
Um vídeo que viralizou nas redes sociais nas últimas horas gerou revolta e trouxe à tona mais um caso de xenofobia no ambiente de trabalho. As imagens mostram uma vigilante sendo alvo de ofensas enquanto trabalhava em um shopping na Zona Norte de São Paulo.
Na gravação, a funcionária aparece circulando pelo local em um segway, veículo elétrico usado na segurança do espaço, quando é abordada por uma cliente. Sem motivo aparente, a mulher começa a disparar insultos pesados, chamando a vigilante de “lixeira” e partindo para ataques preconceituosos.
A situação piora quando a agressora manda a trabalhadora “voltar para o Nordeste” e diz que ela não pertence à cidade. Em outro momento, afirma que a vigilante “vai passar fome na sua terra”, reforçando o tom discriminatório das falas.
Além das ofensas, a cliente ainda tenta intimidar a profissional, alegando ter influência dentro do shopping. Em tom de ameaça, diz que poderia acionar advogados e diretores para prejudicar o emprego da vigilante.
O caso repercutiu nas redes e reacendeu o debate sobre preconceito e respeito no ambiente de trabalho. Até o momento, não há informações sobre a identificação da agressora ou possíveis medidas adotadas após o ocorrido.
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Tudo começou de forma simples, quase despretensiosa. Três jovens afogadenses — Peu, Gustavo e Gabriel — decidiram criar um grupo no WhatsApp apenas para uma resenha diferente: assobiar. Entre brincadeiras, desafios e muita descontração, o que era só uma ideia curiosa rapidamente ganhou força.

A professora de Segurança do Trabalho e chefe do Departamento de Pesquisa e Extensão – DPEX do IFPE Afogados, Gercica Macêdo, acaba de ser selecionada para participar da Academia Global de Educadores da Assembleia da Juventude do AFS, na capital da Suíça, Genebra, entre os dias 9 a 15 de agosto de 2026.
