João Campos diz que ainda não há data para vinda de Lula a Pernambuco e defende aumento do Bolsa Família

João Campos durante encontro com trabalhadores no Sindicato dos Metalúrgicos, no Recife, nesta sexta-feira (18)

O candidato ao Governo de Pernambuco João Campos (PSB) afirmou, nesta sexta-feira (18), que ainda não há uma data confirmada para a vinda do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ao Estado. O socialista também defendeu o aumento do Bolsa Família e criticou a iniciativa da oposição de questionar judicialmente o reajuste do benefício.

Segundo João, a agenda de Lula está sendo organizada para a reta final da campanha, mas o presidente deverá intensificar os compromissos no Sudeste e cumprir agendas internacionais antes de uma eventual passagem por Pernambuco.

“Não tem data confirmada da vinda do presidente. Eu sempre disse que estava muito feliz com o apoio dele, com a participação que ele tem feito nos ajudando desde a articulação política, se posicionando publicamente, declarando apoio, gravando vídeo, estando presente com a gente. E a gente está fechando a agenda dele nessa reta final”, afirmou João durante encontro com trabalhadores do setor metalúrgico, no Sindicato dos Metalúrgicos, no Recife.

Ao explicar a indefinição, João disse que Lula precisa concentrar esforços em estados do Sudeste onde há uma disputa mais acirrada. O candidato também citou a participação do presidente na Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU) entre os compromissos previstos para os próximos dias.

“Ele vai precisar intensificar as agendas ainda no Sudeste, vai ter a agenda internacional, mas não tem data confirmada. Mas essa dificuldade é por conta do Sul e Sudeste? Ele está botando muita energia e é correto fazer isso nos colégios eleitorais onde tem uma diferença grande”, declarou.

Defesa do Bolsa Família

Durante o encontro, João também defendeu o aumento do Bolsa Família e criticou a tentativa da oposição de barrar o reajuste na Justiça. O benefício terá aumento de 15%, elevando o valor mínimo pago às famílias de R$ 600 para R$ 691.

“O empresário fez, entrou na Justiça contra o aumento do Bolsa Família. Isso deixa claro que a eleição só tem dois lados, no Brasil e em Pernambuco. Tem um lado, que é o nosso lado, que defende o pequeno povo, trabalhador, quem está lutando, e do outro lado quem defende os grandes”, afirmou.

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Carreata mostra força da Frente Popular em Afogados da Ingazeira

O prefeito Sandrinho reuniu ontem (18) os candidatos a Vice-governador Carlos Costa, a Deputado Federal Pedro Campos e a Deputada Estadual Maria Arraes e arrastou uma multidão de apoiadores. Destaque também para a interação das pessoas nas casas e calçadas ao longo do percurso.
O vice-prefeito Daniel Valadares, o presidente da Câmara Vicentinho e todos os vereadores da base participaram da carreata. “É a força do nosso grupo e o anúncio das vitórias de João Campos Governador e Lula Presidente. Esta energia tomou conta de Pernambuco e vai crescer ainda mais até o dia 4 de outubro”, resumiu Sandrinho.
Carlos Costa também comemorou o resultado do evento. “Estamos andando Pernambuco inteiro e a recepção sempre é essa. Afogados reforça essa caminhada e dá mais uma demonstração de força, de união e de certeza da nossa vitória.”
Para a próxima semana dois grandes momentos são esperados pelo Frente Popular: as visitas de Lula a Pernambuco e de João Campos ao Pajeú. Os movimentos de rua prometem aquecer ainda mais a militância nesta reta final de campanha.

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Votos nulos e brancos não anulam a eleição

Votação com urna eletrônica
Votação com urna eletrônica – Divulgação

Entenda como esses votos são considerados e por que não interferem no resultado na eleição

Durante as eleições, é comum surgirem dúvidas sobre o que acontece quando a eleitora ou o eleitor vota em branco ou nulo. Essas opções não são contabilizadas como votos válidos e, portanto, não são consideradas na definição da candidatura eleita.

O voto em branco ocorre quando a pessoa seleciona a opção “branco” na urna eletrônica e confirma a escolha. Já o voto nulo é registrado quando é digitado um número que não corresponde a nenhuma candidatura válida e a opção é confirmada.

Embora sejam registrados de formas diferentes, os dois tipos de voto têm o mesmo efeito na apuração. Eles não são contabilizados como votos válidos nem destinados ou transferidos a qualquer candidato ou partido político.

Voto nulo x nulidade da votação 

Mais de 50% de votos nulos não anulam uma eleição. A confusão ocorre porque o voto nulo escolhido pela eleitora ou pelo eleitor é diferente da nulidade de uma votação, que é uma questão jurídica reconhecida pela Justiça Eleitoral.

A nulidade da votação pode ocorrer em situações previstas na legislação eleitoral e, dependendo do caso, levar à realização de uma nova eleição. Essa possibilidade não deve ser confundida com o voto nulo, que corresponde à escolha da pessoa durante a votação.

Os votos brancos e nulos são registrados e divulgados nas estatísticas eleitorais, mas não participam da definição do resultado. A anulação de uma eleição, por sua vez, depende de hipóteses previstas na legislação e de decisão da Justiça Eleitoral.

Com informações no site do TRE-PE*

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Candidatos não poderão ser presos a partir deste sábado

Eleições acontecem no dia 4 de outubro/Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil
Eleições acontecem no dia 4 de outubro (Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil)

Durante o período de vigência da regra, prisões ou detenções só poderão ocorrer em casos de flagrante delito

Candidatas e candidatos que disputam as eleições 2026 não poderão ser presos ou detidos a partir deste sábado (19). Durante o período de vigência da regra, prisões ou detenções só poderão ocorrer em casos de flagrante delito.

A medida é prevista pelo Código Eleitoral, para os 15 dias que antecedem o primeiro turno, marcado para 4 de outubro. Ela valerá até 48 horas após o encerramento da votação.

A garantia alcança todos os candidatos registrados para a disputa eleitoral.

De acordo com o calendário aprovado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), os eleitores irão às urnas em 4 de outubro para escolher presidente da República, governadores, senadores e deputados federais, estaduais e distritais.

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Anúncios na reta final de eleição causam polêmica

O Bolsa Família tornou-se o maior programa social
O Bolsa Família tornou-se o maior programa social – Foto: Agência Brasil

Nesta semana, governo Lula anunciou um reajuste no Bolsa Família e prometeu ampliar o acesso às canetas emagrecedoras

A pouco mais de duas semanas do primeiro turno das eleições de 2026, o presidente Lula (PT) anunciou duas medidas de impacto popular: o reajuste de 15,04% do Bolsa Família e a promessa de ampliar o acesso gratuito a medicamentos conhecidos popularmente como “canetas emagrecedoras” pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Os anúncios ocorreram na reta final da campanha e vêm sendo alvo de críticas da oposição, enquanto o governo sustenta que as iniciativas atendem a demandas sociais e seguem critérios técnicos.

No caso do Bolsa Família, o valor mínimo pago por família passará de R$ 600 para R$ 691. O benefício médio estimado subirá de R$ 675 para R$ 777. Os novos valores terão efeitos financeiros a partir de outubro e começarão a ser pagos em 19 de outubro, entre o primeiro turno e o eventual segundo turno do pleito.

Líderes da oposição chegaram a questionar na Justiça o reajuste do Bolsa Família. Contudo,  o ministro do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) André Mendonça rejeitou uma ação em do deputado federal Zé Trovão (PL-SC) e o ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal, decidiu que a medida não fere regras eleitorais.

A decisão foi criticada pelo professor e colunista da Folha de Pernambuco Luiz Otávio Cavalcanti, que comparou a iniciativa às medidas adotadas pelo ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) durante as eleições de 2022. Para ele, a repetição desse tipo de estratégia não seria adequada e poderia ter como objetivo influenciar a escolha do eleitor.

“Esse tipo de ação, que Bolsonaro fez há quatro anos, não é um bom caminho. E é o que Lula está fazendo. Lula está utilizando os recursos fiscais para tentar embrulhar o voto com o aumento do Bolsa Família. Feio, muito feio”, afirmou.

Cavalcanti também avaliou que a proximidade entre a adoção das medidas e o pleito pode ser interpretada como uma tentativa de interferir na decisão do eleitor. “(É uma tentativa de) induzir o eleitor de uma forma inapropriada”, disse.

Reajuste
O cientista político e professor Sandro Prado reconhece que o calendário da medida produz um efeito político, mas faz uma ressalva sobre a natureza do reajuste. Segundo ele, não houve aumento real do benefício, mas uma recomposição da inflação acumulada desde março de 2023. “Não teve nenhum aumento real no benefício. Na verdade, ele deu o reajuste de 15,04%, que corresponde à inflação acumulada desde março de 2023, quando foi retomado o programa Bolsa Família nos moldes atuais, até agora, o mês de agosto”, afirmou.

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Lula: Se depender de minha vontade, vou acabar com as bets neste País

Presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT)/ Ricardo Stuckert/Divulgação
Presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ( Ricardo Stuckert/Divulgação)

O presidente declarou ainda que a decisão de acabar com as apostas virtuais não vai levar em conta a tributação, e sim a saúde da população.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou nesta sexta-feira, 18, que as bets não terão funcionamento permitido no Brasil se depender da vontade dele.

“Essa jogatina de internet não é jogo de aposta, é um vício. É uma doença chamada ludopatia (…) Se depender da minha vontade pessoal, eu vou acabar com as bets nesse País”, disse Lula.

O presidente declarou ainda que a decisão de acabar com as apostas virtuais não vai levar em conta a tributação, e sim a saúde da população. Lula chamou de “balela” o argumento de que o fim das bets acarretará a decadência do futebol brasileiro.

“O governo não está preocupado em perder imposto. O que a gente não pode perder é a vida dos pobres jogando”, declarou.

Lula está realizando um comício em Guarulhos nesta sexta. No palanque também estão o ex-ministro da Fazenda Fernando Haddad (PT), que concorre ao governo do Estado de São Paulo, a ex-ministra do Meio Ambiente Marina Silva (Rede) e a ex-ministra do Planejamento Simone Tebet (PSB), que são as candidatas governistas ao Senado.

Estadão Conteúdo

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Gilmar diz que reajuste do Bolsa Família não viola lei eleitoral

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Foto: Rosinei Coutinho/STF

O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), decidiu nesta sexta-feira que o reajuste de 15,04% nos valores do Bolsa Família anunciado pelo governo não viola as restrições impostas pela legislação eleitoral. O ministro acolheu pedido apresentado pela Advocacia-Geral da União (AGU) e reconheceu a legalidade da correção dos benefícios em ano de eleição.

Na decisão, Gilmar afirmou que o aumento corresponde à recomposição da inflação acumulada e não representa ganho real aos beneficiários. O ministro também destacou que o decreto editado pelo governo não cria um novo benefício, não altera os critérios de elegibilidade nem amplia o universo de famílias atendidas pelo programa.

“Trata-se apenas de atualização dos valores das prestações integrantes de programa social já existente, mediante critério objetivo de correção monetária”, escreveu o decano do STF.

O governo publicou na quinta-feira decreto reajustando os benefícios do Bolsa Família pela variação acumulada do Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC). A medida foi adotada após uma cobrança feita pela Defensoria Pública da União (DPU) em um processo que tramita no Supremo e trata da implementação da renda básica de cidadania.

Em manifestação enviada a Gilmar nesta sexta, a AGU sustenta que a medida está de acordo com a legislação eleitoral porque se limita a recompor a inflação acumulada desde 2023, sem ganho real, ampliação do número de beneficiários ou mudança nos critérios de elegibilidade.

No dispositivo da decisão, o ministro reconheceu que o decreto constitui uma medida de atualização do Bolsa Família e dá continuidade ao cumprimento de uma ordem anterior do STF. Também afirmou expressamente que a correção pela inflação, sem aumento real, não afronta as restrições eleitorais previstas na Lei das Eleições.

Pedido da AGU

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Novas pesquisas eleitorais movimentam disputa em Pernambuco na próxima semana

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(Fotos: Sandy James/DP Foto)

Duas novas pesquisas de intenção de voto vão atualizar o cenário da disputa eleitoral em Pernambuco na próxima semana. Os institutos Atlas/Intel e Quaest divulgam novos levantamentos sobre a intenção de votos no estado.

A primeira rodada prevista é da Atlas/Intel, com divulgação na segunda-feira (21). O levantamento foi registrado na Justiça Eleitoral sob o número PE-02023/2026. Dois dias depois, na quarta-feira (23), será a vez da Quaest apresentar uma nova radiografia da corrida eleitoral pernambucana. Registrada sob o número PE-05671/2026, a pesquisa ouvirá 1.302 eleitores entre sábado (19) e terça-feira (22).

O levantamento da Quaest terá margem de erro de três pontos percentuais, para mais ou para menos, e nível de confiança de 95%. Além das intenções de voto para o Governo de Pernambuco, a pesquisa também vai medir a disputa pelas duas vagas do Estado no Senado e a corrida pela Presidência da República.

Pesquisas na reta final da campanha

As novas rodadas serão divulgadas em um momento decisivo da campanha, com a aproximação do primeiro turno, marcado para 4 de outubro, e a intensificação das agendas dos principais postulantes ao Governo de Pernambuco: a governadora Raquel Lyra (PSD), candidata à reeleição, e o ex-prefeito do Recife João Campos (PSB).

A Atlas/Intel divulgou seu levantamento mais recente no Estado nesta quinta-feira (17). A pesquisa apontou Raquel com 48,7% das intenções de voto no primeiro turno e João com 45,6%. Como a margem de erro era de dois pontos percentuais, os dois apareceram tecnicamente empatados.

Na simulação de segundo turno, Raquel registrou 51,1%, enquanto João marcou 47,3%, também em situação de empate técnico dentro da margem de erro. Foram ouvidos 1.793 eleitores entre os dias 11 e 16 de setembro.

A rodada anterior da Quaest, divulgada no início deste mês, também mostrou uma disputa apertada pelo Palácio do Campo das Princesas. As novas pesquisas permitirão observar possíveis movimentos do eleitorado após mais uma sequência de agendas de campanha, debates e embates entre os candidatos.

O Diario de Pernambuco divulga resultados de pesquisas eleitorais, no Brasil e em Pernambuco, dos institutos Datafolha, Ipec, Quaest e Atlas/Intel, após os levantamentos serem tornados públicos pelos veículos contratantes.

Por Alexandre Cunha

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Acordo encerra conflito fundiário de 14 anos em Gravatá

Proprietários e ocupantes chegaram a um acordo na quinta-feira/Foto: Assis Lima/ TJPE
Proprietários e ocupantes chegaram a um acordo na quinta-feira (Foto: Assis Lima/ TJPE)

Tribunal de Justiça de Pernambuco homologou acordos em 27 processos e garantiu a permanência de mais de 30 famílias em área da Fazenda Cliper

Um acordo homologado pelo Tribunal de Justiça de Pernambuco (TJPE) encerrou um conflito fundiário que se estendia há 14 anos na Fazenda Cliper, em Gravatá, no Agreste de Pernambuco. A decisão, formalizada nesta quinta-feira (17), solucionou 26 processos de usucapião e uma ação de reintegração de posse relacionados à ocupação da área.

O conflito começou em 2012, quando os proprietários da fazenda acionaram a Justiça para pedir a reintegração de posse contra a ocupação realizada pela Associação dos Agricultores do Vale do Cliper. Os ocupantes, por outro lado, entraram com ações de usucapião para reivindicar a propriedade de parte do terreno.

Mais de 30 famílias permanecem na área

O acordo permitiu que pouco mais de 30 famílias permanecessem em uma área de 20 hectares dentro da Fazenda Cliper, que possui 159 hectares. A aquisição do terreno pelas famílias foi viabilizada pelo Programa Nacional de Crédito Fundiário, responsável pelo financiamento das propriedades.

Com a homologação, as 27 ações judiciais relacionadas à fazenda foram encerradas. O acordo também prevê indenização aos proprietários da área.

A solução foi construída com a atuação da Comissão Regional de Soluções Fundiárias (CRSF), após a juíza Thaís Maia Silva solicitar, em 2025, a participação do Núcleo Agreste da comissão na mediação do conflito.

Ao longo de um ano, foram realizadas três reuniões entre as partes até que proprietários e ocupantes chegassem a um entendimento.

Comissão atua na mediação de conflitos

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Encontro reuniu lideranças políticas do Pajeú que apoiam João Campos

Afogados da ingazeira sediou, manhã desta quinta (17), um grande encontro de Prefeitos, vice-prefeitos, vereadores, ex-prefeitos da região do Pajeú que apoiam a candidatura de João Campos ao Governo de Pernambuco.

O encontro reuniu lideranças de todos os municípios da região, e foi conduzida por Nilton Mota, integrante da coordenação estadual da campanha de João Campos. O objetivo foi apresentar a conjuntura atual da campanha, com números internos que comprovam o crescimento do nome de João Campos na disputa; e debater as estratégias de mobilização para a reta final das eleições.

Em sua fala de abertura, o Prefeito de Afogados e anfitrião do encontro, destacou a simbologia da data. “Num dia como hoje, há dois anos atrás, perdíamos José Patriota, uma das maiores lideranças políticas que esse sertão já produziu. Ele estaria aqui hoje conosco, nos ajudando nesse planejamento. Mas faremos a reta final dessa linda campanha imbuídos de seu espírito e seu compromisso com o povo do Pajeú e de Pernambuco,” destacou Sandrinho.

Na reunião, foi debatida a provável vinda de João na próxima semana para uma agenda por diversas cidades do Pajeú. O encontro aconteceu na pousada de Brotas.

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