MPPE garante na Justiça fornecimento de remédio à base de maconha para criança autista.

MPPE fica no Recife (Foto: Arquivo/DP)
MPPE fica no Recife (Foto: Arquivo/DP)

Segundo Ministério Público, Vara Única da Comarca de Itamaracá, no Grande Recife, acatou o pedido e deferiu tutela de urgência para determinar ao município e ao Estado que assegurem o custeio de tratamento de saúde.

O Ministério Público de Pernambuco (MPPE) informou que garantiu na Justiça o direito para o custeio do tratamento de uma criança autista com remédio à base de maconha.

Segundo o MPPE, a Vara Única da Comarca de Itamaracá, no Grande Recife,  acatou o pedido e deferiu tutela de urgência para determinar ao município e ao Estado de Pernambuco que assegurem o custeio de tratamento de saúde a uma criança moradora da Ilha.
Essa criança foi diagnosticada com Transtorno do Espectro Autista (TEA); Retardo Mental Moderado, Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH); e Transtorno Opositor Desafiador (TOD).
Conforme a decisão, “deverá ser disponibilizado o tratamento pleiteado, que inclui a concessão do fármaco Canabidiol CBD Prati Donaduzzi de 50 mg/ml, na dosagem de 1ml, 2X/dia, de forma contínua, para o tratamento do comportamento agressivo da criança”.
De acordo com informações do fabricante, o Canabidiol Prati-Donaduzzi é o primeiro e único produto brasileiro à base de Cannabis autorizado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).
É um fármaco de origem vegetal. A indicação terapêutica é determinada pelos profissionais médicos na prescrição.
A  venda está condicionada à apresentação de receituário tipo B (azul), de numeração controlada.
“A Neuropediatra que acompanha a criança há anos, após exames clínicos concluiu que ela tem tido uma piora no comportamento, e que mesmo tomando as medicações das quais faz uso diariamente, o quadro agressivo da infante tem aumentado, razão pela qual receitou o canabidiol”, explicou o Promotor de Justiça Gustavo Dias Kershaw, no texto na Ação Civil Pública, no texto publicado no site do MPPE.
Será cobrado o pagamento de multa diária no valor de R$ 1 mil para o caso de descumprimento por parte da demandada.
“Compulsando os autos, constato que a prova documental trazida pela parte autora não deixa margem a qualquer dúvida quanto ao seu estado de saúde e a necessidade urgente da medicação indicada pelo médico que o assiste, a fim de que seja dado continuidade com o tratamento da doença”, pontuou o juiz de Direito José Romero Maciel de Aquino, na decisão judicial.
Por: DP.

Covid-19: infecção pelo coronavírus aumenta risco de desenvolver pressão alta.

Medir a pressão regularmente é a única maneira de diagnosticar a hipertensão
Medir a pressão regularmente é a única maneira de diagnosticar a hipertensão – FREEPIK/BANCO DE IMAGENS

Pesquisa publicada em revista científica da Associação Americana do Coração mostra que infectados pelo coronavírus têm 32% de chance de desenvolvimento de hipertensão, contra 20% dos diagnosticados com influenza (gripe)

Doença que faz o coração ter que exercer um esforço maior do que o normal para fazer o sangue ser distribuído corretamente no corpo, a hipertensão acomete cerca de 30% da população brasileira, com maior prevalência entre mulheres, segundo a Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC).

O tema chama a atenção no Dia Nacional de Prevenção e Combate à Hipertensão Arterial, lembrado em 26 de abril. Popularmente conhecida como pressão alta, a doença provoca danos ao organismo sem apresentar sinais ou sintomas de forma precoce.

Manter uma rotina saudável, consultas e exames regulares fazem parte do combo de como evitar o desenvolvimento da doença, mas um estudo recente descobriu que há uma associação significativa do aumento da pressão arterial em pessoas infectadas pelo coronavírus.

Segundo a pesquisa, publicada pela revista Hypertension, da Associação Americana do Coração, foram analisadas mais de 45 mil pessoas com covid-19 e outras 14 mil com gripe comum. O resultado mostrou que infectados pelo coronavírus têm 32% de chance de desenvolvimento de hipertensão, contra 20% dos diagnosticados com influenza (gripe).

“Existem muitos estudos que mostram quais são as sequelas da covid-19 para o coração, como arritmia cardíaca, trombose e infarto. A hipertensão é só mais uma entre as várias que ainda continuamos descobrindo, dia após dia”, explica o cardiologista e nefrologista Celso Amodeo, especializado em hipertensão arterial do Hcor, em São Paulo.

“Entretanto, o aumento da pressão arterial também pode ter relação com o estresse psicossocial, ganho de peso por falta de atividade física e alimentação pouco saudável, causados pelo isolamento.”

A hipertensão atinge principalmente o coração, os rins e o cérebro, ao causar danos estruturais que culminam em doenças isquêmicas, insuficiência cardíaca e/ou renal e acidente vascular cerebral (AVC).

“Geralmente, pessoas com histórico familiar têm mais chance de desenvolver a doença. Mas, neste estudo, os indivíduos sem antecedentes foram os que mais apresentaram, junto a pessoas com comorbidades preexistentes e acima de 40 anos”, relata o médico.

Ainda de acordo com Celso Amodeo, conforme os estudos vão avançando, será possível encontrar ainda mais pessoas com hipertensão arterial por covid-19 daqui alguns anos.

“O que precisamos fazer, neste momento, é um grande rastreamento de pessoas que foram infectadas e que podem desenvolver doenças cardiovasculares no futuro, aplicando o melhor método de tratamento preventivo que tivermos disponível”, orienta.

Por: JC.

VSR: Vírus sincicial respiratório supera covid-19 em óbitos de crianças pequenas, diz Fiocruz.

VSR, que causa broquiolite, já responde por 57,8% do total de casos recentes de srag com identificação de vírus respiratório
VSR, que causa broquiolite, já responde por 57,8% do total de casos recentes de srag com identificação de vírus respiratório – ERIKA SANTELICES/AFP

Crescente circulação do VSR é o que tem gerado aumento expressivo da incidência e mortalidade de srag nas crianças de até 2 anos de idade

O Brasil passa por aumento crescente no número de internações por síndrome respiratória aguda grave (srag), especialmente em função do vírus sincicial respiratório (VSR), da influenza A e do rinovírus.

É o que mostra o Boletim InfoGripe da Fiocruz, divulgado nesta quinta-feira (25).

O levantamento destaca que a covid-19, mesmo apresentando sinal de queda ou estabilidade em patamares relativamente baixos de acordo com a região do País, ainda é a maior responsável pela mortalidade de srag nos idosos.

Nas crianças, no entanto, a covid-19 já é superada pelos números do VSR.

No agregado nacional, há sinal de crescimento de srag na tendência de longo prazo (últimas seis semanas) e de estabilização na de curto prazo (últimas três semanas).

Os dados são referentes à semana epidemiológica (SE) 16, de 14 a 20 de abril, e têm como base os números inseridos no Sistema de Informação de Vigilância Epidemiológica da Gripe (Sivep-Gripe) até o dia 22 de abril.

A crescente circulação do VSR é o que tem gerado aumento expressivo da incidência e mortalidade de srag nas crianças de até 2 anos de idade e ultrapassa os óbitos associados à covid-19 nessa faixa etária nas últimas oito semanas epidemiológicas.

O VSR já responde por 57,8% do total de casos recentes de srag com identificação de vírus respiratório. Outros vírus respiratórios que merecem destaque nas crianças pequenas são o rinovírus e o coronavírus.

Leia mais

Anvisa publica resolução que proíbe cigarro eletrônico no Brasil

Brasília (DF) 01/12/2023 - Anvisa discute regulamentação de cigarro eletrônico.Foto: Joédson Alves/Agência Brasil
© Joédson Alves/Agência Brasil

Medida entra em vigor nesta quarta-feira

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) publicou nesta quarta-feira (24) resolução que proíbe a fabricação, a importação, a comercialização, a distribuição, o armazenamento, o transporte e a propaganda de dispositivos eletrônicos para fumar, popularmente conhecidos como cigarro eletrônico.

O texto define os dispositivos eletrônicos para fumar como “produto fumígeno cuja geração de emissões é feita com auxílio de um sistema alimentado por eletricidade, bateria ou outra fonte não combustível, que mimetiza o ato de fumar”. Estão incluídos na categoria e, portanto, proibidos:

– produtos descartáveis ou reutilizáveis;

– produtos que utilizem matriz sólida, líquida ou outras, dependendo de sua construção e design;

– produtos compostos por unidade que aquece uma ou mais matrizes: líquida (com ou sem nicotina); sólida (usualmente composta por extrato ou folhas de tabaco – trituradas, migadas, moídas, cortadas ou inteiras, ou outras plantas); composta por substâncias sintéticas que reproduzam componentes do tabaco, de extratos de outras plantas; por óleos essenciais; por complexos vitamínicos, ou outras substâncias;

– produtos conhecidos como e-cigs, electronic nicotine delivery systems (ENDS), electronic non-nicotine delivery systems (ENNDS), e-pod, pen-drive, pod, vapes, produto de tabaco aquecido, heated tobacco product (HTP), heat not burn e vaporizadores, entre outros.

A publicação proíbe ainda o ingresso no país de produto trazido por viajantes por qualquer forma de importação, incluindo a modalidade de bagagem acompanhada ou bagagem de mão. “O não cumprimento desta resolução constitui infração sanitária”, destacou a Anvisa no texto.

Entenda

Leia mais

Pernambuco confirma segunda morte por dengue de 2024; incidência se aproxima a patamar epidêmico.

Levantamento de Pernambuco aponta 22.459 casos prováveis de dengue, um número 593,2% superior ao mesmo período de 2023
Levantamento de Pernambuco aponta 22.459 casos prováveis de dengue, um número 593,2% superior ao mesmo período de 2023 – Paulo Pinto/Agência Brasil

A cada 100 mil habitantes no Estado, há 247,9 casos prováveis de dengue; pela OMS, taxas acima de 300 casos/100 mil habitantes indicam situação epidêmica.

O boletim epidemiológico de arboviroses de Pernambuco desta semana traz a confirmação da segunda morte por dengue de 2024 no Estado. Além disso, outro indicador preocupa: a incidência da doença se aproxima a patamar epidêmico. A cada 100 mil habitantes em Pernambuco, há 247,9 casos prováveis de dengue. A Organização Mundial da Saúde (OMS) considera que taxas acima de 300 casos por 100 mil habitantes indicam situação epidêmica.

O balanço foi divulgado pela Secretaria de Saúde de Pernambuco (SES-PE) nesta quarta-feira (24) e considera os dados deste ano até 20 de abril, quando terminou a 16ª semana epidemiológica.

A segunda morte por dengue deste ano, no Estado, foi de uma mulher de 47 anos, que morava em Moreilândia, no Sertão de Pernambuco. Ela foi a óbito no dia 2 de fevereiro, em uma unidade de saúde do Recife, mas só agora a confirmação foi divulgada pela Secretaria Estadual de Saúde (SES-PE).

Ela tinha hipertensão. Durante a evolução do quadro de dengue, a mulher apresentou uma série de sintomas: febre alta; dor em panturrilha, icterícia; náuseas; dor muscular e dor abdominal.

Na semana anterior, a SES-PE confirmou a primeira morte por dengue do ano. Um homem de 53 anos, que morava em Tuparetama, no Sertão de Pernambuco, morreu por complicações da doença, no dia 17 de março, em uma unidade de saúde de Caruaru, no Agreste do Estado.

Ele não tinha histórico de comorbidade (doença crônica). Durante a evolução do quadro de dengue, o homem apresentou uma série de sintomas: febre; dor articular, muscular e abdominal; cefaleia; diarreia com sangue; náuseas; vômitos com sangue; calafrios; olho vermelho sem secreção e prostração.

O novo boletim ainda destaca que o ano de 2024 acumula 22.459 casos prováveis de dengue (casos em investigação + casos confirmados) no Estado. Com isso, há um aumento de 593,2%, em relação ao mesmo período de 2023.

O levantamento também traz a confirmação de 35 graves de dengue ao longo do ano.

Além disso, a SES-PE faz apuração de outros 30 óbitos por arboviroses. A pasta esclarece, por meio da Diretoria Geral de Vigilância Ambiental, que, para serem confirmados, os óbitos por arboviroses passam por uma investigação minuciosa.

A averiguação vai desde a investigação domiciliar até a hospitalar, ao refazer o trajeto do paciente no serviço.

Por: JC.

Leucemia infantil: manchas arroxeadas na pele, palidez e febre podem ser sinais desse tipo de câncer, alerta especialista.

Tratamento da leucemia pode ser feito com quimioterapia, imunoterapia e transplante de medula óssea
Tratamento da leucemia pode ser feito com quimioterapia, imunoterapia e transplante de medula óssea – FREEPIK/BANCO DE IMAGENS

Oncologista pediátrico explica como identificar os sintomas do câncer que acomete cerca de 11 mil pessoas por ano; tumor é o mais frequente durante a infância e a adolescência.

Uma doença com causa indeterminada e genética, a leucemia é a neoplasia maligna (câncer) da medula óssea, onde são produzidas as células sanguíneas do corpo e que ocupa o centro dos ossos. Os principais tipos são: a leucemia linfóide aguda e a leucemia mieloide aguda.

O oncologista pediátrico Francisco Pedrosa, do Real Hospital Português, orienta que os pais fiquem atentos às queixas da criança e observem a presença de sinais como palidez, febre persistente, dores osteoarticulares e manchas arroxeadas na pele.

“Geralmente, são os pais que percebem os primeiros sintomas, mas a escola também desempenha papel importante e deve comunicar de imediato aos pais sobre apatia e mudanças no comportamento da criança, para que eles encaminhem ao pediatra”, destaca Francisco.

Como não existem formas de prevenção, o diagnóstico precoce é fundamental.

“Na presença dos sintomas mencionados, a avaliação do paciente e exames como o hemograma auxiliam o diagnóstico”, explica o médico.

O Instituto Nacional de Câncer (Inca) estima, por ano, a ocorrência de 11.540 novos casos de leucemia no País. Com o diagnóstico, o tratamento pode ser definido, com possibilidades a quimioterapia e o transplante de medula óssea.

“O percentual de cura em crianças é de 80%, desde que seja identificada no estágio inicial. O tratamento feito de forma correta, em um centro especializado e com uma equipe multiprofissional, é de extrema importância para os pacientes”, ressalta.

Além de referência em oncologia e integrante da Rede Einstein de Oncologia e Hematologia, o Real Hospital Português também é um centro transplantador de medula óssea. O programa está prestes a completar 25 anos e já realizou mais de 3 mil transplantes.

“É importante trabalhar com essa proximidade das equipes. O ganho é para os profissionais e, sobretudo, para os pacientes”, reforça Francisco Pedrosa.

Confira mitos e verdades sobre leucemia

A leucemia é caracterizada pelo comportamento anormal das células de defesa do sangue. Ou seja, os glóbulos brancos (também conhecidos como leucócitos) aumentam em número de forma descontrolada e desorganizada. Saiba mais:

1 – Alimentação e outros hábitos de vida aumentam o risco de ter leucemia?

Não, isso é um mito.

2 – A criança pode ter uma vida social normal?

Sim, verdade. É importante que possa levar a vida dentro da normalidade, frequentar a escola para o convívio com outras crianças e o desenvolvimento cognitivo e intelectual.

Desde que os exames não indiquem baixa na imunidade (glóbulos brancos), o convívio social com outras crianças é importante e deve ser estimulado.

3 – A anemia é uma das causas de leucemia?

Mito. A anemia não é a causa, mas um sintoma.

4 – A leucemia é mais comum em crianças?

Sim, verdade. É a principal neoplasia da criança.

5 – Leucemia tem cura?

Sim. Quando o diagnóstico é precoce, a taxa de cura é de 80%.

“A matéria apresentada neste portal tem caráter informativo e não deve ser considerada como aconselhamento médico. Para obter informações fornecidas sobre qualquer condição médica, tratamento ou preocupação de saúde, é essencial consultar um médico especializado.”

Por: JC.

Compromisso com a Saúde e a Verdade.

Cursos na área da saúde: Veja a melhor opção para você!

Sobre / SAÚDE - Secretaria Municipal da Saúde de Arapongas

Imagens do Google.

A Secretaria de Saúde está comprometida em garantir e expandir o acesso ao diagnóstico e tratamento médico, especialmente para aqueles que enfrentam condições crônicas. A gestão municipal tem um histórico sólido de fornecer transporte essencial para pacientes com doença renal crônica, assegurando que possam comparecer às suas vitais sessões semanais de hemodiálise.

Estamos cientes das recentes chuvas intensas na região do Pajeú e dos desafios que elas impõem às nossas estradas vicinais. Em tais circunstâncias, a Secretaria de Saúde toma medidas proativas para garantir que os pacientes cheguem aos veículos de transporte contratados, mesmo quando as vias normais estão intransitáveis.

Quanto à situação específica mencionada pelo blog Farol de Notícias, gostaríamos de esclarecer que se trata de uma informação inverídica. A coordenação de transporte já havia organizado um veículo para buscar o paciente em sua residência. No entanto, fomos informados por um membro da família que eles mesmos providenciariam o deslocamento do paciente até o ponto de encontro com o transporte de TFD do município.

A escolha do meio de transporte até o ponto de encontro foi uma decisão exclusiva da família, que comunicou seu plano à Secretaria de Saúde. É lamentável que tal episódio isolado seja distorcido e utilizado para fins políticos, especialmente em um período tão sensível como o pré-eleitoral.
https://www.instagram.com/p/C6FDWvDPcAJ/?igsh=M29wM2hhcm9mdzR6.

 

 

Brasil registra primeiro caso local de cólera em 18 anos, diz ministério

Exames realizados nas pessoas que tiveram contato com o homem contaminado e nos profissionais de saúde que o atenderam deram negativo, eliminando qualquer risco de transmissão
Marcello Casal Jr/Agência Brasil

Residente de Salvador, homem de 60 anos apresentou sintomas de desconforto abdominal e diarreia em março e já está curado

Pela primeira vez em 18 anos, o Brasil registrou um caso autóctone de cólera, ou seja, em que o paciente contraiu a doença no próprio país e não em viagem para regiões afetadas. O caso foi detectado em Salvador, na Bahia.

Nota técnica assinada pela Secretaria de Vigilância em Saúde e Ambiente informou que a bactéria causadora da doença (Vibrio cholerae) foi identificada em um homem de 60 anos, que não tinha viajado recentemente a países com ocorrência de cólera, nem tido contato com algum outro caso confirmado ou mesmo suspeito.

O homem apresentou sintomas de desconforto abdominal e diarreia em março e já está curado.

Exames realizados nas pessoas que tiveram contato com o homem contaminado e nos profissionais de saúde que o atenderam deram negativo, eliminando qualquer risco de transmissão.

Medidas preventivas e investigações adicionais estão em andamento pelo Centro de Informações Estratégicas em Vigilância em Saúde da Bahia (CIEVS-BA), em coordenação com entidades locais e nacionais, segundo nota divulgada pelo ministério.

A cólera é uma doença infecciosa intestinal aguda, transmitida por contaminação fecal-oral direta, ingestão de água ou alimentos contaminados e ainda de pessoa para pessoa.

A bactéria da cólera está ativa na natureza. Sua propagação pode ser evitada com medidas de higiene pessoal adequadas e, sobretudo, com saneamento básico.

Cerca de 75% das pessoas infectadas permanecem assintomáticas. Formas graves da doença devem ser tratadas imediatamente para evitar complicações e, em casos extremos, a morte.

Desde 2006, o Brasil não registrava casos autóctones da doença. Nesse período foram registrados apenas quatro casos importados de países com surtos da doença. Os últimos casos autóctones foram registrados em Pernambuco, entre 2004 e 2005.

De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), de janeiro a março deste ano, 31 países registraram casos ou surtos de cólera. A região africana é a mais impactada, com 18 países afetados.

Estadão Conteúdo

Ministério da Saúde amplia faixa etária de vacinação da dengue; vacinas estão perto de vencer.

Mãos femininas segurando frasco de vacina dengue (Crédito: Pexels)
Mãos femininas segurando frasco de vacina dengue (Crédito: Pexels)

Ampliação da faixa etária depende de municípios. Conforme nota técnica, vacinas contra dengue com vencimento até 30/4 podem ser aplicadas.

A Câmara Técnica de Imunizações do Ministério da Saúde publicou nessa quinta-feira (17/4), uma nota técnica na qual aponta uma estratégia temporária para vacinação contra dengue das doses com validade até 30 de abril de 2024. Dessa forma, a pasta decidiu liberar a ampliação das faixas etárias no Sistema Único de Saúde (SUS).

As vacinas com validade até 30 de abril poderão ser aplicadas em pessoas de 4 a 59 anos. Contudo, a ampliação da faixa etária ficará a critério dos próprios municípios que tiverem doses sobrando.

Uma segundo nota técnica será enviada aos estados com a nova orientação.

Confira a matéria completa no Metrópoles.

 

Prefeitura de Afogados intensifica campanha de vacinação contra a influenza .

Em Afogados da Ingazeira, a campanha de vacinação contra a Influenza está a todo vapor. Durante todo esse mês de abril, a Secretaria Municipal de Saúde vem realizando diversas ações de vacinação nos bairros do município, em parceria com a Diocese de Afogados, Igreja Verbo da Vida e a Igreja Batista.

O “Zé Gotinha” e a equipe da secretaria ja passaram pelos bairros São Cristóvão, Sobreira, São Francisco, Borges, Padre Pedro Pereira, Planalto, Manoela Valadares, São Brás e no Centro.

O Dia D de vacinação conta a gripe, ocorrido no último final de semana, também contribuiu para ampliar a cobertura vacinal, movimentando todas as Unidades Básicas de Saúde de Afogados e mais quatro pontos estratégicos situados no Beco de Zezé Rodrigues, Avenida Diomedes Gomes, Avenida Rio Branco, em frente à Secretaria de Saúde, e na feira livre, em frente ao escritório da Neoenergia.

Ao todo, já foram aplicadas cerca de seis mil doses em Afogados (só no dia D, foram trezentas). A campanha acontece até o final de abril e tem como público-alvo, crianças de 06 meses a 5 anos, idosos acima de 60 anos, pessoas com comorbidades, gestantes, puérperas, pessoas em situação de rua, caminhoneiros, trabalhadores de transportes coletivos e população privada de liberdade.

As pessoas que ainda não se vacinaram podem se dirigir a sua unidade básica de saúde de referência e garantir a sua dose de imunização.