Coxinha fit: aproveite o sabor com apenas 3 ingredientes.

Imagem ilustrativa de coxinhas de batata doce
Imagem ilustrativa de coxinhas de batata doce – Freepik

Essa receita de coxinha fit vai te proporcionar um lanche delicioso e nutritivo para experimentar em casa sem preocupação com a dieta!

Coxinha é um clássico nacional e já virou tradição na maioria das festas do Brasil. Essa grande protagonista da culinária se torna inimiga de muitas pessoas que seguem uma vida fit.

Mas com a receita da coxinha fit, esse cenário pode mudar! Mantendo o sabor e a crocância do salgado tradicional, a coxinha fit ainda garante uma alimentação nutritiva e divertida sem sair da dieta.

São apenas três ingredientes e, em 45 minutos, já é possível aproveitar de um delicioso lanche dentro da sua casa. Confira o passo a passo:

Receita de coxinha fit

Ingredientes

  • 1 xícara de batata doce cozida e amassada com sal a gosto
  • Linhaça
  • 1 xícara de frango cozido temperado e desfiado
  • Modo de preparo

    1. Coloque a linhaça no liquidificador e bata
    2. Amasse a batata e molde em vários bolinhos
    3. Recheie os bolinhos com frango desfiado
    4. Passe os bolinhos da farinha de linhaça
    5. sse-os a 180ºC por 30 minutos, até dourar

      Mais dicas

      Caso queira um sabor mais doce na sua coxinha fit, utilize batata doce cozida e amassada. Para opção vegana, o recheio pode ser substituído por legumes ou grão de bico.

      VEJA TAMBÉM

      “A matéria apresentada neste portal tem caráter informativo e não deve ser considerada como orientação nutricional. Para obter orientações específicas sobre dietas, receitas fit ou preocupações alimentares, é essencial consultar um nutricionista especializado.”

      “A matéria apresentada neste portal tem caráter informativo e não deve ser considerada como aconselhamento médico. Para obter informações fornecidas sobre qualquer condição médica, tratamento ou preocupação de saúde, é essencial consultar um médico especializado.”

       

Depressão refratária: quando terapia e antidepressivos não funcionam

 (Foto: Freepik)
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Para o diagnóstico são necessários pelo menos 5 sintomas, sendo que no mínimo um deve ser humor deprimido ou diminuição do prazer

Cada vez mais vemos pessoas que se queixam de uma depressão que nunca passa, nem com medicamentos. É a chamada depressão refratária, também conhecida como resistente ou depressão maior, que acontece entre 30 a 40% dos casos de depressão e como não há melhora significativa, mesmo com psicoterapia e uso de medicação, a pessoa acaba desistindo do tratamento, dando início a pensamentos suicidas.
Para o diagnóstico são necessários pelo menos 5 sintomas, sendo que no mínimo um deve ser humor deprimido (ou irritável em crianças e adolescentes) ou diminuição do prazer. Além disso, mais 4 destes sintomas:
  • Perda ou ganho significativo de peso;
  • Insônia ou sonolência excessiva;
  • Agitação ou retardo psicomotor;
  • Fadiga ou perda de energia;
  • Sentimento de inutilidade ou culpa excessiva inapropriada;
  • Capacidade diminuída para pensar ou se concentrar;
  • Resposta inadequada ou ausência de resposta a dois ou mais antidepressivos após seis semanas de uso;
  • Pensamentos recorrentes de morte, ideação suicida, com ou sem plano.
Ainda não foram esclarecidas as causas, assim como as da própria depressão, mas é possível entender que os corpos são variáveis. Desta forma, o funcionamento individual de cada um pode absorver mais ou menos um remédio. Essa variabilidade começa no estômago e no intestino, determinando o quanto do medicamento será absorvido e irá para a corrente sanguínea. Alguns indivíduos absorvem mais, o que lhes garante um resultado melhor.

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Pernambuco enfrenta baixa cobertura vacinal

Após a pandemia da Covid-19, foi possível enxergar um movimento de queda nos índices vacinais no mundo todo. Na população brasileira não foi diferente. Segundo um levantamento do Observatório da Atenção Primária à Saúde, divulgado em 2023, no ano de 2021, o Brasil atingiu a menor cobertura vacinal em 20 anos, com uma média nacional de 52,1%.

Mesmo com os esforços realizados pela Secretaria Estadual de Saúde (SES-PE) para intensificar a cobertura vacinal no Estado, em Pernambuco a adesão de vacinas ficou comprometida pelas ondas antivacinas que tiveram crescimento no contexto pós pandêmico. A SES-PE enfatiza que a realidade de baixa cobertura vacinal é um fenômeno global agravado durante a pandemia de Covid-19, não alcançando as metas preconizadas pelo Ministério da Saúde.

Diante desse cenário, é essencial enfatizar a necessidade de proatividade da população em cumprir com as programações e calendários vacinais, que estão previstos pelo Sistema Único de Saúde (SUS), preservando a cultura da vacinação, além dos mutirões e dos dias “D”.

A importância das vacinas é incontestável para a segurança da saúde pública e se vacinar é a melhor maneira de garantir proteção contra uma variedade de doenças graves e de suas complicações, que podem até levar à morte.

A Secretaria Estadual de Saúde de Pernambuco (SES-PE), informou dados referentes ao período de 2015 até o último mês de maio sobre os imunizantes que sofreram com baixa cobertura em menores de 1 ano. São estes a BCG (68,1%) e Hepatite B (74,7%).

Com relação à cobertura em crianças maiores de 1 ano, Hepatite A (68,8%), Tríplice Viral – D2 (60,4%), DTP – 1º reforço (71,5), Poliomielite – 1º reforço (67,6%) e Varicela (54,8%) são as vacinas com menos adesão.

Em adultos, para a Influenza os dados de vacinação apontam o quantitativo de 41,7%, referente aos grupos prioritários.

De acordo com a Secretaria Estadual de Saúde, o órgão promove também o acompanhamento das estratégias municipais. Em Pernambuco utilizam também de métodos como operações de busca ativa nas casas, escolas, indústrias e feiras para o aumento da cobertura vacinal no Estado, além do incentivo para ampliação do horário de funcionamento das Unidades Básicas de Saúde (UBSs) e pontos de vacinação, de acordo com a Secretaria Estadual de Saúde.

Entenda o que é PMMA e os riscos do uso em procedimentos estéticos

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CFM alerta para risco de intervenções consideradas invasivas

O polimetilmetacrilato (PMMA) é um componente plástico com diversos tipos de aplicação, tanto na saúde quanto em setores produtivos, a depender da forma de processamento e desenvolvimento da matéria-prima. O PMMA pode ser encontrado, por exemplo, em lentes de contato, implantes de esôfago e cimento ortopédico. No campo estético, o PMMA pode ser usado para preenchimento cutâneo, em forma semelhante a um gel.

Relatos de complicações relacionadas ao uso do componente em procedimentos estéticos se tornaram mais frequentes no Brasil. Em 2020, uma influencer (influenciadora digital) perdeu parte da boca e do queixo após fazer preenchimento labial com PMMA. Nesta semana, outra influencer morreu após se submeter a um procedimento estético para aumentar os glúteos.

Segundo parentes, ela apresentou um quadro de infecção generalizada em razão da aplicação de PMMA.

Uso e limites de aplicação

No Brasil, o PMMA para preenchimento subcutâneo precisa ser registrado na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), por se tratar de um produto de uso em saúde da classe IV ou risco máximo. “Somente após a análise técnica, esses produtos são liberados para venda e uso, visando à proteção do paciente e do consumidor”, informou a agência reguladora.

O componente está autorizado para correção de lipodistrofia, um tipo de alteração no organismo que leva à concentração de gordura em algumas partes do corpo, geralmente provocada pelo uso de medicamentos antirretrovirais em pacientes com HIV/aids, e correção volumétrica facial e corporal, uma forma de tratar alterações como irregularidades e depressões no corpo fazendo o preenchimento em áreas afetadas por meio de bioplastia.

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Fim das bulas impressas? Entenda polêmica que será votada pela Anvisa

 (Freepik)
Freepik

Agência retirou a discussão do fim das bulas em tipos de medicamentos específicos no final de junho, mas deve retomar a pauta esta semana

Com letras miúdas e papel dobradinho, as bulas de papel são parte tradicional dos medicamentos. Basta abrir uma caixa para encontrar o documento, que traz informações importantes sobre como utilizar o remédio, efeitos colaterais e interações medicamentosas, entre outros dados essenciais.

Porém, em um Brasil cada vez mais conectado, onde cada pessoa tem 1,7 celulares, de acordo com a FGV, será que faz sentido continuar com as bulas impressas ou seria melhor migrar para uma versão digital, que pode ser atualizada facilmente e incluir até vídeos e áudios? Será que essa modernidade seria acessível para toda a população, inclusive idosos, que são os maiores usuários de medicamentos?

A proposta é colocar um QR Code nas embalagens, a exemplo do que já é feito com alguns medicamentos de uso sem prescrição médica e que são vendidos sem caixa, como analgésicos ou antigripais. Bastaria apontar a câmera do celular para ter acesso ao texto atualizado e outras mídias com informações sobre a medicação.

Para conferir a informação completa, acesse o Metrópoles.

Ministra da Saúde anuncia a construção de duas maternidades no interior de Pernambuco

A ministra da Saúde, Nísia Trindade, anunciou a construção de duas novas maternidades em Pernambuco, uma em Ouricuri, no Sertão, e outra em Garanhuns, no Agreste do Estado. Com investimento de R$ 220 milhões, oriundos do novo Pac, o Governo Federal pretende ampliar atendimentos para gestantes, puérperas e recém-nascidos no interior do Estado. Segundo a ministra, a maternidade de Garanhuns, que faz parte da macrorregião de saúde do Agreste, com 53 municípios, terá potencial de beneficiar cerca de 1,9 milhão de pessoas, e contará com recurso de R$ 120 milhões para obras e equipamentos.

Por sua vez, a governadora Raquel Lyra, anunciou a entrega do Hospital da Mulher do Agreste, em Caruaru, e ainda a entrega de maternidades em Igarassu, no Grande Recife, e em Serra Talhada, no Sertão pernambucano, ambas com recursos estaduais. Os anúncios foram feitos durante evento com o presidente Lula, que cumpre agenda, na terça-feira (2), em Pernambuco.

Da CBN

Ao lado de Lula, ministra anuncia construção de duas maternidades em Pernambuco; 3 milhões de mulheres serão beneficiadas.

Na cerimônia em que o presidente anunciou várias entregas para Pernambuco, Nísia ressaltou a importância das maternidades para a região
Na cerimônia em que o presidente anunciou várias entregas para Pernambuco, Nísia ressaltou a importância das maternidades para a região – Walterson Rosa/MS

Cada maternidade terá capacidade para realizar 6 mil partos por ano, além de serviços ginecológicos e obstétricos de alta e média complexidade.

A ministra da Saúde, Nísia Trindade, cumpriu agenda em Pernambuco, ao lado do presidente Lula, nesta terça-feira (2), e anunciou a construção de duas maternidades nos municípios de Garanhuns (Agreste do Estado) e Ouricuri (Sertão), como parte do Novo Programa de Aceleração do Crescimento (Novo PAC) Saúde.

Com atendimento 24 horas, as unidades beneficiarão cerca de 3 milhões de brasileiras residentes na região.

Cada maternidade terá capacidade para realizar 6 mil partos por ano, além de serviços ginecológicos e obstétricos de alta e média complexidade.

Na cerimônia em que o presidente anunciou várias entregas para Pernambuco, Nísia ressaltou a importância das maternidades para a região.

“Podemos dizer que era uma grande necessidade para o Estado. As unidades vão garantir condições seguras, adequadas para as mulheres, os recém-nascidos e para todo o processo de gestação e nascimento”, destacou a ministra.

“Além disso, vão oferecer um cuidado mais humanizado e, sem dúvida, nos ajudar na redução da mortalidade materna”, acrescentou a ministra.

Pessoas em situação de vulnerabilidade

Localizada no Sertão pernambucano, a unidade que beneficiará a cidade de Ouricuri conta com investimento federal de R$ 100 milhões. A cidade compõe a macrorregião de saúde Vale do São Francisco e Araripe, composta por 25 municípios e, por isso, mais de 1 milhão de pessoas devem ser impactadas pela maternidade.

Já a construção da maternidade em Garanhuns (local que faz parte da macrorregião de saúde Agreste, composta por 53 municípios) tem potencial para beneficiar cerca de 1,9 milhão de pessoas, com um recurso de R$ 120 milhões para obras e equipamentos.

Após o envio das propostas, a escolha por esses locais se deu, entre outras questões, pela quantidade leitos de cuidado neonatal e a vulnerabilidade social de suas populações, que têm alto de número de nascidos vivos negros e indígenas – critérios importantes para enfrentamento das desigualdades no acesso à saúde.

Acolhimento e atendimento humanizado

Com o planejamento dessas novas estruturas do Sistema Único de Saúde (SUS), o objetivo do governo federal é oferecer cuidado integrado. São consideradas as diretrizes da Rede Cegonha, com serviços que integram assistência a parturientes, puérperas, recém-nascidos e gestantes, com iniciativas de planejamento familiar e acolhimento à mulher vítima de violência.

As maternidades terão estruturas completas, concebidas para oferecer conforto e privacidade, o que proporciona bem-estar para as pacientes, além de incentivar a humanização da assistência e o acolhimento das famílias. Isso proporciona uma experiência mais positiva durante o parto, o que contribui para a promoção da saúde das gestantes e puérperas.

Também reúnem centro de parto normal, ambulatórios para gestação e recém-nascidos de alto risco, leitos obstétricos, Unidades de Terapia Intensiva obstétrica (UTI), Unidades de Terapia Intensiva Neonatal (UTIN), Unidades de Cuidados Intensivos (UCINco e UCINca) e banco de leite.

Além disso, contarão com uma Casa da Gestante, Bebê e Puérpera – residências provisórias que acolhem, orientam e acompanham pacientes risco que demandam atenção diária.

São unidades de atendimento aos pacientes que, pela natureza do agravo e pela distância do local de residência, não podem retornar ao domicílio, como mães cujo recém-nascido esteja internado em unidades de Terapia Intensiva Neonatal ou de Cuidados Intermediários Neonatais.

Novo PAC Saúde

O Novo PAC prevê a construção de 36 novas maternidades em todo o Brasil, com investimento total de R$ 4,76 bilhões.

Anualmente, essas medidas vão gerar 583 mil novos atendimentos, que impactarão a saúde de cerca de 26,1 milhões de mulheres em idade fértil.

No total, o governo federal, na gestão do presidente Lula, investe R$ 30,5 bilhões na saúde por meio do Novo PAC, sendo R$ 11,6 bilhões na etapa atual de formalização.

A maior parcela dos recursos está voltada ao enfrentamento de gargalos históricos na atenção primária e especializada, como o aumento de Unidades Básicas de Saúde, maternidades, policlínicas e Centros de Atenção Psicossocial (Caps).

“A matéria apresentada neste portal tem caráter informativo e não deve ser considerada como aconselhamento médico. Para obter informações fornecidas sobre qualquer condição médica, tratamento ou preocupação de saúde, é essencial consultar um médico especializado.”

Por: JC.

Recife abre centro para aprimorar formação médica acesso à prática cirúrgica e estudo de anatomia.

A proposta do ITC é melhorar esse procedimento, já que não existem cadáveres disponíveis no Brasil.

A proposta do ITC é melhorar esse procedimento, já que não existem cadáveres disponíveis no Brasil. – Divulgação

A proposta do Instituto de Treinamento em Cadáveres Frescos (ITC) é melhorar procedimentos a partir de especializações mais realistas.

Com investimentos de R$ 3,5 milhões reunidos por um grupo de médicos, chega ao Recife, a partir do dia 11 de julho, a primeira unidade do Instituto de Treinamento em Cadáveres Frescos (ITC), instituição que já existe no sul e sudeste do Brasil voltada para proporcionar experiência no acesso à prática cirúrgica, estudo de anatomia e desenvolvimento de habilidades aos profissionais da área da saúde.

A atuação de instituições como o ITC no Brasil se deve à dificuldade que o país enfrenta na formação de profissionais na medicina e na odontologia, em função da legislação nacional que só permite a manipulação de cadáveres não reivindicados por familiares junto aos Institutos de Medicina Legal após um prazo de 20 anos, o que praticamente torna impossível o seu uso para os profissionais de saúde. O Brasil, porém, não é o único país a ter essa legislação.

Para substituir esse procedimento, se desenvolveu no mundo uma indústria de biomodelos sintéticos fabricados com resina plástica, que ajudam aos profissionais em formação, especialmente em faculdades de medicina privada, de modo que o formando só tem contato efetivo com um cadáver humano quando formado.

A proposta do ITC é melhorar esse procedimento, já que não existem cadáveres disponíveis no Brasil, com profissionais focados nas áreas da medicina, biomedicina, odontologia, enfermagem e perícia criminal, e entre outros setores da saúde.

Divulgação
O ITC no Brasil atua devido à dificuldade que o país enfrenta na formação de profissionais na medicina e na odontologia. – Divulgação

 

Segundo o cirurgião Gustavo Campos, um dos nomes à frente da unidade no Recife, a grande dificuldade de manipulação de um cadáver após 20 anos é ter que atuar nos procedimentos com um corpo formalizado. Ou seja, com um cadáver que passou duas décadas congelado sob efeito do formol. Isso, segundo ele, prejudica o aprendizado porque a coloração dos órgãos muda, uma vez que eles acabam sendo escurecidos, além da própria textura dos órgãos com o descongelamento.

Na verdade, por se tratar de peças “frescas”, não formalizadas, as estruturas permanecem íntegras. A sensação tátil, mais próxima da realidade, torna o aprendizado mais abrangente e seguro, antes de realizar a técnica em pacientes vivos.

O ITC substitui esses cadáveres com a importação de corpos ou partes de corpos de países que permitem esse procedimento e que vêm exportando para dezenas de centros médicos ao redor do mundo, melhorando a formação de profissionais na medicina e na odontologia.

No caso do Brasil, o ITC importa o cadáver para que ele seja usado na formação e na especialização de profissionais em ambiente controlado e como material para cursos específicos que vão desde a área dermatológica como à odontologia. A vantagem desse procedimento é que é possível importar partes fracionadas, de modo a que o curso a ser desenvolvido no Brasil tenha material de qualidade.

Gustavo Campos esclarece que para uma organização como o ITC fazer a importação de cadáveres frescos é preciso seguir todo um procedimento burocrático que começa com a autorização de importação do material humano até o descarte com sua cremação e comunicação do procedimento às autoridades.

“As vantagens de usos de cadáveres frescos é que eles podem ser usados para vários treinamentos podendo ser manipulados por profissionais de várias áreas. Normalmente eles são usados pelos médicos da área de dermatologia seguindo-se à manipulação por profissionais de outras áreas, de modo a otimizar o uso do cadáver como material didático”, explica o cirurgião.

O projeto do Recife visa formar profissionais das regiões Norte e Nordeste em todas as áreas. O ITC Recife vai funcionar na Rua Desembargador Gois Cavalcante, número 374, no Parnamirim. O conjunto de salas que poderão ser usadas em cursos para áreas como quadril, joelho, cabeça e para melhoria de procedimentos de rejuvenescimento facial, é voltado ainda para um público bem restrito na área de pós-graduação, o que exige manipulação com peças previamente definidas pelo monitor de modo a que o ITC faça a importação do material.

No caso do ITC, os corpos são importados dos Estados Unidos e Europa e o processo pode levar de média quatro meses. Uma das áreas de maior uso desse tipo de material humano é a odontologia, cujo profissionais sempre estão interessados em novas técnicas de intervenção.

Dovulgação
A partir do dia 11 de julho, a primeira unidade do Instituto de Treinamento em Cadáveres Frescos (ITC) – Dovulgação

 

Embora a ideia de manipulação de corpos seja focada na formação profissional com maior proximidade do mundo real, a possibilidade de oferta de cadáveres ou partes de cadáveres serve também a indústria de material médico especialmente na produção e desenvolvimento de instrumentos.

Normalmente, segundo Gustavo Campos, as próprias indústrias se utilizam desse material humano para apresentar aos profissionais novas ferramentas de processos cirúrgicos de modo que os alunos possam testá-los em situação real. Além das aulas, o espaço do ITC está disponível para locação de eventos, workshops e cursos com utilização de auditório independente de uso de cadáver.

Por: JC.

 

Ministério da Saúde lança edital do Mais Médicos com 3.184 vagas

Mais Médicos Para o Brasil — Foto: André Ávila / Agência RBS

O Ministério da Saúde lançou nesta segunda-feira (1º) um novo edital do Mais Médicos. Ao todo, foram disponibilizadas 3.184 vagas em mais de 1.500 cidades brasileiras.

As inscrições começam às 7h desta terça-feira (02) e vão até as 18h de sábado (06). Do total de vagas, 20% são reservadas para grupos étnico-raciais, e 9% para pessoas com deficiência.

Podem participar da seleção os seguintes profissionais:

  • médicos formados em universidades brasileiras ou com diplomas revalidados no Brasil, com registro no Conselho Regional de Medicina (CRM);
  • médicos brasileiros com habilitação para exercer a profissão no exterior;
  • médicos estrangeiros com habilitação para exercer a profissão no exterior.

No caso dos médicos estrangeiros, o Ministério da Saúde exige que o profissional tenha conhecimento em língua portuguesa, além das regras de organização do Sistema Único de Saúde (SUS).

Segundo o edital, todos os candidatos devem estar com a situação regular na esfera criminal da Justiça nos últimos seis meses. No caso dos médicos brasileiros, também é necessário estar em dia com a Justiça Eleitoral.

O governo informou que, com o novo edital, o país terá 28 mil médicos atuando pelo programa.

Vagas

De acordo com o edital, São Paulo é o estado com o maior número de vagas: 457. Na sequência aparecem Rio Grande do Sul (276), Ceará (254), Bahia (246) e Paraná (233).

Qual o melhor lado para dormir para facilitar a digestão?.

Imagem de mulher jovem dormindo na cama
Imagem de mulher jovem dormindo na cama – Freepik

A escolha da posição para dormir pode parecer um detalhe menor, mas tem um impacto significativo na saúde digestiva e geral do seu sono.

A maneira como dormimos pode ter um impacto profundo em nossa saúde, e isso inclui a digestão. A posição em que nos deitamos pode influenciar significativamente o processo digestivo.

Dormir do lado esquerdo, em particular, pode trazer benefícios para a digestão e o bem-estar geral. Entenda a seguir por que essa posição beneficia o sono e ajuda a melhorar a absorção de nutrientes e a prevenir desconfortos digestivos.

Benefícios de deitar do lado esquerdo

Os benefícios dessa postura podem ser explicados pela anatomia e fisiologia do corpo humano. Quando deitamos do lado esquerdo, facilitamos o fluxo dos alimentos através do intestino, pois a gravidade auxilia o movimento do conteúdo gástrico do estômago para o intestino delgado.

Além disso, essa posição evita o refluxo ácido, pois o estômago fica abaixo do esôfago, reduzindo a chance de que os ácidos subam para a garganta.

Deitar-se do lado esquerdo também promove uma melhor drenagem linfática. O sistema linfático é responsável por transportar resíduos do corpo, e deitar-se nessa posição pode facilitar a eliminação de toxinas, melhorando a saúde geral.

Quanto tempo ficar deitado após comer?

Para aproveitar os benefícios dessa prática, é recomendado ficar deitado por 10 a 15 minutos nessa posição após comer.

Esse período é suficiente para dar um impulso inicial ao processo digestivo, ajudando o estômago e o intestino a trabalharem de forma mais eficiente.

No entanto, é importante não se deitar imediatamente após uma refeição completa, pois isso pode causar desconforto e indigestão. Aguarde cerca de 10 minutos antes de deitar-se para maximizar os benefícios.

Outros benefícios de deitar do lado esquerdo

Além de melhorar a digestão, deitar-se do lado esquerdo traz outros benefícios para a saúde. Esta posição é conhecida por melhorar a drenagem linfática, facilitar a eliminação de toxinas do corpo e contribuir para a saúde do coração ao reduzir a pressão sobre este órgão.

  • O que acontece se ficar 24 horas sem dormir? Veja quais são os efeitos mentais e físicos
  • Como melhorar a digestão

  • Para complementar os benefícios de deitar-se do lado esquerdo, considere adotar outras práticas que favoreçam a digestão:
  • Comer devagar e mastigar bem os alimentos: isso ajuda a reduzir a carga sobre o sistema digestivo e permite uma melhor absorção de nutrientes.
  • Evitar refeições pesadas antes de dormir: optar por refeições leves durante a noite pode prevenirproblemas digestivos e melhorar a qualidade do sono.
  • Manter-se hidratado: beber água ao longo do dia é essencial para o bom funcionamento do sistema digestivo. No entanto, evite grandes quantidades de líquido durante as refeições.
  • incluir fibras na dieta: uma dieta rica em fibras promove a saúde intestinal e ajuda a prevenir a constipação.
  • Praticar atividades físicas regularmente: o exercício físico regular estimula o sistema digestivo e melhora o trânsito intestinal.
  • Contém informações de Catraca Livre
  • “A matéria apresentada neste portal tem caráter informativo e não deve ser considerada como aconselhamento médico. Para obter informações fornecidas sobre qualquer condição médica, tratamento ou preocupação de saúde, é essencial consultar um médico especializado.”
  • Por: JC.