Os novos registros da doença foram nos municípios de Itaquitinga, Macaparana, Sirinhaém, Bonito e Garanhuns
Pernambuco contabilizou na última semana, mais 29 casos da febre de oropouche e atualmente conta com 118 casos confirmados da doença.
Os novos casos foram registrados nos municípios de Itaquitinga, Macaparana, Sirinhaém, Bonito e Garanhuns.
Transmitida pelo maruim, a febre Oropouche se tornou foco de atenção entre as arboviroses diante do aumento de casos notificados nos últimos meses, em todo País.
A população, agora, está diante de um novo desafio: aderir a estratégias de prevenção contra o mosquito.
Diante da inexistência de vacinas para evitar a doença, o momento requer uma maior intensificação dos cuidados , principalmente por gestantes.
Prevenção
O combate aos vetores exige reforço nas medidas de proteção no sentido de reduzir a chance de ser picado, sobretudo, em áreas onde há presença excessiva de maruins.
Entre as principais recomendações estão a utilização de roupas que reduzam a área de pele exposta (camisas de manga longa e calça), aplicação de repelentes de insetos à base de icaridina nas áreas expostas da pele, evitar ou reduzir a exposição às picadas dos insetos.
Outra orientação é a instalação de telas em portas e janelas, além de mosquiteiros em camas e redes de dormir que ajudam a impedir a entrada dos insetos.
Como o inseto transmissor possui um tamanho menor quando comparado a outros vetores como o Aedes aegypti, por exemplo, é importante a utilização de telas com malha fina.
Um ponto importante, e que ajuda a reforçar as medidas de precaução, é entender que o maruim tem uma maior circulação nas primeiras horas da manhã e ao entardecer, entre 16h e 18h, ou seja, evitar a circulação nesses horários e em locais favoráveis à exposição do vetor, próximos à mata e às áreas com presença de bananeira, cacau e outras árvores frutíferas, também reduz a chance de contrair a doença.
Pernambuco contabiliza a morte de mais um feto que estava com Febre Oroupouche. O óbito, apontado na terça-feira (23), é o segundo que pode ser vinculado à doença.
O Estado está investigando a relação da Febre Oropouche com mortes fetais.
Nesse segundo caso, a gestante era residente de Ipojuca, na Região Metropolitana do Recife (RMR), e estava na 30ª semana de gravidez.
As amostras biológicas de tecidos do feto foram submetidas à análise laboratorial, por meio da metodologia RT-PCR, no Laboratório Central de Pernambuco (Lacen-PE), onde foi constatada a presença do vírus.
O primeiro registro que vincula a Febre Oropouche à morte fetal foi registrado em Rio Formoso, na Zona da Mata Sul, também numa gestante na 30ª semana de gravidez.
Outros dois casos de perda gestacional estão em investigação quanto à presença ou não do vírus nas amostras biológicas coletadas.
A relação entre a arbovirose e a morte fetal é inédita na literatura científica e está sendo investigada pela Secretaria Estadual de Saúde (SES-PE), que mantém os casos em discussão com o Ministério da Saúde, Fiocruz, Instituto Evandro Chagas, Organização Pan-Americana de Saúde (Opas) e representantes dos municípios com casos em investigação.
Não é possível determinar que a perda gestacional foi motivada pela infecção pelo vírus responsável pela Febre Oropouche.
Apesar disso, a Secretaria Estadual de Saúde de Pernambuco (SES-PE) recomenda prevenção reforçada às gestantes.
A doença
O vírus Oropouche é transmitido por picadas do maruim (culicóide) e da muriçoca (culicídeo).
Febre do Oropouche é disseminada pelo mosquito conhecido como maruim
Febre do Oropouche é disseminada pelo mosquito conhecido como maruim – Flávio Carvalho/WMP/Fiocruz
A doença é, por conta da sua transmissão dada por um inseto vetor, considerada uma arbovirose.
Para evitar maior exposição ao risco, grávidas devem usar roupas que protejam a pele da exposição, sobretudo nos horários de penumbra (ao amanhecer e ao anoitecer), quando os vetores se mostram mais ativos.
Os sintomas da Febre Oropouche são semelhantes aos da dengue e da chikungunya: dor de cabeça, dor muscular, dor nas articulações, náusea e diarreia.
Casos em Pernambuco
Em Pernambuco, foram identificados 82 casos confirmados da Febre Oropouche este ano.
Apenas na segunda-feira (22), foram confirmados 10 novos casos.
Até o momento, o vírus Oropouche isolado foi identificado em pacientes de 13 municípios pernambucanos: Jaqueira, Pombos, Palmares, Água Preta, Moreno, Xexéu, Maraial, Cabo de Santo Agostinho, Rio Formoso, Timbaúba, Itamaracá, Jaboatão dos Guararapes, Catende e Camaragibe.
Os últimos 10 casos são de Jaqueira, na Mata Sul, e Camaragibe, na RMR.
Os especialistas defendem que a venda da substância seja feita por meio de prescrição médica de profissionais habilitados para fazer os procedimentos (crédito: Reprodução Unsplash )
Em documento protocolado à Anvisa, eles apresentam referências científicas que asseguram o uso da substância em tratamentos de uma série de doenças
O Conselho Federal de Medicina (CFM), a Sociedade Brasileira de Dermatologia e a Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica protocolaram na sexta-feira (19/7) um documento à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) pedindo o fim da suspensão de uso do fenol no país. Ainda não há prazo para um retorno sobre o pedido.
No relatório, foram apresentadas centenas de referências científicas que comprovam que o uso do fenol é seguro e eficaz, quando feito por médicos, no tratamento de diversas doenças como: câncer, incluindo tumores ósseos e metástases ósseas (oncologia); para tratar condições como hemorroidas internas (coloproctologia), para controlar sangramentos (urologia); e para o manejo de dores crônicas não malignas refratárias (neurologia).
Em coletiva de imprensa realizada nesta segunda-feira (22), as entidades deram mais detalhes sobre o documento que conta e destacaram a importância do medicamento para tratamentos e quando usado de maneira correta por médicos.
“O fenol é um medicamento invasivo e portanto deve ser aplicado por um médico habilitado que conheça as contraindicações e possíveis efeitos adversos”, destacou Heitor Gonçalves, presidente da Sociedade Brasileira de Dermatologia, na ocasião.
De acordo com o presidente do CFM, José Hiran da Silva Gallo, o Conselho segue em contato direto com a Anvisa sobre o tema e espera uma resposta em breve sobre o documento enviado. Ele destacou também que eles defendem que a venda da substância seja feita por meio de prescrição médica de profissionais habilitados para fazer os procedimentos.
A pessoa com útero e que estiver grávida, mas sem apresentar riscos, deve ser submetida a acompanhamento ambulatorial (Foto: Arquivo/Andre Borges/Agência Brasília)
A nota foi elaborada pelas gerências de Atenção à Saúde da Mulher (Geasm) e Atenção à Saúde da Criança e do Adolescente (Geasc) e divulgada nesta quarta-feira (14)
O recente aumento do número de casos de pessoas diagnosticadas com febre Oropouche em Pernambuco e o possível caso de infecção de um feto que teria morrido por conta doença fez a Secretaria de Saúde de Pernambuco (SES-PE) emitir um alerta sobre os cuidados que as gestantes devem ter. Uma nota técnica foi divulgada no site da o Centro de Informações Estratégicas de Vigilância em Saúde de Pernambuco (Cievs-PE) nesta quarta-feira (17).
O documento foi elaborado pelas gerências de Atenção à Saúde da Mulher (Geasm) e Atenção à Saúde da Criança e do Adolescente (Geasc) da pasta. O texto informa que a febre Oropouche “é uma doença conhecida no Brasil desde os anos 60, responsável por epidemias no estado do Pará, na Região Norte do país. É uma arbovirose descrita na literatura como uma doença de evolução benigna, mesmo em casos graves (Da Rosa, 2017) e é transmitida pelo inseto conhecido como maruim, Culicoides spp, e causadora de quadro semelhante a outras arboviroses”.
O documento destaca que é possível que o vírus se transmita de forma vertical e que ainda não há evidências de que ele seja o responsável pela morte do feto que tinha 30 semanas. O caso aconteceu no município de Rio Formoso, na Zona da Mata.
“Apesar da febre Oropouche ser uma doença autolimitada, seus efeitos durante a gravidez não são totalmente compreendidos, o que gera a necessidade de monitoramento cuidadoso e gestão adequada”, informa a nota técnica.
Entre as orientações feitas pela Secretaria de Saúde estão:
O Brasil alcançou um importante avanço na imunização infantil, saindo da lista dos 20 países com mais crianças não imunizadas no mundo. Este dado, divulgado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) e pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) nesta segunda-feira (15), reflete os novos números sobre a imunização infantil global.
Embora muitos países ainda não tenham atingido as metas de vacinação, o Brasil se destacou positivamente. Desde 2016, o país vinha enfrentando quedas consecutivas na cobertura vacinal, mas em 2023, sob a gestão do presidente Lula, o governo lançou o Movimento Nacional pela Vacinação. Este programa visou restaurar a confiança da população na ciência, no Sistema Único de Saúde (SUS) e nas vacinas.
De acordo com o relatório da OMS/UNICEF, o número de crianças brasileiras que não receberam nenhuma dose da DTP1, que protege contra difteria, tétano e coqueluche, caiu de 418 mil em 2022 para 103 mil em 2023. Da mesma forma, as crianças que não receberam a DTP3 reduziram de 846 mil em 2021 para 257 mil em 2023. Em Pernambuco, a cobertura vacinal contra a DTP aumentou de 63,31% em 2022 para 73,63% em 2023.
A ministra da Saúde, Nísia Trindade, destacou a recuperação das conquistas históricas do programa de vacinação brasileiro. “Em fevereiro de 2023, logo ao assumirmos a gestão, iniciamos o Movimento Nacional pela Vacinação. Zé Gotinha viajou pelo Brasil levando a mensagem de que vacinas salvam vidas. Hoje, com o reconhecimento da UNICEF e da OMS, confirmamos que o Brasil se destacou positivamente na retomada das coberturas vacinais”, afirmou. A ministra agradeceu aos profissionais da saúde e gestores estaduais e municipais pelo empenho.
Os progressos fizeram com que o Brasil saísse do ranking dos 20 países com mais crianças não imunizadas. Em 2021, o país ocupava a 7ª posição, e em 2023, não faz mais parte da lista. No ano passado, 13 das 16 principais vacinas do calendário infantil tiveram aumento na cobertura vacinal em comparação a 2022. Destaques incluem vacinas contra poliomielite, pentavalente, rotavírus, hepatite A, febre amarela, meningocócica C, pneumocócica 10 e tríplice viral.
A recuperação média das 13 vacinas foi de 7,1 pontos percentuais. A maior alta foi no reforço da tríplice bacteriana, que passou de 67,4% para 76,7%, um aumento de 9,23 pontos percentuais. A maioria dos estados apresentou melhoria na cobertura dessas vacinas.
O investimento para apoiar estados e municípios aumentou significativamente. Em 2023, foram investidos mais de R$ 6,5 bilhões na compra de imunizantes, com previsão de R$ 10,9 bilhões em 2024. De forma inédita, R$ 150 milhões foram repassados anualmente aos estados e municípios para ações de imunização focadas no microplanejamento e comunicação regionalizada.
As ações de microplanejamento, recomendadas pela OMS, incluem atividades adaptadas à realidade local, como definição da população alvo, escolha das vacinas, definição de datas e locais de vacinação, e logística. Estas estratégias visam alcançar melhores resultados e melhorar as coberturas vacinais.
Entre as estratégias que podem ser adotadas estão o “Dia D” de vacinação, busca ativa de não vacinados, vacinação em qualquer contato com o serviço de saúde, vacinação nas escolas, e intensificação da vacinação em áreas indígenas.
O Ministério da Saúde também incentivou a participação do Zé Gotinha em eventos por todo o Brasil. Este ícone histórico da imunização é um aliado importante na educação e combate às fake news, contando com a confiança da população brasileira.
Além disso, o governo lançou o programa Saúde com Ciência, uma iniciativa inédita em defesa da vacinação e combate à desinformação. Com cinco pilares – cooperação, comunicação estratégica, capacitação, análises e responsabilização – o programa visa identificar e combater a desinformação, promover informações íntegras e mitigar os efeitos negativos das fake news sobre a confiança nas vacinas.
Com estas iniciativas, o Brasil reforça seu compromisso com a saúde pública e a proteção das crianças, restaurando as altas coberturas vacinais e combatendo a desinformação.
O ano de 2023 marcou um avanço do Brasil na imunização infantil e fez o país deixar o ranking das 20 nações com mais crianças não vacinadas. A constatação faz parte de um estudo global divulgado nesta segunda-feira (15) pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) e a Organização Mundial da Saúde (OMS).
A pesquisa revela que o número de crianças que não receberam nenhuma dose da DTP1 caiu de 710 mil em 2021 para 103 mil em 2023. Em relação à DTP3, a queda entre os mesmos anos foi de 846 mil para 257 mil. A DTP é conhecida como a vacina pentavalente, que protege contra a difteria, o tétano e a coqueluche.
Com a redução na quantidade de crianças não vacinadas, o Brasil, que em 2021 era o sétimo no grupo dos países com mais crianças não imunizadas, deixou a lista negativa. O Brasil apresentou avanços constantes em 14 dos 16 imunizantes pesquisados.
A chefe de Saúde do Unicef no Brasil, Luciana Phebo, destacou que o comportamento da imunização infantil no país é uma retomada após anos de queda na cobertura de vacinação. Ela ressalta a importância de o país seguir em busca de avanços, inclusive levando a vacinação para fora de unidades de saúde, exclusivamente.
“É fundamental continuar avançando ainda mais rápido para encontrar e imunizar cada menina e menino que ainda não recebeu as vacinas. Esses esforços devem ultrapassar os muros das unidades básicas de saúde e alcançar outros espaços em que crianças e famílias – muitas em situação de vulnerabilidade – estão, incluindo escolas, Cras [Centro de Referência de Assistência Social] e outros espaços e equipamentos públicos”, assinala.
Imagem ilustrativa de doce de acerola fit – iStock
Com ingredientes simples e fáceis de encontrar, você pode preparar este doce de acerola em casa e aproveitar todos os benefícios da fruta.
A acerola, conhecida por seu alto teor de vitamina C, é uma fruta deliciosa que pode ser utilizada em diversas receitas. Uma opção nutritiva e saborosa é o doce de acerola fit, perfeito para quem busca uma sobremesa leve e sem culpa.
Nesta matéria, confira como preparar um doce de acerola fit irresistível, utilizando ingredientes naturais e adoçantes saudáveis!
Receita de doce de acerola fit
Ingredientes:
1 kg de acerola fresca;
2 xícaras de chá de água;
1 xícara de chá de adoçante natural (como xilitol ou eritritol);
Suco de 1 limão;
Raspas de 1 laranja (opcional).
Modo de preparo:
Lave bem as acerolas e retire as sementes;
Em uma panela, coloque as acerolas, a água e o suco de limão. Leve ao fogo médio e deixe cozinhar até que as acerolas fiquem macias;
Abaixe o fogo e adicione o adoçante natural, mexendo sempre até dissolver completamente;
Cozinhe por mais alguns minutos, mexendo ocasionalmente, até que o doce atinja a consistência desejada;
Se desejar, adicione as raspas de laranja para um sabor ainda mais cítrico;
Retire do fogo e deixe esfriar completamente;
Armazene o doce de acerola fit em um pote de vidro esterilizado na geladeira.
Dicas
Você pode ajustar a quantidade de adoçante natural de acordo com seu paladar;
Para um doce mais cremoso, adicione uma colher de sopa de chia ou linhaça ao final do cozimento;
O doce de acerola fit pode ser servido com torradas, biscoitos, iogurte ou como recheio de bolos e tortas;
Para conservar o doce por mais tempo, você pode congelá-lo em porções individuais.
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“A matéria apresentada neste portal tem caráter informativo e não deve ser considerada como orientação nutricional. Para obter orientações específicas sobre dietas, receitas fit ou preocupações alimentares, é essencial consultar um nutricionista especializado.”
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Por: JC.
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