Brasil bate recorde de mortes por dengue em 2023.

Até esta quarta-feira, país registrou 1.079 mortes pela doença.
Foi incorporada, no último dia 21, a vacina contra dengue no Sistema Único de Saúde (SUS) (Foto: LUIS ROBAYO/AFP)
Foi incorporada, no último dia 21, a vacina contra dengue no Sistema Único de Saúde (SUS) (Foto: LUIS ROBAYO/AFP)

O Brasil bateu recorde de mortes por dengue no ano de 2023. Dados divulgados pelo Ministério da Saúde, por meio do Sistema de Informação de Agravos de Notificação (Sinan online), revelam que foram 1.079 mortes pela doença até esta quarta-feira (27)

Na série histórica divulgada pela pasta, também com base no Sinan, o maior número de óbitos no período de um ano completo ocorreu em 2022, quando chegou a 1.053 registros. Em seguida, vem o ano de 2015, com 986 mortes.
Questionado sobre o recorde, o Ministério da Saúde informou que, com a previsão de aumento de casos, cerca de 11,7 mil profissionais de saúde foram capacitados em 2023 para manejo clínico, vigilância e controle de arboviroses, que são infecções causadas por vírus transmitidos, principalmente, por mosquitos.
“O Ministério da Saúde vai investir R$ 256 milhões no fortalecimento da vigilância das arboviroses. O momento é de intensificar os esforços e as medidas de prevenção por parte de todos para reduzir a transmissão das doenças. Para evitar o agravamento dos casos, a população deve buscar o serviço de saúde mais próximo ao apresentar os primeiros sintomas”, diz a nota.
Ainda segundo a pasta, foi incorporada, no último dia 21, a vacina contra dengue no Sistema Único de Saúde (SUS). No entanto, não será utilizada em larga escala em um primeiro momento, já que o laboratório fabricante, Takeda, afirmou que tem uma capacidade restrita de fornecimento de doses. A vacinação será focada em público e regiões prioritárias, com definição de estratégias de utilização das doses disponíveis prevista para ocorrer nas primeiras semanas de janeiro.

5 alimentos anti-inflamatórios e detox para quem comeu demais na ceia.

 (Sumner Mahaffey/Unsplash )
Sumner Mahaffey/Unsplash

Se você comeu demais na ceia de Natal, uma boa pedida é recorrer a alimentos como abacaxi, aveia e brócolis.

Em época de festanças como o Natal e o Ano-Novo, a comilança, o excesso de bebidas alcoólicas e o calor impactam diretamente no metabolismo. A sensação de inchaço, indisposição, má-digestão e o ganho de peso tendem a ocorrer, gerando preocupação. Entretanto, não há motivos para desespero.

Para resolver a questão, algumas medidas podem ser tomadas e, entre elas, o aumento na ingestão de líquidos e fibras.

Alimentos anti-inflamatórios e desintoxicantes também se destacam. Eles ajudam contra a retenção de líquido, além de serem associados à perda de gordura quando em dietas de perda de peso.

Chá verde
Fonte de antioxidantes, ajuda na desinflamação e aumenta a diurese, tornando-se um bom aliado contra a retenção de líquidos.

Brócolis
O vegetal é rico em fibras e compostos anti-inflamatórios.

Peixe
Fonte de ômega-3, promove benefícios à saúde cardiovascular e tem efeitos anti-inflamatórios.

Aveia
Rica em fibras, betaglucanas, melhora o ritmo intestinal e ajuda a desinchar.

Abacaxi
É fonte de bromelina, uma enzima que ajuda na digestão e reduz a inflamação.

 

Confira a lista na matéria do portal Metrópoles.

Por: Metrópole- DP

Ao menos 73% dos custos com demência estão com famílias, revela estudo.

Relatório mostra ainda que cuidadores estão sobrecarregados.

 (Rafa Neddermeyer/Agência Brasil)

Rafa Neddermeyer/Agência Brasil.

Pelo menos 73% dos custos que envolvem o cuidado de pessoas com demência no Brasil ficam para as famílias dos pacientes. O número foi divulgado pelo Relatório Nacional sobre a Demência no Brasil (Renade), do Hospital Alemão Oswaldo Cruz, a partir da iniciativa do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do Sistema Único de Saúde (PROADI-SUS). O estudo revelou que, além dos custos, as pessoas responsáveis pelos cuidados estão sobrecarregadas e que, na maior parte das vezes, são mulheres.

O relatório mostra que esses custos podem chegar a 81,3% por parte do familiar a depender do estágio da demência.

“Isso envolve horas de dedicação para o cuidado. A pessoa, por exemplo, pode ter que parar de trabalhar para cuidar. Isso tudo envolve o que a gente chama de custo informal. É importante que se ofereça um apoio para a família”, afirmou a psiquiatra e epidemiologista Cleusa Ferri, pesquisadora e coordenadora do Projeto Renade no Hospital Alemão Oswaldo Cruz, em entrevista à Agência Brasil.

O relatório enumera custos diretos em saúde, como internações, consultas e medicamentos, e também os recursos indiretos, como a perda de produtividade da pessoa que é cuidadora.

“As atividades relacionadas ao cuidado e supervisão da pessoa com demência consomem uma média diária de 10 horas e 12 minutos”, aponta o relatório.

Olhar para o cuidador

A médica Cleusa Ferri avalia que é necessário aumentar o número de serviços de qualidade que atendam às necessidades da pessoa com demência e também dos parentes. “O familiar pode até ser um parceiro do cuidado. Mas precisamos também pensar nesse cuidador”.

Para elaboração do estudo, os pesquisadores entrevistaram 140 pessoas com demência e cuidadores de todas as regiões do país, com média de idade de 81,3 anos sendo 69,3% mulheres. Os dados foram coletados com pessoas em diferentes fases da demência.

O relatório mostra, por exemplo, que entre os 140 cuidadores, pelo menos 45% das pessoas apresentavam sintomas psiquiátricos de ansiedade e depressão, 71,4% apresentavam sinais de sobrecarga relativa ao cuidado, 83,6% exerciam o cuidado de maneira informal e sem remuneração.

O estudo chama a atenção para que, dentro dessa amostra, 51,4% dos pacientes utilizaram, em algum momento, o serviço privado de saúde, 42% não utilizavam nenhum tipo de medicamento para demência. “Somente 15% retiravam a medicação gratuitamente no SUS”, disse a epidemiologista Cleusa Ferri.

O estudo aponta que a maioria das pessoas cuidadoras de familiares com algum tipo de demência são mulheres.

“Nessa amostra, temos 86% das cuidadoras sendo mulheres. Isso é um fato. Há uma cultura da mulher cuidar para o resto da vida. Entendo que é uma questão cultural.

Subdiagnósticos

De acordo com a pesquisadora, o Brasil contabiliza cerca de 2 milhões de pessoas com demência e 80% delas não estão diagnosticadas. “A taxa de subdiagnóstico é grande. Temos muitas pessoas sem diagnóstico e, portanto, sem cuidado específico para as necessidades que envolvem a doença. Então, esse é um desafio muito importante”, afirma a especialista. Ela cita que esse cenário não é exclusivo do Brasil.

Na Europa, o subdiagnóstico chega a ser de mais de 50% e na América do Norte, mais de 60%.

“No Brasil, temos 1,85 milhão de pessoas com a doença. E a projeção é que esse número triplique até 2050”.

A pesquisadora acrescenta que a invisibilidade da doença é outro desafio. “Temos muito para aumentar o conhecimento, deixar mais visível. A falta de conhecimento da população sobre essa condição precisa ser enfrentada”. Nesse contexto, a invisibilidade também ocorre diante das desigualdades sociais.

Em um cenário de 80% de pessoas sem diagnóstico, isso significa a necessidade de melhorar as políticas públicas para aumentar o conhecimento da população sobre a demência. “Há uma questão de estigma também. As pessoas evitam falar do tema e procurar ajuda”.

Essa situação, na avaliação da pesquisadora, também contribui para dificuldades para conscientização, treinamento de cuidadores e busca por apoio.

Por: Agencia Brasil – DP

 

 

 

 

A Prefeitura de Afogados da Ingazeira informa que, no período de 18 à 22 de Dezembro, foram registrados 30 casos novos de COVID em nosso município. Destes, são 20 mulheres e 10 homens, com idades entre 04 e 63 anos.

Desses pacientes, 03 já estão curados e o município conta com 27 casos ativos para COVID.

Tendo em vista esse aumento circunstancial de casos, a Secretaria Municipal de Saúde orienta para a obrigatoriedade no uso de máscaras durante o atendimento nas unidades de saúde do município.

Ao sentir sintomas gripais, use a máscara independente do resultado positivo para COVID – 19.

Aproveite as festas de final de ano sem esquecer da saúde com as dicas da nutricionista da UPAE Petrolina

Com a proximidade das festas de final de ano, é comum deparar-se com uma variedade irresistível de alimentos que desafiam os esforços para manter uma dieta saudável. No entanto, a Unidade de Pronto Atendimento e Atenção Especializada de Petrolina (UPAE) tem o prazer de compartilhar as valiosas dicas e conselhos da nutricionista Morgana Karina, que ensina como desfrutar das celebrações sem comprometer uma alimentação equilibrada.
Morgana defende que é possível saborear todas as delícias típicas dessa época do ano sem prejudicar a saúde. Em vez de focar exclusivamente em restrições alimentares, ela incentiva a explorar novas maneiras de aproveitar as festividades sem abrir mão de uma dieta saudável.
É importante lembrar que as festas de fim de ano são um momento de celebração e prazer, e a comida desempenha um papel fundamental nesse contexto. A nutricionista enfatiza que, ao invés de se privar completamente, é possível fazer escolhas inteligentes e equilibradas para aproveitar as refeições festivas sem culpa.
1. O planejamento é essencial: Antes das festas, é importante planejar as refeições e elaborar uma lista de compras com alimentos saudáveis. Isso facilitará a escolha de refeições equilibradas, pois você terá opções nutritivas disponíveis em casa.
2. Explorar novos sabores: Experimente receitas saudáveis inspiradas nas comidas tradicionais das festas. Por exemplo, substitua a maionese por iogurte natural nas saladas ou opte por carnes magras e assadas em vez das fritas.
3. Equilíbrio é a chave: Não é necessário se privar completamente dos pratos típicos das festas. Aproveite pequenas porções para satisfazer os desejos e equilibre com opções saudáveis em outras refeições.
4. Hidratação adequada: Beba água regularmente ao longo do dia para se manter hidratado e ajudar a controlar o apetite. Evite o consumo excessivo de bebidas alcoólicas, optando por sucos naturais ou água de coco.

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AFOGADOS REGISTRA 31 NOVOS CASOS DE COVID-19


A Prefeitura de Afogados da Ingazeira informa que, no período de 15 à 18 de Dezembro, foram registrados 31 casos novos de COVID em nosso município. Destes, são 21 mulheres e 10 homens, com idades entre 10 e 75 anos.

Desses pacientes, 13 já estão curados e o município conta com 18 casos ativos para COVID.

Tendo em vista esse aumento circunstancial de casos, a Secretaria Municipal orienta para a obrigatoriedade no uso de máscaras durante o atendimento nas unidades de saúde do município.

Ao sentir sintomas gripais, use a máscara independente do resultado positivo para COVID – 19.

O uso da mascára novamente.

A Prefeitura de Afogados da Ingazeira informa que, no período de 15 à 18 de Dezembro, foram registrados 31 casos novos de COVID em nosso município. Destes, são 21 mulheres e 10 homens, com idades entre 10 e 75 anos.

Desses pacientes, 13 já estão curados e o município conta com 18 casos ativos para COVID.

Tendo em vista esse aumento circunstancial de casos, a Secretaria Municipal orienta para a obrigatoriedade no uso de máscaras durante o atendimento nas unidades de saúde do município.

Ao sentir sintomas gripais, use a máscara independente do resultado positivo para COVID – 19.

Brasil enfrenta problemas no tratamento da diabetes

Canetas de insulina: projeto de lei no Senado prevê melhor oferta desses dispositivos, importantes para a qualidade de vida dos pacientes (crédito: Breno Esaki/ Agência Saúde)
Canetas de insulina: projeto de lei no Senado prevê melhor oferta desses dispositivos, importantes para a qualidade de vida dos pacientes (crédito: Breno Esaki/ Agência Saúde)

Doença atinge 17 milhões de pessoas – e só tende a aumentar, enquanto a rede pública falha na oferta de insulina; usuários reclamam dos planos de saúde

O Brasil tem 17 milhões de pessoas diagnosticadas com diabetes, segundo estatísticas oficiais. No entanto, os portadores da doença enfrentam dificuldades no acesso ao tratamento. Eles cobram uma assistência mais atualizada pelo Sistema Único de Saúde (SUS), bem como maior abrangência dos planos de saúde na oferta de tecnologias. Dois projetos de lei (PL) tramitam no Congresso Nacional sobre o assunto.

“O Brasil é defasado quando o assunto são os direitos dos pacientes com o diabetes. Hoje existem recursos modernos e efetivos para o controle da doença que continuam inacessíveis para a maioria dos pacientes”, alerta Jaqueline Correia, presidente do Instituto Diabetes Brasil (IDB).

Segundo o Atlas de Diabetes, mais de 580 mil brasileiros possuem o tipo 1 da doença. A condição é considerada mais grave por ser uma deficiência genética. “Entre as complicações da doença estão o comprometimento renal, doenças cardíacas, cegueira e chance de amputações, levando o paciente ao coma ou a óbito. No Brasil, a expectativa de vida de uma criança com DM1 sem tratamento adequado é de 40-54 anos”, alerta o endocrinologista André Vianna, coordenador de Educação da Sociedade Brasileira de Diabetes.

Muito mais abrangente, a modalidade tipo 2 do diabetes está mais relacionada ao estilo de vida. Nas últimas décadas, a doença tem avançado de forma acelerada no Brasil.

Percalços

A advogada Tannise Moura, 26, portadora do tipo 1, também reconhece a falta de atualização nas insulinas do sistema público. “Geralmente, o SUS não provê as insulinas mais atuais, então, de vez em quando, eu compro na farmácia, porque elas têm a ação mais rápida e acabam ajudando no tratamento”, conta a advogada. Ainda assim, ela considera ser possível ter “um bom tratamento” na rede pública.

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Piso da Enfermagem: ministros do STF votam para mudar regras acordadas sobre o piso.

Barroso e outros ministros apresentam sugestões de alterações para acordão do piso salarial da enfermagem. Mudanças no tamanho da carga horária exigida para valor total do piso da enfermagem está entre as proposições.

Barroso e outros ministros apresentam sugestões de alterações para acordão do piso salarial da enfermagem. Mudanças no tamanho da carga horária exigida para valor total do piso da enfermagem está entre as proposições

Barroso e outros ministros apresentam sugestões de alterações para acordão do piso salarial da enfermagem. Mudanças no tamanho da carga horária exigida para valor total do piso da enfermagem está entre as proposições – VALTER CAMPANATO/AGÊNCIA BRASIL.

No dia 08 de dezembro, o Supremo Tribunal Federal (STF) começou a julgar em Plenário Virtual os recursos contra as decisões do acordão da Corte sobre o piso salarial da enfermagem. Até o presente momento, ao menos três ministros já votaram a favor de modificações no texto aprovado no STF.

3 ministros do STF já votaram para mudar regras da Corte sobre o Piso da Enfermagem 

Em uma votação no plenário virtual, no qual os ministros dispõem seus votos no sistema do STF em um intervalo de tempo, até o presente momento três magistrados expressaram suas opiniões sobre possíveis mudanças nas regras do piso salarial da enfermagem.

Os ministros do STF têm até 18 de dezembro para votar no Plenário Virtual sobre os recursos vinculados com o acordão do piso da enfermagem. Até então, apenas o relator, Luís Roberto Barroso, e os ministros Alexandre de Moraes e Dias Toffoli, votaram no julgamento.

Todos os magistrados votantes até o momento acabaram por se manifestar por mudanças no texto do acordão do STF, que realizou uma média entre as decisões de cada ministro.

Sugestões dos ministros do STF para mudanças no texto do Piso Salarial da Enfermagem

Definição de Barroso sobre alterações no acordão do piso da enfermagem

Sobre a sugestão de mudanças, o ministro relator propõe que a carga horária de parâmetro do pagamento do piso salarial da enfermagem seja diminuído de 44 horas semanais para 40 horas semanais. Além disso, também sugeriu que profissionais com cargas horárias inferiores às 40 horas apresentadas tivessem o seu valor reduzido com base na proporção da jornada de trabalho.

Essa definição de garantir parâmetros para o salário só está presente para servidores do serviço público ou de instituições que tem maioria dos atendimentos no SUS. A lógica de Barroso é que todos os profissionais recebam baseado nesse entendimento.

Barroso também quer apresentar o esclarecimento de que, como o piso dos enfermeiros é o salário mínimo dos profissionais, o valor recebido pela enfermagem deve ser baseada na soma do vencimento do cargo acrescida com as verbas pagas permanentemente ao funcionário, como adicionais de qualificação.

Definição de Toffoli, acompanhada por Alexandre de Moraes

Já o posicionamento do ministro Dias Toffoli, que também foi acompanhada por Alexandre de Moraes, propõe que o valor pago no piso salarial da enfermagem deve ser regionalizada a partir de negociação coletiva de cada base território.

Nessa lógica, o valor pago no piso salarial da enfermagem iria ser definido a partir das particularidades de cada região e a partir de uma negociação coletiva específica para cada espaço, em vez de ser algo em âmbito federal, como é atualmente.

A definição de Toffoli apresenta o piso da enfermagem como um valor referente ao valor total da jornada de trabalho, o que indica que só deve ser paga a quem realizar as 44 horas semanais integralmente, devendo ter redução proporcional para cargas horárias menores.

Por JC

 

 

 

 

 

 

CHICUNGUNHA: Vacina do Butantan contra chicungunha está em análise pela Anvisa e por agência europeia.

 

Imunizante desenvolvido por farmacêutica parceira do Butantan apresentou 96,3% de soroconversão em ensaio clínico.

Ensaios clínicos mostraram que a imunogenicidade alcançada após a vacinação permaneceu por ao menos seis meses, com manutenção da produção de anticorpos durante esse período em 96,3% dos indivíduos avaliados
Ensaios clínicos mostraram que a imunogenicidade alcançada após a vacinação permaneceu por ao menos seis meses, com manutenção da produção de anticorpos durante esse período em 96,3% dos indivíduos avaliados –

 

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) analisará, junto à Agência Europeia de Medicamentos (EMA), o pedido de registro da vacina contra o vírus chicungunha. O processo acontece dentro da Iniciativa OPEN (Opening Procedures at EMA to non-EU Authorities).

O pedido foi submetido à Anvisa, nesta terça-feira (12), pelo Instituto Butantan.

A vacina está sendo desenvolvida em parceria com a empresa de biotecnologia franco-austríaca Valneva, que submeteu o produto para a apreciação da EMA.

Os resultados finais do ensaio clínico de fase 3 da vacina contra a chicungunha, desenvolvida em parceria entre o Instituto Butantan e a empresa de biotecnologia franco-austríaca Valneva, mostraram que a imunogenicidade alcançada após a vacinação permaneceu por ao menos seis meses, com manutenção da produção de anticorpos durante esse período em 96,3% dos indivíduos avaliados.

Análise simultânea

A iniciativa OPEN foi criada para fornecer uma estrutura para submissão e análise simultâneas de processos em vários reguladores, que podem avaliar um medicamento conjuntamente com a EMA.

As instituições participantes permanecem científica e processualmente independentes enquanto compartilham informações, conhecimentos e abordagens durante a avaliação.

O processo permite harmonizar as abordagens dos reguladores, com maior transparência e contribuir assim para acelerar o acesso a novos medicamentos.

Essa colaboração internacional permite a troca de informações entre os reguladores para que as análises ocorram de maneira mais robusta.

Ou seja, com mais elementos em mãos, a Anvisa pode tomar decisões de maneira mais ágil.

Mais informações sobre a Iniciativa OPEN podem ser consultadas no seguinte endereço eletrônico:

CHICUNGUNHA: O QUE É?

A chicungunha é uma infecção causada por vírus, transmitido pelos mosquitos Aedes Aegypti e Aedes albopictus.

Os principais sintomas são febre alta, dores intensas nas mãos, dedos, tornozelos e pulsos, dor de cabeça e nos músculos, além de manchas avermelhadas na pele.

“A matéria apresentada neste portal tem caráter informativo e não deve ser considerada como aconselhamento médico. Para obter informações fornecidas sobre qualquer condição médica, tratamento ou preocupação de saúde, é essencial consultar um médico especializado.”

Por: JC.