
Pernambuco registra maior crescimento econômico dos últimos 15 anos e supera média nacional



A governadora de Pernambuco, Raquel Lyra, oficializa sua filiação ao Partido Social Democrático (PSD) nesta segunda-feira (10). O ato de filiação será realizado no Recife Expo Center, na área central da capital pernambucana, e contará com a presença de diversas lideranças políticas, incluindo o presidente nacional do partido, Gilberto Kassab, o ministro da Pesca e Aquicultura, André de Paula, e a vice-governadora Priscila Krause.
Primeira mulher eleita para governar Pernambuco, Raquel Lyra chega ao PSD após vencer as eleições de 2022 pelo PSDB. A mudança partidária ocorre em meio a um cenário de reconfiguração política no Estado e pode fortalecer a base governista. Além disso, sua filiação amplia a presença do PSD no Nordeste.


A cerimônia de filiação da governadora Raquel Lyra ao PSD acontece na próxima segunda-feira (10) no Recife Expocenter, a partir das 18h55 – horário escolhido em referência ao número de urna da sigla (55), e a prefeita de Serra Talhada, Márcia Conrado (PT), foi convidada pelo ministro da Pesca, André de Paula.
A confirmação partiu de um secretário do governo petista, ponderando que a prefeita ainda não confirmou presença.
No grupo governista o clima é de euforia com a nova geografia política desenhada pela governadora. Ela deve assumir a presidência do Partido Social Democrático (PSD) em Pernambuco. A euforia é que o novo cenário aproxime, ainda mais, Márcia e Raquel, uma vez que em Serra Talhada há quatro vereadores da base de Márcia no PSD: Tércio Siqueira, Romério do Carro de Som, Clênio de Agenor e Alice Conrado, mãe da prefeita, além de dois suplentes.
No grupo governista o clima é de euforia com a nova geografia política desenhada pela governadora. Ela deve assumir a presidência do Partido Social Democrático (PSD) em Pernambuco. A euforia é que o novo cenário aproxime, ainda mais, Márcia e Raquel, uma vez que em Serra Talhada há quatro vereadores da base de Márcia no PSD: Tércio Siqueira, Romério do Carro de Som, Clênio de Agenor e Alice Conrado, mãe da prefeita, além de dois suplentes.
DISPUTA COM DUQUE
Nos bastidores também ocorre uma espécie de ‘cabo de guerra’ entre Márcia Conrado e Luciano Duque. Cada vez mais próximo de Raquel Lyra, os ‘duquistas’ estão de olho em cargos do governo do estado em Serra Talhada.
Com essa nova conjuntura, do PSD, alguns acreditam que a relação Márcia/Raquel Lyra ficará mais sólida, isolando Luciano Duque em 2026.
Por: Farol de Notícias

Um dos maiores orgulhos dos pernambucanos é o feriado estadual, nesta quinta-feira (6), criado em 2017, que celebra a Revolução Pernambucana de 1817.
Conhecido como feriado da Data Magna de Pernambuco, o momento histórico marca a independência do estado, tornando-se país por 75 dias. Por isso a origem da expressão bairrista “Pernambuco meu país”.
Esse movimento foi uma tentativa de independência de Pernambuco, que aconteceu no contexto de um Brasil ainda colonial, e representou um grito de liberdade contra as autoridades portuguesas.
Entenda o que foi a Revolução Pernambucana de 1817
No século XIX, o Brasil presenciava a chegada da Família Real no Rio de Janeiro. Em 1808, o país vivia uma desigualdade social grande e a chegada da Corte causou bastante indignação nas províncias, e uma delas era Pernambuco.
Um dos motivos da revolta foram as ações tributárias que a Família Real começou a tomar após a chegada no Brasil. “A chegada da Família Real aumenta [a insatisfação], especialmente quando as ações da Família Real começam a priorizar a estadia, o desenvolvimento e as questões envolvendo o sudeste do país”, explica o historiador Wellington Estima.
“Ela [a chegada da Família Real] nutre esse desejo por independência aqui na província, já que no Rio de Janeiro, que era a capital, a Família Real está tomando essa decisão. Se a gente conseguisse separar, criasse um governo próprio e passasse a ser uma república – como fomos, por 75 dias -, a gente acabaria tendo um melhor direcionamento, por exemplo, desses recursos, e tendo uma administração mais coerente com essa tributação, por exemplo”, complementou.
Revolução dos Padres
A Revolução Pernambucana também ficou conhecida como Revolução dos Padres, uma vez que a igreja católica teve uma participação forte durante o movimento. “Você vai ter uma importante participação do clero, você tinha ali um grupo ligado à igreja católica muito importante”, afirmou o historiador.
De acordo com Wellington, Frei Caneca foi um dos atuantes da revolução de 1817, mas atuou mais fortemente sete anos depois, em 1824, na Confederação do Equador. Antônio Carlos Ribeiro de Andrade , José Bonifácio, Manoel Correia de Araújo – que foi um dos redatores da Constituição Republicana de Pernambuco – e José de Barros Lima, conhecido como “Leão Coroado”, foram alguns nomes que marcaram a Revolução.
“O movimento tem um elemento, um ingrediente interessante, que é a participação de vários grupos: militares, religiosos, intelectuais, comerciantes. Isso tudo ajudou muito no processo de construção da Revolução, porque muitos movimentos participam sem grupos militares, oficiais. Na Revolução Pernambucana, um dos motivos que fez esse movimento sair do papel, e tornar Pernambuco um país durante dois meses, foi justamente a participação de alguns militares, e o Leão Coroado, José de Barros Lima, também é um nome muito importante”, explicou Wellington Estima.
“Cruz Cabugá é um outro nome fundamental, que chegou a tentar fazer uma relação diplomática com os Estados Unidos, que já era independente, inclusive tentar angariar recursos, comprar armas para lutar contra o governo imperial”, completou.

O fim da revolução
Após 75 dias, a Revolução Pernambucana chegou ao fim por causa da falta de apoio das outras províncias, falhas na organização militar e contradições internas.
Os líderes da Revolução Pernambucana foram mortos ou presos e documentos históricos foram destruídos a mando do rei.
Em 19 de maio de 1817, uma força de oito mil homens cercou Pernambuco e executou os envolvidos na Revolução Pernambucana. Como punição, a Coroa tirou de Pernambuco o território de Alagoas.
Bandeira de Pernambuco
Um símbolo da história da Revolução Pernambucana de 1817 presente e lembrado até hoje é a bandeira do Estado, composta pelas tradicionais cores pernambucanas: azul, branco, vermelho, amarelo e verde.
Um dos idealizados da bandeira foi o Padre João Ribeiro, um dos líderes da revolução. “Ele é o grande idealizador dessa bandeira. Essa bandeira tem uma simbologia bem interessante, a Cruz Vermelha vai remontar justamente essa ligação do movimento à fé cristã, muitos padres participavam”, explicou o historiador Wellington Estima.

Outro destaque são as três estrelas que estão na bandeira. Segundo o historiador, elas representavam três estados. “Uma que simbolizava o próprio Pernambuco, a outra simbolizava a Paraíba e a outra a bandeira do Rio Grande do Norte”, destacou.
Entenda a Revolução Pernambucana em cinco minutos

A assessoria do presidente nacional do Partido Social Democrático (PSD), Gilberto Kassab, confirmou a filiação da governadora de Pernambuco ao partido na próxima segunda-feira, dia 10 de março, O evento acontecerá no Recife Expocenter, às 18h55 (alusão ao número do partido).
A mudança vinha sendo especulada há meses, com o PSD sendo o principal pretendente. O MDB chegou a fazer uma proposta à governadora, que foi rejeitada.
A confirmação da escolha pelo PSD se deu após a governadora admitir sua insatisfação com o PSDB, partido pelo qual foi eleita para o executivo estadual e, por duas vezes, prefeita de Caruaru. Ao tornar pública a sua insatisfação, Raquel Lyra alegou que o partido teria “diminuído de tamanho”.
Outro fator que pesou para a decisão foi o fato de os tucanos se posicionarem como oposição ao governo Lula, de quem tenta se aproximar, até para neutralizar um possível apoio do presidente da República uma eventual candidatura do prefeito João Campos.








Apos perder a presidência das três principais comissões na Assembleia Legislativa, a governadora de Pernambuco, Raquel Lyra (PSDB), decidiu reforçar a artilharia contra a oposição.
Pouco antes da dar as boas-vindas a 1.599 novos residentes do Sistema Único de Saúde (SUS) que atuarão no Estado, a gestora disse ainda confiar no potencial de articulação dos parlamentares. “Tenho certeza da capacidade de cada um, do potencial que demonstrou ao longo da sua vida pública”, destacou a governadora.
A líder do Governo, deputada Socorro Pimentel (União Brasil) foi indicada no início da retomada dos trabalhos na Alepe este ano. Ela substituiu o deputado Izaías Régis (PSDB), que é benquisto pelos pares, mas não vinha ocupando a tribuna para defender as ações do Governo.
No evento com os residentes, na manhã desta segunda (24), no Centro de Convenções, o Governo de Pernambuco anunciou que pretende investir este ano R$ 172 milhões em programas de residência, ampliando presença na Região Metropolitana e reforçando oportunidadesno interior.
Por Betânia Santana




O objetivo é fortalecer políticas públicas que garantam autonomia, qualidade de vida, proteção e direitos para pessoas com deficiência e suas famílias