Justiça nega dois pedidos de Raquel contra propaganda de João sobre seu salário

Candidatos Raquel Lyra e João Campos/Fotos: Karol Rodrigues/DP Foto

Duas ações da governadora e candidata à reeleição, Raquel Lyra (PSD), contra propaganda da Frente Popular, que é encabeçada pelo ex-prefeito do Recife e candidato ao Governo de Pernambuco, João Campos (PSB), que critica seu salário como procuradora do Estado, foram rejeitadas pelo TRE-PE (Tribunal Regional Eleitoral de Pernambuco).

O relator dos dois processos, desembargador Fernando Braga Damasceno, entendeu que a propaganda não mente. Segundo ele, a divergência entre as duas campanhas é sobre como interpretar fatos que já são verdadeiros e públicos, não sobre a invenção de dados.

O que a propaganda diz

A peça contestada, veiculada em rádio e TV, faz quatro afirmações. Diz que Raquel, com participação de uma prima que ocupa cargo de procuradora do Estado, sancionou uma lei que quase triplicou seu próprio salário. O material afirma que ela recebe R$ 60 mil por mês, contra um subsídio de governadora de R$ 22 mil, chama essa lei de inconstitucional e afirma que Raquel já recebeu R$ 1,2 milhão a mais do que deveria.

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