
O próximo adversário do Brasil no Mundial será definido na tarde desta terça-feira (30)
Com a vaga nas oitavas de final da Copa do Mundo de 2026 devidamente assegurada após a vitória de virada sobre o Japão, a Seleção Brasileira agora assume o papel de espectadora. O elenco comandado pela Amarelinha volta a campo no próximo domingo (5), às 17h (horário de Brasília), mas o nome do adversário só será conhecido na tarde desta terça-feira (30).
O próximo adversário do Brasil no Mundial será definido na tarde desta terça-feira (30), às 14h (de Brasília), no confronto direto entre Costa do Marfim e Noruega, válido pela fase de 16 avos de final.
Quem vencer o confronto eliminatório, seja no tempo normal, na prorrogação ou nos pênaltis, terá a missão de encarar a Seleção Brasileira no mata-mata.
As duas equipes chegam credenciadas por campanhas de seis pontos na primeira fase, mas apresentam credenciais e perigos completamente diferentes para o esquema tático brasileiro.
Onde assistir ao duelo decisivo
Transmissão: TV Globo, SporTV e CazéTV (YouTube)
O efeito Haaland
A Noruega carimbou o passaporte como vice-líder do Grupo I e tem sua identidade muito bem definida: o poder ofensivo. Nas duas primeiras rodadas, a equipe sobrou fisicamente ao golear o Iraque por 4 a 1 e bater o Senegal por 3 a 2. Na rodada final, já classificada, a comissão técnica optou por preservar os titulares e acabou goleada pela França por 4 a 1.
O grande argumento da seleção europeia atende pelo nome de Erling Haaland. O centroavante é o grande destaque individual do torneio até aqui, isolado na artilharia da equipe com quatro gols marcados. Parar o camisa 9 será o grande desafio de quem cruzar o caminho dos noruegueses.
A solidez marfinense
Do outro lado, a Costa do Marfim avançou na segunda colocação do Grupo E mostrando ser uma equipe cascuda e de transição veloz. Os marfinenses estrearam batendo o Equador por 1 a 0, venderam caro a derrota para a favorita Alemanha por 2 a 1 e asseguraram a classificação com autoridade ao vencer Curaçao por 2 a 0.
Ao contrário do jogo centralizado da Noruega em seu astro, a Costa do Marfim aposta na força coletiva. Os atacantes Nicolás Pepé e Diomande são as principais engrenagens de um time que sabe fechar os espaços na defesa e castigar os adversários em contra-ataques em velocidade.
Por Paulo Mota


