre o tema, concluindo que são improcedentes as reclamações sobre as viagens oficiais da primeira- dama.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva – Ricardo Stuckert / PR
No vídeo deste sábado, o presidente usa uma linguagem distinta em relação aos conteúdos produzidos antes da gestão do ministro Sidônio Palmeira.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva publicou em suas redes sociais um vídeo em que, enquanto corre em uma esteira, incentiva a prática de exercícios físicos.
“Falo todo dia que quero viver até os 120 anos. Por isso, aos 79 anos, estou correndo para mostrar que nada é impossível quando queremos fazer as coisas”, afirmou o presidente. Antes, disse que pediu para gravar o vídeo “para tentar passar a ideia para as pessoas que gostam de ficar sentadas de que o ser humano precisa mexer o seu corpo”.
Recuperado de cirurgias na cabeça durante o ano passado, Lula diz que a longevidade depende de cada um. “Cuidar do seu corpo depende só de você. Não depende de ninguém, depende da sua vontade. Por isso levante, ande, corra, faça musculação que você vai viver muito mais”, afirma o presidente, que encerra o vídeo enviando um abraço.
Não é a primeira vez que Lula faz publicações de suas atividades físicas. Mas, no vídeo deste sábado, o presidente usa uma linguagem diferente dos conteúdos produzidos antes da gestão do ministro da Secretaria de Comunicação Social (Secom), Sidônio Palmeira. Em formato mais dinâmico, Lula fala diretamente aos internautas enquanto se exercita.
Na semana passada, Sidônio apresentou, em reunião com representantes da comunicação de todas as pastas do Executivo, um novo plano de comunicação. Membros do governo querem uma “comunicação mais próxima”, conforme os termos usados recentemente pela ministra de Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann.
Por JC
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