A Secretaria de Administração de Pernambuco (SAD) abriu uma seleção simplificada para contratar 12 coordenadores que vão atuar nas agências regionais do Sistema de Assistência à Saúde dos Servidores do Estado (Sassepe). As inscrições devem ser feitas até o dia 28 de fevereiro na internet, segundo informa o BlogAfogados On-Line
A remuneração do cargo é de R$ 2.504,95. Todas as vagas são para o interior de Pernambuco, distribuídas entre seguintes unidades do Sassepe:
Para concorrer às vagas, é preciso ter curso de nível superior completo e comprovar experiência de, pelo menos, seis meses em um cargo de coordenação e supervisão de pessoas ou serviços.
A seleção acontece em duas fases. Cada inscrito precisa elaborar um plano de gestão pública com as ações a serem desenvolvidas, que será avaliado junto com o currículo do candidato durante a primeira fase. A segunda etapa é uma entrevista com data não divulgada até a última atualização desta reportagem.
Segundo o edital, o resultado da seleção simplificada será publicado na edição do dia 28 de fevereiro do Diário Oficial do Estado e no site da Secretaria de Administração de Pernambuco.
Maioria dos casos é de pacientes que tocam as próteses de silicone mamárias por tamanhos menores e mais proporcionais.
Maioria opta por substituir a prótese por um tamanho menor (Foto: Freepik)
Atualmente, a tendência mundial tem demonstrado uma preferência acentuada pelas próteses mamárias de tamanho médio, adequado ao biotipo da pessoa. De acordo com o cirurgião plástico André Eyler, é essencial o especialista sempre orientar a paciente durante a consulta sobre a prótese proporcional a sua estrutura corporal, observando ainda as diferentes medidas de diâmetro, formato e projeção apropriadas a ela, a fim de que promova um efeito com mais equilíbrio e harmonia estética.
Para o Dr. Eyler, membro titular da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica e da American Society of Plastic Surgeons, esse fenômeno mostra um aumento na busca por um aspecto cada vez mais natural. O médico explica que a remoção das próteses de silicone mamárias é totalmente possível, que é conhecida como explante de silicone, no entanto em boa parte dos casos é necessário retirar o excesso de pele e a região ser remodelada.
“Essa cirurgia causa algumas vezes flacidez dos seios, sobretudo em próteses muito volumosas, devido ao estiramento da pele. Isso acontece porque o tecido cutâneo estava bem esticado e firme com a prótese, mas com a remoção é comum e frequente deixar uma sobra de pele e as mamas ficarem mais caídas e flácidas. Entretanto, se pode corrigir com procedimentos complementares”, diz o especialista.
Em geral, um dos motivos que também tem levado à retirada da prótese é que com o passar do tempo a pessoa fica insatisfeita com o tamanho das mamas ou simplesmente não quer ter mais silicone. Mas, a maioria vem optando por substituir a prótese por um tamanho menor. Essa trend surgiu entre as mulheres que possuíam próteses grandes, como Kim Kardashian, Anitta, Gkay, Bárbara Rossi e Pamela Anderson, e que decidiram trocar os tamanhos por modelos menores.
“Não recomendo o implante de prótese muito volumoso, prevendo inclusive evitar o explante no futuro. Além do mais, ele poder levar a dores na coluna, problemas de postura e promover uma extensão de pele muito significativa que cause ruptura das fibras e estrias. Considero que tudo que é exagerado não se ajusta bem com equilíbrio e beleza e costuma depois gerar arrependimento. O ideal é avaliar o volume e formato mais apropriados para o corpo, mas levando em conta, claro, os objetivos estéticos da paciente”, afirma o Dr. Eyler.
Além disso, acrescenta o médico, se deve analisar principalmente a estrutura mamária da paciente quando se coloca a prótese, para preservá-la de intercorrências e complicações.
O Dr. Eyler indica que para aquelas que preferem a remoção definitiva do implante ou complementar e aperfeiçoar o procedimento na troca de prótese existe a alternativa cirúrgica com a Lipoenxetia das mamas, que faz o remodelamento dos seios com enxerto de gordura autóloga (da própria pessoa), o que evita qualquer reação adversa no organismo.
É importante destacar que em determinadas situações, o explante pode ser obrigatório quando ocorre uma infecção na mama, causando um enrijecimento da cápsula ao redor do implante. A remoção é o principal tratamento, se por meio de medicamentos o problema não for solucionado. Porém, é considerado um caso raro. “O explante precisa ser feito caso a paciente sinta dor contínua, tenha fibrose ou se forme um endurecimento da cápsula ao redor do implante”, aponta o Dr. Eyler.
A ministra da Saúde, Nísia Trindade, participa da cerimônia de acolhimento dos profissionais do Programa Mais Médicos – Foto/Reprodução
Com 28.200 vagas preenchidas em 82% do território nacional, 86 milhões de pessoas foram beneficiadas pelo programa
Balanço do Ministério da Saúde indica que o programa Mais Médicos registrou aumento de 105% no número de profissionais atuando em 2023. Com 28.200 vagas preenchidas em 82% do território nacional, 86 milhões de pessoas, segundo a pasta, foram beneficiadas pelo programa. Ao longo desse período, 744 novos municípios passaram a ser atendidos.
Os números mostram ainda que todos os 34 distritos sanitários indígenas foram integrados ao Mais Médicos. “Um avanço importante diante da desassistência enfrentada por essa população nos últimos anos”, avaliou o ministério. No território Yanomami, o número de profissionais passou de 9 para 28. Ao todo, 977 novos profissionais atuam na saúde indígena.
Ainda segundo a pasta, 41% dos participantes desistiram do programa em edições anteriores, “por falta de perspectiva profissional”.
O Mais Médicos é classificado pelo governo federal como uma grande estratégia nacional para a formação de especialistas. A expectativa é que, nos próximos anos, cada equipe de saúde da família passe a contar com um especialista. Atualmente, o país registra mais de 50 mil equipes de saúde da família e mais de 10 mil médicos de família e comunidade.
Equipamento, que será usado em exames de corpos de vítimas de violência, foi adquirido sem que houvesse estrutura física necessária para uso.
Aparelho de tomografia foi levado para o IML do Recife, mas continua sem funcionar – CORTESIA
Pela segunda vez, a Secretaria de Defesa Social (SDS) não cumpriu o prazo prometido para começar a usar o aparelho de tomografia computadorizada adquirido para a realização de exames de vítimas de violência, no Instituto de Medicina Legal (IML), localizado no bairro de Santo Amaro, na área central do Recife.
Conforme revelado pelo JC, o tomógrafo foi adquirido pela gestão Paulo Câmara a um custo de aproximadamente R$ 1,5 milhão. O investimento foi feito a partir de recursos do Fundo Nacional de Segurança Pública. Desde 2022, o equipamento foi entregue pela empresa contratada, mas permaneceu por mais de um ano guardado em galpão, porque não havia sequer estrutura física para recebê-lo no IML.
Procurada pelo JC, na primeira semana de 2024, a assessoria da SDS reconheceu que o tomógrafo ainda não está funcionando. Por meio de nota, a pasta estadual informou que “o equipamento já se encontra no IML e a obra da sala específica para receber o tomógrafo foi finalizada”.
Sem estipular um novo prazo para o início do uso, a SDS voltou a afirmar que ainda aguarda a ligação da subestação de energia elétrica, por parte da concessionária de energia (Neoenergia)
QUAL A FUNÇÃO DO TOMÓGRAFO?
O equipamento de alta tecnologia deve garantir a realização de exames de raio-x computadorizado, com imagens de melhor qualidade, para identificar os projéteis de bala nos corpos das vítimas de violência.
Somente entre janeiro e setembro de 2023, a polícia somou 2.212 ocorrências de pessoas assassinadas por uso de arma de fogo em Pernambuco.
O número representa 81% de todas as mortes violentas registradas nesse período no Estado – o que demonstra o quanto o tomógrafo é necessário ao trabalho dos profissionais envolvidos com exames periciais e no avanço das investigações.
MANUTENÇÃO DEVE CUSTAR R$ 48 MIL POR MÊS
Só para a manutenção preventiva e corretiva do aparelho de tomografia (como a reposição de peças), a SDS precisará gastar em média R$ 48 mil por mês.
Ainda no ano passado, a pasta estadual confirmou que iniciou o trâmite administrativo para contratação de empresa técnica que será responsável pelo serviço, sob o argumento de que é considerado obrigatório que equipamentos desse nível técnico em radiologia sejam submetidos a manutenções regulares preventivas e corretivas para o perfeito funcionamento e segurança da equipe.
Coração costuma bater entre 60 e 90 vezes por minuto; avaliação simples permite identificar sinais de arritmias cardíacas e prevenir problemas mais graves.
A pulsação, medida facilmente na região do punho logo abaixo do polegar, reflete a frequência cardíaca – FREEPIK/BANCO DE IMAGEM
Você sabia que a frequência e o ritmo da pulsação podem fornecer pistas importantes sobre a saúde do seu coração?
Como nem todas as pessoas que possuem algum problema cardíaco apresentam sintomas, uma ferramenta acessível a todos é realizar o autoexame de pulso.
Se identificar alguma alteração, é importante procurar uma unidade de saúde para uma avaliação mais detalhada, já que a técnica não substitui uma avaliação médica profissional.
“O autoexame do pulso é uma prática simples e eficiente de monitorar a saúde cardíaca”, afirma o cardiologista Alexsandro Fagundes.
“Dessa maneira, é possível buscar uma avaliação clínica adequada, uma vez que a detecção de irregularidades, como batimentos sem um ritmo normal, que variam bruscamente de frequência, pode ser um alerta para condições como fibrilação atrial ou extrassístoles [batimentos cardíacos extra] frequentes”, acrecescenta o médico, que é presidente da Sociedade Brasileira de Arritmias Cardíacas (Sobrac) e professor do curso de medicina da Universidade do Estado da Bahia.
FAZER O AUTOEXAME DO PULSO UMA VEZ POR DIA
Na literatura médica, é consenso adotar como referência o intervalo entre 60 e 100 batimentos por minutos (bpm), que é considerado normal para adultos em repouso ou realizando simples tarefas do dia a dia. Esses valores são relevantes para avaliar alterações na frequência cardíaca, chamadas de arritmias. A orientação dos especialistas é fazer o autoexame uma vez por dia.
“As arritmias que comprometem o funcionamento normal do coração reduzem drasticamente a frequência cardíaca. Existem também as taquicardias, que podem ser de diversas origens, com ou sem doença cardíaca prévia. E, em especial, os batimentos irregulares, que podem sinalizar a presença da fibrilação atrial, que é uma arritmia que pode ser silenciosa, mas requer tratamento preventivo para evitar complicações importantes, como o Acidente Vascular Cerebral (AVC) ou insuficiência cardíaca”, alerta o presidente da Sobrac.
A pulsação, medida facilmente na região do punho logo abaixo do polegar, reflete a frequência cardíaca. É possível verificar o número de batimentos por minuto através da contagem do pulso radial. Dessa forma, a frequência elevada no repouso, chamada de taquicardia (acima de 100 batimentos por minuto), frequência cardíaca baixa ou bradicardia (batimentos abaixo de 50 por minuto) ou ainda a percepção de batimentos irregulares, que podem sinalizar a presença de algum distúrbio do ritmo que necessite de uma avaliação clínica.
“O autoexame do pulso pode ser complementado por diversos tipos de monitor de frequência cardíaca, como medidores de pressão arterial e, especialmente, relógios de pulso ou telefones celulares. Muitos desses dispositivos vestíveis são capazes de registrar eletrocardiograma, auxiliando o diagnóstico de diversas arritmias cardíacas”, sugere o cardiologista Guilherme Fenelon, coordenador do Centro de Arritmia do Hospital Israelita Albert Einstein e professor em Cardiologia pela Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).
Veja o passo a passo do autoexame de pulso:
A pulsação pode ser aferida com os dedos indicador e médio no punho, próximo à base do polegar com a palma da mão virada para cima, ou no pescoço abaixo da mandíbula;
No punho, a mão oposta deve ser usada (pulso direito, mão esquerda), já o pulso do pescoço deve ser medido com a mão do mesmo lado (mão direita, lado direito do pescoço);
Pressione suavemente até sentir a pulsação. Se não conseguir, faça um pouco mais de pressão na região, mudando um pouco a posição dos dedos ou tentando no outro punho;
Para obter a frequência cardíaca, conte o número de batimentos durante 15 segundos e multiplique por 4. Por exemplo, se contar 20 batimentos em 15 segundos, a frequência cardíaca é de 80 batimentos por minuto. Essa medida pode ser repetida algumas vezes para aumentar a precisão do autoexame;
Verifique se existe alguma variação estranha entre os batimentos, com pausas ou acelerações.
Frequência cardíaca muda em diferentes situações
O coração de uma pessoa jovem e saudável, com idade entre 18 e 21 anos, geralmente bate entre 60 e 90 vezes por minuto. Entretanto, é importante destacar que se a frequência cardíaca ultrapassar ou ficar abaixo dessa faixa, não necessariamente indica a presença de algum problema cardíaco.
Quando alguém está fazendo exercícios físicos, por exemplo, a frequência cardíaca pode chegar a 150 ou 160 bpm sem que isso seja um risco para a saúde. Da mesma forma, em situações de estresse físico ou emocional, é esperado um aumento da frequência. No outro extremo, durante o sono existe uma diminuição natural da pulsação cardíaca. Essas variações acontecem conforme o corpo reconhece as diversas situações e ajusta o ritmo do coração para a resposta mais adequada a cada cenário.
Saúde E Bem-Estar
Por Cinthya Leite E EquipeDicas de saúde, informações sobre especialidades da medicina, doenças e tratamentos
SAÚDE DO CORAÇÃO
Saiba como fazer o autoexame do pulso que pode ajudar a identificar arritmias cardíacas
Coração costuma bater entre 60 e 90 vezes por minuto; avaliação simples permite identificar sinais de arritmias cardíacas e prevenir problemas mais graves
A pulsação, medida facilmente na região do punho logo abaixo do polegar, reflete a frequência cardíaca – FREEPIK/BANCO DE IMAGEM
Você sabia que a frequência e o ritmo da pulsação podem fornecer pistas importantes sobre a saúde do seu coração?
Como nem todas as pessoas que possuem algum problema cardíaco apresentam sintomas, uma ferramenta acessível a todos é realizar o autoexame de pulso.
Se identificar alguma alteração, é importante procurar uma unidade de saúde para uma avaliação mais detalhada, já que a técnica não substitui uma avaliação médica profissional.
“O autoexame do pulso é uma prática simples e eficiente de monitorar a saúde cardíaca”, afirma o cardiologista Alexsandro Fagundes.
“Dessa maneira, é possível buscar uma avaliação clínica adequada, uma vez que a detecção de irregularidades, como batimentos sem um ritmo normal, que variam bruscamente de frequência, pode ser um alerta para condições como fibrilação atrial ou extrassístoles [batimentos cardíacos extra] frequentes”, acrecescenta o médico, que é presidente da Sociedade Brasileira de Arritmias Cardíacas (Sobrac) e professor do curso de medicina da Universidade do Estado da Bahia.
FAZER O AUTOEXAME DO PULSO UMA VEZ POR DIA
Na literatura médica, é consenso adotar como referência o intervalo entre 60 e 100 batimentos por minutos (bpm), que é considerado normal para adultos em repouso ou realizando simples tarefas do dia a dia. Esses valores são relevantes para avaliar alterações na frequência cardíaca, chamadas de arritmias. A orientação dos especialistas é fazer o autoexame uma vez por dia.
“As arritmias que comprometem o funcionamento normal do coração reduzem drasticamente a frequência cardíaca. Existem também as taquicardias, que podem ser de diversas origens, com ou sem doença cardíaca prévia. E, em especial, os batimentos irregulares, que podem sinalizar a presença da fibrilação atrial, que é uma arritmia que pode ser silenciosa, mas requer tratamento preventivo para evitar complicações importantes, como o Acidente Vascular Cerebral (AVC) ou insuficiência cardíaca”, alerta o presidente da Sobrac.
A pulsação, medida facilmente na região do punho logo abaixo do polegar, reflete a frequência cardíaca. É possível verificar o número de batimentos por minuto através da contagem do pulso radial. Dessa forma, a frequência elevada no repouso, chamada de taquicardia (acima de 100 batimentos por minuto), frequência cardíaca baixa ou bradicardia (batimentos abaixo de 50 por minuto) ou ainda a percepção de batimentos irregulares, que podem sinalizar a presença de algum distúrbio do ritmo que necessite de uma avaliação clínica.
“O autoexame do pulso pode ser complementado por diversos tipos de monitor de frequência cardíaca, como medidores de pressão arterial e, especialmente, relógios de pulso ou telefones celulares. Muitos desses dispositivos vestíveis são capazes de registrar eletrocardiograma, auxiliando o diagnóstico de diversas arritmias cardíacas”, sugere o cardiologista Guilherme Fenelon, coordenador do Centro de Arritmia do Hospital Israelita Albert Einstein e professor em Cardiologia pela Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).
Veja o passo a passo do autoexame de pulso:
A pulsação pode ser aferida com os dedos indicador e médio no punho, próximo à base do polegar com a palma da mão virada para cima, ou no pescoço abaixo da mandíbula;
No punho, a mão oposta deve ser usada (pulso direito, mão esquerda), já o pulso do pescoço deve ser medido com a mão do mesmo lado (mão direita, lado direito do pescoço);
Pressione suavemente até sentir a pulsação. Se não conseguir, faça um pouco mais de pressão na região, mudando um pouco a posição dos dedos ou tentando no outro punho;
Para obter a frequência cardíaca, conte o número de batimentos durante 15 segundos e multiplique por 4. Por exemplo, se contar 20 batimentos em 15 segundos, a frequência cardíaca é de 80 batimentos por minuto. Essa medida pode ser repetida algumas vezes para aumentar a precisão do autoexame;
Verifique se existe alguma variação estranha entre os batimentos, com pausas ou acelerações.
Frequência cardíaca muda em diferentes situações
O coração de uma pessoa jovem e saudável, com idade entre 18 e 21 anos, geralmente bate entre 60 e 90 vezes por minuto. Entretanto, é importante destacar que se a frequência cardíaca ultrapassar ou ficar abaixo dessa faixa, não necessariamente indica a presença de algum problema cardíaco.
Quando alguém está fazendo exercícios físicos, por exemplo, a frequência cardíaca pode chegar a 150 ou 160 bpm sem que isso seja um risco para a saúde. Da mesma forma, em situações de estresse físico ou emocional, é esperado um aumento da frequência. No outro extremo, durante o sono existe uma diminuição natural da pulsação cardíaca. Essas variações acontecem conforme o corpo reconhece as diversas situações e ajusta o ritmo do coração para a resposta mais adequada a cada cenário.
Cuidados com o calor intenso
O consumo de substâncias estimulantes, como o café, guaraná em pó e energéticos também tendem a elevar a frequência cardíaca, assim como o calor intenso. “Nesses casos, o pulso acelera para que aumente o fluxo de sangue para a pele, permitindo assim resfriamento do corpo. Por isso, nos dias mais quentes, é importante manter uma boa hidratação, usar roupas leves e evitar exposição excessiva ao sol”, aponta o cardiologista Fenelon.
Outras recomendações incluem evitar o consumo de cigarro e de bebidas alcoólicas, o excesso de peso, o controle de glicemia e do colesterol. “Essas medidas, junto ao reconhecimento de alterações ao autoexame, contribuem para a redução do risco de morte súbita”, frisa o cardiologista Fagundes, presidente da Sobrac.
“A matéria apresentada neste portal tem caráter informativo e não deve ser considerada como aconselhamento médico. Para obter informações fornecidas sobre qualquer condição médica, tratamento ou preocupação de saúde, é essencial consultar um médico especializado.”
O Instituto de Atenção à Saúde e Bem-Estar dos Servidores do Estado de Pernambuco (Iassepe), antigo Sassepe, abriu uma seleção simplificada com 12 vagas para onze municípios, incluindo Afogados da Ingazeira. As inscrições começam nesta sexta-feira (05) e seguem até o dia 21 de janeiro. A remuneração para o cargo é de R$ 2.504,95.
As oportunidades são para o cargo de Coordenador das Unidades das Agências Regionais do Sistema de Assistência à Saúde dos Servidores do Estado de Pernambuco (Sassepe). Entre as atribuições dos coordenadores estão planejar, coordenar, organizar e executar as funções e atividades administrativas e operacionais desenvolvidas nas agências regionais do Sassepe.
As vagas estão disponíveis para as unidades de Afogados da Ingazeira, Arcoverde, Carpina, Caruaru, Garanhuns, Goiana, Ouricuri, Palmares, Petrolina, Salgueiro, Serra Talhada e Surubim.
Os interessados podem conferir o edital clicando neste link, na aba Concursos e Seleções Simplificadas. Já as inscrições para o certame podem ser realizadas neste site.
A avaliação será realizada em duas etapas, sendo a primeira a avaliação curricular e entrevista. A etapa de entrevista poderá ser realizada presencialmente ou por videoconferência, em datas, horários e locais a serem divulgados no site da SAD e por e-mail enviado ao endereço informado pelo candidato no momento da sua inscrição.
Para concorrer a uma das vagas, os interessados devem ter nível superior completo e experiência comprovada em cargo de coordenação e supervisão de pessoas e/ou serviços, no mínimo, de seis meses. “Considerando a necessidade de valorização e reconhecimento público das nossas agências, cumprimos as necessidades de cada vez mais regularizar as contratações do Estado, iniciando assim a seleção simplificada”, pontua o presidente do Iassepe, Douglas Rodrigues.
O resultado será divulgado no dia 28 de fevereiro no Diário Oficial do Estado e no site da Secretaria de Administração.
A prática de exercícios, além de aliviar o estresse e garantir um sono melhor, melhora a memória e o estado de humor.
Um dos maiores aliados que impactam de forma positiva na saúde mental e emocional do ser humano, é manter uma rotina de exercícios físicos. (Foto: Romulo Chico /Esp DP Foto)
A campanha Janeiro Branco chama atenção para a conscientização do cuidado mental, destacando a importância de se autoconhecer e procurar manter-se em práticas que promovam seu bem-estar.
Dentre essas práticas, um dos maiores aliados que impactam de forma positiva na saúde mental e emocional do ser humano, é manter uma rotina de exercícios físicos, comprovada pela Organização Mundial da Saúde (OMS).
O Brasil é considerado o país mais ansioso do mundo e o quinto mais depressivo. (Foto: Romulo Chico /Esp DP Foto)
Há diversas evidências científicas que sugerem que os exercícios físicos orientados melhoram a cognição, reduzem os riscos de doenças psiquiátricas como a depressão e a ansiedade; além de diminuir também as chances de desenvolvimento de enfermidades neurodegenerativas como o Alzheimer.
Realizar exercícios físicos sob orientação de profissionais de educação física é a melhor forma de cuidar da mente e do corpo, por receber um acompanhamento proporcional ao nível de cada pessoa.
Dados
Segundo informações da OMS, divulgadas em 2022, quase 1 bilhão de pessoas vivem com transtorno mental, sendo 14% adolescentes.
Ainda de acordo com a pesquisa, a depressão e a ansiedade aumentaram em mais de 25% apenas no primeiro ano da pandemia. O Brasil é considerado o país mais ansioso do mundo e o quinto mais depressivo.
O presidente do Conselho Regional de Educação Física da 12ª Região/Pernambuco (CREF12/PE) e especialista em Saúde Mental (UPE), Professor Lúcio Beltrão, ressalta a importância de buscar sempre a orientação com um profissional de educação física.
”A diferença entre o medicamento e o veneno está na dose. O mesmo pode ser dito a respeito da prática de exercício físico, uma vez que é preciso respeitar, dentre outros, o princípio da individualidade, pois cada pessoa responde de maneira diferente a um mesmo estímulo. Duração, local, horário, frequência, volume, cadência, ritmo, intensidade, especificidade, regime de treinamento, tempo de repouso, modalidade, dentre outras, são variáveis determinantes para o alcance de resultados positivos”.
Ainda segundo ele, a partir de uma boa avaliação física o profissional da área é possível prescrever com segurança um treino específico baseado nas características e objetivos almejados de cada aluno.
Alguns efeitos do exercício físico podem ser sentidos no mesmo dia, como ficar mais ativo e atento.
No entanto, os maiores benefícios dos exercícios são alcançados com a prática regular. Esses efeitos podem ser ainda maiores quando combinados com outros hábitos saudáveis como não fumar, evitar consumo excessivo de álcool e ter um sono regular.
”Precisamos ter equilíbrio em nossas vidas. Ter tempo para a família, amigos, trabalho, estudo, lazer e bons hábitos. O cuidado deve ser integral. Exercício físico orientado, alimentação saudável, espiritualidade, convívio social, religiosidade, sono e propósito fazem a diferença quando se trata de prevenir a ocorrência de lesões e de doenças metabólicas, cardiovasculares, pulmonares, musculoesqueléticas, psiquiátricas e neurológicas”.
O especialista ainda enfatiza, que a sociedade precisa entender que não há hierarquia entre os profissionais de saúde. Todos são fundamentais e precisam trabalhar de maneira multiprofissional com muita comunicação, interação e planejamento com vistas ao cuidado integral do paciente.
Acessibilidade e benefícios
Em diversas cidades há serviços nas Academias da Saúde, Academia da Cidade, Unidade Básica de Saúde (UBS), Centros de Atenção Psicossocial (CAPS), aulões, Práticas Integrativas e Complementares em Saúde (PICS), entre outras opções públicas e privadas.
Se exercitar com frequência pode proporcionar impactos profundamente positivos na depressão, na ansiedade, no Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH), dentre outros, que além de aliviar o estresse e garantir um sono melhor, também melhora a memória e o estado de humor.
A psoríase pustulosa generalizada (PPG) surge de repente na forma de pequenas bolhas com pus e vermelhidão espalhadas por todo o corpo.
A psoríase pustulosa generalizada (PPG) é uma doença que afeta principalmente a pele, mas pode comprometer o paciente também de forma sistêmica. É rara, crônica, frequentemente imprevisível e potencialmente grave – FREEPIK/BANCO DE IMAGENS.
Queremos chamar a sua atenção para uma das formas mais graves, raras e potencialmente fatal da psoríase. Ela afeta a saúde e a qualidade de vida. Além disso, pode até levar à morte em casos extremos.
No Brasil, estima-se que pelo menos 1.458 pessoas apresentem sinais e sintomas dessa doença, segundo dados divulgados pela Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD), com base no Departamento de Informática do Sistema Único de Saúde (Datasus). Mas esse número certamente é subnotificado, já que o diagnóstico nem sempre é fácil.
Estamos falando da psoríase pustulosa generalizada – conhecida também, no meio médico, pela sigla PPG. Sim, ela é rara. É potencialmente fatal. Por isso, esta reportagem se faz necessária. Precisamos alcançar o máximo de pessoas que possam apresentar um quadro com sintomas sugestivos dessa doença.
A psoríase pustulosa generalizada (PPG) surge de repente na forma de pequenas bolhas com pus e vermelhidão espalhadas por todo o corpo. As causas ainda são desconhecidas. O que se sabe é que algumas pessoas são naturalmente propensas a ter a doença. Não é possível prever quando uma crise pode acontecer nem quanto tempo ela irá durar.
“A psoríase pustulosa generalizada é uma doença gravíssima. Mas é tão rara que as pessoas que têm geralmente nem desconfiam o que seja”, destaca a médica dermatologista Lígia Pessoa de Melo, do Instituto de Medicina Integral Professor Fernando Figueira (Imip).
O depoimento da médica reforça a face de uma doença com grande impacto na vida das pessoas. Isso nos estimula ainda mais a conscientizar sobre o problema.
Quando falamos sobre psoríase pustulosa generalizada (PPG), a prevalência é um pouco maior nas mulheres (53%), e os registros dessa doença ocorrem de modo mais frequente após os 30 anos de idade, de acordo com a SBD.
Entre os receios manifestados pelas pessoas que vivem com PPG, está a exposição social, já que as pústulas da pele (inflamação intensa que gera pus) podem durar semanas ou até meses, se não tratadas. Isso afeta não apenas a saúde física, mas também impactam o bem-estar mental.
A dona de casa Andresa Costa, 41 anos, é uma das pacientes que vivem com psoríase pustulosa generalizada. Atualmente, ela faz tratamento em hospital conveniado ao Sistema Único de Saúde (SUS) e retira a medicação, que é injetável, na Farmácia do Estado de Pernambuco.
“Tudo começou há 21 anos, com psoríase no couro cabeludo. Mas de uns 14 anos para cá, a doença ficou grave. Da cabeça, passou para o corpo todo. Na crise, as minhas pernas ficam horríveis, com muitas bolhas, parecendo uma queimadura. Sinto muita dor também”, relata Andresa, que sente o impacto social da doença.
“As pessoas olham de forma estranha pra gente. É muito preconceito. É difícil até arrumar um emprego, pois muitos acham que é uma doença contagiosa, mesmo a gente explicando que não é. Se fosse, minhas duas filhas, de 5 e 19 anos, já teriam a doença. E elas nada têm. No ônibus, as pessoas olham atravessado também. É difícil.”
O depoimento de Andresa revela como os pacientes que vivem com psoríase pustulosa generalizada (PPG) geralmente precisam lidar com o impacto psicológico decorrente da doença. “Eu mesma gostaria muito de fazer uma terapia. Já fui ao posto perto de casa e disse que precisava de psicólogo. Mas espero, espero e não me chamam.”
A crise mais recente de Andresa foi há um mês. Ela recebeu cuidados da dermatologista que a acompanha e atualmente está sem lesões. “Procurei atendimento antes do dia da minha consulta, porque não dava para esperar. Ela passou uma medicação, e eu voltei oito dias depois. Hoje estou bem, sem manchas; nem parece que fiquei com a pele tão ruim.”
O impacto das crises sempre é difícil para os pacientes. Elas aparecem de repente. “No meu caso, eu sei que o emocional contribui muito. Dessa última vez, antes de a crise aparecer, eu tinha me estressado bastante. Logo o pescoço e braço começaram a coçar. O corpo ficou ardendo demais, com seu eu tivesse ido à praia, debaixo do sol forte. Depois, vieram as bolhas”, recordou Andresa.
Segundo estudos científicos, em 65% dos casos, os pacientes com psoríase pustulosa também têm psoríase vulgar.
Vamos, então, às diferenças. Em linhas gerais, a forma vulgar da psoríase é o tipo mais comum, com presença de lesões avermelhadas na pele, em formato de placas, que descamam. Também causa descamação, rachaduras, coceira, queimação e dor. Mas na PPG, as lesões da psoríase são acompanhadas de pústulas (bolhas com pus) e, quando as bolhas rompem, surgem feridas. E mais: a PPG é 100 vezes menos frequente do que a psoríase em placas.
Para o dermatologista Gleison Vieira Duarte, que coordenou uma das edições da Campanha Nacional de Conscientização sobre Psoríase, promovida pela Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD), a psoríase vulgar pode se transformar na psoríase pustulosa.
“Um dos gatilhos é o uso dos corticosteroides orais. Essas drogas podem ser empregadas de forma inadvertida, seja por automedicação ou desconhecimento acerca de uma não indicação do corticoide na psoríase vulgar”, disse Gleison, na ocasião em que a SBD divulgou a campanha.
O dermatologista também frisou que, em algumas circunstâncias, após o tratamento com corticoide, o paciente pode ter transformada a forma vulgar numa pustulosa. Ele explica que “nesse caso, chamamos de psoríase pustulosa generalizada induzida pelo uso do corticosteroide. Algumas outras drogas também podem, em casos raros, provocar essa indução, como antidepressivos, lítio, entre outras”.
É importante salientar que esse tipo grave de psoríase (a PPG) recebe o adjetivo “generalizada” porque as lesões podem estar distribuídas em qualquer parte do corpo. Quando a crise vem, o paciente pode apresentar febre e mal-estar – e os sintomas podem levar o paciente à hospitalização. “Em 7% dos casos, os pacientes com a forma generalizada podem vir a óbito, o que está muito associado a alterações de desidratação, infecções secundárias e alterações dos eletrólitos, como sódio, potássio, entre outros”, explicou Gleison.
A dermatologista Lígia Pessoa de Melo comenta que os pacientes, quando evoluem com uma crise, precisam de um acompanhamento intenso. “Nesses casos, eles têm que ser acompanhados geralmente em unidade de terapia intensiva (UTI). Eles têm uma inflamação sistêmica. A gente fica preocupado porque, nessas condições, há risco de morte. Ficamos bem apreensivos quando esses pacientes precisam ser internados”, destaca Lígia.
Há tratamentos que podem ser utilizados para a psoríase pustulosa generalizada. No entanto, devido à raridade da doença, todos esses tratamentos são com medicamentos off label – ou seja, que não seguem as indicações da bula. Além disso, eles são adaptados do tratamento da forma vulgar da psoríase.
Em setembro deste ano, despontou uma nova esperança para os pacientes. A farmacêutica Boehringer Ingelheim anunciou a disponibilidade do medicamento espesolimabe, aprovado em março pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), para comercialização no Brasil.
A oferta do medicamento representa uma importante conquista no campo da medicina e da ciência. “A aprovação do espesolimabe pela Anvisa foi um marco significativo para a comunidade médica e os pacientes no Brasil. Estamos muito satisfeitos em disponibilizar esse medicamento inovador que atende uma grande necessidade dos pacientes, com o potencial de fazer uma diferença real na vida daqueles que lutam contra doenças raras e muito impactantes, que é o caso da PPG”, disse a diretora médica da Boehringer Ingelheim Brasil, Thais Melo.
O medicamento espesolimabe é um anticorpo monoclonal que bloqueia a ação da interleucina-36 (IL-36), uma proteína envolvida na inflamação da pele na psoríase pustulosa generalizada. Dessa maneira, a medicação contribui para a supressão das vias que causam inflamação e formação das lesões de pele características (as pequenas bolhas de pus, chamadas de pústulas).
A eficácia e a segurança de espesolimabe foram avaliadas em ensaios clínicos. Foram demonstrados resultados promissores no tratamento da doença.
Em julho deste ano, durante o 25º Congresso Mundial de Dermatologia (WCD), realizado em Singapura, a farmacêutica Boehringer Ingelheim apresentou os primeiros resultados do estudo Effisayil 2. O trabalho mostrou que espesolimabe reduziu em 84% o risco de crises de psoríase pustulosa generalizada (PPG) ao longo de 48 semanas, em comparação com o placebo.
Além disso, a pesquisa com 123 pacientes demonstrou que não houve crises após a quarta semana de tratamento com a molécula no grupo que recebeu a dose mais alta.
Segundo o ensaio clínico publicado, pacientes adultos apresentando crise de PPG apresentaram uma melhora rápida após o uso do novo tratamento. A pesquisa avaliou 53 pacientes durante 12 semanas. Os pacientes apresentavam comprometimento moderado ou grave da pele e acentuado impacto na qualidade de vida.
Entre os desfechos alcançados ao final da primeira semana, 54% dos pacientes não apresentaram pústulas (bolhas de pus) visíveis após uma única dose de espesolimabe, em comparação com 6% dos pacientes que receberam placebo.
“Os novos tratamentos são um divisor de águas para médicos, pacientes e cuidadores que convivem com a doença. Para se ter uma ideia, um paciente com PPG pode demorar de 2,5 a 3 anos até o diagnóstico correto”, ressalta a diretora médica da Boehringer Ingelheim Brasil, Thais Melo.
Pacientes se queixaram de ardor, vermelhidão e fotofobia. No exame clínico, foram constatadas lesões na córnea.
Todas as pacientes usaram pomada modeladora para penteados na noite anterior aos atendimentos (Foto Fábio Rodrigues Pozzebom / Agência Brasil)
Desde o fim de semana natalino, as emergências oftalmológicas de Pernambuco registraram 10 casos de queimaduras na córnea, chamadas de ceratite química, provavelmente relacionadas ao uso de pomadas fixadoras ou modeladoras para penteados. Outros três casos estão em processo de confirmação.
Ao procurar as unidades de saúde, as pacientes se queixaram de ardor, vermelhidão e fotofobia. No exame clínico, foram constatadas lesões na córnea. Todas as pacientes usaram pomada modeladora para penteados na noite anterior aos atendimentos.
As pacientes com intoxicação exógena foram atendidas na Fundação Altino Ventura (FAV) e na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) Ibura. Relatos similares foram registrados em Pernambuco no Carnaval deste ano.
De acordo com a Agência Pernambucana de Vigilância Sanitária (Apevisa), vários produtos podem estar envolvidos nos eventos adversos, incluindo pomadas modeladoras de cabelos, produtos para cuidado e limpeza dos cabelos e do couro cabeludo, produtos para cuidado da pele, produtos de proteção solar e autobronzeamento e maquiagens.
Junto às vigilâncias sanitárias municipais, a Agência garantiu que intensificará as ações de fiscalização do comércio de produtos cosméticos em Pernambuco para identificar possíveis irregularidades como expor à venda produtos não autorizados pela Anvisa.
Também estão sendo realizadas ações de investigação epidemiológica dos casos para identificar os produtos que estão causando os eventos adversos a fim de que medidas sanitárias cabíveis sejam tomadas.
Pela sensibilidade da região, a lesão na córnea gera uma dor forte no paciente. Segundo Ana Catarina Medeiros, coordenadora da Política de Oftalmologia do Estado, aqueles que fizeram uso de pomadas modeladoras e estiverem sentido desconforto ocular como queimação e ardência, olho vermelho e fotofobia podem procurar atendimento especializado.
“Enfatizando que a orientação é que se evite o uso desse tipo de produto que pode, sim, atingir os olhos, mesmo que inicialmente tenha sido aplicado apenas no cabelo, principalmente quando ocorre contato com a água (chuva, por exemplo), ou mesmo o suor”, explica.
Buscar assistência médica é essencial no caso de qualquer evento adverso decorrente do uso de produtos cosméticos, especialmente em casos graves. Atendimento de emergência em oftalmologia pode ser encontrado nas Unidades de Pronto Atendimento (UPAs), no bairro do Ibura, no Recife, e na cidade do Paulista, além da Fundação Altino Ventura, também localizada no Recife. Esses serviços funcionam 24 horas por dia, todos os dias da semana, com acesso por demanda espontânea.
Para reduzir o risco de eventos relacionados ao uso de produtos cosméticos, é recomendado que as seguintes medidas sejam adotadas:
Leia atentamente o rótulo do produto antes de usá-lo.
Evite o uso excessivo de produtos cosméticos. Siga as orientações de aplicação fornecidas pelo fabricante para garantir uma utilização segura e eficaz.
Não utilize produtos cosméticos não autorizados pela Anvisa.
Realize um teste de alergia em uma pequena área da pele antes de aplicar o produto de forma extensiva. Isso ajuda a identificar possíveis eventos adversos.
Não use o produto se estiver com a pele, os olhos irritados ou outra parte do corpo.
Evite o contato do produto com os olhos.
Se o produto entrar em contato com os olhos, lave-os imediatamente com água corrente por pelo menos 15 minutos.
Guarde os produtos cosméticos em local seguro, longe do alcance de crianças e animais.
Já para identificar se um produto cosmético está regularizado junto à Anvisa, basta examinar atentamente seu rótulo. Cada item possui um número de processo Anvisa que funciona como uma espécie de identificação única, tem início com “25351” e segue o formato “25351.XXXXXX/20XX-YY”. Com esse número, é possível verificar se o produto cosmético em questão está devidamente autorizado pela Agência.
Secretaria Estadual de Saúde reforça a importância da dose de reforço.
A Pirola foi detectada pela primeira vez em julho de 2023 na Dinamarca (Foto: Sandy James/DP)
A nova linhagem da Ômicron, tipo de variante do novo coronavírus, foi identificada em Pernambuco nesta semana. O primeiro caso de infecção pela linhagem JN.1 (Pirola), foi confirmado pela Secretaria Estadual de Saúde nesta quinta-feira (28). A pessoa infectada é uma mulher de 49 anos que mora no Recife.
A amostra dela foi coletada no dia 11 de dezembro, e a análise genômica, processada pelo Instituto Aggeu Magalhães (IAM/Fiocruz-PE). O instituto analisou 46 exemplares coletados em seis cidades do estado: Recife, Jaboatão dos Guararapes, Olinda, Ouricuri, Paulista e Salgueiro.
Destes exemplares colhidos, 30 foram processados com qualidade e reconhecidos como pertencentes às linhagens e sublinhagens da Ômicron (B.1.1.529-like e BA-like), que correspondem ao genoma Pirola.
A Pirola foi detectada pela primeira vez em julho de 2023 na Dinamarca e possui mais de 35 mutações em partes importantes do vírus. Ela é considerada “uma variante de interesse” pela Organização Mundial da Saúde (OMS) pois tem uma transmissão acentuada.
A amostra dela foi coletada no dia 11 de dezembro, e a análise genômica, processada pelo Instituto Aggeu Magalhães (IAM/Fiocruz-PE). O instituto analisou 46 exemplares coletados em seis cidades do estado: Recife, Jaboatão dos Guararapes, Olinda, Ouricuri, Paulista e Salgueiro.
Destes exemplares colhidos, 30 foram processados com qualidade e reconhecidos como pertencentes às linhagens e sublinhagens da Ômicron (B.1.1.529-like e BA-like), que correspondem ao genoma Pirola.
Apesar disso, as vacinas contra Covid-19 são eficazes no combate a esta linhagem do vírus. A Secretaria Estadual de Saúde destacou que recomendou à população que buscasse a dose de reforço com a vacina bivalente para pessoas com mais de 60 anos e imunocomprometidos acima de 12 anos com a última dose da vacina há mais de 6 meses.
O aumento de casos da doença no estado pode estar atrelado à baixa procura pela dose de reforço. De acordo com a SES, a cobertura da vacina bivalente contra Covid-19 está em 15,08% em Pernambuco.
Por meio de nota, a secretaria ressalta que “seguirá monitorando o cenário epidemiológico para Covid-19, assim como o acompanhamento da circulação de variantes da doença no território pernambucano, em parceria com o Instituto Aggeu Magalhães”.
Saiba onde receber a vacina na Região Metropolitana
Pernambuco registrou quase 2,5 mil casos de Covid-19 entre os dias 17 e 23 de dezembro.
Destes, 38 foram graves e uma pessoa morreu em decorrência do vírus. Para prevenir a infecção pelo vírus e o agravamento dos sintomas, é importante que a população esteja vacinada.
Moradores da Região Metropolitana do Recife possuem diversas opções de locais que oferecem a vacina contra Covid-19. A Prefeitura do Recife disponibiliza uma página com os locais onde a população pode receber as doses das vacinas. Confira aqui.
Para o público geral, é preciso agendar a vacinação por meio do site Conecta Recife. O agendamento não é obrigatório para grupos prioritários, como idosos, gestantes, pessoas com deficiência e crianças de até 5 anos.
Quem deseja se vacinar em Olinda pode se dirigir aos pontos de vacinação sem a necessidade de agendamento. As unidades de saúde da cidade atendem de segunda à sexta, das 8h às 16h
Já quem mora em Jaboatão dos Guararapes pode acessar o site De Olho na Consulta para saber qual a unidade de saúde mais próxima. Elas abrem de segunda à sexta, das 7h às 15h e não há necessidade de agendamento.
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