Após o 1º lugar nas pesquisas, Raquel enfrenta as agruras da política

“Só se joga pedras em árvore que dá frutos” ensina a sabedoria popular expressando que uma árvore seca não recebe pedradas mas uma frutífera acaba sendo atingida de várias maneiras. Na política, alguém que está mal nas pesquisas é esquecido pelos adversários mas se começa a reagir sofre os ataques característicos do jogo do poder no qual no qual todos querem sair vencedores. Apesar de ter enfrentado uma oposição cerrada na Assembleia Legislativa desde o início do seu mandato quando se desentendeu com o presidente da casa, deputado Álvaro Porto, e ele se juntou ao PSB para enfrentá-la, a governadora Raquel Lyra conseguiu respirar aliviada no final do primeiro trimestre deste ano após os governistas retomaram o comando das principais comissões legislativas.

A calmaria, no entanto, não durou muito tempo. Só o suficiente para que ela aparecesse, pela primeira vez, liderando as pesquisas de intenções de votos do conceituado instituto Datafolha. O campo de batalha, desta vez, deixou a Alepe e se espalhou pelos meandros da política onde ela vinha, até agora, contrariando o lugar comum, abrindo pouco espaço para os partidos políticos.

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