Eleições 2026: Quem pode concorrer a cargos públicos?

Eleitores votam no primeiro turno das eleições presidenciais de 2025, em Santiago, Chile

Em outubro, cerca de 150 milhões de brasileiros e brasileiras irão às urnas para escolher o presidente e o vice-presidente da República, além de governadores, senadores, deputados federais e deputados estaduais.

Para se candidatar a qualquer um desses cargos, a legislação eleitoral estabelece uma série de critérios dispostos no artigo 14 da Constituição Federal.

“A CNN Brasil listou os requisitos para concorrer a cada cargo. Confira:

Presidente e vice-presidente

O presidente e o vice-presidente da República são eleitos em chapa única, com mandato de quatro anos, sendo permitida uma reeleição consecutiva.

  • nacionalidade brasileira nata;
  • pleno exercício dos direitos políticos;
  • filiação partidária;
  • idade mínima de 35 anos.

Governadores e Vice-Governadores

Os eleitores escolhem 27 governadores e vice-governadores, um para cada estado e para o Distrito Federal.

  • nacionalidade brasileira nata ou naturalizada;
  • pleno exercício dos direitos políticos;
  • filiação partidária;
  • domicílio eleitoral no estado ou no DF;

  • idade mínima de 30 anos.

Senadores

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Capacitação promovida pelo Cimpajeú vai reunir educadores em Afogados da Ingazeira

No próximo dia 29 de janeiro, a cidade de Afogados da Ingazeira será palco de mais uma edição do programa Qualifica Cimpajeú, promovido pelo Consórcio de Integração dos Municípios do Pajeú (Cimpajeú). O evento será realizado no CS Eventos, a partir das 8h, e tem como objetivo qualificar profissionais da educação da região.

Nesta edição, serão ofertados dois cursos:
BNCC Computação na Prática: Caminhos da Implementação à Sala de Aula (turno da manhã)
Psicomotricidade como Ferramenta de Inclusão na Educação Especial (turno da tarde)

As capacitações serão ministradas pelas educadoras Maria Elizandra Veras de Sousa e Helaine Gabriela de Sá Bezerra Santana, ambas com ampla experiência na área educacional.

O prefeito de Ingazeira atual presidente do Cimpajeú, Luciano Torres, destaca a importância da formação continuada:
Estamos promovendo uma qualificação que transforma, fortalecendo a atuação dos profissionais da educação e garantindo mais qualidade de ensino para toda a região do Pajeú.

A ação reforça o compromisso do consórcio com a educação e o desenvolvimento regional.

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Veja a lista de países afetados com a suspensão de vistos de imigração nos Estados Unidos

Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump /MANDEL NGAN / AFP
Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump (MANDEL NGAN / AFP)

Decisão afeta vistos de residência para 75 países, incluindo Brasil, Colômbia e Uruguai

Os Estados Unidos anunciaram, nesta quarta-feira (14), a suspensão da concessão de vistos para cidadãos de 75 países, entre eles o Brasil. A medida, que começará a valer a partir do dia 21 de janeiro, atinge estrangeiros que pretendem se estabelecer de forma permanente no país norte-americano.

De acordo com o governo norte-americano, a restrição não se aplica a turistas, estudantes de intercâmbio nem a profissionais com contratos temporários, que continuam autorizados a solicitar vistos dentro dessas categorias.

Em publicação nas redes sociais, o governo do então presidente Donald Trump afirmou que a decisão tem como alvo países “cujos migrantes utilizam os sistemas de assistência e bem-estar social dos americanos em níveis considerados inaceitáveis”.

No entanto, não foram divulgados os critérios objetivos utilizados para definir a suposta exploração indevida dos serviços públicos por parte dessas nações.

Até o momento, o governo americano também não informou por quanto tempo a suspensão permanecerá em vigor, nem se há possibilidade de revisão da medida.

Veja lista de países afetados

Além do Brasil, a lista inclui outros países da América Latina, como Colômbia, Cuba e Uruguai, entre diversas nações de outras regiões do mundo. A relação completa foi divulgada pelo Departamento de Estado dos Estados Unidos.

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Acordo Mercosul-UE deve entrar em vigor no 2º semestre, diz Alckmin

Vice-presidente da República, Geraldo Alckmin/Foto: Rafa Neddermeyer/Agência Brasil
Vice-presidente da República, Geraldo Alckmin (Foto: Rafa Neddermeyer/Agência Brasil)

Geraldo Alckimin participou do programa Bom Dia, Ministro

O vice-presidente da República e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin, disse nesta quinta-feira (15) que o acordo comercial entre Mercosul e União Europeia (UE) deve entrar em vigor no segundo semestre deste ano: “Um acordo que, há 25 anos, era trabalhado, mas nunca saía. Finalmente, [será] assinado no sábado (17).”

“Assinado, o Parlamento Europeu aprova sua lei e nós, no Brasil, aprovamos a lei, internalizando o acordo. A gente espera que aprove a lei ainda neste primeiro semestre e que tenhamos, no segundo semestre, a vigência do acordo. Aí, ele entra imediatamente em vigência.”

Em entrevista a emissoras de rádio durante o programa Bom Dia, Ministro, produzido pela Empresa Brasil de Comunicação (EBC), Alckmin avaliou que o acordo entre Mercosul e União Europeia é o maior acordo entre blocos do mundo, envolvendo 720 milhões de pessoas e US$ 22 trilhões de mercado.

“São cinco países no Mercosul [Brasil Argentina, Paraguai, Uruguai e, agora, Bolívia]. E a União Europeia, com 27 países dos mais ricos do mundo. Isso significa comércio: vamos vender mais para eles. Zerar a tarifa, então você tem livre comércio – mas livre comércio com regras. Também vamos comprar mais deles.”

“Ganha a sociedade, comprando produtos mais baratos e de melhor qualidade. Comércio exterior, hoje, é emprego na veia. Tem determinadas empresas que, se não exportarem, elas fecham. O mercado interno não é suficiente”, completou o ministro.

Alckmin ainda classificou o acordo como um exemplo para o mundo:

“Em um momento de instabilidade política, de geopolítica com guerras em vários lugares, de protecionismo exacerbado, você dá o exemplo de que é possível, através do diálogo e da negociação, fortalecer o multilateralismo e ter livre comércio.”

Agência Brasil 

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Filme sobre a vida de Marília Mendonça enfrenta dificuldades; saiba quais

https://giroblog.com.br/wp-content/webp-express/webp-images/uploads/2026/01/53AFECB7-9393-4A2A-9886-5EDB83E984E3_L0_001-15_01_2026-00_42_44-1024x1024.jpg.webpA vida e a carreira de Marília Mendonça, que morreu tragicamente em novembro de 2021, aos 26 anos, serão retratadas em um filme biográfico. A produção pretende levar às telas a trajetória da artista, desde os primeiros passos na música sertaneja até o auge do sucesso e a morte precoce que comoveu o país.

Ainda sem data de estreia definida, o longa enfrenta dificuldades na escolha da protagonista. Diante do desafio, a equipe decidiu prorrogar o prazo de inscrições para o casting, ampliando o número de candidatas na busca pela atriz que dará vida à eterna Rainha da Sofrência.

Em publicação compartilhada nas redes sociais, os produtores explicaram que a seleção vai além da semelhança física. As interessadas devem ter entre 18 e 25 anos, aparência próxima à da cantora e disponibilidade para possíveis adaptações físicas, como mudanças no peso, no cabelo e no visual, conforme a caracterização do filme.

Além disso, o papel exige habilidades de interpretação dramática e musical. As candidatas precisam ter experiência com canto ou disposição para passar por uma preparação vocal intensa, já que a proposta é transmitir não apenas a imagem, mas a essência emocional e artística de Marília.

Em fase de pré-produção, o filme pretende retratar momentos marcantes da trajetória da cantora, como o início como compositora, a ascensão meteórica no sertanejo e o impacto cultural deixado por sua obra. Marília Mendonça morreu em 5 de novembro de 2021, vítima de um acidente aéreo em Piedade de Caratinga (MG), onde realizaria um show.

Por giroblog

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Quaest: 50% dos brasileiros consideram aceitável interferir em outro país para prender ditador

Presidente dos EUA, Donald Trump, (à esq.) e o presidente da Venezuela, Nicolás Maduro /BRENDAN SMIALOWSKI, FEDERICO PARRA / AFP
Presidente dos EUA, Donald Trump, (à esq.) e o presidente da Venezuela, Nicolás Maduro (BRENDAN SMIALOWSKI, FEDERICO PARRA / AFP)

O levantamento também aponta receio em relação a esse tipo de ação. Segundo a pesquisa, 58% dos brasileiros afirmam ter medo de que os Estados Unidos façam algo semelhante com o Brasil

Metade dos brasileiros considera aceitável a interferência de um país em outro para prender um ditador, segundo pesquisa do instituto Genial/Quaest divulgada nesta quinta-feira, 15. O resultado do levantamento aparece após a ofensiva militar dos Estados Unidos na Venezuela, que levou à prisão do ditador venezuelano Nicolás Maduro no início de janeiro.

O levantamento mostrou que 50% consideram aceitável interferir em outra nação para prender um ditador, enquanto 41% acreditam que não e 9 não souberam responder.

Neutralidade

Apesar do apoio à ideia de intervenção em casos de ditadura, a maioria da população defende que o Brasil adote uma postura cautelosa diante do episódio.

Para 66% dos entrevistados, o País deve se manter neutro em relação às ações do presidente americano, Donald Trump, na Venezuela. Apenas 18% dizem que o Brasil deveria apoiar a ofensiva, enquanto 10% avaliam que o governo brasileiro deveria se opor.

O levantamento também aponta receio em relação a esse tipo de ação. Segundo a pesquisa, 58% dos brasileiros afirmam ter medo de que os Estados Unidos façam algo semelhante com o Brasil. Outros 40% dizem não temer uma intervenção do tipo, e 2% não souberam responder.

A pesquisa Genial/Quaest foi realizada entre os dias 8 e 11 de janeiro e ouviu 2.004 brasileiros de 16 anos ou mais. A margem de erro é de dois pontos porcentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%.

Estadão Conteúdo

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Homem é preso em Quixaba após ameaçar familiares com arma de fogo

Na tarde desta quarta-feira (14), um homem foi detido pelo 23º Batalhão de Polícia Militar (BPM) em Quixaba após ameaçar e agredir familiares com uma arma de fogo.

Segundo informações da polícia, a filha de uma das vítimas acionou o efetivo, informando que seu irmão estaria agredindo e ameaçando de morte o pai e o cunhado com um revólver.

Ao chegar ao local, os policiais constataram a veracidade da denúncia. As duas vítimas apresentavam escoriações na cabeça, provocadas por coronhadas da arma, além de ferimentos nos braços, joelhos e pés, decorrentes da tentativa de conter o acusado.

De acordo com relatos, as agressões começaram quando as vítimas tentaram intervir após o homem se envolver em uma briga de trânsito com outra pessoa. Irritado, ele voltou-se contra a família, sacou a arma de fogo, ameaçou-os de morte e passou a agredi-los fisicamente.

Durante a abordagem, os policiais encontraram com o acusado:

•Um revólver Taurus calibre .38, sem munições;

•Duas armas brancas, do tipo serra de mesa, na cintura;

•Um invólucro contendo aproximadamente 2 gramas de cocaína.

O homem foi encaminhado, junto com os materiais apreendidos, à Delegacia de Polícia Civil de Afogados da Ingazeira, onde foi registrada a ocorrência.

blogdojuniorcavalcanti

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Receita Federal volta a negar taxação do Pix e alerta para golpes

Brasília (DF), 16/01/2025 - Aplicativo bancário para pagamento financeiro em pix. Foto: Bruno Peres/Agência Brasil
© Bruno Peres/Agência Brasil
Fake news voltaram a circular após novo vídeo de deputado

A Receita Federal voltou a desmentir informações falsas que circulam nas redes sociais sobre suposto monitoramento de transações via Pix para cobrança de impostos.

Em nota oficial emitida nesta quarta-feira (14), o órgão afirma que não existe tributação sobre o Pix nem fiscalização das movimentações financeiras com esse objetivo, prática proibida pela Constituição Federal.

Segundo a Receita, mensagens alarmistas sobre “taxa do Pix” ou “imposto sobre transferências” são completamente falsas. O Pix é apenas um meio de pagamento, como dinheiro ou cartão, e não gera, por si só, qualquer tipo de tributo.

Os boatos citam a Instrução Normativa nº 2.278, de agosto do ano passado, como se ela autorizasse o rastreamento de transações individuais.

De acordo com o Fisco, a norma apenas estende às fintechs as mesmas obrigações de transparência já aplicadas aos bancos tradicionais, dentro das regras de combate à lavagem de dinheiro e à ocultação de patrimônio. Não há acesso a valores individuais, origem ou natureza dos gastos dos cidadãos.

As informações falsas voltaram a ganhar força nas redes sociais nas últimas horas, após o deputado Nikolas Ferreira (PL-MG) voltar a publicar vídeos em que afirma que o governo voltará a monitorar o Pix. Há duas semanas, o Fisco tinha emitido outro alerta de notícias falsas sobre taxação de transações financeiras.

De acordo com a Receita, esse tipo de conteúdo tem como objetivo enganar a população, gerar pânico financeiro e enfraquecer a confiança em um dos principais meios de pagamento do país. O órgão afirma ainda que a disseminação dessas mensagens atende a interesses do crime organizado e de pessoas que se beneficiam da monetização e do engajamento gerado por notícias falsas.

O que diz a instrução normativa

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Entenda como funcionam as cotas de gênero nas eleições

A legislação eleitoral brasileira determina que partidos e federações cumpram uma regra mínima de participação feminina nas eleições proporcionais. Ao lançar candidaturas, as siglas precisam preencher pelo menos 30% das vagas com mulheres. 

A exigência vale somente para eleições proporcionais, como é o caso da disputa para deputado federal, estadual e distrital em 2026. Nesse sistema, a distribuição das cadeiras considera não apenas a votação individual de cada candidato, mas também o desempenho do partido ou federação. 

Nos cargos majoritários (Presidência, governo dos estados e Senado) a cota não se aplica, já que a escolha é feita diretamente pela maioria dos votos. 

Na prática, se um partido decide registrar dez candidaturas para deputado, ao menos três devem ser femininas.  

As cotas de gênero existem há mais de 30 anos e buscam ampliar a representatividade feminina na política e impedir que mulheres sejam incluídas apenas para “cumprir tabela”. 

Para isso, as candidaturas precisam ser reais, com atos de campanha, movimentação financeira e acesso aos recursos do partido. O TSE considera fraude à cota de gênero situações como: 

  • votação zerada ou inexpressiva;
  • prestação de contas zerada ou padronizada;
  • ausência de gastos ou movimentação financeira relevante; e
  • falta de atos efetivos de campanha ou promoção de terceiros.

Se a Justiça Eleitoral comprovar fraude, o partido pode sofrer punições severas, como: 

  • cassação do DRAP (documento que autoriza o registro coletivo das candidaturas);
  • anulação dos diplomas dos candidatos eleitos pela legenda;
  • inelegibilidade dos envolvidos;
  • nulidade dos votos da sigla e recontagem dos quocientes eleitoral e partidário.

Nas eleições municipais de 2024, o TSE recebeu 463.394 pedidos de registro de candidatura. Desse total, 66% eram de homens (304.344) e 34% de mulheres (159.005). No resultado final, 742 mulheres foram eleitas prefeitas e 10.576 vereadoras.  

CNN

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Defesa de Bolsonaro volta a pedir prisão domiciliar

STF forma maioria contra liminar de Barroso sobre atuação de enfermeiros em aborto legal
/Foto: Gustavo Moreno/STF
(Foto: Gustavo Moreno/STF)

Saúde de Jair Bolsonaro estaria debilitada

A defesa voltou a pedir ao Supremo Tribunal Federal (STF) a concessão de prisão domiciliar para o ex-presidente Jair Bolsonaro, por motivos de saúde, diante de enfermidades sofridas pelo político de 70 anos, incluindo as consequências de uma queda recente.

Bolsonaro foi condenado em setembro pela Primeira Turma do Supremo a 27 anos e três meses de prisão por liderar uma tentativa de golpe de estado. Desde então, os advogados tentaram diversas vezes convencer o ministro Alexandre de Moraes, relator do caso, a conceder prisão domiciliar humanitária para ao ex-presidente, todas sem sucesso.

No pedido mais recente, a defesa cita “riscos clínicos concretos e reiteradamente advertidos pela equipe médica”. Tais riscos deixaram de ser projeções e se tornaram “realidade objetiva”, escreveram os advogados.

Preso na Polícia Federal

“Nesse contexto, a prisão domiciliar não se apresenta como medida de conveniência ou favor, mas como única forma juridicamente adequada de compatibilizar a execução da pena com a preservação mínima da saúde e da vida do apenado”, alega a defesa.

Bolsonaro está preso em uma sala nas instalações da Polícia Federal (PF), em Brasília, desde 22 de novembro, quando tentou violar a tornozeleira eletrônica que utilizava.

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