Ipec: Lula tem 50% no 2º turno, e Bolsonaro, 43%

 

 

 

Pesquisa do Ipec divulgada nesta segunda-feira (24), encomendada pela Globo, aponta que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) tem 50% de intenção de votos no segundo turno e que o presidente Jair Bolsonaro (PL) tem 43%.
 
 
O novo levantamento foi feito entre sábado (22) e nesta segunda, e os resultados se referem à intenção de voto no momento das entrevistas. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos.
 
 
Na pesquisa anterior do Ipec, divulgada dia 14 de outubro, os resultados foram iguais: Lula tinha 50%; Bolsonaro, 43%. Havia 5% de brancos e 2% de nulos.
 
 
Se a eleição fosse hoje, Lula teria 54% dos votos válidos, e Bolsonaro, 46%. Para calcular os votos válidos, são excluídos os brancos, os nulos e os de eleitores que se declaram indecisos. O procedimento é o mesmo utilizado pela Justiça Eleitoral para divulgar o resultado oficial da eleição. No levantamento anterior do Ipec, Lula tinha 54% dos votos válidos; Bolsonaro, 46%.
 
 
Este é o quarto levantamento do Ipec após o primeiro turno das eleições. Foram entrevistadas 3.008 pessoas em 183 municípios entre sábado (22) e segunda-feira (24). A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, com índice de confiança de 95%. A pesquisa foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) com o número BR-06043/2022.
 
 
No primeiro turno, Lula recebeu 57,2 milhões de votos (48,4%), e Bolsonaro, 51,07 milhões (43,2%). O segundo turno está marcado para 30 de outubro.
 
Por Nill Junior
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Raquel Lyra diz que Marília se escora em Lula e faz campanha de ‘faz-de-conta’

 

Candidata ao Governo de Pernambuco, Raquel Lyra (PSDB) criticou a sua oponente Marília Arraes (Solidariedade) e disse que a adversária faz uma campanha de “faz-de-conta” e se escora no presidenciável Luiz Inácio Lula da Silva (PT) por falta de propostas e realizações.
 
 
“A candidata Marília tenta o tempo inteiro se escorar em uma candidatura nacional para justificar a falta de propostas e realizações que ela tem em Pernambuco”, afirmou a candidata nesta segunda-feira (24) em sabatina da Folha e do UOL.
 
 
Ela ainda buscou associar Marília Arraes ao PSB, destacando que ela recebeu apoio do governador Paulo Câmara e do prefeito do Recife, João Campos, neste segundo turno.
 
“Eu sou oposição, estou aqui como a candidata da mudança em Pernambuco. Não tenho nenhum compromisso com o erro e com o passado do governo Paulo Câmara, que deixou Pernambuco em situação muito pior do que pegou. Marília é a candidata da continuidade.”
 
Disse ainda que a grande maioria da população de Pernambuco deseja mudança e pediu que os eleitores façam uma comparação entre as duas candidaturas.
 
“O que eu peço à população de Pernambuco é que façam uma comparação de trajetórias, de realizações e de compromissos que cada uma tem”, disse Raquel, que ainda criticou a adversária por não detalhar o seu plano de governo durante o primeiro turno.
 
Raquel Lyra justificou sua decisão de se manter neutra em relação à eleição presidencial, destacando que neste segundo turno recebeu apoios de aliados de Lula e de Jair Bolsonaro (PL), e disse que o seu objetivo é unir Pernambuco, a despeito da polarização nacional: “Não vou entrar em debate de nacionalização. O presidente escolhido pelos brasileiros, ele vai me receber.”
 
Ao avaliar o desempenho do PSDB na eleição nacional, que sofreu uma derrota amarga em São Paulo e viu sua bancada na Câmara cair para 13 deputados, Raquel Lyra disse que o partido sofreu o impacto da polarização nacional entre Lula e Bolsonaro.
 
“A polarização nacional deixou o PSDB e alguns outros partidos perdidos. Mas, passado esse momento eleitoral, vamos fazer uma profunda reflexão, reanalisar o contexto político e construir um partido sólido”, afirmou a tucana.
 
No início da sabatina, a candidata também comentou sobre o drama pessoal que viveu no dia da eleição do primeiro turno, com a morte de seu marido, Fernando Lucena: “Eu tenho encontrado na minha família e nas pessoas anônimas, do povo, a força para ficar de pé”, afirmou.
 
Raque Lyra foi entrevistada na série de sabatinas da Folha e do UOL com candidatos ao governo de alguns dos estados nos quais haverá segundo turno. Sua adversária Marília Arraes (Solidariedade) também foi convidada para ser sabatinada, mas ainda não confirmou participação.
 
Dos 24 candidatos a governador que concorrem no segundo turno, cinco não anunciaram apoios a Lula ou Bolsonaro. Trabalham para estadualizar a eleição e buscam votos entre os eleitores dos dois presidenciáveis.
 
A sabatina com Raquel Lyra foi conduzida pelos jornalistas Fabíola Cidral e Carlos Madeiro, do UOL, e José Matheus Santos, da Folha.
 
Por Blog do Magno
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Uma terça com enxurrada de pesquisas para governador de PE

 

 
Amanhã, faltando cinco dias para a eleição, o eleitor pernambucano irá se deparar com uma enxurrada de pesquisas para governador nesta disputa de segundo turno. Na sua edição de amanhã, o jornal Folha de Pernambuco trará um levantamento do Instituto Potencial. Já a TV-Globo Nordeste, na edição do NE das 19 horas, apresenta os números do Ipec.
 
Também o Simplex, de Caruaru, tem pesquisa amanhã, assim como o Big Data. A primeira deve ser divulgada pela CBN Recife, enquanto a segunda, da rede Record, será conhecida no noticiário das 19 horas da TV Guararapes, afiliada da Record em Pernambuco.
 
Por Blog do Magno
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PF encontra arsenal de armas e munição com Roberto Jefferson

 

 

Do Metrópoles
 
Preso após atacar policiais federais com tiros de fuzil e granadas, o ex-deputado Roberto Jefferson (PTB) mantinha um farto arsenal de armas e munições na casa onde mora, na cidade de Levy Gasparian, interior do Rio de Janeiro.
 
Os armamentos foram encontrados por agentes que cumpriram mandado de prisão expedido pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) e presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Alexandre de Moraes.
 
Nas imagens obtidas pela coluna Na Mira, é possível ver munição de treino e até mesmo de fuzil 556.
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“Não aceitarei ser abandonado” é o recado de Jefferson a Bolsonaro

 
Por Tales Faria 
Até a noite de ontem, o ex-deputado Roberto Jefferson (PTB) não sabia que o presidente Jair Bolsonaro (PL) havia dito que quem atira em policiais “é bandido”. Mas, com quem conversou, Jefferson deixou um recado para o mandatário do Planalto: “Não aceitarei ser abandonado.”
 
O ex-deputado, no entanto, disse entender que Bolsonaro tentará distanciar-se dele até as eleições. Mas, depois, se Bolsonaro vencer, espera “retribuição à fidelidade” que diz ter dispensado ao aliado.
 
De fato, Jefferson tem demonstrado fidelidade total ao presidente da República. Chegou a convidá-lo para se filiar ao partido, mas Bolsonaro optou pelo PL.
 
 
Depois, não conseguindo lançar-se candidato à Presidência da República, colocou em seu lugar Kelmon Luis da Silva, o “Padre Kelmon”, para atuar como linha auxiliar do presidente nos debates eleitorais.
 
Os bolsonaristas temem o poder de fogo de Roberto Jefferson. Foi exatamente por achar que o PT não retribuía sua “fidelidade” ao governo de Luiz Inácio Lula da Silva que, quando deputado, ele revelou publicamente a existência do mensalão.
 
Jefferson havia sido informado de que coube ao PT vazar que um de seus apadrinhados políticos usava o cargo de diretor dos Correios para pedir propina. Ele foi à tribuna e denunciou o esquema envolvendo os partidos da base aliada, especialmente o centrão. Até então ele negava saber do mensalão.
 
Um de seus amigos no Rio de Janeiro, o deputado Otoni de Paula (MDB) fez chegar às redes sociais um vídeo cobrando proteção do presidente para não deixar “um soldado patriota morrer sozinho”.
 
Mesmo durante o período em que resistiu à prisão e atirou nos policiais, Jefferson manteve contato com interlocutores do Planalto, que o avisaram da disposição de Bolsonaro de enviar o próprio ministro da Justiça à sua casa.
 
O comando da campanha, no entanto, aconselhou Bolsonaro a suspender a ida do ministro. Mas os bolsonaristas acreditam que Jefferson entende as dificuldades que o presidente tem para ajudá-lo até o dia da votação.
 
Os interlocutores do Planalto disseram ao ex-deputado que a “prioridade absoluta agora” é tentar garantir a eleição de Bolsonaro. Se isto for conseguido, aí sim o presidente poderá ajudá-lo.
 
Afinal, Bolsonaro já deu provas de fidelidade ao deputado Daniel Silveira (PTB-RJ), outro que, como Jefferson, se integrou à guerra do presidente contra o Supremo Tribunal Federal.
 
*Jornalista e colunista do UOL
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Pesquisa Atlas para presidente: Lula tem 53% dos votos válidos; Bolsonaro 47%

 

Pesquisa AtlasIntel para as eleições para presidente, divulgada nesta segunda-feira (24), traz o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) com 53% dos votos válidos, e o presidente Jair Bolsonaro (PL), com 47%. O segundo turno das eleições será neste domingo (30).
 
 
Os votos válidos, que excluem os votos em branco e nulos, determinam o resultado das eleições. Nas disputas para presidente e governador, o candidato que atinge mais de 50% dos votos válidos vence o pleito. As informações são da CNN Brasil.
 
 
Levando em conta os votos totais, Lula fica com 52,0% das intenções, contra 46,2% de Bolsonaro. Os que afirmaram não saber ou pretendem votar em branco ou nulo somam 1,8%.
 
A pesquisa da AtlasIntel entrevistou 4.500 pessoas via recrutamento digital aleatório entre 18 e 22 de outubro. A margem de erro é de 1 ponto percentual, para mais ou para menos. O nível de confiança é de 95,0%.
 
A pesquisa foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo BR-06415/2022.
 
Pesquisas eleitorais mostram uma tendência e, não necessariamente, correspondem ao resultado das urnas. Não é uma ciência exata e as amostragens são limitadas. A CNN Brasil divulga os dados de 11 institutos tradicionais por entender que as pesquisas são uma ferramenta importante para análise do eleitor.
 
Segundo turno
 
Votos válidos
 
Luiz Inácio Lula da Silva (PT) — 53%
 
Jair Bolsonaro (PL) — 47%
 
Votos totais
 
Luiz Inácio Lula da Silva (PT) — 52,0%
 
Jair Bolsonaro (PL) — 46,2%
 
Não sabe/Brancos/Nulos — 1,8%
 
Por Blog do Magno
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No túnel do tempo

 

Meu amigo Luiz Queiroz, jornalista dos bons da mídia nacional em Brasília, ex-CBN, que me substituiu na sucursal do Diário de Pernambuco em Brasília quando me afastei para coordenar a campanha de Joaquim Francisco, eleito governador em 90, me envia do seu álbum esta pérola: Ulysses Guimarães e alguns políticos com jornalistas na última sessão da Constituinte em 1988. Ele está no meio da turma que cobriu a Constituinte. 
 
Por Blog do Magno
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Prefeitos do Pajeú participaram de ato com Raquel Lyra

 

Os 10 prefeitos do Pajeú que anunciaram apoio para a candidata do PSDB ao governo de Pernambuco, participaram de um ato político com Raquel Lyra neste domingo (24), em Serra Talhada.
 
O ato aconteceu em uma quadra de esportes e reuniu além dos prefeitos, várias lideranças políticos da região e do Estado.
 
Evandro Valadares, Sávio Torres, Nicinha Melo, Djalma Alves, Sandrinho Palmeira, Luciano Torres, Zeinha Torres, Anchieta Patriota, Maecony Santana e Márcia Conrrado confirmaram seus apoios para Raquel na corrida ao palácio do campo das princesas.
 
Do Blog do Erbi
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Jefferson disparou mais de 20 tiros de fuzil e lançou 2 granadas contra PF

 

O político de extrema direita Roberto Jefferson disparou mais de 20 tiros de fuzil e lançou duas granadas contra policiais federais, na manhã do domingo (23).
 
A Polícia Federal foi ao endereço do ex-deputado para cumprir uma ordem de prisão do STF (Supremo Tribunal Federal). O ministro Alexandre de Moraes afirma em sua decisão que Jefferson descumpriu medidas impostas anteriormente pelo tribunal.
 
Fontes que participam da apuração do caso afirmam que os disparos foram realizados logo no momento da chegada do carro no local.
 
A ordem do ministro e a operação ocorrem um dia após Jefferson xingar a ministra Cármen Lúcia, ministra do STF (Supremo Tribunal Federal), e a comparou a “prostitutas”, “arrombadas” e “vagabundas” em um vídeo publicado por sua filha Cristiane Brasil (PTB) nas redes sociais.
 
Após reagir e atacar os policiais, Jefferson divulgou vídeos para afirmar que não se entregaria à polícia e confirma ter atirado contra os policiais.
 
“Eu não vou me entregar. Eu não vou me entregar porque acho um absurdo. Chega, me cansei de ser vítima de arbítrio, de abuso. Infelizmente, eu vou enfrentá-los”, diz Jefferson em vídeo gravado dentro da casa do ex-deputado, em Comendador Levy Gasparian (140 km do Rio).
 
Sobre os tiros, um dos vídeos mostra o para-brisa do veículo da PF aparece estilhaçado. “Mostrar a vocês que o pau cantou. Eles atiraram em mim, eu atirei neles. Estou dentro de casa, mas eles estão me cercando. Vai piorar, vai piorar muito. Mas eu não me entrego”, afirma.
 
Do EM
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Eleições 2022: 17 milhões de eleitores indecisos que podem definir o 2º turno

 

 

É mais do que sabido que nenhuma eleição é igual a outra, mas nunca, desde o fim da ditadura e a volta das votações livres para presidente, em 1989, um pleito se anuncia tão cheio de particularidades quanto este segundo turno que se aproxima. A mais acirrada corrida já vista ao Palácio do Planalto põe frente a frente dois ímãs de polos opostos, Lula, do PT, e Jair Bolsonaro, do PL, ambos líderes populistas, capazes de mover paixões e multidões. No primeiro turno, eles dividiram o eleitorado em praticamente duas grandes fatias — no fim da apuração, a diferença foi de 5,2 pontos a favor do petista. Antes dela, a votação mais apertada na etapa inicial havia sido a que contrapôs Dilma Rousseff e Aécio Neves em 2014, quando o placar foi de 8 pontos (na segunda rodada caiu a cerca de 3 pontos, pouco mais de 3 milhões de votos a favor de Dilma).
Na fase final da disputa neste ano, o quadro das preferências em um ou outro candidato tem permanecido quase estático (com leve recuperação de Bolsonaro) até por outra característica única dessa renhida batalha: a imensa maioria dos eleitores declara já haver feito sua escolha definitiva. Sobra para os dois finalistas, portanto, se digladiar pela simpatia de um punhado de brasileiros congregados na definição de “eleitores voláteis”, que hesitam em cravar uma opção. É nesse celeiro, relativamente reduzido, que Bolsonaro tem que cooptar os votos de que necessita para ganhar e que Lula precisa fazer o possível para isso não acontecer. O jogo é tenso: no primeiro turno, 10% dos eleitores decidiram entre a véspera e o dia da eleição.
O universo dos “voláteis” inclui os indecisos, ou seja, aqueles que não têm uma preferência, e os não convictos, que votaram em um candidato no primeiro turno, mas podem mudar no segundo. O mais recente levantamento da Quaest contabiliza 11% dos entrevistados nessa situação, sendo 5% indecisos e 6% não convictos. Juntos, eles totalizam 17,2 milhões de eleitores estratégicos para as duas campanhas — a se manter a diferença do primeiro turno, Bolsonaro precisa conquistar 6,2 milhões deles, ou um a cada três, enquanto Lula se esforça para mais gente apertar 13 no dia 30.
Um perfil desses fiéis da balança, feito pela Quaest, revela semelhanças entre os que não bateram o martelo. Trata-se de um público primordialmente feminino e pouco engajado politicamente. Concentra-se sobretudo na Região Sudeste, onde estão os três maiores colégios eleitorais do país (São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro), e tem renda familiar entre dois e cinco salários mínimos. Não costuma pautar suas decisões no discurso ideológico, que dá a tônica de boa parte das duas campanhas, e sim em questões práticas da vida cotidiana. A divergência que mais se ressalta entre eles é a presença maciça de evangélicos entre os não convictos — o que explica a batalha religiosa dos últimos dias e sugere uma vantagem para Bolsonaro. “Nenhuma campanha que pretenda sair vitoriosa pode desprezar esse eleitorado. Aliás, tem, isto sim, de mirar nele”, explica Felipe Nunes, cientista político e CEO da Quaest.
No rol das preocupações do clube dos voláteis, o bolso ganha disparado, mais do que na média da população em geral, onde a vulnerabilidade econômica também bate forte. Postos diante da pergunta sobre o que mais os preocupa, a economia aparece em primeiro lugar, seguida de fome, miséria e desemprego (veja o quadro). Esses brasileiros acham que a vida piorou no último ano e não demonstram, como em outras fatias de eleitores, grande otimismo com os indicadores mais positivos nos meses recentes. “Fico muito receosa. Tudo aumenta e o salário não acompanha. Na minha idade também é complicado darem uma oportunidade de trabalho”, diz Maria Luiza Vitale, 55 anos, que votou em Simone Tebet (MDB) no primeiro turno e agora não sabe para onde vai virar — a típica integrante da coluna dos indecisos nas pesquisas, que é formada em sua maioria por mulheres acima dos 45 anos (leia depoimentos ao longo desta reportagem). “Pode não dar tempo de a melhora dos dados econômicos ser percebida por esse público, que, por outro lado, pelo menos em parte, carrega na memória um período, nos anos de Lula, em que a vida de fato ficou mais fácil”, diz Oswaldo Amaral, diretor do Centro de Estudos de Opinião Pública da Unicamp.
Da Veja

 

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